Bula e Preço

Bula de Glypressin — Laboratórios Ferring LTDA

Esta é a bula do paciente de Glypressin, como aprovada pela Anvisa e publicada por Laboratórios Ferring LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 563,32

Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.

Identificação do medicamento

Pó liofilizado para solução injetável

1 mg

Laboratórios Ferring Ltda.

acetato de terlipressina

Laboratórios Ferring

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO acetato de terlipressina

APRESENTAÇÃO

Pó liofilizado para solução injetável de 1 mg de acetato de terlipressina disponível em embalagens com 1 frasco-ampola de pó liofilizado e 1 ampola com diluente de 5 mL.

VIA INTRAVENOSA

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola de pó liofilizado contém:
acetato de terlipressina ......... 1,0 mg (equivalente a 0,86 mg de terlipressina)

Excipientes: manitol e ácido clorídrico.

Cada ampola de diluente de 5 mL contém cloreto de sódio, ácido clorídrico e água para injetáveis.

A concentração da solução reconstituída de Glypressin® é 0,2 mg/mL.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

1.

1. Para que este medicamento é indicado?

Glypressin® está destinado ao tratamento de urgência decorrente de sangramento das varizes esofágicas (hemorragia digestiva alta varicosa) e ao tratamento da síndrome hepatorrenal tipo 1 (SHR-1, insuficiência renal aguda em pacientes
com cirrose avançada e ascite).

2.

2. Como este medicamento funciona?

Glypressin® é um medicamento semelhante à vasopressina (um hormônio natural do corpo) que devem ser administrados por via intravenosa. Age na diminuição da pressão sanguínea portal (veias do fígado) nos pacientes que
apresentam hipertensão portal. Esta redução ocorre devido a uma vasoconstrição (redução do calibre dos vasos sanguíneos por contração da musculatura dos mesmos) no território esplâncnico (região das vísceras). Sua presença no
sangue é detectável em 30 min., e o seu efeito máximo ocorre entre 60 e 120 min. após a sua administração.

3.

3. Quando não devo usar este medicamento?

Glypressin® não deve ser utilizado nos seguintes casos:
- Gravidez;
- Hipersensibilidade (alergia) à terlipressina ou a algum outo componente da fórmula;
- Em pacientes em choque séptico com baixo débito cardíaco;
- Em pacientes que apresentaram doença cardiovascular isquêmica (como, por exemplo, infarto do coração, derrame)
dentro dos últimos 3 meses.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

4.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

APENAS PARA A SHR-1

Antes do tratamento da síndrome hepatorrenal: O médico deve assegurar-se que a insuficiência renal aguda do paciente é devida à falência renal funcional e que o paciente não responde ao tratamento de reposição de volume
plasmático apropriado.

Insuficiência renal: O acetato de terlipressina deve ser evitado em pacientes com disfunção renal avançada, por exemplo, creatinina basal no soro ≥ 442 mcmol/L (5,0 mg/dL), o uso de acetato de terlipressina para o tratamento de

SHR-1 deve ser feito quando for avaliado pelo médico assistente que o benefício sobrepõe os riscos.

Redução da eficácia na reversão da SHR-1, aumento do risco de eventos adversos e aumento da mortalidade nesse grupo de pacientes foram observados em estudos clínicos.

Insuficiência hepática: O acetato de terlipressina deve ser evitado em pacientes com doenças hepáticas graves definidas como casos agudos em doença hepática crônica (ACLF – Acute on Chronic Liver Failure) grau 3 e/ou escore
de modelo de estágio final de doença hepática (MELD – Model for End-stage Liver Disease) ≥ 39, o uso de acetato de terlipressina para o tratamento da SHR-1 deve ser feito quando for avaliado pelo médico assistente que o benefício
sobrepõe os riscos. Redução da eficácia na reversão da SHR-1, aumento do risco de falência respiratória, e aumento da mortalidade nos pacientes deste grupo foram observados em estudos clínicos.

Eventos respiratórios: Casos fatais de insuficiência respiratória, incluindo insuficiência respiratória devido ao excesso de fluido, foram relatados em pacientes tratados com acetato de terlipressina para a SHR-1. Pacientes com novos
episódios de dificuldade respiratória ou piora da doença respiratória devem ser estabilizados antes de receber a primeira dose de acetato de terlipressina.

Deve-se tomar cuidado quando o acetato de terlipressina for administrado com a albumina humana como parte do tratamento padrão da SHR-1. No caso de sinais ou sintomas de insuficiência respiratória ou excesso de fluidos, a
redução da dose de albumina humana deve ser considerada. Se os sintomas forem graves ou não resolvidos, o tratamento com acetato de terlipressina deve ser descontinuado.

Sepse/Choque séptico: Casos de sepse/choque séptico, incluindo casos fatais, foram relatados em pacientes com SHR1. A associação causal com acetato de terlipressina não foi estabelecida. Pacientes devem ser monitorados diariamente
para qualquer sinal ou sintoma sugestivo de infecção.

PARA TODAS AS INDICAÇÕES

Monitoramento durante o tratamento: Durante o tratamento, a pressão sanguínea, ECG (eletrocardiograma) ou frequência cardíaca, saturação de oxigênio e o balanço de líquidos, incluindo os níveis de sódio e potássio, devem ser
monitorados regularmente.

Pacientes com doenças cardiovasculares e pulmonares: Deve-se ter um cuidado especial no tratamento de pacientes com doenças cardiovasculares, cardiovasculares isquêmicas e pulmonares, pois a terlipressina pode induzir isquemia e
congestão pulmonar vascular.

Também deve-se tomar cuidado no tratamento de pacientes que possuem pressão alta.

Pacientes com choque séptico: Em pacientes com choque séptico com baixo débito cardíaco, o acetato de terlipressina não deve ser utilizado.

Reação no local da aplicação: Para evitar a necrose no local da aplicação, deve-se administrar por via intravenosa.

Necrose tecidual: Durante a experiência pós-mercado com acetato de terlipressina, vários casos de isquemia cutânea e necrose não relacionada ao local de aplicação foram relatados. Pacientes com diabetes mellitus e obesidade parecem ter
maior tendência a esta reação. Logo, deve-se ter atenção ao administrar acetato de terlipressina nestes pacientes.

Torção de Pontas: Durante os ensaios clínicos e experiência pós-comercialização, foram notificados vários casos de prolongamento do intervalo QT (no eletrocardiograma) e arritmias ventriculares, incluindo Torção de Pontas (ver seção

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).

Na maioria dos casos, os pacientes apresentaram fatores predisponentes, como prolongamento basal do intervalo QT, anormalidades eletrolíticas (potássio baixo, magnésio baixo) ou medicamentos com efeito concomitante no
prolongamento QT. Portanto, deve-se ter extremo cuidado no uso de terlipressina em pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT, anormalidades eletrolíticas ou medicamentos concomitantes que podem prolongar o
intervalo QT (ver subitem Interações Medicamentosas).

Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).

Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco
anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.

Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu
médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para
corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).

Crianças e idosos: Deve-se ter cautela no tratamento de crianças e idosos, visto que a experiência nesse grupo é limitada.

Não há dados disponíveis a respeito de doses recomendadas para população idosa e/ou pediátrica.

Fertilidade: Não existem dados em humanos disponíveis sobre os efeitos da terlipressina na fertilidade. Estudos em animais não indicam efeitos nocivos da terlipressina na fertilidade masculina.

Gravidez: Foi demonstrado que Glypressin® causa contrações uterinas e o aumento da pressão intrauterina no início da gravidez pode reduzir o fluxo sanguíneo uterino. Este medicamento pode apresentar efeitos nocivos à gravidez e ao
feto.

Estudos em coelhas demonstraram a ocorrência de abortos espontâneos e malformação após o tratamento com

Glypressin®.

Lactação: Qualquer informação sobre a transferência de Glypressin ® para o leite materno é insuficiente, embora a possibilidade de aleitamento materno seja pouco provável em vista da condição médica da paciente.

A excreção pelo leite ainda não foi estudada em animais, porém não se pode excluir a possibilidade de risco para a criança amamentada. A decisão de continuar/descontinuar a amamentação ou continuar/descontinuar o tratamento com

Glypressin® deve ser tomada analisando o benefício da amamentação para a criança e o benefício do tratamento para a mãe.

O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Não foram feitos estudos para avaliar a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

Em razão das condições médicas do paciente, acredita-se que o mesmo não tenha condições de dirigir veículos e operar máquinas.

Interações medicamentosas: O tratamento concomitante com medicamentos que são conhecidos por reduzirem o batimento cardíaco (indutores de bradicardia) como, por exemplo, propofol e sufentanil, poderá causar bradicardia
(diminuição da frequência cardíaca) severa e diminuição do débito cardíaco.

O efeito hipotensor dos betabloqueadores não seletivos sobre a veia porta (veia do fígado) é aumentado pela terlipressina.

Informe imediatamente o seu médico se você tomar algum dos seguintes medicamentos:
- medicamentos antiarrítmicos conhecidos como Classe IA (quinidina, procainamida, disopiramida) e Classe III (amiodarona, sotalol, ibutilida, dofetilida)
- eritromicina (antibiótico)
- anti-histamínicos (usados principalmente para tratar alergias, mas também encontrados em certos remédios para tosse e resfriado)
- antidepressivos tricíclicos usados para tratar a depressão
- medicamentos que podem alterar o nível de sal ou eletrólitos no sangue, particularmente diuréticos (usados para tratar a hipertensão e a insuficiência cardíaca)

Interações com alimentos e álcool: Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de Glypressin ® com alimentos e álcool.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5.

5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Glypressin® deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC) em local seco, e protegido da luz em sua embalagem original.

Caraterísticas físicas e organolépticas: Pó liofilizado: branco ou quase branco em frasco-ampola incolor. Diluente:
líquido transparente e incolor em ampola incolor. A solução reconstituída deve ser clara e livre de material não dissolvido.

Após preparo, a solução reconstituída deve ser usada imediatamente.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6.

6. Como devo usar este medicamento?

MODO DE PREPARO:

É necessário adquirir 1 agulha de 18 G a 22 G para aspiração e reconstituição do medicamento.

É necessário adquirir 1 agulha de 20 G a 24 G para administração intravenosa.

1) Abra a ampola do diluente.

2) Com o auxílio de uma agulha e seringa esterilizada aspire todo o conteúdo (5 mL) e transfira para o frasco com o pó liofilizado de Glypressin®.

A concentração de Glypressin® após a reconstituição com a ampola de diluente é de 0,2 mg de acetato de terlipressina / mL e o volume final da solução reconstituída é de cerca de 5 mL.

A reconstituição deve ser feita utilizando o líquido diluente que acompanha a embalagem.

Pode-se realizar uma diluição adicional de até 10 mL com solução de cloreto de sódio isotônica estéril.

Para evitar necrose no local da injeção, Glypressin ® deve ser administrado por via intravenosa.

Glypressin® não deve ser administrado por bomba de infusão.

POSOLOGIA

• Para o tratamento de urgência da hemorragia digestiva por varizes esofágicas:

Inicialmente uma dose intravenosa por injeção em bolus de 1,0 a 2,0 mg de Glypressin® é administrada lentamente e com o controle da pressão sanguínea e da frequência cardíaca.

A dose de manutenção é de 1,0 a 2,0 mg de Glypressin ®, de acordo com a variação do peso do paciente: 1,0 mg de

Glypressin® para pacientes com até 50 kg; 1,5 mg para pacientes entre 50 e 70 kg ou 2,0 mg para pacientes com mais de

70 kg.

O valor padrão da dose diária máxima de Glypressin® é de 120 a 150 mcg/kg do peso corpóreo.

Para uma pessoa adulta de 70 kg de peso corpóreo, isto corresponde a uma dose de 8 a 9 frascos por dia, para ser administrada em intervalos de 4 horas.

O tratamento é mantido até que o sangramento tenha sido controlado por 24 h e a duração do tratamento poderá estender-se por 2 a 3 dias, se necessário.

• Para o tratamento da síndrome hepatorrenal:

Antes de iniciar o tratamento com Glypressin® o médico deve assegurar-se que a insuficiência renal aguda do paciente é devido à falência renal funcional e que o paciente não responde a um tratamento de reposição de volume plasmático
apropriado.

Injeção em bolus de 0,5 a 2,0 mg de Glypressin ® a cada 4 h, administrada por via intravenosa em velocidade lenta.

A suspensão do uso de Glypressin® pode ser considerada se, ao final de 3 dias de tratamento, não ocorrer a diminuição da creatinina sérica (um componente da urina presente no sangue). Para as demais situações, o tratamento com

Glypressin® deverá continuar até obtenção da creatinina sérica inferior a 133 mcmol/L (< 1,5 mg/dL) ou de uma diminuição de pelo menos 30 % da creatinina sérica em relação ao valor medido no momento do diagnóstico da SHR-1.

Em média, o tratamento tem a duração de 10 dias.

Estudos clínicos comprovaram que o tratamento da SHR-1 possui uma resposta mais adequada quando Glypressin ® é administrado concomitantemente com a albumina.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7.

7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Glypressin® será administrado por um profissional de saúde, portanto, acredita-se que não ocorra esquecimento da administração. Se ocorrer qualquer falha na administração, comunique imediatamente o profissional de saúde
responsável pelo seu tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8.

8. Quais os males que este medicamento pode me causar?

Os efeitos adversos muito frequentemente reportados nos estudos clínicos são: aumento na pressão arterial, dor abdominal, náusea, diarreia, palidez, dispnéia (falta de ar) (para SHR-1), insuficiência respiratória (para SHR-1),
vômitos, dor de cabeça e bradicardia.

O efeito antidiurético da terlipressina pode causar hiponatremia (sódio baixo), a não ser que o balanço de fluidos seja controlado.

Lista de Eventos Adversos: algumas reações podem aparecer duas vezes na tabela, já que as frequências estimadas podem se diferenciar entre as indicações. Classificação Sistema Órgão – MedDRA: Muito Comum
(≥1/10); Comum (>1/100 e ≤1/10), Incomum (>1/1.000 e ≤1/100) e frequência desconhecidaa.

Infecções e Infestações: Comum: sepse/ choque sépticob,c.

Distúrbios Metabólicos e Nutricionais: Comum: hiponatremia.

Distúrbios do Sistema Nervoso: Muito Comum: dor de cabeça.

Distúrbios Cardíacos: Muito Comum: bradicardia; Comum: dor no peito, fibrilação atrial, extra-sístole ventriculard, taquicardia, infarto do miocárdio, torção de pontas, falência cardíaca.

Distúrbios Vasculares: Muito Comum: palidez, vasoconstrição, hipertensão, isquemia periférica; Comum: cianose e onda de calor.

Distúrbios Respiratórios, Torácicos e no Mediastino: Muito Comum: rubor, falência respiratóriab, dispneiab;

Comum: dificuldade respiratóriab, edema pulmonarb e dispneiae; Incomum: dificuldade respiratóriae, falência respiratóriae e edema pulmonare.

Distúrbios Gastrointestinais: Muito Comum: dor abdominal, diarreia; Comum: náusea, vômito, isquemia intestinal.

Distúrbios Cutâneos e Subcutâneos: Comum: necrose epitelial; Incomum: necrose epitelial (não relacionada ao local de aplicação)c,d.

Condições de Gravidez, Puerpério e Perinatal: Comum: hipertonia uterina, isquemia uterina.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: frequência desconhecida: isquemia uterina.

Distúrbios Gerais e Condições em Local de administração: Muito Comum: eventos adversos no local de administração; Comum: necrose no local da injeção, dor no peito a

Frequências desses eventos adversos não podem ser estimadas com os dados disponíveis.
b

Aplicável para SHR-1. Frequências e cálculos são baseados nas informações de segurança de estudos clínicos e referências literárias.
c

Veja item de interação medicamentosa para mais informações.
d

Reações adversas pós-comercialização são apresesentdas por categoria de frequencia com base em frequencia teórica calculada se não foi observada em estudos clínicos.
e aplicável para hemorragia de varizes esofágicas.

DESCRIÇÃO DE REAÇÕES ADVERSAS SELECIONADAS

Segurança relacionada ao método de administração

Baseado nos resultados de um estudo dedicado randomizado controlado, a administração de terlipressina como infusão contínua IV pode estar associada a taxas mais baixas de eventos adversos graves do que a administração IV em bolus.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

9.

O QUE FAZER SE ALGUÉM UTILIZAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO?

A dose recomendada de Glypressin® para a população de paciente específica não deve ser excedida, com riscos sérios de efeitos adversos circulatórios, que dependem da dose.

Pacientes que possuam hipertensão conhecida que apresentarem pressão sanguínea elevada podem tê-la controlada com a administração de 150 mcg de clonidina intravenosa.

Bradicardias que requerem tratamento devem ser manejadas com atropina.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

Registro: 1.2876.0006

Importado e Registrado por:

Laboratórios Ferring Ltda.

Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, n° 105, 12° andar

04571-900 - São Paulo – SP

CNPJ: 74.232.034/0001-48

Produzido por (pó liofilizado):

Ferring GmbH - Kiel, Alemanha

Produzido por (diluente):

Haupt Pharma Wülfing GmbH - Gronau, Alemanha

Venda sob prescrição.

SAC: 0800 772 4656 www.ferring.com.br

CCDS_V.06

BUL_GLY_ FLAS_VP_11

Data do

02/12/2013

1014421/13-8

Assunto

10458 –

NOVO – Inclusão

Inicial de Texto de

Bula – RDC 60/12

Data do

Assunto

18/04/2017

28/09/2017

Versões (VP/VPS
)

Data da aprovação

Itens de bula

Apresentações relacionadas

VP/VPS INJ CT AMP VD

NA

NA

NA

NA

- Apresentações
- Para quê este medicamento é medicamento pode me causar?
-

9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

deste

NA

NA

NA

NA

Dizeres legais

Registro: 1.2876.0006

Importado e Registrado por:

Laboratórios Ferring Ltda.

Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, n° 105, 12° andar

04571-900 - São Paulo – SP

CNPJ: 74.232.034/0001-48

Produzido por (pó liofilizado):

Ferring GmbH - Kiel, Alemanha

Produzido por (diluente):

Haupt Pharma Wülfing GmbH - Gronau, Alemanha

Venda sob prescrição.

SAC: 0800 772 4656 www.ferring.com.br

CCDS_V.06

BUL_GLY_ FLAS_VP_11

Data do

02/12/2013

1014421/13-8

Assunto

10458 –

NOVO – Inclusão

Inicial de Texto de

Bula – RDC 60/12

Data do

Assunto

18/04/2017

28/09/2017

Versões (VP/VPS
)

Data da aprovação

Itens de bula

Apresentações relacionadas

VP/VPS INJ CT AMP VD

NA

NA

NA

NA

- Apresentações
- Para quê este medicamento é medicamento pode me causar?
- O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste

NA

NA

NA

NA

Dizeres legais

NA

NA

NA

NA

(Harmonização do texto de bula segundo RDC

47/09 e RDC

60/12.)

0650782/17-4 Notificação de

2036241/17-2 10451 –

31/10/2017

21/05/2019

2164810/17-7 Notificação de

0451439/19-4 Notificação de

utilizado?

NA

NA

NA

10222 MEDICAMENTO

NOVO - Inclusão

09/05/2012 0384848/12-5 de nova apresentação comercial de produto estéril

NA

- Apresentações
- Para quê este medicamento é

30/01/2017

- O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste

22/10/2019

19/11/2020

23/11/2020

11/01/2021

22/03/2023

2559021/19-9

4085585/20-6

413449/20-9

0127760/21-0

0289659/23-0

60/1z

1494MEDICAMENTO

15/09/2019 2182541/19-6

Retificação de publicação EMPRESA

Identificação do medicamento

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

- Reações adversas

medicamento pode me causar?

- Reações adversas

Composição

VPS

VPS

12/06/2023

04/10/2023

13/01/2025

NA

0592846/23-7 Notificação de

1059199/23-8 Notificação de

0044533/25-9

NA

medicamento.

11011 - RDC

73/2016 - NOVO Inclusão de local de

11/05/2023 0482422/23-9

11/05/2023 embalagem secundária do

NA

NA

NA

NA

29/10/2024 1486517/24-3

NA

NA

RDC 73/2016 NOVO Inclusão de local de

NA

NA

Dizeres legais

- Como devo preparar este

28/04/2025 - Dizeres legais

NA = Não Aplicável

fabricação de estéril

10528 MEDICAMENTO

NOVO Notificação de

10/10/2025 1363330/25-0 descontinuação temporária de fabricação ou importação

- Apresentação

16/10/2025 - Onde, como e por quanto

Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 2 de julho de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.