Bula e Preço

Bula de Loncord — Diffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica LTDA

Esta é a bula do paciente de Loncord, como aprovada pela Anvisa e publicada por Diffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 32,53

Identificação do medicamento

Loncord® nifedipino

APRESENTAÇÕES

Loncord® 20 mg: Embalagens contendo 20 cápsulas gelatinosas microgrânulos de liberação prolongada.

Loncord® 40 mg: Embalagens contendo 20 cápsulas gelatinosas microgrânulos de liberação prolongada.

duras com duras com

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada cápsula de Loncord® 20 mg contém:
nifedipino ......... 20 mg excipientes*…………….…….……q.s.p ......... 1 cápsula

Cada cápsula de Loncord® 40 mg contém:
nifedipino ......... 40 mg excipientes*…………….…….……q.s.p ......... 1 cápsula
* Excipientes: amido, sacarose, talco, povidona, celacefato.

1. Para que este medicamento é indicado?

Loncord® é indicado para o tratamento da pressão alta e da doença coronária (angina de esforço).

2.

2. Como este medicamento funciona?

Loncord® contém a substância ativa nifedipino, que pertence a um grupo de substâncias conhecidas como antagonistas do cálcio. Sua atividade mais importante é dilatar os vasos sanguíneos, diminuindo a resistência à passagem do sangue. Assim, o sangue corre
livremente pelas veias e artérias, e isso faz diminuir a pressão arterial. O tratamento da pressão alta diminui o risco de ocorrerem complicações no coração, no cérebro e nos vasos sanguíneos. O nifedipino serve também para tratar a dor no peito, conhecida como
angina do peito da doença coronária, porque essa substância ativa faz com que chegue mais sangue ao coração. Isto ocorre porque o nifedipino dilata as artérias coronárias e, por suas propriedades, evita a ocorrência de espasmos (fechamentos temporários) desses
vasos e, portanto, melhora o fluxo de sangue e a oxigenação do tecido cardíaco. A cápsula de Loncord® tem ação duradoura, sendo liberada em uma taxa aproximadamente constante durante 12 horas.

3.

3. Quando não devo usar este medicamento?

Loncord® não deve ser usado nas situações abaixo:

• alergia ao nifedipino ou a qualquer dos outros ingredientes do medicamento. Caso haja dúvida com relação a ter tido ou não qualquer alergia devida ao nifedipino,consulte seu médico;

• em caso de choque de origem cardíaca;

• paciente fazendo uso do antibiótico rifampicina, que é um medicamento que combate infecções;

• antes da 20ª semana de gravidez e na amamentação;

• em pacientes com bolsa de Koch (que é uma bolsa para cooleta de fezes usada após cirurgia que retira partes do intestino na qual deixa de existir o caminho natural da saída das fezes, que precisam então ser coletadas na bolsa citada).

4.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

Advertências e Precauções

Loncord® deve ser usado com precaução nos seguintes casos:
- pacientes que sofrem de pressão muito baixa (pressão máxima inferior a 90 mmHg) ou de mau funcionamento do coração, o que é chamado de insuficiência cardíaca, ou pessoas que tenham um estreitamento importante da valva aórtica, conhecido como estenose
aórtica grave;
-em pacientes com doença do fígado, pois em casos graves poderá ser necessárioreduzir a dose do medicamento;
-uso após a 20ª semana de gestação: exige uma avaliação individual cuidadosa do riscobenefício e somente será considerado se nenhuma das outras opções de tratamento for indicada ou se elas forem ineficazes.

No caso de mulheres grávidas, monitorar cuidadosamente a pressão arterial, inclusive ao se administrar o nifedipino com sulfato de magnésio por via intravenosa, devido à possibilidade de uma queda acentuada da pressão sanguínea, o que pode ser prejudicial
à mãe e ao feto. Converse com seu médico.

Loncord® pode provocar uma interpretação errada do exame de raio-X com contraste de bário, causando um efeito falso positivo.

Alguns medicamentos como antibióticos macrolídeos (p.ex. eritromicina), antivirais usados para o tratamento de AIDS (p.ex. ritonavir), antimicóticos azólicos (p.ex.
cetoconazol), antidepressivos nefazodona e fluoxetina, quinupristina/dalfopristina, ácido valproico, cimetidina podem aumentar as concentrações de nifedipino no sangue, portanto o médico deve monitorar sua pressão arterial em casos decoadministração e, se
necessário, reduzir a dose de nifedipino.

Se a dose diária for aumentada até o máximo de 120 mg de nifedipino, você pode chegar a ingerir um máximo de 2 mmol de sódio por dia. Seu médico irá orientar você.

O nifedipino pode ser a causa de insucesso na fertilização artificial em homens que estão tomando o medicamento e não apresentam outras causas que justifiquem esse insucesso.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:

Reações à substância ativa, que variam em intensidade de indivíduo para indivíduo, podem prejudicar a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas. Isso pode ocorrer, particularmente, no início do tratamento, na mudança de medicação ou sob
ingestão alcoólica simultânea.

Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente durante todo o tratamento.

Para verificar o uso em Populações Especiais, vide item “6. Como devo usar este medicamento?”.

Gravidez e Amamentação

O nifedipino é contraindicado antes da 20ª semana de gravidez (veja item “3. Quando não devo usar este medicamento?”).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Este medicamento é contraindico durante ao aleitamento e doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirugião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a
alimentação do bebê.

Interações Medicamentosas

Medicamentos que podem ter seu efeito alterado se tomados com nifedipino:

• outros medicamentos para o tratamento da pressão alta, como diuréticos, betabloqueadores, inibidores da ECA, antagonistas do receptor de angiotensina (AT-1), outros antagonistas de cálcio, bloqueadores alfa-adrenérgicos, inibidores da PDE5 e alfametildopa, podem ter o seu efeito aumentado;

• betabloqueadores, usados para tratar a pressão alta e algumas doenças do coração, podem provocar queda muito forte da pressão e piorar o funcionamento do coração. Esses pacientes devem ser monitorados com muito cuidado;

• digoxina, usada para tratar doenças do coração, principalmente a insuficiência cardíaca, pode ter seu efeito aumentado, podendo ser necessário ajuste de dose;

• quinidina, usada para o tratamento das alterações das batidas do coração: pode ser necessário ajuste de dose ao se iniciar ou terminar o tratamento com nifedipino; é preciso consultar o médico a respeito;

• tacrolimo, usado em doentes transplantados: junto com nifedipino poderá ser necessário reduzir a dose de tacrolimo.

Medicamentos que alteram o efeito do nifedipino se tomados juntos:

• Os seguintes medicamentos reduzem o efeito de nifedipino:
-rifampicina (antibiótico): não pode ser administrada junto com nifedipino, pois reduzo efeito deste;
-fenitoína, carbamazepina, fenobarbital (antiepilépticos): reduzem a eficácia do nifedipino;

Os seguintes medicamentos podem aumentar o efeito de nifedipino:
-antibióticos macrolídeos (exceto a azitromicina), p. ex. eritromicina;
-inibidores da protease anti-HIV ou antivirais usados para o tratamento de AIDS, p.
ex. ritonavir;

-antifúngicos azólicos, p. ex. cetoconazol;
-antidepressivos, como fluoxetina e nefazodona;
-quinupristina/dalfopristina (antibióticos);
-ácido valproico (antiepiléptico);
-cimetidina (para o tratamento de úlceras do estômago ou do duodeno);
-cisaprida (para o tratamento de certas doenças do estômago e do intestino).

Interação com alimentos

Não se deve tomar suco de toranja, conhecida também como grapefruit, enquanto estiver em tratamento com nifedipino, pois poderá ocorrer uma queda maior da pressão. Após o consumo regular de suco de toranja, o efeito pode perdurar por pelo menos três dias
após a última ingestão do suco.

Outras Formas de Interação

O nifedipino pode causar um falso aumento dos valores de ácido vanililmandélico urinário determinado por alguns métodos laboratoriais.

Atenção: Contém Sacarose abaixo de 0,25g/cápsula.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose – galactose.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose – isomaltase.

Atenção: Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

Loncord® deve ser conservado, em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz.

Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Caraterísticas do produto:

Loncord® 20 mg: Cápsula gelatinosa dura com tampa azul transparente e corpo branco contendo microgrânulos de cor amarela.

Loncord® 40 mg: Cápsula gelatinosa dura com tampa e corpo laranja transparente, contendo microgrânulos amarelos.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6.

6. Como devo usar este medicamento?

A cápsula deve ser engolida inteira com um pouco de líquido, devendo ser tomada sempre antes das refeições. Suco de toranja deve ser evitado (veja item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? Subitem Interações com alimentos”).

Nota importante: as características técnicas da cápsula de Loncord® permitem a liberação lenta da substância ativa no organismo, o que garante a ação durante 12 horas.

Loncord® destina-se a tratamentos prolongados. O seu médico lhe dirá durante quanto tempo você deverá tomar Loncord®.

A dose diária deve ser ajustada de acordo com a necessidade de cada paciente, levando em consideração a intensidade da doença e a resposta do paciente. Porém, recomenda-se iniciar o tratamento com uma cápsula de 20mg uma vez ao dia.

Para doses de manutenção, recomenda-se a ingestão de 20mg duas vezes ao dia. O intervalo recomendado entre as administrações de Loncord é de 12 h e não deve ser inferior a 4 h.

Dependendo da gravidade da doença e da resposta do paciente, a dose diária pode ser aumentada gradualmente, não sendo recomendado ultrapassar 60mg.

O médico determinará a dose e duração do tratamento.

Em decorrência de sua pronunciada ação antiisquêmica e anti-hipertensiva, Loncord deve ser retirado gradualmente, particularmente quando forem empregadas doses mais elevadas.

Na coadministração de medicamentos que estimulam ou inibem as enzimas do metabolismo pode caber a recomendação de adaptar a dose de nifedipino ou de não usálo (veja item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? subitem Interações

Medicamentosas”). Fale com seu médico.

Informações adicionais para populações especiais
-Crianças e adolescentes: A segurança e eficácia de Loncord® não foram estabelecidas em crianças abaixo de 18 anos.
-Idosos: De acordo com a farmacocinética de Loncord® não é necessária alteração de dose em pacientes acima de 65 anos.
-Pacientes com disfunção hepática: Deve-se efetuar monitoramento cuidadoso em pacientes com problemas no fígado e, em casos graves, pode ser necessário reduzir a dose.
-Pacientes com comprometimento renal: Baseando-se em dados farmacocinéticos não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com problemas no rim.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE

Se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses, não tome outra dose para compensar a dose esquecida. Aguarde até o momento da próxima dose e continue normalmente o tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8.

8. Quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todos os medicamentos, Loncord® pode provocar efeitos indesejáveis, como os seguintes:

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, inchaço, dilatação dos vasos sanguíneos, prisão deventre e mal-estar geral.

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica, reação alérgica com inchaço na língua e na garganta, podendo dificultar a respiração (angioedema) e resultar em complicaçõespotencialmente
fatais, ansiedade, alterações do sono, vertigem, enxaqueca, tontura, tremor, alterações da visão, aceleração ou palpitações das batidas do coração, pressão muito baixa, desmaio, sangramento no nariz, congestão nasal, dor abdominal e gastrintestinal, náusea,
indisposição do estômago, gases intestinais, secura na boca, alterações nos exames de sangue que avaliam a função do fígado, vermelhidão inflamatória da pele, cãibras, dores e alterações nas articulações, urina excessiva, dificuldade ou dor ao urinar, dificuldade na
ereção do pênis, dores inespecíficas e calafrios.

Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): coceira, urticária, aparecimento de lesões ou vermelhidão da pele, sensação anormal como queimação, agulhadas, cócegas ou formigamento,
comprometimento da sensibilidade chegando quase à anestesia, crescimento e inflamações das gengivas.

Reações de frequência desconhecida: agranulocitose (falta ou acentuada redução de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que são subtipos específicos dos glóbulos brancos), leucopenia (diminuição de glóbulos brancos do sangue), reação
alérgica grave, com risco para a vida, em que há dificuldade para respirar (reação anafilática), hiperglicemia (excesso de açúcar – glicose, no sangue), hipoestesia (perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo), sonolência, dor
nos olhos, dor no peito (angina do peito), falta de ar, sintomas de obstrução intestinal (parada da eliminação de gases e fezes, dor abdominal em cólica intensa e vômitos), dificuldade em engolir, úlceras intestinais, vômito, mau funcionamento do esfíncter do
esôfago, pele amarelada devido à presença de bile no sangue, inflamação grave da pele (necrólise epidérmica tóxica), reação alérgica pela luz, manchas roxas na pele, artralgia (sintoma doloroso associado a uma ou mais articulações do corpo) e mialgia (dor
muscular, localizada ou não).

Nos pacientes em diálise, com hipertensão maligna e hipovolemia, pode ocorrer queda significativa da pressão arterial decorrente da vasodilatação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9.

9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Se alguém se intoxicar com uma dose excessiva de nifedipino, poderá apresentar os seguintes sintomas: perturbações da consciência, podendo entrar em coma; redução da pressão arterial; alteração dos batimentos do coração; aumento do açúcar no sangue;
desequilíbrio metabólico; falta de oxigênio no organismo; choque causado pelo mau funcionamento do coração e acúmulo de líquido nos pulmões. O tratamento deverá ser feito no hospital. No caso de superdose, contate seu médico ou o hospital mais próximo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Dizeres legais

Registro: 1.0430.0008

Registrado e Produzido por:

Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica LTDA.

Rua Goiás, nº 1232 – Quintino Bocaiúva – Rio de Janeiro – RJ.

CNPJ.: 42.457.796/0001-56

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 08/12/2025.
www.diffucap.com.br

Código de arte: 15301206

Histórico de alterações de bula

Dados da submissão eletrônica

Data do expediente

02/06/2015

06/11/2015

N◦. do expediente

Assunto

10458 –

0487258/15-4 NOVO - Inclusão

Inicial de Texto de

Bula – RDC 60/12

0970606/15-2 NOVO – Notificação de Alteração de

Texto de Bula – RDC

0304439174 NOVO – Notificação

Dados da petição /notificação que altera a bula

Data do expedient e

N◦. do expedie nte

Assunto

Dados das alterações de bulas

Data de aprovação

Itens de bula

ADEQUAÇÃO DE

TODOS OS ITENS

Á RDC 47

ADEQUAÇÃO

DOS ITENS Á

RDC 47

REPUBLICADA

Versões (VP/VPS)

RETIFICAÇÃO DO

TEXTO DE

CUIDADOS DE

CONSERVAÇÃO

24/04/2021

1573457219

NOVO – Notificação

9. REAÇÕES

ADVERSAS

VPS

19/12/2024

1736917242 NOVO – Notificação

DIZERES LEGAIS

23/02/2017

Apresentaçõe s relacionadas

mg

mg

xx/xx/xx

NOVO – Notificação

VP

4 - O QUE DEVO SABER

ANTES DE USAR ESTE

III-DIZERES LEGAIS
- SUBSTITUIÇÃO DO

LOGO (NOVA

REPRESENTAÇÃO

VISUAL)

VPS

5- ADVERTÊNCIAS E

PRECAUSÕES

III-DIZERES LEGAIS
- SUBSTITUIÇÃO DO

LOGO (NOVA

REPRESENTAÇÃO

VISUAL)

mg

Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 8 de dezembro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.