Bula de Alopurinol — Sanofi Medley Farmacêutica LTDA.
- Genérico
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 18 de agosto de 2026
- Registro Anvisa 183260035
Esta é a bula do paciente de Alopurinol, como aprovada pela Anvisa e publicada por Sanofi Medley Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
alopurinol
Comprimido simples
100 mg e 300 mg
alopurinol
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 100 mg e 300 mg: embalagens com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém 100 ou 300 mg de alopurinol e excipientes qsp (lactose monoidratada, amido, croscarmelose sódica, estearato de magnésio)
1.
1. Para que este medicamento é indicado?
O alopurinol é indicado para prevenir crises de gota e outras condições associadas com o excesso de ácido úrico no corpo, entre elas, pedras nos rins e certos tipos de doença renal.
2.
2. Como este medicamento funciona?
O alopurinol pertence a um grupo de medicamentos chamados inibidores enzimáticos, que agem controlando a velocidade com que modificações químicas especiais ocorrem no corpo.
Este medicamento atua reduzindo a produção de ácido úrico, que é sintetizado pelo nosso organismo. O tempo médio estimado para início da ação farmacológica do medicamento é de uma a duas semanas (efeito
máximo).
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
Este produto é contraindicado caso você tenha hipersensibilidade ao alopurinol ou a qualquer um dos componentes da formulação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres em período de amamentação.
Este medicamento é contraindicado para menores de 10 anos.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Este medicamento deve ser descontinuado IMEDIATAMENTE caso ocorram erupções na pele ou outra evidência de hipersensibilidade (alergia) à droga.
Se você sofre de problemas no fígado ou nos rins ou se está em tratamento para hipertensão (pressão alta)
ou insuficiência cardíaca, informe ao seu médico antes de fazer uso deste medicamento.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
O tratamento com alopurinol não deve ser iniciado até que um ataque agudo de gota tenha terminado completamente, pois, caso contrário, pode haver desencadeamento de novos ataques.
Caso ocorra um ataque agudo de gota em pacientes que estejam tomando o alopurinol, o tratamento deve ser mantido com a mesma dose e o ataque agudo deve ser tratado com um agente anti-inflamatório adequado.
Deve ser feita uma hidratação adequada (ingestão de líquidos) para que ocorra uma diluição ótima da urina e com isso sejam evitados alguns problemas (como o aumento da concentração de algumas substâncias na
urina, por exemplo, a xantina).
O uso de alopurinol pode reduzir a produção de células do sangue (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas) pela medula óssea, podendo provocar sintomas decorrentes dessa redução, tais como: cansaço,
maior risco de infecções ou de sangramentos, respectivamente, que devem ser informados imediatamente ao seu médico. Esse risco aumenta quando o alopurinol é usado junto com certos medicamentos para câncer
ou doenças autoimunes (ver ‘Principais interações com medicamentos, alimentos e testes laboratoriais’ nesta bula) nesses casos, seu médico pode reduzir a dose desses medicamentos e pedir exames de sangue
com mais frequência.
Capacidade para dirigir e operar máquinas
Este medicamento pode causar sonolência e tonteira e dar sensação de desequilíbrio quando o paciente ficar em pé ou andando. Dessa forma, o paciente que faz tratamento com alopurinol deve ter cuidado ao dirigir
veículos, operar máquinas perigosas ou participar de qualquer outra atividade perigosa, até que esteja certo de que este medicamento não afeta seu desempenho.
Principais interações com medicamentos, alimentos e testes laboratoriais
Se você faz uso de alguma das medicações relacionadas abaixo, consulte o seu médico antes de fazer uso de alopurinol (se você não tem certeza a respeito de quais medicamentos tem usado, consulte o seu médico).
Evitar o uso concomitante de alopurinol com didanosina.
O alopurinol pode aumentar os níveis e efeitos das seguintes substâncias: amoxicilina, ampicilina, azatioprina, carbamazepina, clorpropamida, ciclofosfamida, didanosina, mercaptopurina, pivampicilina,
derivados da teofilina, antagonistas da vitamina K (anticoagulantes orais cumarínicos).
O uso de alopurinol junto com azatioprina (para tratamento de doenças automines) ou 6-mercaptopurina (para tratamento de leucemia) deve ser evitado, pois pode causar problemas graves no sangue, havendo
relatos de casos fatais. Se o médico decidir que é necessário usar esses medicamentos juntos, a dose deles deverá ser reduzida para 25 % (um quarto) da dose habitual e devem ser realizados exames de sangue com
frequência. Avise imediatamente seu médico se tiver febre, dor de garganta, manchas roxas ou sangramentos sem causa aparente, cansaço extremo ou qualquer sinal de infecção.
Os níveis e efeitos do alopurinol podem ser aumentados pelos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA), diuréticos de alça, e diuréticos tiazídicos.
Os níveis e efeitos do alopurinol podem ser diminuídos por medicamentos antiácidos.
Diuréticos
Foi relatada uma interação entre alopurinol e furosemida que resulta em aumento de urato sérico e concentrações plasmáticas de oxipurinol.
Um risco aumentado de hipersensibilidade foi relatado quando o alopurinol é administrado com diuréticos, em particular tiazidas, especialmente em quadros de insuficiência renal.
Inibidores da enzima conversora da angiotensia (ECA)
Um risco aumentado de hipersensibilidade foi relatado quando o alopurinol é administrado com inibidores da ECA, especialmente em quadros de insuficiência renal.
Interações com etanol/alimentos
O uso concomitante de álcool pode diminuir a efetividade do alopurinol. Com o uso de suplemento de ferro pode haver aumento da captação de ferro pelo fígado. Altas doses de vitamina C (ácido ascórbico) podem
acidificar a urina e aumentar o risco de formação de cálculos renais.
Interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
Desconhece-se que o alopurinol altere a exatidão de exames laboratoriais ou não laboratoriais.
Uso na gravidez
Não há evidência suficiente da segurança de alopurinol na gravidez humana. O uso na gravidez deve ser considerado apenas quando não houver alternativa mais segura e quando a doença em si representar riscos
para a mãe ou para o feto.
Categoria de risco C.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso na lactação
Relatos indicam que o alopurinol é excretado no leite materno, porém não são conhecidos os efeitos dessa excreção para o bebê.
Este medicamento não deve ser usado sem orientação médica por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.
Atenção: contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g por comprimido de 100mg.
Atenção: contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g por comprimido de 300mg.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do produto:
Este medicamento se apresenta na forma de:
- alopurinol 100 mg: comprimido circular, biconvexo, monossectado, na cor branca.
- alopurinol 300 mg: comprimido circular, biconvexo, sem vinco, na cor branca.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizálo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
Posologia
Adultos e crianças maiores de 10 anos
Recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose baixa (100 mg/dia) a fim de reduzir os riscos de reações adversas. A dose deve ser aumentada somente se a resposta referente à redução de urato for insatisfatória.
Deve-se ter precaução extra se a função renal estiver comprometida.
O seguinte esquema de dosagem pode ser recomendado:
de 100 a 200 mg diários em condições leves;
de 300 a 600 mg diários em condições moderadamente graves;
de 700 a 900 mg diários em condições graves.
Se a dosagem requerida for baseada em mg/kg de peso corporal, deve ser usada a dosagem de 2 a 10 mg/kg de peso corporal por dia.
Crianças com menos de 10 anos
De 10 a 20 mg/kg de peso corporal por dia, até o máximo de 400 mg. O uso em crianças é raramente indicado, exceto em condições malignas (especialmente leucemia) e em certas disfunções enzimáticas, como a síndrome de Lesch-Nyhan.
Pacientes com insuficiência hepática
Seu médico irá prescrever a menor dose capaz de controlar melhor os seus sintomas. Devem ser utilizadas doses reduzidas em pacientes com insuficiência hepática.
O médico solicitará testes de função hepática nos primeiros estágios do seu tratamento.
Pacientes com insuficiência renal
Seu médico irá prescrever a menor dose necessária para controlar seus sintomas. Se você tem problemas graves nos rins, seu médico poderá lhe prescrever menos do que 100 mg por dia ou receitar doses únicas
de 100 mg em intervalos maiores que um dia.
Se você faz diálise duas ou três vezes por semana, seu médico poderá lhe prescrever uma dose de 300 a 400 mg, que deve ser tomada logo após a diálise.
Pacientes idosos
Na ausência de dados específicos, deve-se usar a menor dose que produza redução satisfatória de urato.
Deve-se dispensar especial atenção aos casos de disfunção renal e às situações descritas no item 4. O QUE
DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de uso
Pode ser tomado uma vez ao dia, por via oral. Se a dose diária exceder 300 mg e houver manifestação de intolerância gastrintestinal, pode ser apropriado um esquema de doses divididas. Os comprimidos de
alopurinol devem ser tomados após as refeições, com bastante líquido. A ingestão de bastante líquido é recomendada para permitir a eliminação de uma urina neutra ou ligeiramente alcalina e uma micção de
aproximadamente 2 litros por dia (em adultos).
Duração de tratamento
A dosagem de alopurinol é baseada nas condições clínicas e resposta do paciente ao tratamento.
Use este medicamento regularmente para se beneficiar dos seus efeitos terapêuticos. Para tratamento da gota poderá ser necessário tomá-lo por várias semanas até que o efeito desejado seja obtido. Você poderá
ter ainda outras crises de gota durante vários meses após ter iniciado o tratamento com este medicamento até que o seu corpo remova o ácido úrico em excesso. O alopurinol não é analgésico. Para alívio da dor
produzida pela gota, continue tomando também os seus medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios prescritos nas crises de gota, como orientado por seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Ingerir a dose esquecida o mais breve possível. Se estiver quase no horário da próxima dose, ignore a dose esquecida e retorne aos seus horários regulares (conforme a posologia indicada pelo seu médico).
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou cirurgião-dentista.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Algumas pessoas podem apresentar reações adversas ao fazer uso de alopurinol. Se você sentir algum dos sintomas abaixo enquanto usar este medicamento, pare de tomá-lo e informe seu médico o mais rápido
possível.
A divisão das reações adversas em categorias, por frequência, foi feita por estimativa, uma vez que não estão disponíveis dados adequados para calcular a incidência da maior parte delas. As raras e muito raras
foram identificadas por meio da farmacovigilância pós-comercialização. A seguinte classificação de frequência tem sido utilizada:
Muito comum (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Comum (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Incomum (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Rara (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Muito rara (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
São raras as reações adversas a alopurinol na população global tratada com este medicamento, além de terem, na maioria dos casos, pouca importância. A incidência é mais alta na presença de disfunção renal
e/ou hepática.
Infecções e infestações- Muito raro: Furúnculo
Distúrbios do sangue e do sistema linfático- Muito raro: Agranulocitose1, Anemia aplástica1,
Trombocitopenia1
Distúrbios do sistema imunológico- Incomum: Hipersensibilidade2; Muito raro: Linfoma de célula
T angioimunoblástico3
Distúrbios do metabolismo e nutrição- Muito raro: Diabetes mellitus, Hiperlidemia
Distúrbios psiquiátricos- Muito raro: Coma, Paralisia, Ataxia, Neuropatia periférica, Parestesia,
Sonolência, Dor de Cabeça, Disgeusia
Distúrbios oculares- Muito raro: Catarata, Comprometimento da visão, Maculopatia
Distúrbios do ouvido e do labirinto- Muito raro: Vertigem
Distúrbios cardíacos- Muito raro: Angina Pectoris, Bradicardia
Distúrbios vasculares- Muito raro: Hipertensão
Distúrbios gastrointestinais- Incomum: Vômito4, Náusea4; Muito raro: Hematemese, Esteatorreia,
Estomatite, Mudança de hábito intestinal
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Distúrbios hepatobiliares- Incomum: Teste de função hepática anormal5; Raro: Hepatite (incluindo necrose hepática e hepatite granulomatosa)5
Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos- Comum: “Rash”; Raro: Síndrome de StevensJohnson (SJS) / Necrólise epidérmica tóxica (TEN)6; Muito raro: Angioedema7, Erupção cutânea,
Alopecia, Alteração da coloração do cabelo
Distúrbios renais e urinários- Muito raro: Hematúria; Azotemia
Distúrbios mamários e do sistema reprodutivo- Muito raro: Infertilidade masculina, Disfunção erétil, Ginecomastia
Distúrbios gerais e condições do local de administração- Muito raro: Edema, Mal estar, Astenia,
Pirexia8
Foram notificados casos muito raros de trombocitopenia, agranulocitose e anemia aplástica, particularmente em indivíduos com comprometimento da função renal e/ou hepática, reforçando a necessidade de cuidados específicos nesse grupo de pacientes.
Transtorno de hipersensibilidade de múltiplos órgãos em atraso (conhecido como síndrome de hipersensibilidade ou DRESS) com febre, erupções cutâneas, vasculite, linfadenopatia, pseudolinfoma, artralgia, leucopenia, eosinofilia, hepatoesplenomegalia, testes anormais de função
hepática e desaparecimento da síndrome do ducto biliar (destruição e desaparecimento) dos ductos biliares intra-hepáticos) ocorrendo em várias combinações. Outros órgãos também podem ser afetados (por exemplo, fígado, pulmões, rins, pâncreas, miocárdio e cólon). Se tais reações
ocorrerem, pode ser a qualquer momento durante o tratamento, o alopurinol deve ser descontinuado imediatamente e permanentemente.
A reexposição ao medicamento não deve ser realizada em pacientes com síndrome de hipersensibilidade e SJS/TEN. Os corticosteróides podem ser benéficos no tratamento de reações cutâneas de hipersensibilidade. Quando ocorrem reações de hipersensibilidade generalizada,
distúrbio renal e/ou hepático geralmente acontecem concomitantemente, particularmente quando o desfecho é fatal.
O linfoma de células T angioimunoblásticas foi descrito muito raramente após a biópsia de uma linfadenopatia generalizada. Parece ser reversível com a retirada do alopurinol.
Nos primeiros estudos clínicos, náuseas e vômitos foram relatados. Outros relatos sugerem que essa reação não é um problema significativo e pode ser evitada com a administração de alopurinol após as refeições.
A disfunção hepática foi relatada sem evidência conclusiva de hipersensibilidade mais generalizada.
As reações cutâneas são as reações mais comuns e podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento. Podem ser pruriginosas, maculopapulares, às vezes escamosas, às vezes purpúricas e raramente esfoliativas, como a síndrome de Stevens-Johnson e a necrólise epidérmica tóxica
(SJS/TEN).
O alopurinol deve ser retirado IMEDIATAMENTE em qualquer paciente que desenvolva sinais ou sintomas de SJS/ TEN ou outras reações graves de hipersensibilidade. O risco mais elevado de
SJS e TEN, ou outras reações de hipersensibilidade graves, ocorre nas primeiras semanas de tratamento. Os melhores resultados no gerenciamento de tais reações vêm do diagnóstico precoce e da interrupção imediata de qualquer medicamento suspeito. Se o tratamento com alopurinol tiver
sido descontinuado devido a reações cutâneas brandas (ou seja, sem sinais ou sintomas de
SJS/TEN ou de outra reação de hipersensibilidade grave), o alopurinol pode ser reintroduzido em uma dose baixa (p.ex. 50 mg/dia) e depois gradualmente aumentado. O alelo HLA-B * 5801 tem sido demonstrado estar associado ao risco de desenvolver síndrome de hipersensibilidade
relacionada ao alopurinol e SJS/TEN. O uso de genotipagem como uma ferramenta de triagem para tomar decisões sobre o tratamento com alopurinol não foi estabelecido. Se os sintomas originais recorrerem, o alopurinol deve ser retirado PERMANENTEMENTE uma vez que podem
ocorrer reações de hipersensibilidade mais graves (Vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”, item “Distúrbios do Sistema Imunológico”). Se
SJS/TEN ou outras reações graves de hipersensibilidade não puderem ser descartadas, NÃO reintroduza o alopurinol devido ao potencial para uma reação grave ou até fatal. O diagnóstico clínico de SJS/TEN ou outras reações graves de hipersensibilidade continuam sendo a base para a
tomada de decisão.
Angioedema tem sido reportado associado ou não a sinais e sintomas de uma reação de hipersensibilidade ao alopurinol mais generalizada.
8.
Febre foi relatada associada ou não a sinais e sintomas de uma reação de hipersensibilidade ao alopurinol mais generalizada (Vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?”, item de Reações Adversas relacionadas a “Distúrbios do Sistema Imunológico”).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Foram observados sinais e sintomas como enjoo, vômito, diarreia e tonteira em um paciente que ingeriu
20g de alopurinol.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722
6001 se você precisar de mais orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.8326.0035
Registrado por:
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ 10.588.595/0010-92
Produzido por:
Rua Estácio de Sá, 1144 - Campinas - SP
Indústria Brasileira
IB230426A
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 23/04/2026.
Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica
Data do
20/01/2026
05/01//2026
No.
Assunto
Gerado no momento do peticionamento
0496684/26-4
0058372/26-1
0004742/26-5
Dados da petição/notificação que altera bula
Data do
23/04/2026
23/12/2025
09/12/2025
No.
0496684/26-4
0395113/26-1
1643076/25-6
1581057/25-3
Assunto
10452 - GENÉRICO
- Notificação de de Bula – publicação no Bulário RDC
Data da aprovação
23/04/2026
23/12/2025
09/12/2025
Dados das alterações de bulas
Itens da bula
VP (alterações editoriais)
VP
1. PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É
INDICADO?
8. QUAIS OS MALES QUE
ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
VPS
VP
VPS
VP
Versões (VP/VPS)
Apresentações relacionadas
VP
AL
PLAS TRANS X 30
18/02/2025
29/08/2024
0228204/25-9
1191715/24-8
20/05/2021
1952741/21-1
27/08/2019
2059924/19-2
28/01/2025
28/01/2025
VPS
VP
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
VP
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
VPS
VPS
26/08/2019
2050566/19-3
11004 - RDC
73/2016 GENÉRICO Alteração de razão
26/08/2019
social do local de fabricação do medicamento
06/05/2019
0402226/19-2
1248775/16-9
0897745/15-3
10459 -GENÉRICO Inclusão Inicial de
Texto de Bula – RDC
08/04/2019
0315823/19-3
ZYLORIC
1248775/16-9
0897745/15-3
10452 -GENÉRICO
– Notificação de alteração de Texto
10459 -GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
08/04/2019
VP
6. COMO DEVO USAR ESTE
8. QUAIS OS MALES QUE
ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE
ALGUÉM USAR UMA
QUANTIDADE MAIOR DO
QUE A INDICADA DESTE
VPS
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
4.CONTRAINDICAÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
8.POSOLOGIA E MODO DE
USAR
10. SUPERDOSE
- Dizeres Legais
- Dizeres Legais
0563624/14-/8
10459 - GENÉRICO Inclusão Inicial de
Texto de Bula – RDC
0563624/14-/8
10459 GENÉRICO Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
Não se aplica
Outras bulas de Alopurinol
Cada laboratório publica a sua versão da bula. Todas são oficiais.
- Sanofi Medley Farmacêutica LTDA. (esta página) 18 de agosto de 2026
- Prati Donaduzzi & CIA LTDA 21 de julho de 2026
- Novartis Biociencias S.A 23 de março de 2026
- Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica LTDA 5 de março de 2026
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 18 de agosto de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.