Bula de Neuri - B6 — Cazi Quimica Farmaceutica Industria e Comercio LTDA
- Específico
- Versão de 12 de dezembro de 2025
- Registro Anvisa 107150060
Esta é a bula do paciente de Neuri - B6, como aprovada pela Anvisa e publicada por Cazi Quimica Farmaceutica Industria e Comercio LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Identificação do medicamento
NEURI-B6 cloridrato de piridoxina (vitamina B6)
APRESENTAÇÃO
Comprimidos Revestidos – Caixa com 20, 200 e 500 comprimidos revestidos
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
cloridrato de pirodoxina (Vit.B6 – equivalente a 32,91 mg de piridoxina) ......... 40 mg
Expediente q.s.p ......... 1 comp. revestido
Excipientes: manitol, amido, povidona, álcool etílico 96ºGL, talco, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, álcool isopropílico e cloreto de metileno.
2. Como este medicamento funciona?
NEURI-B6 contém cloridrato de piridoxina (vitamina B6), que é essencial na nutrição humana.
Esta vitamina está envolvida em várias reações que ocorrem no organismo e que são fundamentais para manutenção da saúde.
A piridoxina (vitamina B6) está presente em diversos alimentos, porém em algumas situações pode ocorrer deficiência desta vitamina, sendo necessária a sua reposição conforme orientação médica.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
NEURI-B6 é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade à cloridrato de piridoxina (vitamina B6) ou a outros componentes da fórmula.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico se está amamentando.
O aparecimento de reações desagradáveis deve ser comunicado ao médico.
Informe ao médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Precauções e advertências
Não usar as vitaminas como substituo de uma dieta equilibrada.
Doses altas 2 a 6 gramas/dia durante vários meses podem causar neuropatias sensoriais graves, com perda de sensibilidade das mãos e pés e dificuldade para caminhar. Este quadro parece ser reversível com a
interrupção do tratamento, embora tenha sido observado algum efeito residual.
Pode também ocorrer a diminuição do leite materno, com a administração do medicamento.
As vitaminas hidrossolúveis raras vezes produzem toxicidade em pessoas com função renal normal quando ingeridas em doses normais diárias recomendadas.
Doses de 200 mg por dia por mais de 30 dias, conforme relatos pode produzir síndrome de dependência à piridoxina.
Mulheres que tomam anticoncepcionais orais podem apresentar uma necessidade maior de vitamina B6.
Gravidez
Não foram reportados problemas em humanos tratados com as doses diárias recomendadas de piridoxina.
Porém altas doses podem resultar em síndrome de dependência no recém-nascido.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao médico se está amamentando.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Pacientes idosos
Problemas em pacientes idosos não foram relatados com a ingestão das doses diárias recomendadas.
Interações medicamentosas:
Medicamentos que contenham cicloserina, cloranfenicol, altetramina, ciclofosfamida, clormbucila, etionamida, hidralazina, imunossupressores, isoniazida e penicilamina, podem causar deficiência de vitamina
B6, com consequente anemia ou neurite periférica.
As necessidades de piridoxina podem aumentar em pacientes que recebem estes medicamentos.
O uso de anticoncepcionais orais pode aumentar a necessidade de piridoxina no organismo.
Não é recomendado o uso de levodopa simultâneo com piridoxina, uma vez que os efeitos antiparkinsonianos da levodopa são reduzidos, diminuindo a eficácia na tratamento da doença de Parkinson.
Interação com alimentos
Não existem relatos de interações de piridoxina (vitamina B6) com alimentos.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Este medicamento deve ser armazenado em sua embalagem original em temperatura ambiente (entre 15ºC a
30ºC). Proteger da luz e umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade à partir da data de fabricação indicado na embalagem.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas do produto:
Comprimido revestido circular, biconvexo, uniforme, de coloração branca, isento de partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
Posologia
A critério médico, embora a dose média usual preconizada seja de 40 mg 3 a 5 vezes ao dia.
Cuidados de administração
Administrar os comprimidos com meio copo de água, sem mastigá-los.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgiãodentista.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
Reações adversas
As vitaminas hidrossolúveis raras vezes produzem toxicidade em pessoas com função renal normal quando ingeridos em doses normais diárias recomendadas.
São raros os efeitos adversos devido ao uso de piridoxina, porém queixas de acidez estomacal, indigestão e náuseas foram descritas com doses de 150 a 200 mg/dia.
Doses de 200 mg por dia por mais de 30 dias podem produzir síndrome de dependência à cloridrato de piridoxina (vitamina B6).
Altas doses (2 a 6 gramas por dia tomadas durante vários meses podem causar neuropatias sensoriais graves.
Este quadro parece ser reversível com a interrupção do tratamento, embora tenha sido observado algum efeito residual.
Pode também ocorrer a diminuição do leite materno, com a administração do medicamento.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Em caso de ingestão acidental, procure orientação médica. Piridoxina (vitamina B6) é segura quando usada dentro das doses recomendadas.
Em caso de superdosagem pode ocorrer anemia, alterações sensoriais, movimentos sem coordenação, dor de cabeça.
Tratamento
Caso ocorram estas reações e seja caracterizada a superdosagem, as seguintes medidas de desintoxicação podem ser consideradas:
- diluição em fluídos (água, solução salina);
- lavagem gástrica;
- uso de carvão ativado;
- indução de vômito.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro – 1.0715.0060
Farm. Resp.: Ana Cláudia D. Braghetto – CRF-SP nº 18.952
Registrado e produzido por:
CAZI QUÍMICA FARMACÊUTICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rua Miguel Giudicissi, 134 – Jandira – São Paulo
CNPJ: 44.010.437/0001-81 – Indústria Brasileira
SAC 0800-7706632
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de um profissional de saúde.
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 28/03/2011.
Anexo B
Histórico de Alteração da bula
Dados da submissão eletrônica
Número do
Assunto
Data do
12/07/2010
21/05/2013
19/01/2017
589694/10-1
0403702/13-2
0099517/17-7
10273 – de Bula (que não possui bula padrão)
- Adequação à RDC
47/2009
10461 –
Inclusão Inicial de
Texto de Bula RDC 60/12
de Bula – RDC
Data do
12/07/2010
Dados da petição/notificação que altera bula
N.º do
Data de
Assunto aprovação
589694/10-1
10273 – de Bula (que não possui bula padrão)
- Adequação à RDC
47/2009
Dados das alterações de bula
Versões
Apresentações
Itens de Bula (VP/VPS)
relacionadas
1ª submissão
21/05/2013
0403702/13-2
10457 – SIMILAR
– Inclusão Inicial de
Texto de Bula RDC 60/12
1ª submissão
19/01/2017
0099517/17-7
de Bula – RDC
III – Dizeres legais (alteração do Responsável Técnico)
23/11/2020
12/12/2025
4131269/20-4
de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
de Bula - publicação no Bulário RDC
23/11/2020
12/12/2025
4131269/20-4
de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
de Bula - publicação no Bulário RDC
9. Reações Adversas (inclusão de frase em adequação a RDC nº
406/2020 e Nota técnica nº
60/2020)
I – Identificação do medicamento
4 – O que devo saber antes de usar este medicamento?
5 – Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
III - Dizeres legais
VPS
VP
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 12 de dezembro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.