Bula de Copaxone — Teva Farmacêutica LTDA.
- Referência/Novo
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 14 de novembro de 2025
- Registro Anvisa 155730001
Esta é a bula do paciente de Copaxone, como aprovada pela Anvisa e publicada por Teva Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
(acetato de glatirâmer)
Solução Injetável
20 mg/mL e 40 mg/mL
Bula do Paciente (Versão Comercial)
acetato de glatirâmer
Solução injetável 20 mg/mL ou 40 mg/mL em seringa preenchida.
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 20 mg/mL é apresentado em embalagem contendo 28 seringas preenchidas de uso
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 40 mg/mL é apresentado em embalagem contendo 12 seringas preenchidas de uso
USO SUBCUTÂNEO
USO ADULTO
Cada seringa preenchida de 1 mL de COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 20 mg/mL contém:
acetato de glatirâmer* ......... 20 mg
Cada seringa preenchida de 1 mL de COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 40 mg/mL contém:
acetato de glatirâmer* ......... 40 mg
* Acetato de glatirâmer, a substância ativa de COPAXONE®, também conhecido como copolímero-1, é o sal acetato de polipeptídeos sintéticos, contendo 4 aminoácidos de ocorrência natural: ácido L-glutâmico, L-alanina, L-tirosina e L-lisina,
em fração molar média de 0,141; 0,427; 0,095 e 0,338, respectivamente. O peso molecular médio do acetato de glatirâmer está entre 5.000 e 9.000 daltons.
Cada 20 mg de acetato de glatirâmer equivalem a 18 mg de glatirâmer.
Cada 40 mg de acetato de glatirâmer equivalem a 36 mg de glatirâmer.
O pH da solução injetável é de aproximadamente 5,5 a 7,0.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Leia atentamente esta bula antes de começar a tomar este medicamento, pois ela contém informações importantes para você.
• Guarde esta bula. Você pode precisar ler novamente.
• Se você tiver qualquer dúvida, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.
• Este medicamento foi receitado para você. Não o forneça a outras pessoas. Ele pode ser prejudicial para elas, mesmo que os sintomas delas sejam os mesmos que os seus.
• Se você tiver quaisquer efeitos indesejáveis, fale com seu médico ou farmacêutico. Isso inclui os possíveis efeitos indesejáveis não mencionados nesta bula.
1.
1. Para que este medicamento é indicado?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) é indicado na redução da frequência de recidivas (surtos) nos pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR).
COPAXONE® também é indicado no tratamento de pacientes que tiveram um primeiro episódio clínico bem definido e que apresentem alto risco de desenvolver a esclerose múltipla clinicamente definida (EMCD).
2.
2. Como este medicamento funciona?
Estudos clínicos mostraram que COPAXONE® (acetato de glatirâmer) reduziu a frequência de recidivas nos pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente. Acredita-se que ele atue no sistema nervoso central inibindo o processo inflamatório
da esclerose múltipla.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao acetato de glatirâmer ou ao manitol.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Advertências e Precauções
A administração deve ser feita exclusivamente por via subcutânea (injeção no tecido imediatamente abaixo da pele).
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) não deve ser administrado por via intravenosa (injeção lenta na veia) ou via intramuscular (injeção aplicada no interior de um músculo).
Siga exatamente as instruções para autoaplicação, de acordo com as instruções de uso, para garantir a segurança de administração.
O acetato de glatirâmer pode causar reações pós-injeção, bem como reações anafiláticas (consulte a seção 8. " QUAIS OS
MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR”).
Lipoatrofia e, raramente, a necrose da pele foram relatadas durante o período de comercialização. Siga adequadamente as técnicas de injeção e fazer rodízio dos locais de injeção diariamente. (consulte a seção 8. "QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?").
Casos raros de lesão hepática grave (lesão grave no fígado), incluindo insuficiência hepática e hepatite com icterícia, foram relatados com acetato de glatirâmer na fase pós-comercialização (consulte a seção 8. “QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em Idosos: COPAXONE® não foi estudado especificamente em pacientes idosos.
Uso Pediátrico: A segurança e eficácia de COPAXONE® em crianças abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas. Não foram realizados estudos clínicos em crianças ou adolescentes. Não existem informações suficientes sobre o uso de
COPAXONE® em crianças menores de 12 anos de idade que permita a recomendação deste uso. Portanto, COPAXONE® não deve ser utilizado em crianças menores de 12 anos de idade.
Pacientes com insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal, a função renal deve ser monitorada enquanto são tratados com COPAXONE®. Embora não haja evidência de deposição glomerular de complexos imunes em pacientes, esta
possibilidade não pode ser excluída.
Pacientes com insuficiência hepática: Foram observados casos raros de lesão hepática grave (incluindo hepatite com icterícia, insuficiência hepática e, em casos isolados, transplante de fígado). As lesões hepáticas ocorreram dias a anos após o início do
tratamento com COPAXONE®. A maioria dos casos de lesão hepática grave foi resolvida com a descontinuação do tratamento. Em alguns casos, estas reações ocorreram na presença de consumo excessivo de álcool, lesão hepática existente
ou história e uso de outros medicamentos potencialmente hepatotóxicos. Os pacientes devem ser monitorados regularmente
quanto aos sinais de lesão hepática e instruídos a procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas de lesão hepática. Em caso de lesão hepática clinicamente significativa, deve ser considerada a descontinuação de COPAXONE®.
Interação com outros medicamentos
As interações entre COPAXONE® e os demais fármacos ainda não foram integralmente avaliadas.
Não se conhece, até o momento, alguma interação possível de COPAXONE® com alimentos ou com exames laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Gravidez e Lactação
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
COPAXONE® deve ser usado durante a gravidez apenas se claramente necessário, uma vez que não é recomendado para uso durante a gravidez.
Informe ao médico se está amamentando. As propriedades físico-químicas e a baixa absorção oral sugerem que a exposição de recém-nascidos ou bebês ao acetato de glatirâmer através do leite materno é insignificante.
O uso desse medicamento não interfere no aleitamento do bebê. Uso compatível com o aleitamento ou doação de leite humano.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Baseado nos dados atuais, não é necessária nenhuma precaução especial para pacientes envolvidos em atividades que requerem alerta mental, como dirigir veículos ou operar máquinas.
Interrupção do Tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Foi observado em estudo clínico que alguns pacientes abandonaram o tratamento devido a alguma reação adversa, sendo as mais comuns: reações no local da injeção, dispneia (falta de ar), urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele),
vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), hipersensibilidade, gravidez não programada, depressão, taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), vertigem (tontura) e tremor.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2°C e 8°C), protegido da luz.
O tempo e a condição de armazenamento são responsabilidades do paciente.
O medicamento não deve ser congelado. Se o medicamento for congelado, ele deve ser descartado.
Se o medicamento não puder ser armazenado sob refrigeração, ele pode ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) por até um mês. O medicamento não deve ser mantido nesta temperatura por mais de um mês. Após este período,
se o medicamento não for utilizado e estiver em sua embalagem original, ele deve ser armazenado novamente sob refrigeração (entre 2ºC e 8ºC).
Nota: Este medicamento é sensível à luz, mantenha-o dentro do cartucho.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: solução límpida, incolor a levemente amarelada, estéril e apirogênica.
Não utilize o medicamento caso ele apresente partículas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
A dose recomendada para adultos é de 20 mg ao dia, (uma seringa preenchida COPAXONE® 20 mg) ou 40 mg três vezes por semana (uma seringa preenchida COPAXONE® 40 mg), devendo a administração ser realizada por via subcutânea. Com
relação à posologia de 40 mg é recomendado administrar o medicamento nos mesmos dias todas as semanas (com intervalo mínimo de 48 horas, por exemplo, às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras).
A dose e a frequência de administração devem ser indicadas pelo médico. A seringa preenchida de COPAXONE® solução injetável deve ser usada somente uma única vez.
COPAXONE® deve ser aplicado à mesma hora, em todas as aplicações.
Os locais indicados para a auto injeção são os braços, abdômen, lombar e coxas. Deve-se usar um local diferente para injeção a cada dia, sugerindo-se seguir o sentido horário ou anti-horário. O rodízio nos locais de injeção tem como objetivo reduzir a
possibilidade de ocorrência de irritações locais ou dor resultante da injeção.
Antes de utilizar COPAXONE® leia cuidadosamente todas as instruções de uso em bula.
Instruções de uso
1. Remova somente um blister contendo a seringa preenchida com a solução injetável da embalagem e guarde todas as seringas não utilizadas novamente sob refrigeração (entre 2°C e 8°C).
2. Aguarde no mínimo 20 minutos para que a seringa preenchida com solução atinja a temperatura ambiente.
3. Lave suas mãos com água e sabão para prevenir infecções e não toque em seu cabelo ou pele após a lavagem das mesmas.
4. Remova a seringa preenchida do blister retirando a película protetora. Antes do uso, observe o líquido da seringa. Se o líquido estiver turvo ou apresentar alguma partícula, não utilize a seringa e ligue para o atendimento ao consumidor. Se
o líquido estiver límpido, coloque a seringa em uma superfície limpa. Se você observar pequenas bolhas de ar dentro da seringa, não tente expulsá-las antes de injetar o medicamento para evitar perdas de medicamento.
5. Escolha o local da injeção, utilizando a figura 1. Escolha o local de injeção, considerando as 7 regiões descritas na figura
1. Alterne o local de injeção todos os dias, isto reduz as chances de irritação ou dor no local da injeção. Não aplique na mesma área mais que uma vez durante a semana. Existem alguns locais em seu corpo que dificultam a auto aplicação
(como a parte de trás do braço), por isso você pode necessitar de ajuda.
6. Limpe a área escolhida para a injeção com um algodão umedecido com álcool isopropílico 70% e deixe o local secar.
7. Segure a seringa como se fosse uma caneta. Remova a proteção da agulha.
8. Com a outra mão, pince suavemente uma porção de aproximadamente 5 centímetros de sua pele entre o dedo indicador e o polegar (Figura 2).
9. Insira a agulha, sob um ângulo de 90º, dentro de pele (Figura 3). Injete o medicamento empurrando o êmbolo constantemente para baixo até a seringa se esvaziar. A aplicação deve durar aproximadamente 10 segundos.
10. Puxe a seringa e a agulha até sair totalmente da pele.
11. Pressione um chumaço de algodão seco no local da injeção por alguns segundos. Não massageie o local da injeção.
12. Descarte a seringa no recipiente de descarte apropriado.
Descarte do material usado
Descarte a seringa preenchida com a agulha num recipiente resistente a perfurações e seguro.
Posologia
A dose recomendada para adultos de COPAXONE® para o tratamento de esclerose múltipla remitente-recorrente é de 20 mg uma vez ao dia ou 40 mg três vezes por semana, injetada por via subcutânea.
Não foi realizado nenhum estudo específico para avaliação da intercambialidade entre as duas concentrações (20 mg/mL e 40 mg/mL). Seu médico deverá orientá-lo sobre a concentração e posologia adequadas para o seu tratamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar sintomas.
Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.
Figura 2
Figura 3
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Se você se esquecer de aplicar uma dose, aplique assim que você se lembrar. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida. Aplique a próxima dose somente após 24 horas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Como todos os medicamentos, COPAXONE® (acetato de glatirâmer) pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem.
Se você apresentar algum dos sintomas descritos abaixo, comunique seu médico imediatamente.
Avise seu médico de qualquer evento adverso que você tenha enquanto estiver fazendo uso de COPAXONE®.
As reações adversas mais frequentemente observadas nos estudos clínicos conduzidos com COPAXONE® foram reações no local da injeção, tendo sido relatadas pela maioria dos pacientes em tratamento com COPAXONE®. Nos estudos clínicos
controlados, a proporção de pacientes que relataram estas reações adversas, ao menos uma vez, após tratamento com
COPAXONE® (70%) foi superior quando comparado com os pacientes que receberam placebo (37%). As reações no local da injeção mais comumente relatadas nos estudos clínicos e no período pós-comercialização foram: eritema (rubor), algia (dor),
caroço, nódulo, prurido, edema, inflamação, hipersensibilidade (alergia), raras ocorrências de lipoatrofia (atrofia localizada do tecido gorduroso abaixo da pele) e necrose de pele (lesão grave com morte de células da pele).
Lipoatrofia e necrose de pele
Nos locais de injeção, lipoatrofia localizada e, raramente, necrose de pele foram relatadas no período de comercialização. A lipoatrofia pode ocorrer no início do tratamento (algumas vezes após vários meses) e é considerada como sendo permanente.
Não existe tratamento conhecido para lipoatrofia. Para auxiliar na possível diminuição destes eventos, o paciente deve ser orientado a seguir adequadamente as técnicas de injeção e fazer rodízio dos locais de injeção diariamente.
Reação Imediata Pós-Injeção
Reação adversa associada com ao menos um dos seguintes sintomas foi descrita como Reação Imediata Pós-Injeção:
vasodilatação (rubor), dor torácica (dor no peito), dispneia (falta de ar), palpitação (batimento acelerado ou irregular do coração) ou taquicardia, ansiedade, sensação de fechamento da garganta e urticária (reação alérgica manifestada por alterações
na pele). Esta reação pode ocorrer em minutos após a aplicação de COPAXONE®. Ao menos um dos sintomas componentes da Reação Imediata Pós-Injeção¹ foi relatado ao menos uma vez por 31% dos pacientes em tratamento com COPAXONE®,
comparada com 13% dos pacientes que receberam placebo. Em geral, estes sintomas têm seu início vários meses após o início do tratamento, embora possam ocorrer no início do curso do tratamento e, certos pacientes podem apresentar um ou vários
destes sintomas. Não há certeza se o conjunto desses sintomas chega a constituir uma síndrome específica. Durante o período de pós-comercialização, houve relatos de pacientes com sintomas similares que receberam atendimento médico de
emergência. Não se sabe se estes episódios são mediados por um mecanismo imunológico ou não, ou se vários episódios similares observados em um dado paciente têm mecanismos idênticos ou não.
Dor torácica (dor no peito)
Em 5 estudos clínicos controlados com placebo, aproximadamente 13% dos pacientes com esclerose múltipla expostos ao acetato de glatirâmer comparados a 6% dos pacientes expostos ao placebo apresentaram, pelo menos, um episódio que foi
descrito como dor torácica transitória. Enquanto alguns desses episódios ocorreram no contexto das reações imediatas após injeção, descritas acima, alguns ocorreram em outros momentos. A relação temporal da dor torácica com a injeção do acetato
de glatirâmer não foi estabelecida, embora a dor fosse passageira (geralmente durando apenas alguns minutos) e muitas vezes não relacionada a outros sintomas, aparentemente sem consequências clinicas. Alguns pacientes apresentaram mais de um
episódio, e os episódios normalmente começaram, pelo menos, um mês depois do início do tratamento. Não se conhece a patogênese do sintoma.
Estudos Clínicos
Todas as reações adversas que foram mais frequentemente relatadas por pacientes tratados com COPAXONE® vs. pacientes que receberam placebo são apresentadas na tabela abaixo. Estes dados foram obtidos de quatro estudos clínicos pivotais,
duplo-cegos, controlados por placebo, nos quais 512 pacientes foram tratados com COPAXONE® e 509 pacientes receberam placebo, por até 36 meses. Três estudos clínicos em esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) incluíram 269 pacientes
tratados com COPAXONE® e 271 pacientes receberam placebo, por até 35 meses. O quarto estudo clínico, conduzido em pacientes que apresentaram primeiro episódio clínico bem definido e que apresentavam alto risco de desenvolver esclerose
múltipla clinicamente definida (EMCD), incluiu 243 pacientes em tratamento com COPAXONE® e 238 pacientes recebendo placebo, por até 36 meses.
Entre os 512 pacientes tratados com COPAXONE® em estudos controlados com placebo, aproximadamente 5% deles abandonaram o tratamento devido a uma reação adversa. As reações adversas mais comumente associadas à interrupção
foram: reações no local da injeção, dispneia (falta de ar), urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele), vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), hipersensibilidade (alergia), gravidez não programada, depressão, taquicardia
(aceleração dos batimentos cardíacos), vertigem (tontura) e tremor. As reações adversas mais comuns foram: reações no local da injeção, vasodilatação, vermelhidão na pele, dispneia, e dor torácica.
Uma vez que os estudos são realizados em condições bastante variadas, as taxas de reações adversas observadas durante os estudos clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparados às taxas de estudos com outro medicamento,
além de poderem não refletir as taxas que são observadas na prática clínica.
¹ Os componentes individuais da Reação Imediata Pós-Injeção são listados na tabela abaixo da respectiva frequência.
As reações adversas relatadas a seguir estão classificadas de acordo com classes de sistemas de órgãos. O agrupamento por frequência das reações adversas é definido de acordo com a seguinte convenção: muito comum (≥ 1/10); comum (≥ 1/100, <
1/10); incomum (≥ 1/1.000, < 1/100); rara (≥ 1/10.000, < 1/1.000), muito rara (< 1/10.000), desconhecido: frequência não pôde ser estimada com base nos dados disponíveis.
Infecções e
Infestações
Neoplasias benignas, malignas e inespecíficas (incluindo cistos e pólipos)
Infecção, gripe
Bronquite, gastroenterite (inflamação ou infecção do estômago e intestino), herpes simplex (doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus
Herpes Simplex 1 e 2, que afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital), rinite, candidíase vaginal* (infecção vaginal causada por fungo)
Neoplasia benigna de pele (tumor benigno de pele), neoplasia (tumor benigno)
celulite, furúnculo, herpes zoster (inflamação de um ou mais gânglios, caracterizada por erupção vesicular dolorosa, na pele ou nas membranas mucosas), pielonefrite (infecção nos rins)
Câncer de pele
Linfadenopatia* (crescimento de uma ou mais ínguas, especialmente das situadas em pescoço, axilas e virilhas)
Hipersensibilidade (alergia)
Aumento de peso*
psiquiátricos
Ansiedade*, depressão
Nervosismo
Disgeusia (alteração do paladar), enxaqueca, alterações da fala, síncope (desmaio), tremor*
Distúrbios oculares
Diplopia (visão dupla), distúrbios oculares*
presentes no sangue), baço), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue)
Bócio (aumento do volume da glândula tireoide), hipertireoidismo (doença caracterizada pelo excesso de produção de hormônio pela glândula tireoide)
Intolerância ao álcool, gota (distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue)
Sonhos anormais, alucinação, hostilidade (agressividade), mania, tentativa de suicídio
Convulsão, mioclonia (Contração muscular involuntária), estupor (diminuição importante ou ausência dos movimentos voluntários e da reatividade normal a estímulos externos), defeitos de campo visual
Catarata (lesão ocular que atinge e torna opaco o cristalino, que é a lente natural existente no globo ocular responsável pela focalização da visão para longe e para perto), lesão de córnea, secura ocular, ptose
palpebral (situação em que a pálpebra superior cobre o olho mais do que o normal), midríase (dilatação da pupila)
Distúrbios cardíacos
Palpitações*, taquicardia*
vasculares
Vasodilatação* (dilatação dos vasos sanguíneos)
Dispneia* (falta de ar)
Tosse, rinite sazonal
Náusea*
Caries dentais, disfagia (dificuldade para engolir), vômito*
hepatobiliares
Teste anormal de função hepática
Rash* (Manchas ou erupções na pele)
Artralgia (dor nas juntas), dorsalgia* (dor nas costas)
Hiperidrose (suor excessivo em algumas partes do corpo), prurido (coceira), distúrbios de pele*, urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele)
Bradicardia sinusal (é quando o ritmo do coração, em repouso, é mais lento que o normal)
Veia varicosa (veias dilatadas, com volume aumentado, tornando-se tortuosas e alongadas com o decorrer do tempo)
Epistaxe (sangramento nasal), hiperventilação (aumento da os pulmões), laringoespasmo (fechamento da glote devido à contração dos músculos laríngeos)
Colite (inflamação do intestino grosso), eructação (arroto), ulceração esofágica (úlcera no esôfago), hemorragia retal (sangramento retal), aumento das glândulas salivares
Colelitíase (pedra na vesícula), hepatomegalia (fígado aumentado)
Angioedema (inchaço das ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), dermatite de dolorosos sob a pele)
Artrite, bursite (inflamação de uma pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações), dor no flanco, atrofia muscular
Distúrbios renais e urinários
Urgência urinária (urgência para urinar), polaciúria (aumento da frequência urinária, sem grande relação com o volume de urina excretado)
Gravidez, condições puerperais e perinatais
Hematúria (presença de sangue na urina), anormalidade urinária, nefrolitíase (pedra nos rins)
Aborto**
Astenia (fraqueza), dor torácica* (dor no peito), reações no local da injeção*¹, dor*
Ingurgitamento de mama (mamas com excesso de leite), disfunção erétil (impotência sexual), priapismo (ereção persistente e frequentemente dolorosa, com duração maior que 4 horas), hemorragia vaginal (sangramento vaginal),
esfregaço anormal de colo de útero
Reação Imediata Pós-Injeção, necrose no local da injeção
Calafrios*, edema da face*, atrofia no local da injeção², reação local*, edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo), edema (inchaço), pirexia (febre)
* As reações adversas cujas incidências foram superiores a 2% (> 2/100) no grupo tratado com COPAXONE® vs. grupo que recebeu placebo estão identificadas em negrito. As reações adversas que não estão assinaladas com o símbolo * são aquelas
cujas diferenças de incidência são iguais ou inferiores a 2% nos dois grupos.
¹ O termo ‘reações no local da injeção (diversos tipos)´ abrange todos os eventos adversos que ocorrem no local da injeção, exceto atrofia no local da injeção e necrose no local da injeção, que são apresentados separadamente na tabela acima.
² Inclui termos relacionados à lipoatrofia localizada nos locais da injeção.
**Em ensaios clínicos, para pacientes com gravidez clinicamente reconhecida, o aborto espontâneo foi relatado apenas em um caso durante o tratamento com COPAXONE®, em comparação com nenhum caso em pacientes tratadas com placebo. A
análise dos dados pós-comercialização não confirmou nenhum aumento na notificação de aborto espontâneo durante o tratamento com COPAXONE®, levando em consideração que a incidência de aborto espontâneo é de 10-25% para gravidez
clinicamente reconhecida na população em geral.
Diferenças nos dados sobre reações adversas que ocorreram em estudos clínicos controlados foram analisados com relação ao sexo. Nenhuma diferença clinicamente significativa foi observada. Noventa e seis por cento dos pacientes nestes estudos
clínicos eram caucasianos. A maioria dos pacientes tratados com COPAXONE® tinha idade entre 18 e 45 anos.
Consequentemente, os dados foram inadequados para realizar análises de reações adversas relacionadas a grupos etários clinicamente relevantes.
Estudos Clínicos Não Controlados
Na tabela a seguir é apresentada a frequência de reações adversas clínicas menos comumente relatadas. Uma vez que estes relatos incluem reações observadas em estudos abertos e não controlados na fase pré-comercialização (n= 979), o papel de
COPAXONE® como causa não pode ser determinado de forma definida. Além disto, a variabilidade associada ao relato das reações adversas e a terminologia utilizada para descrever as reações adversas limitam o valor da estimativa da frequência
quantitativa relatada. As frequências de reações são calculadas como o número de pacientes que usou COPAXONE® e relataram uma reação, dividido pelo número total de pacientes expostos ao COPAXONE®. Todas as reações relatadas são
incluídas, exceto aquelas listadas na tabela acima, aquelas muito gerais para serem consideradas informativas, e aquelas que não estariam razoavelmente associadas ao uso do medicamento.
Síndrome de gripe, nódulo no local da injeção
infecção bacteriana, hemorragia no local da injeção, urticária no local da injeção, dor no pescoço
Hematoma no local da injeção, fibrose no local da injeção, face de lua cheia (inchaço no rosto), celulite, edema generalizado, hérnia, abscesso (acúmulo de pus no por uma infecção bacteriana)
no local da injeção, doença do soro (reação de hipersensibilidade), indisposição, tentativa de suicídio, hipertrofia no local da injeção, melanose no local da injeção (manchas escuras no local da injeção), lipoma
(acúmulo de tecido gorduroso que surge por baixo da pele, tumor benigno), reação de fotosensibilidade (sensibilidade da pele aos raios solares)
cardiovasculares
Hipertensão
Hipotensão (pressão baixa), ruído ao meio da sístole, sopro sistólico (som cardíaco, semelhante ao ruído de um sopro de ar, que ocorre durante a contração do coração), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo
cardíaco), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), quarta bulha cardíaca (sons cardíacos), hipotensão postural (diminuição da pressão arterial ao levantar), e veia varicosa (veias dilatadas, com volume
aumentado, tornando-se tortuosas e alongadas com o decorrer do tempo)
Diarreia
Anorexia (perda do apetite, acompanhada de aversão à comida), distúrbio gastrintestinal, urgência de evacuação, monilíase oral (infecção da mucosa oral causada por fungos), alargamento de glândulas salivares, cáries dentárias, e
estomatite ulcerativa (lesões abertas na boca)
Xerostomia (boca seca), estomatite (inflamação da mucosa da boca), sensação de queimação na língua, colecistite (Inflamação da vesícula biliar), colite (inflamação do intestino grosso), úlcera esofágica,
esofagite (inflamação do esôfago), carcinoma gastrointestinal (tumor maligno gastrintestinal), hemorragia gengival, hepatomegalia (aumento do fígado), aumento do apetite, melena (fezes escuras devido a presença de sangue), úlceras
na boca, doença do pâncreas, pancreatite (inflamação do pâncreas), hemorragia retal (sangramento retal), tenesmo (sensação dolorosa na bexiga ou na região anal, com desejo contínuo, mas quase inútil, de
urinar ou de evacuar), descoloração da língua, e úlcera duodenal
Hipotireoidismo (diminuição na produção dos hormônios da tireoide)
Equimose (mancha escura ou avermelhada na pele)
presentes no sangue), anemia, cianose (coloração azulada da pele em decorrência da falta de oxigênio), eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo), hematêmese (vômitos com
sangue), linfedema (inchaço causado pela acumulação de líquido linfático (linfa) nos tecidos da superfície do corpo), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), e baço)
Perda de peso, síndrome de
Cushing (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue), cicatrização anormal, e xantoma (deposição de material amarelado rico em colesterol nos tendões e outras partes do corpo)
Artrite, atrofia muscular, dor óssea, bursite, dor renal, doença muscular, miopatia (doença muscular que resulta em fraqueza dos músculos), osteomielite (inflamação da medula e dos tecidos duros dos ossos), dor em tendões, e
tenossinovite (inflamação dos tendões)
Hipertonia (aumento da contração muscular)
Labilidade emocional (instabilidade emocional), estupor (diminuição reatividade normal a estímulos externos), agitação, confusão, desequilíbrio, nistagmo (movimentação involuntária (repetitiva e rítmica) dos olhos) e vertigem
(tontura)
Hiperventilação (aumento da os pulmões), febre do feno (reação alérgica ao pólen) e laringite (inflamação na laringe)
Afasia (dificuldade ou perda de capacidade para falar ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual), ataxia (falta de coordenação dos movimentos), convulsão, parestesia perioral (queimação ou dormência ao redor da
boca), despersonalização, alucinações, hostilidade (agressividade), hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura do corpo), coma, dificuldade de concentração, paralisia facial, diminuição da libido, reação
maníaca, piora da memória, mioclonia (contração muscular involuntária), neuralgia (dor que se manifesta com intensidade variável, no trajeto de um nervo sensitivo ou na região por este inervada), reação
paranoide, paraplegia (paralisia dos membros inferiores), depressão psicótica (delírio e alucinações que ocorrem durante episódio de depressão), e estupor transitório (diminuição reatividade normal a estímulos
externos que ocorre de forma transitória)
Asma, pneumonia, epistaxe (sangramento nasal), hipoventilação (redução da quantidade de ar que entra nos pulmões) e alteração da voz
Exantema (erupções da pele)
e sudorese
Eczema (inflamação da pele, com aparecimento de vermelhidão, descamação e coceira na pele), vermelhidão na pele com pústulas (pequenas lesões contendo pus ao seu redor), atrofia da pele, verrugas e nódulo de
pele
Amenorreia (falta de menstruação por um período de tempo maior do que 3 ciclos prévios), hematúria (presença de sangue na urina), impotência (incapacidade de iniciar e/ou manter uma ereção durante uma relação
sexual), menorragia (excessiva perda de sangue durante o período menstrual), dismenorreia (cólica menstrual) e candidíase vaginal
Pele seca, hipertrofia da pele, dermatite (irritação na pele), furunculose (aparecimento recorrente de furúnculos), psoríase (doença inflamatória da pele, caracterizada por lesões avermelhadas e descamativas,que aparecem,
em geral, no couro cabeludo, cotovelos e joelhos), angioedema (inchaço das ou da mucosa), dermatite de dolorosos sob a pele), dermatite fúngica (irritação na pele causada por fungo), vermelhidão com máculas e
pápulas, pigmentação, neoplasia benigna (tumor benigno) da pele, carcinoma (tumor maligno) de pele, estrias na pele e vermelhidão vesiculo-bolhosa
Vaginite (inflamação na vagina), aumento de mama, carcinoma (tumor maligno) in situ do colo uterino, fibrose de mama (tumor benigno de mama), cálculo renal (pedra nos rins), noctúria (aumento da frequência urinária à noite),
cisto de ovário, função sexual anormal e uretrite (inflamação na uretra)
Sentidos especiais
Dor de ouvido
Otite externa (infecção na orelha), úlcera de córnea, neurite óptica (inflamação do nervo óptico), fotofobia (hipersensibilidade à luz) e perda do paladar
Período Pós-Comercialização
A experiência pós-comercialização tem mostrado reações adversas similares às descritas acima. Uma vez que estes eventos são relatados voluntariamente a partir de uma população de tamanho não definido, não é sempre possível estimar de forma
confiável a frequência destes sintomas ou estabelecer a relação causal com a exposição ao medicamento. Relatos sobre eventos adversos que ocorreram no tratamento com COPAXONE® não mencionadas acima, recebidas desde a introdução da
medicação no mercado e que podem ter ou não uma relação causal com o fármaco, incluem o seguinte:
Organismo como um todo: septicemia (infecção generalizada por todo o corpo causada por bactérias que infectam o sangue), lúpus eritematoso sistêmico (doença autoimune), hidrocefalia (aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano na
cavidade craniana), aumento abdominal, hipersensibilidade no local da injeção, reação alérgica, reação anafilactóide (reação alérgica grave).
Sistema imune: Reações anafiláticas podem ocorrer logo após a administração de acetato de glatirâmer, ou até mesmo meses ou anos após o início do tratamento.
Sistema Cardiovascular: trombose (formação de um coágulo sanguíneo em uma veia), doença vascular periférica (deficiência na circulação sanguínea dos membros), derrame pericárdico (acúmulo anormal de fluido na cavidade pericárdica), infarto do
miocárdio, tromboflebite profunda (flebite que evoluiu com a formação de um coágulo na veia impedindo a circulação do sangue), oclusão coronária (obstrução da artéria coronária), insuficiência cardíaca congestiva (diminuição da função do
coração), cardiomiopatia (doença do músculo do coração), cardiomegalia (aumento do tamanho do coração), arritmia (alteração no ritmo ou mudança na frequência dos batimentos cardíacos), angina peitoral (dor muito forte no peito, provocada
pela diminuição do sangue que passa pelas artérias que irrigam o músculo cardíaco).
Sistema Digestivo: edema da língua, úlcera estomacal, hemorragia, anormalidades da função hepática, dano hepático, hepatite (inflamação do fígado), eructação (arroto), cirrose hepática, colelitíase (formação de pedras na vesícula); casos raros de lesão
hepática grave (incluindo insuficiência hepática e hepatite com icterícia) foram relatados, sendo que a maioria dos casos de lesão hepática grave foi resolvida com a descontinuação do tratamento. Eventos hepáticos ocorreram de dias a anos após o
início do tratamento com acetato de glatirâmer.
Sistema Sanguíneo e Linfático: trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue), reação do tipo linfoma (grupo de doenças malignas que acomete o sistema linfático), leucemia aguda (tumor de desenvolvimento rápido que afeta as
células brancas do sangue).
Alterações Metabólicas e Nutricionais: hipercolesterolemia (aumento do colesterol)
Sistema Musculoesquelético: artrite reumatoide, espasmo generalizado.
Sistema Nervoso: mielite (inflamação da medula espinal), meningite (infecção das meninges, membrana que envolve o cérebro e a medula), neoplasia (tumor benigno) do sistema nervoso central, acidente vascular encefálico (derrame cerebral),
edema cerebral, sonhos anormais, afasia (dificuldade ou perda de capacidade para falar, ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual), convulsões, neuralgia (dor que se manifesta com intensidade variável, no trajeto de um nervo sensitivo ou
na região por este inervada).
Sistema Respiratório: embolia pulmonar (formação de um coágulo no pulmão), derrame pleural (acúmulo anormal de líquidos entre as pleuras), carcinoma (tumor maligno) pulmonar, febre do feno (reação alérgica ao pólen).
Sensações Especiais: glaucoma (doença ocular causada pelo aumento da pressão intraocular que provoca lesões no nervo óptico, comprometendo a visão), cegueira, defeito no campo visual.
Sistema Urogenital: neoplasma urogenital (tumor do sistema urinário e/ou do sistema genital), anormalidade da urina, carcinoma (tumor maligno) ovariano, nefrose (doença renal caracterizada pela perda de proteínas pela urina), insuficiência
renal, carcinoma (tumor maligno) de mama, carcinoma (tumor maligno) na bexiga, poliúria (aumento do volume urinário).
Nenhuma outra reação adversa foi observada em indivíduos tratados com Copaxone® 40 mg/mL, três vezes por semana, em comparação com pacientes tratados com Copaxone® 20 mg/mL, uma vez ao dia, nos estudos clínicos e durante a fase póscomercialização.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos
adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
DESTE
Se utilizar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, comunique seu médico imediatamente.
Antes de procurar socorro médico, não ingerir nenhum tipo de substância na tentativa de alívio dos sintomas.
As doses diárias de até 300 mg não foram associadas a outros eventos adversos, além daqueles já mencionados no item 8.
Quais os males que este medicamento pode me causar?. Não há experiência com dosagens mais elevadas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Registro: 1.5573.0001
Produzido por:
Teva Pharmaceutical Industries Ltd.
Kfar Saba - Israel ou
Norton Healthcare Limited T/A Ivax Pharmaceuticals UK
Runcorn - Reino Unido
Registrado e Importado por:
Av. Guido Caloi, 1935 - Prédio B - 1° andar
São Paulo - SP
Marca registrada de Teva Pharmaceutical Industries Ltd.
Atendimento ao Consumidor
SAC Teva 0800-772-2660
E-mail: [email protected]
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 14/11/2025.
(acetato de glatirâmer)
Solução Injetável
20 mg/mL e 40 mg/mL
Bula do Paciente (Versão Institucional)
acetato de glatirâmer
Solução injetável 20 mg/mL ou 40 mg/mL em seringa preenchida.
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 20 mg/mL é apresentado em embalagem contendo 28 seringas preenchidas de uso
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 40 mg/mL é apresentado em embalagem contendo 12 seringas preenchidas de uso
USO SUBCUTÂNEO
USO ADULTO
Cada seringa preenchida de 1 mL de COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 20 mg/mL contém:
acetato de glatirâmer* ......... 20 mg
Cada seringa preenchida de 1 mL de COPAXONE® (acetato de glatirâmer) 40 mg/mL contém:
acetato de glatirâmer* ......... 40 mg
* Acetato de glatirâmer, a substância ativa de COPAXONE®, também conhecido como copolímero-1, é o sal acetato de polipeptídeos sintéticos, contendo 4 aminoácidos de ocorrência natural: ácido L-glutâmico, L-alanina, L-tirosina e L-lisina,
em fração molar média de 0,141; 0,427; 0,095 e 0,338, respectivamente. O peso molecular médio do acetato de glatirâmer está entre 5.000 e 9.000 daltons.
Cada 20 mg de acetato de glatirâmer equivalem a 18 mg de glatirâmer.
Cada 40 mg de acetato de glatirâmer equivalem a 36 mg de glatirâmer.
O pH da solução injetável é de aproximadamente 5,5 a 7,0.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Leia atentamente esta bula antes de começar a tomar este medicamento, pois ela contém informações importantes para você.
• Guarde esta bula. Você pode precisar ler novamente.
• Se você tiver qualquer dúvida, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.
• Este medicamento foi receitado para você. Não o forneça a outras pessoas. Ele pode ser prejudicial para elas, mesmo que os sintomas delas sejam os mesmos que os seus.
• Se você tiver quaisquer efeitos indesejáveis, fale com seu médico ou farmacêutico. Isso inclui os possíveis efeitos indesejáveis não mencionados nesta bula.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) é indicado na redução da frequência de recidivas (surtos) nos pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR).
COPAXONE® também é indicado no tratamento de pacientes que tiveram um primeiro episódio clínico bem definido e que apresentem alto risco de desenvolver a esclerose múltipla clinicamente definida (EMCD).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Estudos clínicos mostraram que COPAXONE® (acetato de glatirâmer) reduziu a frequência de recidivas nos pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente. Acredita-se que ele atue no sistema nervoso central inibindo o processo inflamatório
da esclerose múltipla.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao acetato de glatirâmer ou ao manitol.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
A administração deve ser feita exclusivamente por via subcutânea (injeção no tecido imediatamente abaixo da pele).
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) não deve ser administrado por via intravenosa (injeção lenta na veia) ou via intramuscular (injeção aplicada no interior de um músculo).
Siga exatamente as instruções para autoaplicação, de acordo com as instruções de uso, para garantir a segurança de administração.
O acetato de glatirâmer pode causar reações pós-injeção, bem como reações anafiláticas (consulte a seção 8. " QUAIS OS
MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR”).
Lipoatrofia e, raramente, a necrose da pele foram relatadas durante o período de comercialização. Siga adequadamente as técnicas de injeção e fazer rodízio dos locais de injeção diariamente. (consulte a seção 8. " QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?").
Casos raros de lesão hepática grave (lesão grave no fígado), incluindo insuficiência hepática e hepatite com icterícia, foram relatados com acetato de glatirâmer na fase pós-comercialização (consulte a seção 8. “QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em Idosos: COPAXONE® não foi estudado especificamente em pacientes idosos.
Uso Pediátrico: A segurança e eficácia de COPAXONE® em crianças abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas. Não foram realizados estudos clínicos em crianças ou adolescentes. Não existem informações suficientes sobre o uso de
COPAXONE® em crianças menores de 12 anos de idade que permita a recomendação deste uso. Portanto, COPAXONE® não deve ser utilizado em crianças menores de 12 anos de idade.
Pacientes com insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal, a função renal deve ser monitorada enquanto são tratados com COPAXONE®. Embora não haja evidência de deposição glomerular de complexos imunes em pacientes, esta
possibilidade não pode ser excluída.
Pacientes com insuficiência hepática: Foram observados casos raros de lesão hepática grave (incluindo hepatite com icterícia, insuficiência hepática e, em casos isolados, transplante de fígado). As lesões hepáticas ocorreram dias a anos após o início do
tratamento com COPAXONE®. A maioria dos casos de lesão hepática grave foi resolvida com a descontinuação do tratamento. Em alguns casos, estas reações ocorreram na presença de consumo excessivo de álcool, lesão hepática existente
ou história e uso de outros medicamentos potencialmente hepatotóxicos (que causam lesão ao fígado). Os pacientes devem
ser monitorados regularmente quanto aos sinais de lesão hepática e instruídos a procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas de lesão hepática. Em caso de lesão hepática clinicamente significativa, deve ser considerada a
descontinuação de COPAXONE®.
Interação com outros medicamentos
As interações entre COPAXONE® e os demais fármacos ainda não foram integralmente avaliadas.
Não se conhece, até o momento, alguma interação possível de COPAXONE® com alimentos ou com exames laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Gravidez e Lactação
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
COPAXONE® deve ser usado durante a gravidez apenas se claramente necessário, uma vez que não é recomendado para uso durante a gravidez.
Informe ao médico se está amamentando. As propriedades físico-químicas e a baixa absorção oral sugerem que a exposição de recém-nascidos ou bebês ao acetato de glatirâmer através do leite materno é insignificante.
O uso desse medicamento não interfere no aleitamento do bebê. Uso compatível com o aleitamento ou doação de leite humano.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Baseado nos dados atuais, não é necessária nenhuma precaução especial para pacientes envolvidos em atividades que requerem alerta mental, como dirigir veículos ou operar máquinas.
Interrupção do Tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Foi observado em estudo clínico que alguns pacientes abandonaram o tratamento devido a alguma reação adversa, sendo as mais comuns: reações no local da injeção, dispneia (falta de ar), urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele),
vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), hipersensibilidade, gravidez não programada, depressão, taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), vertigem (tontura) e tremor.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
COPAXONE® (acetato de glatirâmer) deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2°C e 8°C), protegido da luz.
O tempo e a condição de armazenamento são responsabilidades do paciente.
O medicamento não deve ser congelado. Se o medicamento for congelado, ele deve ser descartado.
Se o medicamento não puder ser armazenado sob refrigeração, ele pode ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) por até um mês. O medicamento não deve ser mantido nesta temperatura por mais de um mês. Após este período,
se o medicamento não for utilizado e estiver em sua embalagem original, ele deve ser armazenado novamente sob refrigeração (entre 2ºC e 8ºC).
Nota: Este medicamento é sensível à luz, mantenha-o dentro do cartucho.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: solução límpida, incolor a levemente amarelada, estéril e apirogênica.
Não utilize o medicamento caso ele apresente partículas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose recomendada para adultos é de 20 mg ao dia, (uma seringa preenchida COPAXONE® 20 mg) ou 40 mg três vezes por semana (uma seringa preenchida COPAXONE® 40 mg), devendo a administração ser realizada por via subcutânea. Com
relação à posologia de 40 mg é recomendado administrar o medicamento nos mesmos dias todas as semanas (com intervalo mínimo de 48 horas, por exemplo, às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras).
A dose e a frequência de administração devem ser indicadas pelo médico. A seringa preenchida de COPAXONE® solução injetável deve ser usada somente uma única vez.
COPAXONE® deve ser aplicado à mesma hora, em todas as aplicações.
Os locais indicados para a auto injeção são os braços, abdômen, lombar e coxas. Deve-se usar um local diferente para injeção a cada dia, sugerindo-se seguir o sentido horário ou anti-horário. O rodízio nos locais de injeção tem como objetivo reduzir a
possibilidade de ocorrência de irritações locais ou dor resultante da injeção.
Antes de utilizar COPAXONE® leia cuidadosamente todas as instruções de uso em bula.
Instruções de uso
1. Remova somente um blister contendo a seringa preenchida com a solução injetável da embalagem e guarde todas as seringas não utilizadas novamente sob refrigeração (entre 2°C e 8°C).
2. Aguarde no mínimo 20 minutos para que a seringa preenchida com solução atinja a temperatura ambiente.
3. Lave suas mãos com água e sabão para prevenir infecções e não toque em seu cabelo ou pele após a lavagem das mesmas.
4. Remova a seringa preenchida do blister retirando a película protetora. Antes do uso, observe o líquido da seringa. Se o líquido estiver turvo ou apresentar alguma partícula, não utilize a seringa e ligue para o atendimento ao consumidor. Se
o líquido estiver límpido, coloque a seringa em uma superfície limpa. Se você observar pequenas bolhas de ar dentro da seringa, não tente expulsá-las antes de injetar o medicamento para evitar perdas de medicamento.
5. Escolha o local da injeção, utilizando a figura 1. Escolha o local de injeção, considerando as 7 regiões descritas na figura
1. Alterne o local de injeção todos os dias, isto reduz as chances de irritação ou dor no local da injeção. Não aplique na mesma área mais que uma vez durante a semana. Existem alguns locais em seu corpo que dificultam a auto aplicação
(como a parte de trás do braço), por isso você pode necessitar de ajuda.
6. Limpe a área escolhida para a injeção com um algodão umedecido com álcool isopropílico 70% e deixe o local secar.
7. Segure a seringa como se fosse uma caneta. Remova a proteção da agulha.
8. Com a outra mão, pince suavemente uma porção de aproximadamente 5 centímetros de sua pele entre o dedo indicador e o polegar (Figura 2).
9. Insira a agulha, sob um ângulo de 90º, dentro de pele (Figura 3). Injete o medicamento empurrando o êmbolo constantemente para baixo até a seringa se esvaziar. A aplicação deve durar aproximadamente 10 segundos.
10. Puxe a seringa e a agulha até sair totalmente da pele.
11. Pressione um chumaço de algodão seco no local da injeção por alguns segundos. Não massageie o local da injeção.
12. Descarte a seringa no recipiente de descarte apropriado.
Descarte do material usado
Descarte a seringa preenchida com a agulha num recipiente resistente a perfurações e seguro.
Posologia
A dose recomendada para adultos de COPAXONE® para o tratamento de esclerose múltipla remitente-recorrente é de 20 mg uma vez ao dia ou 40 mg três vezes por semana, injetada por via subcutânea.
Não foi realizado nenhum estudo específico para avaliação da intercambialidade entre as duas concentrações (20 mg/mL e 40 mg/mL). Seu médico deverá orientá-lo sobre a concentração e posologia adequada para o seu tratamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar sintomas.
Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.
Figura 2
Figura 3
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de aplicar uma dose, aplique assim que você se lembrar. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida. Aplique a próxima dose somente após 24 horas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como todos os medicamentos, COPAXONE® (acetato de glatirâmer) pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem.
Se você apresentar algum dos sintomas descritos abaixo, comunique seu médico imediatamente.
Avise seu médico de qualquer evento adverso que você tenha enquanto estiver fazendo uso de COPAXONE®.
As reações adversas mais frequentemente observadas nos estudos clínicos conduzidos com COPAXONE® foram reações no local da injeção, tendo sido relatadas pela maioria dos pacientes em tratamento com COPAXONE®. Nos estudos clínicos
controlados, a proporção de pacientes que relataram estas reações adversas, ao menos uma vez, após tratamento com
COPAXONE® (70%) foi superior quando comparado com os pacientes que receberam placebo (37%). As reações no local da injeção mais comumente relatadas nos estudos clínicos e no período pós-comercialização foram: eritema (rubor), algia (dor),
caroço, nódulo, prurido, edema, inflamação, hipersensibilidade (alergia), raras ocorrências de lipoatrofia (atrofia localizada do tecido gorduroso abaixo da pele) e necrose de pele (lesão grave com morte de células da pele).
Lipoatrofia e necrose de pele
Nos locais de injeção, lipoatrofia localizada e, raramente, necrose de pele foram relatadas no período de comercialização. A lipoatrofia pode ocorrer no início do tratamento (algumas vezes após vários meses) e é considerada como sendo permanente.
Não existe tratamento conhecido para lipoatrofia. Para auxiliar na possível diminuição destes eventos, o paciente deve ser orientado a seguir adequadamente as técnicas de injeção e fazer rodízio dos locais de injeção diariamente.
Reação Imediata Pós-Injeção
Reação adversa associada com ao menos um dos seguintes sintomas foi descrita como Reação Imediata Pós-Injeção:
vasodilatação (rubor), dor torácica (dor no peito), dispneia (falta de ar), palpitação (batimento acelerado ou irregular do coração) ou taquicardia, ansiedade, sensação de fechamento da garganta e urticária (reação alérgica manifestada por alterações
na pele). Esta reação pode ocorrer em minutos após a aplicação de COPAXONE®. Ao menos um dos sintomas componentes da Reação Imediata Pós-Injeção¹ foi relatado ao menos uma vez por 31% dos pacientes em tratamento com COPAXONE®,
comparada com 13% dos pacientes que receberam placebo. Em geral, estes sintomas têm seu início vários meses após o início do tratamento, embora possam ocorrer no início do curso do tratamento e, certos pacientes podem apresentar um ou vários
destes sintomas. Não há certeza se o conjunto desses sintomas chega a constituir uma síndrome específica. Durante o período de pós-comercialização, houve relatos de pacientes com sintomas similares que receberam atendimento médico de
emergência. Não se sabe se estes episódios são mediados por um mecanismo imunológico ou não, ou se vários episódios similares observados em um dado paciente têm mecanismos idênticos ou não.
Dor torácica (dor no peito)
Em 5 estudos clínicos controlados com placebo, aproximadamente 13% dos pacientes com esclerose múltipla expostos ao acetato de glatirâmer comparados a 6% dos pacientes expostos ao placebo apresentaram, pelo menos, um episódio que foi
descrito como dor torácica transitória. Enquanto alguns desses episódios ocorreram no contexto das reações imediatas após injeção, descritas acima, alguns ocorreram em outros momentos. A relação temporal da dor torácica com a injeção do acetato
de glatirâmer não foi estabelecida, embora a dor fosse passageira (geralmente durando apenas alguns minutos) e muitas vezes não relacionada a outros sintomas, aparentemente sem consequências clínicas. Alguns pacientes apresentaram mais de um
episódio, e os episódios normalmente começaram, pelo menos, um mês depois do início do tratamento. Não se conhece a patogênese do sintoma.
Estudos Clínicos
Todas as reações adversas que foram mais frequentemente relatadas por pacientes tratados com COPAXONE® vs. pacientes que receberam placebo são apresentadas na tabela abaixo. Estes dados foram obtidos de quatro estudos clínicos pivotais,
duplo-cegos, controlados por placebo, nos quais 512 pacientes foram tratados com COPAXONE® e 509 pacientes receberam placebo, por até 36 meses. Três estudos clínicos em esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) incluíram 269 pacientes
tratados com COPAXONE® e 271 pacientes receberam placebo, por até 35 meses. O quarto estudo clínico, conduzido em pacientes que apresentaram primeiro episódio clínico bem definido e que apresentavam alto risco de desenvolver esclerose
múltipla clinicamente definida (EMCD), incluiu 243 pacientes em tratamento com COPAXONE® e 238 pacientes recebendo placebo, por até 36 meses.
Entre os 512 pacientes tratados com COPAXONE® em estudos controlados com placebo, aproximadamente 5% deles abandonaram o tratamento devido a uma reação adversa. As reações adversas mais comumente associadas à interrupção
foram: reações no local da injeção, dispneia (falta de ar), urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele), vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), hipersensibilidade (alergia), gravidez não programada, depressão, taquicardia
(aceleração dos batimentos cardíacos), vertigem (tontura) e tremor. As reações adversas mais comuns foram: reações no local da injeção, vasodilatação, vermelhidão na pele, dispneia, e dor torácica.
Uma vez que os estudos são realizados em condições bastante variadas, as taxas de reações adversas observadas durante os estudos clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparados às taxas de estudos com outro medicamento,
além de poderem não refletir as taxas que são observadas na prática clínica.
¹ Os componentes individuais da Reação Imediata Pós-Injeção são listados na tabela abaixo da respectiva frequência.
As reações adversas relatadas a seguir estão classificadas de acordo com classes de sistemas de órgãos. O agrupamento por frequência das reações adversas é definido de acordo com a seguinte convenção: muito comum (≥ 1/10); comum (≥ 1/100, <
1/10); incomum (≥ 1/1.000, < 1/100); rara (≥ 1/10.000, < 1/1.000), muito rara (< 1/10.000), desconhecido: frequência não pôde ser estimada com base nos dados disponíveis.
Infecções e
Infestações
Infecção, gripe
Bronquite, gastroenterite (inflamação ou infecção do estômago e intestino), herpes simplex (doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus
Herpes Simplex 1 e 2, que afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital), rinite, candidíase vaginal* (infecção vaginal causada por fungo)
celulite, furúnculo, herpes zoster (inflamação de um ou mais gânglios, caracterizada por erupção vesicular dolorosa, na pele ou nas membranas mucosas), pielonefrite (infecção nos rins)
Neoplasias benignas, malignas e inespecíficas (incluindo cistos e pólipos)
Neoplasia benigna de pele (tumor benigno de pele), neoplasia (tumor benigno)
Linfadenopatia* (crescimento de uma ou mais ínguas, especialmente das situadas em pescoço, axilas e virilhas)
Hipersensibilidade (alergia)
Aumento de peso*
psiquiátricos
Ansiedade*, depressão
Nervosismo
Disgeusia (alteração do paladar), enxaqueca, alterações da fala, síncope (desmaio), tremor*
Câncer de pele
presentes no sangue), baço), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue)
Bócio (aumento do volume da glândula tireoide), hipertireoidismo (doença caracterizada pelo excesso de produção de hormônio pela glândula tireoide)
Intolerância ao álcool, gota (distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue)
Sonhos anormais, alucinação, hostilidade (agressividade), mania, tentativa de suicídio
Convulsão, mioclonia (Contração muscular involuntária), estupor (diminuição importante ou ausência dos movimentos voluntários e da reatividade normal a estímulos externos), defeitos de campo visual
Distúrbios oculares
Diplopia (visão dupla), distúrbios oculares*
Distúrbios cardíacos
Palpitações*, taquicardia*
vasculares
Vasodilatação* (dilatação dos vasos sanguíneos)
Dispneia* (falta de ar)
Tosse, rinite sazonal
Náusea*
Caries dentais, disfagia (dificuldade para engolir), vômito*
hepatobiliares
Teste anormal de função hepática
Catarata (lesão ocular que atinge e torna opaco o cristalino, que é a lente natural existente no globo ocular responsável pela focalização da visão para longe e para perto), lesão de córnea, secura ocular, ptose
palpebral (situação em que a pálpebra superior cobre o olho mais do que o normal), midríase (dilatação da pupila)
Bradicardia sinusal (é quando o ritmo do coração, em repouso, é mais lento que o normal)
Veia varicosa (veias dilatadas, com volume aumentado, tornando-se tortuosas e alongadas com o decorrer do tempo)
Epistaxe (sangramento nasal), hiperventilação (aumento da os pulmões), laringoespasmo (fechamento da glote devido à contração dos músculos laríngeos)
Colite (inflamação do intestino grosso), eructação (arroto), ulceração esofágica (úlcera no esôfago), hemorragia retal (sangramento retal), aumento das glândulas salivares
Colelitíase (pedra na vesícula), hepatomegalia (fígado aumentado)
Rash* (Manchas ou erupções na pele)
Hiperidrose (suor excessivo em algumas partes do corpo), prurido (coceira), distúrbios de pele*, urticária (reação alérgica manifestada por alterações na pele)
Artralgia (dor nas juntas), dorsalgia* (dor nas costas)
Distúrbios renais e urinários
Urgência urinária (urgência para urinar), polaciúria (aumento da frequência urinária, sem grande relação com o volume de urina excretado)
Gravidez, condições puerperais e perinatais
Angioedema (inchaço das ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), dermatite de dolorosos sob a pele)
Artrite, bursite (inflamação de uma pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações), dor no flanco, atrofia muscular
Hematúria (presença de sangue na urina), anormalidade urinária, nefrolitíase (pedra nos rins)
Aborto**
Astenia (fraqueza), dor torácica* (dor no peito), reações no local da injeção*¹, dor*
Ingurgitamento de mama (mamas com excesso de leite), disfunção erétil (impotência sexual), priapismo (ereção persistente e frequentemente dolorosa, com duração maior que 4 horas), hemorragia vaginal (sangramento vaginal),
esfregaço anormal de colo de útero
Reação Imediata Pós-Injeção, necrose no local da injeção
Calafrios*, edema da face*, atrofia no local da injeção², reação local*, edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo), edema (inchaço), pirexia (febre)
* As reações adversas cujas incidências foram superiores a 2% (> 2/100) no grupo tratado com COPAXONE® vs. grupo que recebeu placebo estão identificadas em negrito. As reações adversas que não estão assinaladas com o símbolo * são aquelas
cujas diferenças de incidência são iguais ou inferiores a 2% nos dois grupos.
¹ O termo ‘reações no local da injeção (diversos tipos)´ abrange todos os eventos adversos que ocorrem no local da injeção, exceto atrofia no local da injeção e necrose no local da injeção, que são apresentados separadamente na tabela acima.
² Inclui termos relacionados à lipoatrofia localizada nos locais da injeção.
**Em ensaios clínicos, para pacientes com gravidez clinicamente reconhecida, o aborto espontâneo foi relatado apenas em um caso durante o tratamento com COPAXONE®, em comparação com nenhum caso em pacientes tratadas com placebo. A
análise dos dados pós-comercialização não confirmou nenhum aumento na notificação de aborto espontâneo durante o tratamento com COPAXONE®, levando em consideração que a incidência de aborto espontâneo é de 10-25% para gravidez
clinicamente reconhecida na população em geral.
Diferenças nos dados sobre reações adversas que ocorreram em estudos clínicos controlados foram analisados com relação ao sexo. Nenhuma diferença clinicamente significativa foi observada. Noventa e seis por cento dos pacientes nestes estudos
clínicos eram caucasianos. A maioria dos pacientes tratados com COPAXONE® tinha idade entre 18 e 45 anos.
Consequentemente, os dados foram inadequados para realizar análises de reações adversas relacionadas a grupos etários clinicamente relevantes.
Estudos Clínicos Não Controlados
Na tabela a seguir é apresentada a frequência de reações adversas clínicas menos comumente relatadas. Uma vez que estes relatos incluem reações observadas em estudos abertos e não controlados na fase pré-comercialização (n= 979), o papel de
COPAXONE® como causa não pode ser determinado de forma definida. Além disto, a variabilidade associada ao relato das reações adversas e a terminologia utilizada para descrever as reações adversas limitam o valor da estimativa da frequência
quantitativa relatada. As frequências de reações são calculadas como o número de pacientes que usou COPAXONE® e relataram uma reação, dividido pelo número total de pacientes expostos ao COPAXONE®. Todas as reações relatadas são
incluídas, exceto aquelas listadas na tabela acima, aquelas muito gerais para serem consideradas informativas, e aquelas que não estariam razoavelmente associadas ao uso do medicamento.
cardiovasculares
Síndrome de gripe, nódulo no local da injeção
infecção bacteriana, hemorragia no local da injeção, urticária no local da injeção, dor no pescoço
Hipertensão
Hematoma no local da injeção, fibrose no local da injeção, face de lua cheia (inchaço no rosto), celulite, edema generalizado, hérnia, abscesso (acúmulo de pus no por uma infecção bacteriana)
no local da injeção, doença do soro (reação de hipersensibilidade), indisposição, tentativa de suicídio, hipertrofia no local da injeção, melanose no local da injeção (manchas escuras no local da injeção), lipoma
(acúmulo de tecido gorduroso que surge por baixo da pele, tumor benigno), reação de fotosensibilidade (sensibilidade da pele aos raios solares)
Hipotensão (pressão baixa), ruído ao meio da sístole, sopro sistólico (som cardíaco, semelhante ao ruído de um sopro de ar, que ocorre durante a contração do coração), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo
cardíaco), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), quarta bulha cardíaca (sons cardíacos), hipotensão postural (diminuição da pressão arterial ao levantar), e veia varicosa (veias dilatadas, com volume
aumentado, tornando-se tortuosas e alongadas com o decorrer do tempo)
Diarreia
Anorexia (perda do apetite, acompanhada de aversão à comida), distúrbio gastrintestinal, urgência de evacuação, monilíase oral (infecção da mucosa oral causada por fungos), alargamento de glândulas salivares, cáries dentárias, e
estomatite ulcerativa (lesões abertas na boca)
Xerostomia (boca seca), estomatite (inflamação da mucosa da boca), sensação de queimação na língua, colecistite (Inflamação da vesícula biliar), colite (inflamação do intestino grosso), úlcera esofágica,
esofagite (inflamação do esôfago), carcinoma gastrointestinal (tumor maligno gastrintestinal), hemorragia gengival, hepatomegalia (aumento do fígado), aumento do apetite, melena (fezes escuras devido a presença de sangue), úlceras
na boca, doença do pâncreas, pancreatite (inflamação do pâncreas), hemorragia retal (sangramento retal), tenesmo (sensação dolorosa na bexiga ou na região anal, com desejo contínuo, mas quase inútil, de
urinar ou de evacuar), descoloração da língua, e úlcera duodenal
Hipotireoidismo (diminuição na produção dos hormônios da tireoide)
Equimose (mancha escura ou avermelhada na pele)
presentes no sangue), anemia, cianose (coloração azulada da pele em decorrência da falta de oxigênio), eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo), hematêmese (vômitos com
sangue), linfedema (inchaço causado pela acumulação de líquido linfático (linfa) nos tecidos da superfície do corpo), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), e baço)
Perda de peso, síndrome de
Cushing (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue), cicatrização anormal, e xantoma (deposição de material amarelado rico em colesterol nos tendões e outras partes do corpo)
Artrite, atrofia muscular, dor óssea, bursite, dor renal, doença muscular, miopatia (doença muscular que resulta em fraqueza dos músculos), osteomielite (inflamação da medula e dos tecidos duros dos ossos), dor em tendões, e
tenossinovite (inflamação dos tendões)
Hipertonia (aumento da contração muscular)
Labilidade emocional (instabilidade emocional), estupor (diminuição reatividade normal a estímulos externos), agitação, confusão, desequilíbrio, nistagmo (movimentação involuntária (repetitiva e rítmica) dos olhos) e vertigem
(tontura)
Hiperventilação (aumento da os pulmões), febre do feno (reação alérgica ao pólen) e laringite (inflamação na laringe)
Afasia (dificuldade ou perda de capacidade para falar ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual), ataxia (falta de coordenação dos movimentos), convulsão, parestesia perioral (queimação ou dormência ao redor da
boca), despersonalização, alucinações, hostilidade (agressividade), hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura do corpo), coma, dificuldade de concentração, paralisia facial, diminuição da libido, reação
maníaca, piora da memória, mioclonia (contração muscular involuntária), neuralgia (dor que se manifesta com intensidade variável, no trajeto de um nervo sensitivo ou na região por este inervada), reação
paranoide, paraplegia (paralisia dos membros inferiores), depressão psicótica (delírio e alucinações que ocorrem durante episódio de depressão), e estupor transitório (diminuição reatividade normal a estímulos
externos que ocorre de forma transitória)
Asma, pneumonia, epistaxe (sangramento nasal), hipoventilação (redução da quantidade de ar que entra nos pulmões) e alteração da voz
Exantema (erupções da pele)
e sudorese
Eczema (inflamação da pele, com aparecimento de vermelhidão, descamação e coceira na pele), vermelhidão na pele com pústulas (pequenas lesões contendo pus ao seu redor), atrofia da pele, verrugas e nódulo de
pele
Amenorreia (falta de menstruação por um período de tempo maior do que 3 ciclos prévios), hematúria (presença de sangue na urina), impotência (incapacidade de iniciar e/ou manter uma ereção durante uma relação
sexual), menorragia (excessiva perda de sangue durante o período menstrual), dismenorreia (cólica menstrual) e candidíase vaginal
Pele seca, hipertrofia da pele, dermatite (irritação na pele), furunculose (aparecimento recorrente de furúnculos), psoríase (doença inflamatória da pele, caracterizada por lesões avermelhadas e descamativas,que aparecem,
em geral, no couro cabeludo, cotovelos e joelhos), angioedema (inchaço das ou da mucosa), dermatite de dolorosos sob a pele), dermatite fúngica (irritação na pele causada por fungo), vermelhidão com máculas e
pápulas, pigmentação, neoplasia benigna (tumor benigno) da pele, carcinoma (tumor maligno) de pele, estrias na pele e vermelhidão vesiculo-bolhosa
Vaginite (inflamação na vagina), aumento de mama, carcinoma (tumor maligno) in situ do colo uterino, fibrose de mama (tumor benigno de mama), cálculo renal (pedra nos rins), noctúria (aumento da frequência urinária à noite),
cisto de ovário, função sexual anormal e uretrite (inflamação na uretra)
Sentidos especiais
Dor de ouvido
Otite externa (infecção na orelha), úlcera de córnea, neurite óptica (inflamação do nervo óptico), fotofobia (hipersensibilidade à luz) e perda do paladar
Período Pós-Comercialização
A experiência pós-comercialização tem mostrado reações adversas similares às descritas acima. Uma vez que estes eventos são relatados voluntariamente a partir de uma população de tamanho não definido, não é sempre possível estimar de forma
confiável a frequência destes sintomas ou estabelecer a relação causal com a exposição ao medicamento. Relatos sobre eventos adversos que ocorreram no tratamento com COPAXONE® não mencionadas acima, recebidas desde a introdução da
medicação no mercado e que podem ter ou não uma relação causal com o fármaco, incluem o seguinte:
Organismo como um todo: septicemia (infecção generalizada por todo o corpo causada por bactérias que infectam o sangue), lúpus eritematoso sistêmico (doença autoimune), hidrocefalia (aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano na
cavidade craniana), aumento abdominal, hipersensibilidade no local da injeção, reação alérgica, reação anafilactóide (reação alérgica grave).
Sistema imune: Reações anafiláticas podem ocorrer logo após a administração de acetato de glatirâmer, ou até mesmo meses ou anos após o início do tratamento.
Sistema Cardiovascular: trombose (formação de um coágulo sanguíneo em uma veia), doença vascular periférica (deficiência na circulação sanguínea dos membros), derrame pericárdico (acúmulo anormal de fluido na cavidade pericárdica), infarto do
miocárdio, tromboflebite profunda (flebite que evoluiu com a formação de um coágulo na veia impedindo a circulação do sangue), oclusão coronária (obstrução da artéria coronária), insuficiência cardíaca congestiva (diminuição da função do
coração), cardiomiopatia (doença do músculo do coração), cardiomegalia (aumento do tamanho do coração), arritmia (alteração no ritmo ou mudança na frequência dos batimentos cardíacos), angina peitoral (dor muito forte no peito, provocada
pela diminuição do sangue que passa pelas artérias que irrigam o músculo cardíaco).
Sistema Digestivo: edema da língua, úlcera estomacal, hemorragia, anormalidades da função hepática, dano hepático, hepatite (inflamação do fígado), eructação (arroto), cirrose hepática, colelitíase (formação de pedras na vesícula); casos raros de lesão
hepática grave (incluindo insuficiência hepática e hepatite com icterícia) foram relatados, sendo que a maioria dos casos de lesão hepática grave foi resolvida com a descontinuação do tratamento. Eventos hepáticos ocorreram de dias a anos após o
início do tratamento com acetato de glatirâmer.
Sistema Sanguíneo e Linfático: trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue), reação do tipo linfoma (grupo de doenças malignas que acomete o sistema linfático), leucemia aguda (tumor de desenvolvimento rápido que afeta as
células brancas do sangue).
Alterações Metabólicas e Nutricionais: hipercolesterolemia (aumento do colesterol)
Sistema Musculoesquelético: artrite reumatoide, espasmo generalizado.
Sistema Nervoso: mielite (inflamação da medula espinal), meningite (infecção das meninges, membrana que envolve o cérebro e a medula), neoplasia (tumor benigno) do sistema nervoso central, acidente vascular encefálico (derrame cerebral),
edema cerebral, sonhos anormais, afasia (dificuldade ou perda de capacidade para falar, ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual), convulsões, neuralgia (dor que se manifesta com intensidade variável, no trajeto de um nervo sensitivo ou
na região por este inervada).
Sistema Respiratório: embolia pulmonar (formação de um coágulo no pulmão), derrame pleural (acúmulo anormal de líquidos entre as pleuras), carcinoma (tumor maligno) pulmonar, febre do feno (reação alérgica ao pólen).
Sensações Especiais: glaucoma (doença ocular causada pelo aumento da pressão intraocular que provoca lesões no nervo óptico, comprometendo a visão), cegueira, defeito no campo visual.
Sistema Urogenital: neoplasma urogenital (tumor do sistema urinário e/ou do sistema genital), anormalidade da urina, carcinoma (tumor maligno) ovariano, nefrose (doença renal caracterizada pela perda de proteínas pela urina), insuficiência
renal, carcinoma (tumor maligno) de mama, carcinoma (tumor maligno) na bexiga, poliúria (aumento do volume urinário).
Nenhuma outra reação adversa foi observada em indivíduos tratados com Copaxone® 40 mg/mL, três vezes por semana, em comparação com pacientes tratados com Copaxone® 20 mg/mL, uma vez ao dia, nos estudos clínicos e durante a fase póscomercialização.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos
adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
Se utilizar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, comunique seu médico imediatamente.
Antes de procurar socorro médico, não ingerir nenhum tipo de substância na tentativa de alívio dos sintomas.
As doses diárias de até 300 mg não foram associadas a outros eventos adversos, além daqueles já mencionados no item 8.
Quais os males que este medicamento pode me causar? Não há experiência com dosagens mais elevadas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Registro: 1.5573.0001
Produzido por:
Teva Pharmaceutical Industries Ltd.
Kfar Saba - Israel ou
Norton Healthcare Limited T/A Ivax Pharmaceuticals UK
Runcorn - Reino Unido
Registrado e Importado por:
Av. Guido Caloi, 1935 - Prédio B - 1° andar
São Paulo - SP
Marca registrada de Teva Pharmaceutical Industries Ltd.
Atendimento ao Consumidor
SAC Teva 0800-772-2660
E-mail: [email protected]
USO SOB PRESCRIÇÃO
PROIBIDA A VENDA
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 14/11/2025.
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
VP - BU_10
VPS - BU_10
IDENTIFICAÇÃO DO
PARA QUÊ ESTE
MEDICAMENTO É
INDICADO?
COMO ESTE
FUNCIONA?
QUANDO NÃO DEVO USAR
Inclusão Inicial
0512548/14-1
de Texto de
Bula - RDC
0512548/14-1
Inclusão Inicial de
O QUE DEVO SABER
ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
COMO DEVO USAR ESTE
O QUE DEVO FAZER
QUANDO EU ME
ESQUECER DE USAR
QUAIS OS MALES QUE
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
O QUE FAZER SE ALGUÉM
USAR UMA QUANTIDADE
MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE
INDICAÇÕES
RESULTADOS DE
CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
CONTRAINDICAÇÕES
ADVERTÊNCIAS E
INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
POSOLOGIA E MODO DE
SUPERDOSE
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
03/11/2014
0987904/14-8
NA
NA
NA
NA
17/08/2016
2193037/16-6
NA
NA
NA
NA
13/03/2018
0195205/18- 6
NA
NA
NA
NA
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
VP - BU_12
VPS - BU_12
VP - BU_13
(ALTERAÇÃO DO
ENDEREÇO DA
IMPORTADORA NO
BRASIL)
(ALTERAÇÃO DA
FARMACÊUTICA
RESPONSÁVEL)
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
2. RESULTADOS DE
VPS - BU_13
VP - BU_15
VPS - BU_15
VP - BU_14
21/05/2018
0406527/18-1
08-set2014
0744626/14-8
1315
NOVO
INCLUSÃO DE
NOVA
CONCENTRAÇÃO
NO PAÍS
09-out-2017
2. RESULTADOS DE
8. POSOLOGIA E MODO DE
VPS - BU_14
VP - BU_16
18/02/2019
0150846/19-6
NA
NA
NA
NA
IDENTIFICAÇÃO DO
VPS - BU_16
VP - BU_17
15/10/2019
2491490/19-8
VPS - BU_17
NA
NA
NA
NA
14/02/2020
0466815/20-4
NA
NA
NA
NA
PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É
INDICADO?
O QUE DEVO SABER
COMO DEVO USAR ESTE
QUAIS OS MALES QUE
INDICAÇÕES
RESULTADOS DE
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
VP – BU_18 e
BU_19
VPS – BU_19 e
BU_19
ADVERTÊNCIAS E
INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP – BU_20 e
BU_21
12/04/2021
1398756/21-9
NA
NA
NA
NA
VPS – BU_20 e
BU_21
VP – BU_23 e
20/10/2022
4844209/22-1
NA
NA
NA
NA
BU_24
VPS – BU_23 e
BU_24
VP – BU_25 e
BU_26
30/06/2023
0767351/23-1
NA
NA
NA
NA
VPS – BU_25 e
BU_26
07/05/2024
0605857/24-5
30/07/2021
2977349211
11315 - Alteração de texto de bula por avaliação de dados clínicos -
28/03/2024
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
VP:
4. O QUE DEVO SABER
VP – BU_26 e
BU_27
VPS – BU_26 e
GESEF
ESTE
BU_27
VPS:
5.
ADVERTÊNCIAS
8. POSOLOGIA E MODO DE
10. SUPERDOSE
09/09/2024
1238763/24-3
NA
NA
NA
NA
VP:
4. O QUE DEVO SABER
VP – BU_27 e
VPS – BU_27 e
ESTE
VPS:
5.
ADVERTÊNCIAS
14/11/2025
Versão atual
NA
NA
NA
NA
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
VP – BU_28 e
VPS – BU_28 e
Rua James Joule, 92 – 9° andar – CEP: 04576-080 – São Paulo – SP- Brasil – Tel.: (55 11) 5105-5750 – Fax: (55 11) 5105-5779
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 14 de novembro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.