Bula de Mepivalem 3 % SV — DLA Pharmaceutical LTDA
- Similar
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 17 de dezembro de 2025
- Registro Anvisa 109930008
Esta é a bula do paciente de Mepivalem 3 % SV, como aprovada pela Anvisa e publicada por DLA Pharmaceutical LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
5. Advertências e Precauções
7. Cuidados de Armazenamento do
Medicamento
8. Posologia e Modo de Usar
Dizeres Legais
Alteração do número do Pharmacode de 254 para 452 e inclusão de novo
Pharmacode em atendimento ao artigo nº 215 da RDC n° 658/2022.
Inclusão do Pharmacode, em atendimento ao artigo nº 215 da RDC n° 658/2022, e retirada do excipiente metilparabeno da composição do medicamento.
Atualização da versão do código do material, devido à inclusão de novas dobras na arte.
CONTRA-INDICAÇÕES;
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES;
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS;
REAÇÕES ADVERSAS E
SUPERDOSE
15/01/2021
0195581/21-1
Atualização de acordo com a RDC
47/2009
06/11/2020
3897612/20-9
Atualização de acordo com a RDC
406/2020
Atualização de Dizeres Legais e 0800
2487234/20-2
10457 - SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC
29/07/2020
Inclusão Inicial de Texto de Bula
1. Para que este medicamento é indicado?
MEPIVALEM® 3% SV está indicado para a anestesia local em odontologia, por infiltração ou bloqueio em intervenções odontológicas em geral, como extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos endodônticos em adultos, adolescentes e
crianças com mais de 4 anos de idade (acima de 20 kg de peso corporal).
2.
2. Como este medicamento funciona?
O MEPIVALEM® 3% SV irá provocar a perda da sensibilidade na região em que o cirurgião-dentista irá trabalhar por interromper temporariamente o movimento do impulso nervoso, promovendo a anestesia local.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
Os ALs tipo amida são contraindicados a pacientes que apresentem hipertermia maligna (hiperpirexia). MEPIVALEM® 3% SV também é contraindicado para pacientes que apresentam distúrbios graves da condução atrioventicular não compensados pelo
marca-passo e com epilepsia mal controlada. A hipersensibilidade aos ALs do tipo amida e a quaisquer componentes presentes na composição de MEPIVALEM® 3% SV é uma contraindicação absoluta.
A insuficiência hepática é uma contraindicação relativa à administração de anestésicos locais. Isto inclui pacientes submetidos à diálise renal e aqueles com nefrite túbulo intersticial crônica. Insuficiência hepática e cardiovascular significativas e a tireotoxicose
(hipertireoidismo) são contraindicações relativas ao uso dos AL.
Este medicamento é contraindicado para menores de 4 anos (cerca de 20 kg de peso corporal).
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
A segurança e eficácia do anestésico local está ligada diretamente a dose correta e maneira com que o dentista irá aplicar o medicamento. Recomenda-se informar ao dentista sobre qualquer doença ou tratamento que tenha, listando todos os medicamentos
que está tomando.
As reações alérgicas a anestésicos locais são bastante raras, especialmente as que resultam em morte. O dentista deverá dispor de equipamentos e medicamentos que permitam identificar a reação alérgica e realizar o tratamento da mesma imediatamente. O
paciente deve ter cuidado para não traumatizar os lábios, língua, mucosa da bochecha ou palato mole quando estas estruturas forem anestesiadas. A ingestão de alimentos deve ser adiada até a volta da função e sensibilidade normais.
Uso em crianças: A principal preocupação com pacientes pediátricos é a relativa facilidade de induzir uma superdose. Assim, antes da administração do AL à criança, o dentista deve determinar o peso da criança e calcular a máxima dose. Aconselha-se selecionar
a solução contendo a menor concentração de AL.
Pacientes epilépticos: Os ALs devem ser usados com cuidado em pacientes com epilepsia, devendo-se administrar a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente.
Pacientes com doenças hepáticas: No caso de doença hepática, devem ser tomadas precauções especiais para administrar a dose mais baixa que conduza a uma anestesia eficaz, particularmente após utilizações repetidas.
Pacientes com doenças renais: Em pacientes com doença renal deve ser utilizada a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente. Deve-se também ter cuidado ao utilizar este medicamento em pacientes com acidose, devido ao risco de
agravamento da insuficiência renal ou controle inadequado de diabetes mellitus tipo 1.
Pacientes que recebam tratamento com antiagregante plaquetário/anticoagulantes: Em pacientes que estejam em tratamento com antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes deve ser realizada a monitoração do tempo de protrombina, uma vez que há o
risco aumentado de sangramento grave após a punção acidental do vaso e durante a cirurgia oro-maxilo-facial, o que está mais associado ao procedimento do que ao medicamento.
Pacientes idosos: As doses devem ser reduzidas em pacientes idosos (falta de dados clínicos), devendo-se administrar a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente, visto que pacientes idosos podem apresentar algum comprometimento hepático
e/ou cardiovascular.
Uso durante a gravidez e lactação: Não foram conduzidos estudos clínicos e também não há nenhum relato na literatura de mulheres grávidas que tenham utilizado mepivacaína 30 mg/mL. Os estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais diretos ou
indiretos no que diz respeito à toxicidade reprodutiva. Durante a gravidez, o medicamento só deve ser utilizado após análise cuidadosa da relação benefício-risco. Segundo Haas (2002) os ALs usados em odontologia podem ser administrados às gestantes (o
cloridrato de mepivacaína está na categoria C do FDA). Entretanto, deve-se sempre fazer a aspiração antes da injeção do anestésico a fim de evitar a injeção intravascular.
Não se sabe se o cloridrato de mepivacaína é excretado no leite materno, uma vez que não há estudos clínicos com lactentes que utilizaram mepivacaína 30 mg/mL. Assim, considerando a falta de dados para estes casos, o risco para os recém-nascidos/lactantes
não pode ser excluído.
Desta forma, recomenda-se que as lactentes não amamentem nas 14 horas seguintes à anestesia com o produto.
Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Injeção Intramuscular acidental: A ocorrência de injeção intra-arterial ou intravenosa inadvertida na área da cabeça e pescoço, ou intravenosa na circulação sistêmica, pode estar associada a reações adversas graves, como crise convulsiva seguida por depressão
no SNC ou cardiorrespiratória e coma, a qual pode evoluir, em última instância, para parada respiratória devido à elevação súbita de mepivacaína na circulação sistêmica. Desta forma, para garantir que a agulha não penetre em um vaso sanguíneo durante a
injeção, a aspiração deve ser realizada antes da injeção do AL ou após a mudança do local da injeção. No entanto, a ausência de sangue na seringa não garante que a injeção intravascular tenha sido evitada.
Risco associado com a injeção intraneural: A ocorrência desta pode levar o medicamento a se mover de maneira retrógrada ao longo do nervo. A fim de se evitar a injeção intraneural e prevenir lesões nervosas durante bloqueio de nervos, a agulha deve ser
sempre retirada lentamente caso o paciente sinta uma sensação de choque elétrico durante a injeção, ou se esta for particularmente dolorosa. Caso ocorra lesão no nervo pela agulha, o efeito neurotóxico pode ser agravado pela potencial neurotoxicidade química
da mepivacaína, que pode prejudicar o suprimento sanguíneo perineural e impedir o escoamento local do fármaco.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está utilizando algum medicamento.
Interações do anestésico (mepivacaína) com medicamentos:
Medicamentos
Outros anestésicos locais
Efeito
A mepivacaína deve ser usada com cautela em pacientes tratados concomitantemente com outros ALs, pois os efeitos tóxicos são aditivos, havendo risco de superdose.
Sedativos e depressores do SNC
Doses reduzidas deste produto devem ser usadas devido aos efeitos aditivos. pois em geral, os depressores do SNC como narcóticos, opióides, ansiolíticos, fenotiazínicos, barbitúricos e anti-histamínicos, quando empregados em conjunto com AL,
levam à potencialização das ações cardiorespiratórias. Além disso, o uso conjunto de AL e medicamentos que compartilham uma via metabólica comum pode produzir reações adversas. Os fármacos que induzem a produção de enzimas microssomais
hepáticas, como os barbitúricos, podem alterar a velocidade de metabolização dos ALs com ligação amida. Assim, o aumento da indução das enzimas microssomais hepáticas, aumentará a velocidade de metabolismo do AL.
Bloqueadores beta-adrenérgicos (propranolol, nadolol)
não
seletivos
A depuração da mepivacaína pode ser reduzida quando associada a bloqueadores beta-adrenérgicos não seletivos, podendo resultar em maiores concentrações séricas do anestésico. Assim, deve-se ter cuidado ao administrá-lo em
pacientes que façam uso destes medicamentos.
Inibidores de CYP1A2
A mepivacaína é metabolizada principalmente pela enzima
CYP1A2. Os inibidores deste citocromo (como ciprofloxacina, fluvoxamina, verapamil)
podem diminuir sua biotransformação, aumentando o risco de efeitos adversos por contribuir para a manutenção de níveis sanguíneos do fármaco por tempo mais prolongado, podendo produzir efeitos tóxicos.
Níveis séricos aumentados de anestésicos de amida também foram relatados após a administração concomitante de cimetidina, o que provavelmente se deve ao efeito inibitório da cimetidina no CYP1A2. Aconselha-se cuidado ao associar a
mepivacaína a esses medicamentos, pois a vertigem pode durar mais tempo.
Interações com exames
A injeção intramuscular de cloridrato de mepivacaína pode resultar em um aumento nos níveis da creatina fosfoquinase. Dessa forma, a determinação dessa enzima como diagnóstico da presença de infarto agudo do miocárdio, sem a separação da isoenzima,
pode comprometer o resultado deste exame.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C).
O prazo de validade do MEPIVALEM® 3% SV é de 36 meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O MEPIVALEM® 3% SV apresenta-se como líquido límpido e incolor. A qualquer sinal de alteração de cor do conteúdo do carpule, suspender o uso.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja dentro do prazo de validade e você observe alguma mudança em sua aparência, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Manter nesta embalagem até o final do uso.
Manter na embalagem original para proteger da luz.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
A dose de MEPIVALEM® 3% SV depende da condição física do paciente, da área da cavidade oral que será anestesiada, da vascularização dos tecidos orais e da técnica anestésica a ser utilizada.
O menor volume de solução que resulte em anestesia eficaz deve ser administrado e deve haver tempo entre as injeções para observar se o paciente manifesta alguma reação adversa.
A dose máxima é de 4,4 mg/kg, sem ultrapassar 300 mg (equivalente a 5 carpules para adultos saudáveis normais); a dose deve ser reduzida em pacientes clinicamente comprometidos (com doença renal ou hepática, por exemplo), debilitados ou idosos.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Já que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente ambulatorial, não deverá ocorrer esquecimento de seu uso.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Reações adversas após a administração de cloridrato de mepivacaína são similares em natureza às reações observadas com os outros anestésicos locais do tipo amida. Essas reações são, geralmente, dose-dependentes e podem ser resultado de uma concentração
plasmática elevada. As reações adversas após altas concentrações sistêmicas causadas por superdose, absorção rápida ou injeção intravascular não intencional podem ser graves, e também poder ser resultantes de hipersensibilidade, idiossincrasia ou menor
tolerância por parte do paciente. As reações adversas graves são geralmente sistêmicas. O perfil de segurança foi semelhante em crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos, em comparação aos adultos.
As reações adversas reportadas provêm de notificações espontâneas, estudos clínicos e dados da literatura. Por convenção, a frequência dos sinais iniciais de toxicidade do SNC ou cardiovascular é considerada rara.
A classificação das frequências segue os parâmetros: muito comum (≥ 1/10), comum (≥1/100 a <1/10), incomum (≥1/1.000 a
<1/100), rara (≥1/10.000 a <1/1.000), muito rara (<10.000) e desconhecida (não pôde ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Classe de órgãos do sistema MedDRA
Infecções e infestações
Doenças do sistema imunológico
Frequência
Reação Adversa
Gengivite
Hipersensibilidade1
Distúrbios psiquiátricos
Distúrbios do sistema nervoso
Comum
Distúrbios dos olhos
Distúrbios do ouvido e labirinto
Distúrbios cardíacos
Distúrbios vasculares
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Distúrbios gastrintestinais
Distúrbios da subcutâneo
pele
do
tecido
Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento
Muito rara
Humor eufórico, nervosismo, ansiedade, agitação e inquietação
Dor de cabeça
Neuropatia2: neuralgia (dor neuropática)2, parestesias2, 3 e hipoestesia;
síndrome de Horner, vertigem (tontura), tremor, depressão profunda do
SNC4
Deficiência visual, visão turva, distúrbio de acomodação
Ptose palpebral, enoftalmia, exoftalmia, diplopia (paralisia dos músculos oculomotores), amaurose (cegueira), midríase, miose
Zumbido e hiperacusia
Parada cardíaca5; bradiarritmia e bradicardia; taquiarritmia (incluindo extrassístoles ventriculares e fibrilação ventricular)5; angina pectoris6;
distúrbios de condução (bloqueio atrioventricular); taquicardia
Depressão miocárdica5 (em pacientes com doença cardíaca subjacente ou em uso de determinados medicamentos)
Hipotensão (com possível colapso circulatório)
Hipertensão
Vasodilatação; hiperemia local ou regional
Depressão respiratória7
Hipóxia (incluindo cerebral)8, hipercapnia8
Náuseas e vômitos; esfoliação gengival ou da mucosa oral (descamação); inchaço do lábio, gengiva e língua9
Estomatite, glossite
Eritema, edema facial, hiperidrose (suor ou transpiração)
Espasmos musculares
Trismo
Edema local, edema no local da injeção, calafrios (tremores)
Reação ou dor no local de injeção; dor no peito; fadiga, astenia (fraqueza); sensação anormal de calor ou de frio
Lesão no nervo
Descrição das reações adversas selecionadas
Hipersensibilidade: pode ocorrer com o aparecimento de vários sinais característicos, como erupção cutânea (rash), urticária, prurido, broncoespasmo ou asma, respiração ofegante, reações anafiláticas ou anafilactoides e angioedema. Este último inclui edema
de face, língua, lábio, garganta, laringe e edema periorbital. O edema laringofaríngeo pode ocorrer caracteristicamente com rouquidão ou disfagia. O broncoespasmo (broncoconstrição) pode se manifestar de forma característica, com dispnéia. Reações
anafiláticas ou anafilactóides foram descritas com uma frequência muito rara.
Na região orofacial.
Parestesias: Anestesia prolongada ou parestesia da língua e lábios sabidamente são riscos dos procedimentos cirúrgicos como extrações, embora elas possam ocorrer após procedimentos não-cirúrgicos. Muitas dessas reações são transitórias e desaparecem
dentro de 8 semanas, embora algumas reações possam ser permanentes. A parestesia inclui sensações anormais como disestesia, sensação de queimação, dormência, disgeusia (gosto metálico, alteração do paladar), ageusia, prurido, sensação de picada na pele,
formigamento sem causa física aparente. A parestesia persistente, principalmente após bloqueios nervosos na mandíbula, é caracterizada por recuperação lenta, incompleta ou falta de recuperação. Casos muito raros de lesão nervosa prolongada ou
irreversível e perda gustativa foram relatados após analgesia por bloqueio mandibular.
Depressão do SNC: pode ser caracterizada por vários sintomas, como: perda de consciência, coma, convulsão (incluindo crise tônico- clônica), pré-síncope, síncope, estado confusional, desorientação, vertigem, distúrbio da fala (por exemplo, disartria,
logorréia), desequilíbrio, sonolência, nistagmo e bocejo.
Ocorre principalmente em pacientes com doença cardíaca subjacente ou que estejam utilizando determinados medicamentos.
Em pacientes com predisposição ou fatores de risco para doença isquêmica do coração.
Depressão respiratória: pode ocorrer pela manifestação de diferentes sintomas, como apneia (parada respiratória), hipoventilação, hiperventilação, taquipneia, bradipneia. A hipóxia e a hipercapnia podem ocorrer de forma secundária à depressão respiratória ou a
convulsões e esforço muscular sustentado.
A hipóxia e a hipercapnia são secundárias à depressão respiratória e / ou convulsões e esforço muscular sustentado.
Isto ocorre por mordedura acidental enquanto a anestesia persiste.
Reações psicogênicas: Eventos desencadeados por ansiedade estão entre as reações adversas mais comuns associadas aos ALs.
Podem ser manifestadas por vários sintomas como síncope, hiperventilação, náusea, vômitos, alterações nos batimentos cardíacos e pressão sanguínea.
Reações alérgicas: São caracterizadas por lesões cutâneas, urticária, edema ou reações anafiláticas.
Depressão miocárdica: os ALs produzem uma depressão do miocárdio relacionada com o nível plasmático do AL (superdose). A ação do AL reduz a excitabilidade elétrica do miocárdio, a velocidade de condução e a força de contração.
Distúrbios vasculares: os ALs produzem vasodilatação periférica, através do relaxamento do músculo liso das paredes dos vasos sanguíneos, resultando em leve grau de hipotensão, aumento do fluxo sanguíneo de entrada e saída no local de administração do
AL, com consequente aumento da velocidade de absorção do AL e diminuição da duração da ação do AL, aumento do sangramento na área de tratamento, aumento dos níveis sanguíneos do AL e aumento da possibilidade de superdose. A depressão do miocárdio
associada à vasodilatação periférica resulta em hipotensão.
População pediátrica
O perfil de segurança foi semelhante em crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos, em comparação com os adultos.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Este medicamento é administrado por um cirurgião-dentista treinado e de forma restrita a seu consultório, que é um ambiente ambulatorial, portanto não se espera que o paciente receba uma dose maior que a indicada. Caso isso ocorra, o próprio cirurgiãodentista irá detectar e dar os primeiros socorros. Caso, de alguma outra forma, o paciente dar os primeiros socorros. Caso, de alguma
outra forma, o paciente entre em contato indevido com a medicação, fora do consultório, ele deverá ser encaminhado o mais rápido possível para um pronto-socorro.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
EXCLUSIVAMENTE PARA USO PROFISSIONAL
Registro: 1.0993.0008
Farm. Resp.: Dra. Elizangela Cristina Ruiz Amorin
CRF-SP n° 54.393
Registrado e produzido por:
DLA Pharmaceutical Ltda.
Rua Igarapava, 436, Jardim Alpino
15810-255 - Catanduva – SP
CNPJ: 45.841.137/0001-07
Indústria Brasileira
SAC: 0800 047 1020
+55 47 33956115 www.dlapharma.com
BU-039-06
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 29/01/2024.
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica
Data do
No.
Assunto
Dados da petição/notificação que altera bula
Data do
N° do
0334716/25-0
17/05/2024
0662807/24-3
16/09/2022
470322/22-4
0653380/22-4
17/12/2025
12/03/2025
22/02/2022
Pendente
Assunto
Data de aprovação
Dados das alterações de bulas
Itens de bula
VP:
Identificação do medicamento
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
Dizeres Legais
Versões (VP/VPS)
Apresentações relacionadas23
VPS
VPS:
I – Identificação do medicamento
5. Advertências e Precauções
7. Cuidados de Armazenamento do
Medicamento
8. Posologia e Modo de Usar
Dizeres Legais
Alteração do número do Pharmacode de 254 para 452 e inclusão de novo
Pharmacode em atendimento ao artigo nº 215 da RDC n° 658/2022.
Inclusão do Pharmacode, em atendimento ao artigo nº 215 da RDC n° 658/2022, e retirada do excipiente metilparabeno da composição do medicamento.
Atualização da versão do código do material, devido à inclusão de novas dobras na arte.
CONTRA-INDICAÇÕES;
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES;
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS;
REAÇÕES ADVERSAS E
SUPERDOSE
15/01/2021
0195581/21-1
Atualização de acordo com a RDC
47/2009
06/11/2020
3897612/20-9
Atualização de acordo com a RDC
406/2020
Atualização de Dizeres Legais e 0800
2487234/20-2
10457 - SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC
29/07/2020
Inclusão Inicial de Texto de Bula
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 17 de dezembro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.