Bula de Invokana — Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA
- Referência/Novo
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 27 de outubro de 2025
- Registro Anvisa 112363408
Esta é a bula do paciente de Invokana, como aprovada pela Anvisa e publicada por Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
(canagliflozina)
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.
comprimidos revestidos
100 mg e 300 mg
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Invokana®
Comprimidos Revestidos
canagliflozina
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 100 mg e 300 mg de canagliflozina em embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
INVOKANA® 100 mg
Cada comprimido revestido contém 100 mg de canagliflozina, equivalente a 102 mg de canagliflozina hemihidratada.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose anidra, croscarmelose sódica, hiprolose, estearato de magnésio, álcool polivinílico parcialmente hidrolisado, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido de ferro amarelo.
INVOKANA® 300 mg
Cada comprimido revestido contém 300 mg de canagliflozina, equivalente a 306 mg de canagliflozina hemihidratada.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose, croscarmelose sódica, hiprolose, estearato de magnésio, álcool polivinílico parcialmente hidrolisado, dióxido de titânio, macrogol e talco.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1.
1. Para que este medicamento é indicado?
INVOKANA® é indicado para:
- Em combinação com dieta e exercício físico, baixar o nível de açúcar no sangue (glicose) em adultos com diabetes tipo 2;
- Reduzir o risco de eventos cardiovasculares importantes, como ataque cardíaco, derrame cerebral ou morte em adultos com diabetes tipo 2 que tenham doença cardíaca ou fatores de risco para doença cardíaca;
- Reduzir do risco de doença renal em fase terminal, duplicação da creatinina sérica, morte cardiovascular e hospitalização por insuficiência cardíaca em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 e diabetes nefropática
com albuminuria (perda de albumina na urina) ˃ 300 mg/dia.
2.
2. Como este medicamento funciona?
INVOKANA® atua aumentando a quantidade de açúcar removida do organismo através da urina, levando à redução do açúcar no sangue.
A taxa de glicose no sangue diminui no primeiro dia de tratamento.
A substância ativa do INVOKANA®, a canagliflozina, atua bloqueando uma proteína nos rins chamada cotransportador de sódio-glicose 2 (SGLT2). O SGLT2 absorve a glicose da urina de volta à corrente sanguínea, à
medida que o sangue é filtrado nos rins. Ao bloquear a ação do SGLT2, o INVOKANA® faz com que mais glicose seja removida pela urina, reduzindo assim os níveis de glicose no sangue.
O SGLT2 também absorve sódio da urina para a corrente sanguínea. Bloquear a ação do SGLT2 leva a uma redução de sódio no sangue, reduzindo a pressão no rim e retardando a progressão da doença renal diabética.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
Este medicamento é contraindicado para pessoas com hipersensibilidade (alergia) ao princípio ativo ou aos excipientes da fórmula.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Este medicamento não é indicado para o tratamento de diabetes tipo 1 (quando o organismo não produz insulina)
ou de uma condição denominada cetoacidose diabética (uma complicação do diabetes com nível alto de açúcar no sangue, perda de peso rápida, náusea ou vômito). Ele não deve ser usado, também, por pessoas com doença renal
grave ou que fazem diálise.
Informe ao médico se você:
- tem diabetes tipo 1 (uma doença em que o seu organismo não produz insulina).
INVOKANA® não deve ser usado para tratar esta condição;
- tem cetoacidose diabética (uma complicação da diabetes com açúcar elevado no sangue, rápida perda de peso, náusea ou vômito). INVOKANA® não deve ser usado para tratar esta condição;
- precisar fazer uma cirurgia maior ou outros procedimentos que exijam jejum prolongado;
- tem mais do que 75 anos de idade;
- tem úlceras no pé diabético, infecções ou feridas nos membros inferiores ou se já sofreu uma amputação dos membros inferiores;
- tem problemas graves nos rins;
- tem problemas graves do fígado;
- faz uso de qualquer medicamento anti-hiperglicemiante conhecido como sulfonilureia (por exemplo, glimepirida, glipizida, gliburida, entre outros) ou insulina. Seu médico poderá reduzir a dose de sulfonilureia ou
insulina quando utilizado em conjunto com INVOKANA®, para evitar que o seu nível de açúcar no sangue se torne muito baixo (hipoglicemia);
- está tomando algum diurético (usado para remover líquidos do organismo);
- tem intolerância à lactose. Os comprimidos revestidos de INVOKANA® apresentam lactose em sua formulação.
Você não deve utilizar este medicamento se apresentar problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp para lactase, ou se apresentar má absorção de glicose-galactose.
Cetoacidose diabética
Pacientes com história de cetoacidose diabética (acúmulo de substâncias no organismo que deixam o sangue ácido, por descontrole do diabetes, podendo causar sintomas tais como dificuldade em respirar, náuseas, vômitos,
dor abdominal, sensação de confusão, hálito com cheiro frutado e fadiga ou sonolência incomum) foram excluídos dos ensaios clínicos. INVOKANA® deve ser usado com precaução em doentes com história de cetoacidose diabética.
Diabetes mellitus tipo 1
Existe um risco aumentado de cetoacidose diabética em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 que tomam
INVOKANA®. Condições concomitantes (por exemplo, infecção, cessação da terapia com insulina) conhecidas por aumentar o risco de desenvolvimento de cetoacidose diabética foram identificadas na maioria dos pacientes.
Diabetes mellitus tipo 2
Foi relatada cetoacidose diabética (acúmulo de substâncias no organismo que deixam o sangue ácido, por descontrole do diabetes, podendo causar sintomas tais como dificuldade em respirar, náuseas, vômitos, dor
abdominal, sensação de confusão, hálito com cheiro frutado e fadiga ou sonolência incomum, e chegar a quadros graves) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 com o uso de INVOKANA®. No programa de desenvolvimento clínico, incluindo os dois estudos cardiovasculares de longo prazo, eventos adversos graves de
cetoacidose diabética, cetoacidose, acidose metabólica e acidose, foram relatados nos pacientes tratados com
INVOKANA®, a maioria dos quais foram hospitalizados. Cetoacidose diabética também foi relatada durante a
vigilância pós-comercialização e ocorreu mesmo em pacientes com valores de glicose no sangue inferior a 250 mg/dL.
Portanto, em pacientes com diabetes tipo 2 que apresentam acidose metabólica, um diagnóstico de cetoacidose diabética deve ser considerado, mesmo quando os níveis de glicose no sangue estejam inferiores a 250 mg/dL.
Pacientes em tratamento com INVOKANA® devem ser testados para cetonas (substância que pode ser testada para avaliar presença ou não de cetoacidose diabética) quando apresentam sinais e sintomas de acidose
metabólica, tais como dificuldade em respirar, náuseas, vômitos, dor abdominal, sensação de confusão, hálito com cheiro frutado e fadiga ou sonolência incomum, a fim de prevenir o diagnóstico tardio e para assegurar o
manejo adequado do paciente.
Em pacientes com diabetes tipo 2 com cetoacidose diabética, o tratamento com INVOKANA® deve ser interrompido imediatamente. A glicosúria (eliminação de açúcar pela urina) pode persistir por um tempo maior
do que o esperado e a cetoacidose diabética pode ser mais prolongada em alguns pacientes após a descontinuação de INVOKANA®. Outros fatores independentes da canagliflozina, incluindo a deficiência de insulina, podem
estar envolvidos no prolongamento dos períodos de cetoacidose diabética. O médico pode considerar interromper temporariamente o tratamento com INVOKANA® em pacientes com diabetes tipo 2 que são hospitalizados por
doenças graves e agudas. Evitar o uso de INVOKANA® por pelo menos 3 dias, se possível, antes de cirurgias maiores, incluindo abdominais e bariátricas ou quaisquer outros procedimentos invasivos associados ao jejum
prolongado. O tratamento com INVOKANA® pode ser reiniciado quando a condição do paciente estiver estabilizada.
Amputação dos membros inferiores
Em estudos clínicos de longo prazo de INVOKANA® em pacientes adultos com diabetes tipo 2 com doença cardiovascular estabelecida (DCV) ou com pelo menos dois fatores de risco para DCV, INVOKANA® foi associado a maior risco de amputações de membro inferior comparado com placebo (0,63 vs 0,34 eventos por
100 pacientes-ano, respectivamente) e esse aumento de aproximadamente 2 vezes ocorreu principalmente nos dedos do pé e porção média do pé. No estudo clínico de acompanhamento de longo prazo em pacientes adultos
com diabetes tipo 2 e doença renal diabética, não se observou diferença no risco de amputações de membro inferior nos pacientes tratados com INVOKANA® 100 mg em relação ao placebo. Como um mecanismo subjacente não foi estabelecido, os fatores de risco para amputação, além dos fatores de risco gerais, para a
amputação são desconhecidos.
Antes de iniciar INVOKANA®, considerar fatores no histórico do paciente que possam predispor a necessidade de amputações, como história de amputação prévia, doença vascular periférica, neuropatia e úlceras do pé
diabético. Como medidas de precaução, deve-se considerar o acompanhamento cauteloso dos pacientes com maior risco de eventos de amputação e aconselhar os pacientes sobre a importância do cuidado preventivo
rotineiro dos pés e manter a hidratação adequada. Também pode ser considerada a interrupção do tratamento com
INVOKANA® em pacientes com histórico de doença vascular periférica que desenvolverem eventos que possam preceder uma amputação, como úlcera cutânea em extremidade inferior, infecção, osteomielite ou gangrena.
Volume intravascular reduzido
Devido ao seu mecanismo de ação, INVOKANA® aumenta excreção pela urina da glicose e induz a diurese osmótica, que pode reduzir o volume intravascular. Pacientes mais susceptíveis a reações adversas relacionadas
ao volume intravascular reduzido (por exemplo, tontura postural – tontura que ocorre com a mudança da postura, hipotensão ortostática – queda da pressão sanguínea ao se levantar, ou hipotensão – pressão sanguínea baixa)
incluem pacientes fazendo uso de diuréticos de alça, pacientes com insuficiência renal moderada, e pacientes ≥ 75 anos de idade.
Nos estudos clínicos de INVOKANA®, essas reações foram mais comuns com a dose de 300 mg e ocorreram com maior frequência nos primeiros três meses. Em pacientes susceptíveis a maiores reduções no volume
intravascular, conforme descrito anteriormente, diminuições maiores na eTFG (> 30%) (medida relacionada ao funcionamento dos rins) foram observadas algumas vezes, que posteriormente melhoraram, e raramente foi
necessária interrupção do tratamento com INVOKANA®.
Hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) na terapia combinada com outros agentes anti-hiperglicemiantes
Quando usado isolado ou como terapia combinada com agentes anti-hiperglicemiantes não associados com hipoglicemia, INVOKANA® mostrou baixa incidência de hipoglicemia. A insulina e os secretagogos de insulina,
como a sulfonilureia, sabidamente causam hipoglicemia. Quando INVOKANA® foi usado como terapia combinada com insulina ou um secretagogo de insulina (por exemplo: sulfonilureia) houve aumento da incidência de hipoglicemia em relação ao placebo.
Portanto, para diminuir o risco de hipoglicemia, a redução da dose de insulina ou do secretagogo de insulina deve ser considerada.
Fasciíte necrosante do períneo (gangrena de Fournier)
Relatos de fasciíte necrosante do períneo (gangrena de Fournier), uma infecção necrosante muito rara, mas grave e de potencial risco à vida, que requer intervenção cirúrgica urgente, foram identificados na vigilância póscomercialização em pacientes com diabetes mellitus recebendo inibidores de SGLT2, incluindo INVOKANA®.
Casos foram relatados em mulheres e homens. Resultados sérios incluíram hospitalização, múltiplas cirurgias e morte.
Pacientes tratados com INVOKANA® que apresentam dor ou sensibilidade, eritema ou edema na região genital ou perineal, juntamente com febre ou mal-estar, devem ser avaliados para fasciíte necrosante. Em caso de
suspeita, iniciar tratamento imediatamente com antibióticos de amplo espectro e, se necessário, debridamento cirúrgico. Descontinuar INVOKANA®, monitorar de perto os níveis de glicose no sangue e oferecer terapia
alternativa apropriada para o controle glicêmico.
Infecções genitais micóticas
Consistente com o mecanismo de inibição de SGLT2 com excreção aumentada de glicose na urina, foram relatados em estudos clínicos candidíase vulvovaginal (infecção por fungo na vulva e vagina) em mulheres e
balanite ou balanopostite (inflamação da glande ou cabeça do pênis) em homens. Homens e mulheres com histórico de infecções micóticas genitais (infecções genitais causadas por fungo) eram mais susceptíveis a
desenvolver uma infecção. Balanite ou balanopostite (inflamação da glande ou cabeça do pênis) ocorreram principalmente em homens não circuncidados; foi relatada também ocorrências de fimose (dificuldade ou
impossibilidade de expor a glande ou cabeça do pênis porque o prepúcio, prega de pele que envolve a glande, estreita a passagem). A maioria das infecções micóticas genitais foram tratadas com terapias antifúngicas tópicas
durante o tratamento com INVOKANA®.
Intolerância à lactose
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase não devem utilizar este medicamento.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido revestido.
Exercício físico
Exercício físico de intensidade moderada e de longa duração é conhecido por aumentar o risco de hipoglicemia e de desidratação em pacientes com diabetes fazendo uso de medicações anti-hiperglicemiantes, especialmente em
pacientes mais velhos. Em pacientes com eventos de hipoglicemia, o exercício físico foi eventualmente identificado como um fator de risco associado, mas foi relatado com menor frequência em pacientes utilizando
INVOKANA® (canagliflozina) quando comparado ao grupo controle.
Aumento de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C)
Ocorrem aumentos de LDL-C relacionados à dose com o uso de INVOKANA®.
Deve-se realizar o monitoramento de LDL-C e utilizar um tratamento padrão após o início do uso de
INVOKANA®.
Gravidez (Categoria C)
Não há estudos adequados e controlados em mulheres grávidas. Em estudos com animais, foram observados efeitos renais adversos em ratos juvenis quando a canagliflozina foi administrada durante o período de
desenvolvimento renal correspondente ao final do segundo e terceiro trimestre da gravidez humana.
Se você estiver grávida, converse com seu médico sobre o uso de outros medicamentos para controlar o açúcar no sangue, especialmente durante o segundo e terceiro trimestre. INVOKANA® deve ser usado durante a gravidez
somente se o benefício potencial justificar o risco potencial ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
Amamentação
Os estudos em animais mostraram que a canagliflozina, princípio ativo de INVOKANA®, é excretada no leite.
Não se sabe se canagliflozina é excretada no leite humano.
Portanto, seu uso não é recomendado por mulheres que estão amamentando.
Se você estiver amamentando, converse com seu médico sobre a possibilidade de parar o tratamento com
INVOKANA® ou interromper a amamentação.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade
O efeito da canagliflozina sobre a fertilidade não foi estudado em seres humanos. Não foram observados efeitos na fertilidade em estudos em animais.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
A canagliflozina não tem influência conhecida sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. No entanto, pode haver risco de hipoglicemia (nível baixo de açúcar no sangue) quando INVOKANA® é usado como terapia
combinada com insulina ou um secretagogo de insulina (medicamentos denominados sulfonilureias), e risco elevado de reações adversas relacionadas ao volume intravascular reduzido, como vertigem postural (tontura
rápida e momentânea).
Interações com outros medicamentos
Informe seu médico se você estiver tomando ou se seu médico prescreveu outro(s) medicamento(s).
Em particular, informe seu médico se estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos:
- outros medicamentos que possam diminuir o açúcar no seu sangue;
- digoxina ou digitoxina (medicamentos usados para certos problemas do coração). Pode ser necessário monitorar os níveis de digoxina ou digitoxina no seu sangue durante o tratamento com INVOKANA®;
- rifampicina (um antibiótico usado para tratar tuberculose);
- carbamazepina, fenitoína ou fenobarbital (usados para controlar convulsões);
- efavirenz ou ritonavir (usados para o tratamento da infecção pelo HIV);
- lítio (usado para o tratamento de transtorno bipolar). Os níveis de lítio no seu sangue podem precisar ser monitorados se você estiver tomando INVOKANA®.
- erva de São João (um medicamento fitoterápico para tratar depressão).
O uso de INVOKANA® em combinação com outros medicamentos para diabetes chamados sulfonilureias ou insulina pode aumentar o risco de apresentar baixo açúcar no sangue (hipoglicemia). Sinais incluem visão turva,
formigamento dos lábios, tremor, sudorese, aparência pálida, mudança no humor, ou sentir-se ansioso ou confuso. Avise seu médico o mais rápido possível se você apresentar qualquer um dos sinais de baixo açúcar no
sangue.
Se você não estiver seguro se alguma das situações anteriores se aplica a você, converse com seu médico antes de usar INVOKANA®.
Avaliações laboratoriais de urina
Devido ao seu mecanismo de ação, pacientes fazendo uso de INVOKANA® irão apresentar teste positivo para glicose na urina.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Óxido de ferro e Dióxido de titânio:
Para os comprimidos de 100 mg:
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo.
Para os compridos de 300 mg:
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Você deve armazenar INVOKANA® em temperatura ambiente (de 15ºC e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico
INVOKANA® 100 mg é um comprimido amarelo em formato de cápsula.
INVOKANA® 300 mg é um comprimido branco em formato de cápsula.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
Adultos com 18 anos de idade ou mais
A dose recomendada de INVOKANA® é de um comprimido de 100 mg ou um comprimido de 300 mg uma vez ao dia. A dose de 300 mg pode ser considerada para pacientes com uma eTFG ≥ 60 mL/min/1,73m2 (CrCl ≥ 60 mL/min), que necessitam de maior controle glicêmico e que apresentam baixo risco de reações adversas
associadas ao volume intravascular reduzido com o tratamento com INVOKANA®.
A dose inicial de 100 mg uma vez ao dia deve ser administrada em pacientes fazendo uso de diuréticos de alça e em pacientes ≥ 75 anos de idade. Em pacientes com evidência de volume intravascular reduzido, recomenda-se a
correção desta condição antes do início do tratamento com INVOKANA®. Para estes pacientes que estão tolerando 100 mg de INVOKANA® e que necessitam de maior controle glicêmico, a dose pode ser aumentada
para 300 mg de INVOKANA®.
Tabela 1: Recomendação de dose para Controle Glicêmico e/ou Redução de Evento Adverso
Cardiovascular Maior (MACE) em pacientes com DCV eTFG (mL/min/1,73 m2) ou CrCl (mL/min)
Recomendação de dose (diária)
≥ 60
Iniciar com 100 ou 300 mg uma vez por dia.
Em pacientes que toleraram 100 mg e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 300 mg uma vez ao dia.
45 a < 60
Utilizar 100 mg uma vez ao dia apenas.
< 45
INVOKANA® não deve ser iniciado.
O uso não é recomendado em eTFG persistentemente <
45 mL/min/1,73 m2.
Tabela 2: Recomendação de dose para Doença Renal Diabética com Albuminúria*:
eTFG (mL/min/1,73 m2) ou CrCl (mL/min)
Recomendação de dose (diária)
30 a < 90
Utilizar 100 mg uma vez ao dia apenas.
< 30
A dose de 100 mg pode ser continuada mas não deve ser iniciada.±
* > 300 a ≤ 5000 mg/g de creatinina
±
No estudo CREDENCE, o tratamento com INVOKANA® 100 mg foi mantido em pacientes até início de diálise
ou transplante renal.
Modo de usar
INVOKANA® deve ser administrado por via oral uma vez ao dia, de preferência antes da primeira refeição do dia. Os comprimidos devem ser ingeridos por inteiro.
Populações especiais
Uso em crianças (< 18 anos de idade)
O uso de INVOKANA® em crianças não é recomendado.
Uso em idosos
Em pacientes com idade de 75 anos ou mais, a dose inicial de INVOKANA® é de 100 mg uma vez ao dia. Devese levar em consideração a função renal e o risco de depleção de volume.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Se você esquecer de tomar uma dose de INVOKANA®, você deve tomá-la assim que lembrar. No entanto, se você lembrar próximo à dose seguinte, não tome a dose esquecida.
Não tome duas doses do medicamento no mesmo dia para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Como todos os medicamentos, INVOKANA® pode causar reações adversas, embora não em todas as pessoas.
Se você tiver qualquer reação adversa, converse com o médico. Essa reação pode incluir efeito não descrito nesta bula.
Ao longo deste item, são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos considerados razoavelmente associados ao uso da canagliflozina, com base na avaliação abrangente da informação disponível
sobre eventos adversos. Uma relação causal com canagliflozina não pode ser estabelecida de forma confiável em casos individuais. Além disso, como os estudos clínicos são conduzidos sob condições amplamente variáveis, as
taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um produto não podem ser comparadas diretamente com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática
clínica.
A Tabela 3 apresenta uma lista das reações adversas relatadas em ≥ 2% dos pacientes tratados com
INVOKANA® nos quatro estudos clínicos controlados com placebo, de 26 semanas, agrupados (N=2313).
Tabela 3. Reações adversas de quatro estudos clínicos de 26 semanas, controlados por placebo, agrupados relatadas em ≥ 2% dos pacientes tratados com INVOKANA®
Placebo
100 mg
300 mg
N=646
N=833
N=834
Constipação (intestino preso)
15 (1,8)
6 (0,9)
Náusea (vontade de vomitar)
18 (2,2)
10 (1,5)
Sede
23 (2,8)
1 (0,2)
44 (5,3)
38 (4,6)
5 (0,8)
49 (5,9)
36 (4,3)
26 (4,0)
17 (4,2)
15 (3,7)
2 (0,6)
Classe de Sistema Orgânico
Reação Adversa
Distúrbios Gastrintestinais
Distúrbios Renais e Urinários
Poliúria ou polaciúria (alterações da micção que incluem aumento da frequência urinária, maior quantidade de urina, urgência para urinar, necessidade de urinar várias vezes à noite
[noctúria])
Infecção do trato urinário (inclui cistite [infecção na bexiga], infecção nos rins e urosepse
[infecção no sangue a partir de infecção urinária)
Distúrbios do Sistema Reprodutivo e de Mamas
Balanite (inflamação na cabeça do pênis
[glande]) ou balanopostite (inflamação na glande e na pele que envolve a glande [prepúcio])
Candidíase
vulvovaginal
(infecção
vaginal
44 (10,4)
49 (11,4)
10 (3,2)
causada por fungo Candida, que provoca corrimento vaginal branco, odor e prurido vaginal)
Outras reações adversas que ocorreram em < 2% nos estudos clínicos de INVOKANA® controlados com placebo foram reações adversas relacionadas ao volume intravascular reduzido (vertigem postural, hipotensão ortostática,
hipotensão, desidratação e síncope), erupção cutânea e urticária.
Descrição das reações adversas selecionadas
Cetoacidose diabética
Cetoacidose diabética (complicação do diabetes, na qual o paciente apresenta nível de açúcar muito elevado no sangue, náusea, vômito, confusão mental, hálito com cheiro de cetona, fraqueza, sonolência, confusão mental) foi
identificada como uma reação adversa rara durante a vigilância pós-comercialização.
Amputação de membros inferiores
Em pacientes com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular estabelecida ou pelo menos dois fatores de risco para doença cardiovascular, INVOKANA® associou-se a risco aproximadamente 2 vezes maior de amputação de
membros inferiores. O risco de amputação foi maior em pacientes com histórico de amputação prévia, doença vascular periférica e neuropatia e não foi dependente da dose. Em outros estudos em população diabética geral
não houve diferença no risco de amputação de membro inferior em relação ao grupo controle. Locais mais frequentes de amputação foram dedo do pé e antepé em ambos os grupos de tratamento. Infecções dos membros
inferiores, úlceras no pé diabético, doença arterial periférica e gangrena foram os eventos clínicos mais comuns associados à necessidade de amputação.
Volume intravascular reduzido
Na análise agrupada dos quatro estudos de 26 semanas, controlados por placebo, a incidência de todas as reações adversas relacionadas ao volume intravascular reduzido (por exemplo, tontura postural [tontura que ocorre ao se
levantar], hipotensão ortostática [queda da pressão sanguínea ao se levantar], ou hipotensão [pressão sanguínea baixa], desidratação e síncope [desmaio]) foi 1,2% para INVOKANA® 100 mg, 1,3% para INVOKANA®
300 mg e 1,1% para o placebo. A incidência com o tratamento com INVOKANA® nos dois estudos controlados por ativo foi semelhante aos comparadores.
Hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) na terapia combinada com insulina ou medicamentos que promovam o aumento da secreção de insulina
A frequência de hipoglicemia foi baixa entre os grupos de tratamento quando usado em monoterapia ou como um complemento aos agentes anti-hiperglicêmicos não associados à hipoglicemia. Quando INVOKANA® foi usado
como terapia combinada com insulina ou sulfonilureia, hipoglicemias foram relatadas mais frequentemente, o que é consistente com o aumento esperado da hipoglicemia quando um agente não associado com hipoglicemia é
adicionado à insulina ou a um medicamento que promova o aumento da secreção de insulina (como sulfonilureia).
Fasciíte necrosante do períneo (gangrena de Fournier)
A gangrena de Fournier foi identificada como uma reação adversa da classe dos SGLT2i com base em relatos espontâneos de eventos adversos. Esses eventos não haviam sido identificados anteriormente como reações
adversas porque houve muito poucos pacientes no programa de desenvolvimento clínico de Fase 3 e Fase 4 da canagliflozina com gangrena de Fournier como evento adverso. Todos os 4 eventos adversos de gangrena de
Fournier no programa de desenvolvimento clínico de fase 3 e fase 4 da canagliflozina foram graves.
Infecções micóticas genitais
Candidíase vulvovaginal (incluindo vulvovaginite e infecções micóticas vulvovaginais - infecção vaginal causada por fungo Candida, que provoca corrimento vaginal branco, odor e prurido vaginal) foi relatada em 10,4% e
11,4% das mulheres tratadas com 100 mg de INVOKANA® e com 300 mg de INVOKANA®, respectivamente, comparado com 3,2% das mulheres no grupo placebo.
A maioria dos relatos de candidíase vulvovaginal ocorreu durante os primeiros quatro meses de tratamento com canagliflozina. Entre os homens foram relatados casos de balanite (inflamação na cabeça do pênis [glande]) ou
balanopostite (inflamação na glande e na pele que envolve a glande [prepúcio]) por Cândida.
Infecções do trato urinário
Infecções do trato urinário foram mais frequentemente relatadas para INVOKANA® 100 mg e 300 mg. A maioria das infecções foram de intensidade leve a moderada sem aumento na ocorrência de reações adversas
graves. Os indivíduos respondiam ao tratamento padrão enquanto continuavam o tratamento com canagliflozina.
A incidência de infecções recorrentes não foi aumentada com canagliflozina.
Fratura óssea
Em estudo, pacientes que receberam INVOKANA® 100 mg ou 300 mg, com doença cardiovascular conhecida ou de alto risco, apresentaram incidência de fratura óssea maior do que os pacientes que receberam placebo, o
que ocorreu inicialmente dentro das primeiras 26 semanas de tratamento. Em outros estudos, que envolveram a população em geral, não foi observada diferença no risco de fratura óssea nos grupos de pacientes que receberam
INVOKANA® em comparação aos que não receberam. Após 104 semanas de tratamento, a canagliflozina não afetou de maneira adversa a densidade mineral óssea (medida da massa).
Exames de laboratório
Valores laboratoriais, descritos a seguir, são derivados da análise agrupada de estudos clínicos de 26 semanas, controlados por placebo, exceto se indicado de outra forma.
Aumentos do potássio sérico
Episódios de potássio sérico elevado (> 5,4 mEq/L e 15% acima da linha de base) foram observados em 4,4% dos pacientes tratados com INVOKANA® 100 mg, 7,0% dos pacientes tratados com INVOKANA® 300 mg e
4,8% dos pacientes tratados com placebo. Em geral, as elevações foram médias (< 6,5 mEq/L), transitórias, e não necessitaram de tratamento específico.
Aumentos da creatinina sérica e do nitrogênio ureico no sangue (BUN)
As alterações percentuais médias da creatinina, a partir da linha de base, com reduções proporcionais na eTFG, foram de 2,8% e 4,0% para 100 mg e 300 mg de INVOKANA®, respectivamente, comparado a 1,5% para o
placebo. As alterações percentuais médias do nitrogênio ureico no sangue, a partir da linha de base, foram de
17,1% e 18,0% para 100 mg e 300 mg de INVOKANA®, respectivamente, comparado a 2,7% para o placebo.
Alterações de lipídios
As alterações percentuais médias a partir da linha de base relativa ao placebo para o colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) foram 4,4 mg/dL (4,5%) e 8,2 mg/dL (8,0%) com INVOKANA® 100 mg e
INVOKANA® 300 mg, respectivamente. Foram observados aumentos menores no colesterol total de 2,5% e
4,3% relativos ao placebo para INVOKANA® 100 mg e INVOKANA® 300 mg, respectivamente. Aumentos no colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) foram de 5,4% e 6,3% relativos ao placebo para
INVOKANA® 100 mg e INVOKANA® 300 mg, respectivamente. Aumentos no colesterol não HDL em relação ao placebo foram de 1,5% e 3,6% com INVOKANA® 100 mg e INVOKANA® 300 mg, respectivamente.
Aumentos da hemoglobina
As alterações médias (alterações percentuais) a partir da linha de base nas concentrações de hemoglobina (proteína presente nos glóbulos vermelhos do sangue) foram 4,7 g/L (3,5%) com INVOKANA® 100 mg, 5,1 g/L
(3,8%) com INVOKANA® 300 mg, e – 1.8 g/L (-1,1%) com placebo.
Aumentos pequenos proporcionados na variação percentual média da linha de base foram observados nos eritrócitos e hematócrito. No final do tratamento, 4,0%, 2,7% e 0,8% dos pacientes tratados com INVOKANA®
100 mg, INVOKANA® 300 mg, e placebo, respectivamente, apresentaram níveis de hemoglobina acima do limite superior do normal.
Aumentos no fosfato sérico
Foram observados aumentos relacionados à dose nos níveis de fosfato sérico com INVOKANA®.
Diminuições do urato sérico
Diminuição moderada na variação percentual média do urato sérico da linha de base foram observadas nos grupos INVOKANA® 100 mg e 300 mg (-10,1% e -10,6%, respectivamente) comparado com placebo, onde foi
observado um ligeiro aumento da linha de base (1,9%).
Reações adversas em populações específicas
Pacientes idosos
O perfil de segurança em pacientes idosos foi geralmente consistente com aquele para pacientes mais jovens.
Pacientes ≥ 75 anos de idade apresentaram maior incidência de reações adversas relacionadas ao volume intravascular reduzido.
Pacientes com diminuição da função dos rins
Em pacientes com comprometimento moderado da função dos rins, as incidências de reações adversas relacionadas ao volume intravascular reduzido foram de 4,61, e 4,37 com INVOKANA® 100 mg e 300 mg, respectivamente, e de 3,00 com placebo. A creatinina no sangue aumentou em 5,92 e 6,98 µmol/L em pacientes
com INVOKANA® 100 mg e 300 mg, respectivamente, e 7,03 µmol/L com placebo. Ureia aumentou em 0,92 e
0,77 mmol/L em pacientes com INVOKANA® 100 mg e 300 mg, respectivamente, e 0,57 mmol/L com placebo.
Aumento de potássio no sangue ocorreu em 4,11, 4,33, 3,80 eventos por 100 pacientes-ano de exposição para pacientes com INVOKANA® 100 mg, INVOKANA® 300 mg e placebo, respectivamente. Elevações mais severas foram raramente observadas em pacientes com insuficiência renal moderada que já apresentavam
potássio elevado e/ou faziam uso de múltiplos medicamentos que reduzem a excreção de potássio (ex: diuréticos poupadores de potássio e inibidores da enzima conversora de angiotensina).
Aumento de fosfato no sangue ocorreu em 0,00, 0,02, 0,00 mmol/L em pacientes com INVOKANA® 100 mg,
INVOKANA® 300 mg e placebo, respectivamente.
Tanto para o potássio como para o fosfato, em geral, as elevações foram transitórias e não necessitaram de tratamento específico.
Dados de Pós-comercialização
Em adição às reações adversas identificadas em estudos clínicos, as seguintes reações adversas foram identificadas durante a experiência pós-comercialização. Estas reações foram notificadas voluntariamente a partir
de uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição à droga. As frequências são fornecidas de acordo com a seguinte
convenção:
Muito comum ≥ 1/10 (≥ 10%), comum ≥1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%), incomum ≥ 1/1000 e < 1/100 (≥ 0,1% e
< 1%), raro ≥ 1/10000 e < 1/1000 (≥ 0,01% e < 0,1%) muito raro < 1/10000, incluindo relatórios isolados (<
0,01%) e desconhecido que não podem ser estimados.
Tabela 4:
Reações Adversas identificadas durante o período de pós-comercialização com
Frequência
Classe de Sistema Orgânico
Reação Adversa
Categoria
Frequência
Categoria
estimada a partir de Relatos
estimada a partir de Estudos
espontâneos*
clínicos†
Alterações metabólicas e nutricionais
Cetoacidose
diabética
(complicação
do
diabetes com acúmulo de substâncias no sangue que provocam náuseas, vômitos,
Raro†
Incomum‡
confusão mental, hálito com cheiro de cetona, fadiga, sonolência)
Alterações do sistema imune
Reações
anafiláticas
(reações
alérgicas
agudas)
Alterações da pele e do tecido subcutâneo
Angioedema (inchaço na pele)
Alterações renais e urinárias
Pielonefrite (infecção nos rins)
Insuficiência
renal
(diminuição
do
funcionamento dos rins) (principalmente relacionada à diminuição de volume no
Incomum†
interior dos vasos)
Urosepse (infecção no sangue que se propaga a partir do trato urinário em todo o
corpo)
Infecções e Infestações
Fasciíte necrosante do períneo (gangrena de
Fournier) - infecção bacteriana séria e de potencial risco à vida que ocorre na pele ao redor do ânus e genitais. Os sinais e sintomas
dessa
infecção
são
dor
ou
sensibilidade, vermelhidão ou inchaço na
Muito Raro
região genital ou perineal, além de febre, sensação
de
fraqueza,
cansaço
ou
desconforto. Procure atendimento médico imediatamente se desenvolver esses sinais e sintomas.
*Relatos espontâneos de pós-comercialização com base na exposição estimada de pessoas em anos de tratamento
† Todos os estudos clínicos de Fase 3 e 4, incluindo outros estudos e o programa CANVAS.
‡ Outros estudos clínicos além de CANVAS.
§ Estudos clínicos Fase 3 e Fase 4, incluindo o programa CANVAS.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgiãodentista.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Se alguém tomar uma dose maior que a recomendada de INVOKANA® procure o médico imediatamente. As medidas de suporte usuais, como remoção do material não absorvido do trato gastrintestinal, acompanhamento
clínico e tratamento de suporte de acordo com o estado do paciente, devem ser empregadas. A remoção da canagliflozina foi insignificante durante sessão de 4 horas de hemodiálise. Não é esperado que a canagliflozina
seja dialisável por diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro - 1.1236.3408
Farm. Resp.: Erika Diago Rufino – CRF/SP nº 57.310
Produzido por:
Janssen Cilag Spa. – Latina, Itália
Embalado (emb. secundária) por:
Janssen Cilag Spa. – Latina, Itália
OU
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. –São José dos Campos, São Paulo
Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. São José dos Campos, Brasil
Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 - São Paulo – SP - CNPJ 51.780.468/0001-87
® Marca Registrada
Licenciado da Mitsubishi Tanabe Pharma Corporation
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 27/10/2025.
CCDS 2406
VP TV 14.0
HISTÓRICO DE BULAS
Dados da submissão eletrônica
Produto
Data do expediente
12/02/2015
02/09/2015
04/11/2016
20/01/2017
06/04/2017
11/09/2017
17/12/2018
27/12/2018
17/12/2019
23/10/2020
26/10/2021
05/08/2022
04/01/2023
13/03/2023
07/07/2023
21/08/2023
15/01/2024
05/03/2024
Nº do expediente
Assunto
0136651/15-3
10458 - MEDICAMENTO NOVO - Inclusão
Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário
Dados da petição que altera bula
Data do
Nº do expediente expediente
18/09/2014
Assunto
Dados das alterações de bulas
Data de aprovação
18/09/2014
Itens de bula
Inclusão Inicial de texto de bula
Versões (VP/VPS)
0776588/14-6
10135 - MEDICAMENTO NOVO - Inclusão de local de embalagem secundária
0783926/15-0
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 02/09/2015
0783926/15-0
02/09/2015
2453704/16-7
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 04/11/2016
2453704/16-7
04/11/2016
VP04/VPS04
0103928/17-8
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 20/01/2017
0103928/17-8
20/01/2017
VPS: 2 e 9
VP05/VPS05
0554010/17-1
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 06/04/2017
0554010/17-1
06/04/2017
Composição e Dizeres
Legais
VP06/VPS06
1937280/17-9
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 11/09/2017
1937280/17-9
11/09/2017
VP: 4 e 8
VPS: 5 e 9
VP07/VPS07
1183372/18-6
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 17/12/2018
1183372/18-6
17/12/2018
VPS: 2, 5 e 9
VP08/VPS08
1212754/18-0
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 09/04/2018
0285112/18-1
11121 - RDC 73/2016 - NOVO - Inclusão de nova indicação terapêutica
24/12/2018
VP: 1 e 4
VPS: 1, 2, 3, 5 e 9
VP09/VPS09
17/12/2019
VP: Identificação do
Medicamento, 4, 8 e
Dizeres Legais
VPS: Identificação do
Medicamento, 5, 9 e
Dizeres Legais
VPS: 3, 5 e 9
VP02/VPS02
VP03/VPS03
3485879/19-2
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 17/12/2019
3688115/20-5
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 05/08/2020
1467922/20-1
11023 - RDC 73/2016 - NOVO - Inclusão de local de fabricação de medicamento de liberação convencional
13/10/2020
VPS: 9 e Dizeres Legais
VPTV3.0/VPSTV3.0
4234945/21-8
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 30/08/2019
2100212/19-6
11121 - RDC 73/2016 - NOVO - Inclusão de nova indicação terapêutica
04/10/2021
VP: 1, 2, 4, 6
VPS: 1, 2, 3, 5, 8, 9
VPTV4.0/VPSTV4.0
45148612/22-7
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 05/08/2022
45148612/22-7
05/08/2022
VP: 4, Dizeres Legais
VPS: 5, Dizeres Legais
VPTV5.0/VPSTV5.0
0006360/23-8
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 04/01/2023
0006360/23-8
04/01/2023
VPS: 6
VPTV6.0/VPSTV6.0
0247663/23-9
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 13/02/2023
0144415/23-8
11132 - RDC 73/2016 - NOVO - Exclusão de local de fabricação do medicamento
13/02/2023
VPS: Dizeres Legais
VPTV7.0/VPSTV7.0
0699222/23-1
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 23/08/2022
4592828/22-2
11107 - RDC 73/2016 - NOVO - Ampliação do prazo de validade do medicamento
19/06/2023
VPS: 7, Dizeres Legais
VPTV8.0/VPSTV8.0
0876459/23-8
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 21/08/2023
0876459/23-8
21/08/2023
VPTV9.0/VPSTV9.0
0049254/24-3
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 15/01/2024
0049254/24-3
15/01/2024
VPS: 3, 5
VP TV 10.0
VPS TV 10.0
0270416/24-2
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 22/05/2023
0515965/23-5
1444 - MEDICAMENTO NOVO - Cancelamentode Registro da Apresentação do Medicamento
10/07/2023
VP:Apresentações
VPS: Apresentações
VP TV 11.0
VPS TV 11.0
3485879/19-2
VPTV2.0/VPSTV2.0
Apresentações relacionadas
20/05/2024
30/01/2025
27/10/2025
665688/24-5
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 20/05/2024
20/05/2024
VP: Identificação do medicamento, 4,
5, Dizeres legais
VPS: Identificação do medicamento, 5,
7, Dizeres legais
VP TV 12.0
VPS TV 12.0
VP TV 13.0
VPS TV 13.0
VP TV 14.0
VPS TV 14.0
665688/24-5
0134832/25-6
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 30/01/2025
0134832/25-6
30/01/2025
VP: 6
VPS: 3 e 8
xxxxxxx/xx-x
Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário 27/10/2025
xxxxxxx/xx-x
27/10/2025
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 27 de outubro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.