Bula de Erleada — Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA
- Referência/Novo
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 13 de julho de 2026
- Registro Anvisa 112363419
Esta é a bula do paciente de Erleada, como aprovada pela Anvisa e publicada por Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
ERLEADA® (apalutamida)
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.
comprimidos revestidos
60 mg e 240 mg
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Erleada® apalutamida
Comprimidos Revestidos
APRESENTAÇÃO
Comprimidos revestidos de 60 mg de apalutamida em frasco com 120 comprimidos revestidos.
Comprimidos revestidos de 240 mg de apalutamida em frasco com 30 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém 60 mg de apalutamida.
Excipientes: acetato e succinato de hipromelose, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, celulose microcristalina silicificada, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol,
talco, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro preto.
Cada comprimido contém 240 mg de apalutamida.
Excipientes: dióxido de silício, croscarmelose sódica, acetato e succinato de hipromelose, estearato de magnésio, celulose microcristalina silicificada, óxido de ferro preto, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, copolímero de
álcool polivinílico e macrogol, monocaprilocaprato de glicerila.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
1.
1. Para que este medicamento é indicado?
ERLEADA® é indicado para o tratamento de pacientes com:
Câncer de próstata que se espalhou para outras partes do corpo e que ainda respondem a medicamentos que
diminuem a testosterona.
Câncer de próstata que não se espalhou para outras partes do corpo, após falha à terapia de privação de
androgênios (um hormônio sexual).
2.
2. Como este medicamento funciona?
A apalutamida inibe seletivamente o receptor de andrógenos diminuindo a produção de andrógenos (hormônio sexual).
Em modelos de ratos com câncer de próstata, a administração de apalutamida causa diminuição da proliferação de células tumorais e aumento da apoptose (morte de células) levando a uma potente atividade antitumoral.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
ERLEADA® é contraindicado em mulheres grávidas ou que podem engravidar.
ERLEADA® é contraindicado em casos de hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer uma das substâncias contidas na fórmula.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Eventos cardiovasculares Isquêmicos e Eventos Cerebrovasculares Isquêmicos
Eventos cardiovasculares isquêmicos e eventos cerebrovasculares isquêmicos ocorreram em pacientes que receberam
ERLEADA®. Seu médico deverá monitorar os sinais e sintomas para doença cardíaca isquêmica e eventos cerebrovasculares isquêmicos, e otimizar o gerenciamento de fatores de risco, como hipertensão, diabetes ou
dislipidemia.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise
seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do
corpo).
Quedas e fraturas
Quedas e fraturas ocorreram em pacientes que receberam ERLEADA®. Seu médico irá realizar uma avaliação quanto ao risco de fratura e queda e a necessidade do uso de agentes inibidores da reabsorção óssea.
Convulsão
ERLEADA® deverá ser interrompido se você desenvolver uma convulsão durante o tratamento.
Ocorreram convulsões em 0,2% dos pacientes que receberam ERLEADA® em estudos clínicos.
Reações Adversas Cutâneas Severas (SCAR)
Reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) e síndrome de Stevens-Johnson (SSJ)/necrólise epidérmica tóxica (NET) ocorreram raramente em pacientes utilizando ERLEADA®. Caso você
desenvolva erupção cutânea grave ao longo do corpo, geralmente com febre e linfonodos inchados e efeitos nas células sanguíneas e órgãos (DRESS), erupção cutânea grave ou descamação da pele, bolhas e/ou feridas na boca (SSJ/NET),
o uso de ERLEADA® o seu tratamento deve ser interrompido imediatamente e o seu médico deve ser avisado prontamente.
Doença Pulmonar Intersticial (DPI)
Foram observados casos de inflamação não infecciosa nos pulmões pós-comercialização, incluindo casos fatais, em pacientes tratados com ERLEADA®. Em caso de início agudo e/ou piora inexplicada dos sintomas pulmonares, pare
de tomar ERLEADA® e entre em contato com seu médico ou procure atendimento médico imediatamente. Se for diagnosticada a inflamação não infecciosa nos pulmões, o uso de ERLEADA® deve ser interrompido imediatamente.
Fertilidade
A fertilidade masculina provavelmente será prejudicada pelo tratamento com a apalutamida.
Gravidez, aleitamento materno e fertilidade
ERLEADA® é contraindicado em mulheres que estão ou podem engravidar. Com base em sua ação, ERLEADA® pode causar dano fetal quando administrado durante a gravidez. Não há dados disponíveis com o uso de ERLEADA®
durante a gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
Contracepção
ERLEADA® pode ser prejudicial para um feto em desenvolvimento. Se você tiver relações sexuais com parceiras mulheres que possam engravidar, use preservativo juntamente com outro método anticonceptivo altamente eficaz
durante o tratamento e durante 3 meses após a última dose de ERLEADA®.
Amamentação
Não há dados sobre a presença de apalutamida ou seus metabólitos no leite humano, sobre o efeito sobre o bebê amamentado ou o sobre efeito na produção de leite.
Infertilidade
ERLEADA® pode prejudicar a fertilidade nos homens com potencial reprodutivo.
Efeitos na capacidade de conduzir e usar máquinas
Não foram realizados estudos sobre os efeitos da ERLEADA® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
Não é esperado que ERLEADA® afete a capacidade de dirigir ou operar máquinas.
Interações medicamentosas
Medicamentos que inibem CYP2C8, CYP3A4 (enzimas hepáticas)
O efeito da coadministração de ERLEADA® com gemfibrozil (inibidor forte de CYP2C8) e ERLEADA® com itraconazol (inibidor forte de CYP3A4) foi estudado. No entanto, nenhum ajuste de dose inicial é necessário, seu
médico pode considerar reduzir a dose de ERLEADA® com base na tolerabilidade.
Medicamentos que induzem CYP3A4 ou CYP2C8 (enzimas hepáticas)
Os efeitos dos indutores de CYP3A4 ou CYP2C8 na apalutamida não foram avaliados in vivo. As simulações sugerem que a rifampicina (indutor forte CYP3A4 e indutor moderado de CYP2C8) podem diminuir a concentração máxima
atingida após a administração e a absorção total de apalutamida.
Agentes de redução de ácido
Não se espera que os agentes de redução de ácido afetem a solubilidade e a biodisponibilidade da apalutamida.
Medicamentos que afetam os transportadores
A apalutamida é completamente absorvida após administração oral, P-gp (um transportador) não limita a absorção de apalutamida e, portanto, não se espera que a inibição ou a indução de transportadores afetem a biodisponibilidade da
apalutamida.
Efeito de ERLEADA® em Enzimas Metabolizadoras de Medicamentos
ERLEADA® é um forte indutor de CYP3A4 e CYP2C19, e um indutor fraco de CYP2C9 (enzimas hepáticas). O uso concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são principalmente metabolizados por essas enzimas pode
resultar em menor exposição a esses medicamentos. O seu médico substituirá estes medicamentos sempre que possível ou avaliará a perda de eficácia se a medicação for continuada. Se for administrado com varfarina, seu médico deve
monitorar a Relação Internacional Normalizada (INR) durante o tratamento ERLEADA®.
A administração concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são substratos de UGT (uma enzima hepática)
pode resultar em menor exposição a esses medicamentos. Seu médico deve ter cuidado quando os substratos de UGT são coadministrados com ERLEADA® e irá avaliar a perda de eficácia.
Efeito da apalutamida em Proteínas Transportadoras de medicamentos
O uso concomitante de ERLEADA® com medicamentos que são substratos das proteínas transportadoras de medicamento, P-glicoproteína (P-gp), proteína de resistência ao câncer de mama (BCRP) e polipéptido de transporte
de ánions orgânicos 1B1 (OATP1B1), pode resultar em menor exposição desses medicamentos. O seu médico deve ter cuidado quando os substratos de P-gp (por exemplo, colchicina, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP ou
OATP1B1 (por exemplo, lapatinibe, metotrexato, rosuvastatina, repaglinida) são coadministrados com ERLEADA® e irá avaliar a perda de eficácia se a medicação for continuada.
Hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH)
Em pacientes com mCPSC recebendo acetato de leuprorrelina (um análogo de GnHR) co-administrado com apalutamida, os dados de farmacocinética indicaram que a apalutamida não teve efeito aparente na exposição da
leuprorrelina no estado estacionário.
Interferência em exames de laboratório
Este medicamento (apalutamida) pode causar alteração nos resultados de um exame usado para medir a quantidade de digoxina no sangue. Em alguns casos, o exame pode mostrar um valor falsamente mais alto, mesmo que a pessoa não
esteja tomando digoxina. Por isso, se você faz uso de digoxina ou precisar fazer esse exame, informe ao seu médico.
Os resultados devem ser avaliados com cuidado e, se necessário, confirmados com outro tipo de teste antes que qualquer mudança na dose da digoxina seja feita.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Atenção: Contém os corantes óxido de ferro amarelo, óxido de ferro preto e dióxido de titânio.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
ERLEADA® 60 mg deve ser armazenado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) em sua embalagem original. Não descartar o agente dessecante. Proteger da luz e da umidade. Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da
data de sua fabricação. Válido por 6 semanas após aberto.
ERLEADA® 240 mg deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) em sua embalagem original.
Não descartar o agente dessecante. Proteger da umidade. Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação. Válido por 3 meses após aberto em sua embalagem com o dessecante.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico
Os comprimidos revestidos de ERLEADA® 60 mg são amarelados a verde acinzentados, de forma oblonga com marcação "AR 60" de um lado do comprimido.
Os comprimidos revestidos de ERLEADA® 240 mg são cinzas a cinza azulados, de forma oval com marcação “E240” de um lado do comprimido.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
A dose recomendada de ERLEADA® é 240 mg (um comprimido revestido de 240 mg ou quatro comprimidos revestidos de 60 mg) administrados via oral uma vez ao dia. Os comprimidos revestidos devem ser deglutidos inteiros.
ERLEADA® pode ser tomado com ou sem comida.
Os pacientes também devem receber um análogo do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH)
concomitantemente ou devem ter uma orquiectomia bilateral (retirada cirúrgica dos testículos).
Se você tem dificuladade para engolir os comprimidos inteiros:
Para o comprimido de 240 mg, misture com uma das seguintes bebidas não gaseificadas ou alimentos moles:
suco de laranja, chá verde, purê de maça e iogurte liquído seguindo as instruções:
1- Coloque o comprimido de ERLEADA® 240 mg em um copo. Não esmague ou divida o comprimido.
2- Adicione cerca de 2 colheres de chá (10 mL) de água não gaseificada para garantir que o comprimido esteja completamente em contato com a água.
3- Aguarde 2 minutos até que o comprimido se desfaça e se espalhe, então mexa a mistura.
4- Adicione 6 colheres de chá ou 2 colheres de sopa (30 mL) de uma das seguintes bebidas não gaseificadas ou alimentos moles: suco de laranja, chá verde, purê de maçã, ou iogurte líquido, mexa a mistura.
5- Engula a mistura imediatamente.
6- Enxágue o copo com água suficiente para garantir que toda a dose seja ingerida e beba imediatamente.
7- Não guarde a mistura do medicamento e comida para uso posterior.
Para comprimidos de 240 mg administrados pelo tubo de alimentação: O comprimido de ERLEADA® 240 mg também pode ser administrado através de certos tubos de alimentação. Peça ao seu médico instruções específicas sobre
como administrar corretamente o comprimido através de um tubo de alimentação.
Modificação da dose
Se você apresentar uma toxicidade ≥ de grau 3 (seu médico irá dizer como identificá-lo) ou um efeito adverso intolerável, seu médico suspenderá o uso do produto até que os sintomas melhorem para ≤ Grau 1 ou grau original,
então seu médico decidirá retomar com a mesma dose ou dose reduzida (180 mg ou 120 mg), se justificado.
Populações especiais
Pediatria (17 anos de idade e menor)
A segurança e eficácia de ERLEADA® em crianças não foram avaliadas.
Não há uso relevante de ERLEADA® em pacientes pediátricos com idade igual ou inferior a 17 anos.
Idosos (65 anos de idade e mais velhos)
Não foram observadas diferenças gerais de segurança ou eficácia entre idosos e indivíduos mais jovens.
Insuficiência renal
Com base em estudos, não foi observada diferença significativa em indivíduos com insuficiência renal leve a moderada pré-existente em comparação com indivíduos com função renal normal. Não é necessário um ajuste de dose para
pacientes com insuficiência renal leve a moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência renal grave ou renal terminal.
Insuficiência hepática
Um estudo com indivíduos com insuficiência hepática leve ou moderada versus pacientes saudáveis com função hepática normal, mostrou que a exposição sistêmica de apalutamida e N-desmetil-apalutamida foi semelhante. Não é
necessário um ajuste de dosagem para pacientes com insuficiência hepática leve ou moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática grave.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Se você esquecer uma dose, tome o mais rápido possível no mesmo dia com um retorno ao horário normal no dia seguinte. Você não deve tomar comprimidos extras para compensar a dose perdida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Dentro de cada agrupamento de frequência, os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de seriedade.
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): fadiga (cansaço),
artralgia (dor articular), erupção cutânea, ondas de calor, hipertensão, diarreia, queda, fratura e perda de peso.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): espasmos musculares, prurido (coceira), paladar alterado, hipercolesterolemia (alto nível de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (alto nível de
triglicérides [um tipo de gordura] no sangue), doença cardíaca isquêmica (doença no coração causada pelo baixo fluxo de sangue para o coração), eventos cerebrovasculares isquêmicos (derrame ou mini derrame causado pelo baixo fluxo
de sangue para parte do cérebro) e hipotireoidismo (baixa produção dos hormônios da tireoide).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): convulsão.
Dados de pós-comercialização
Em adição as reações adversas apresentadas reportadas durante os estudos clínicos, as reações a seguir foram reportadas durante o monitoramento de mercado. Como essas reações foram relatadas voluntariamente em uma
população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição de apetite e doença intersticial pulmonar (inflamação nos dos pulmões que podem levar a danos permanentes).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea severa ao longo do corpo, geralmente com febre e linfonodos
inchados, e efeitos nas células do sangue e órgãos), síndrome de Stevens-Johnson/necrólise epidérmica tóxica (SSJ/NET - erupção cutânea severa ao longo do corpo com bolhas e descamação da pele, incluindo úlceras na boca,
garganta, nariz, olhos e órgãos sexuais, na qual febre e sintomas parecidos com gripe podem surgir antes dos sintomas de erupções cutâneas severas. SSJ/NET pode ser de risco à vida, com erupção, bolhas e descamação da pele afetando
grande extensão do corpo), erupção liquenóide (é uma condição da pele ou das mucosas (como a boca) que causa lesões que parecem o líquen plano, muitas vezes pequenas e avermelhadas, que podem causar coceira).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): síndrome das pernas inquietas (sentimento de desconforto, com uma necessidade irresistível de mover as suas pernas, e as vezes os braços
e outras partes do seu corpo).
Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação e nova concentração terapêutica no país, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado
corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Não existe um antídoto específico conhecido para a sobredosagem de apalutamida. Não foram observadas toxicidades limitantes de dose a 480 mg por dia (o dobro da dose diária recomendada).
É aconselhável entrar em contato com um centro de controle de intoxicação para obter as últimas recomendações para o gerenciamento de uma overdose.
Tratamento
No caso de uma sobredosagem, a administração de ERLEADA® deve ser interrompida, realize medidas gerais de suporte até a toxicidade clínica diminuir ou ser resolvida.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
MS- 1.1236.3419
Farm. Resp.: Erika Diago Rufino – CRF/SP nº 57.310
Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, São Paulo – SP - CNPJ 51.780.468/0001-87
60 mg:
Produzido por:
Janssen Ortho LLC - Gurabo – EUA.
OU
Catalent Pharma Solutions, LLC – Winchester, EUA
Embalado (emb. primária e secundária) por:
Janssen Ortho LLC - Gurabo, EUA.
OU
Janssen Cilag SpA – Latina, Itália
Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. - São José dos Campos, Brasil
240 mg:
Produzido por:
Catalent Pharma Solutions LLC - Winchester, EUA
Embalado por:
Janssen Cilag SpA - Latina, Itália
Ou
Catalent Pharma Solutions LLC - Winchester, EUA
Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.- Rodovia Presidente Dutra, km 154 - São José dos Campos, SP - CNPJ
51.780.468/0002-68
® Marca Registrada
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 13/07/2026.
CCDS 2601
VP TV 16.0
HISTÓRICO DE BULAS
Dados da submissão eletrônica
Produto
Data do expediente Nº do expediente
Dados da petição que altera bula
Dados das alterações de bulas
Assunto
Data do expediente
Nº do expediente
Assunto
Data de aprovação
Itens de bula
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0267734/19-2
VP: Composição
VPS: Composição
VP02/VPS02
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VP: 4, 7
VPS: 2, 5, 9
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0093668/21-5
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VP TV 5.0/VPS TV 5.0
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0705283/23-2
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0093668/21-5
1170384/21-9
3668337/21-7
2535774/22-4
4721366/22-1
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Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 13 de julho de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.