Bula e Preço

Bula de Pantoprazol Sódico — Blau Farmacêutica S.A.

Esta é a bula do paciente de Pantoprazol Sódico, como aprovada pela Anvisa e publicada por Blau Farmacêutica S.A. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 38,09

Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.

Identificação do medicamento

PANTOPRAZOL SÓDICO

SESQUI-HIDRATADO

Pó para solução injetável

40 mg

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09

pantoprazol sódico sesqui-hidratado

Medicamento Genérico, Lei n° 9.787, de 1999.

APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável. Embalagem contendo 20 frascos-ampola com 40 mg de pantoprazol acompanhados de diluente.

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém 45,10 mg de pantoprazol sódico sesqui-hidratado equivalente a 40 mg de

Excipiente: manitol.

Cada ampola de diluente contém 10 mL de Solução de cloreto de sódio 0,9%.

I) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1.

Esta bula não segue o formato de perguntas da RDC 47/2009 (ou traz várias apresentações no mesmo documento), então é exibida na íntegra, como publicada.

PANTOPRAZOL SÓDICO

SESQUI-HIDRATADO

Pó para solução injetável

40 mg

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09

pantoprazol sódico sesqui-hidratado

Medicamento Genérico, Lei n° 9.787, de 1999.

APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável. Embalagem contendo 20 frascos-ampola com 40 mg de pantoprazol acompanhados de diluente.

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém 45,10 mg de pantoprazol sódico sesqui-hidratado equivalente a 40 mg de

Excipiente: manitol.

Cada ampola de diluente contém 10 mL de Solução de cloreto de sódio 0,9%.

I) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é indicado para o tratamento da úlcera péptica gástrica ou duodenal (úlcera causada pelo ácido do estômago em contato com o revestimento do estômago ou do início do intestino) e das esofagites por
refluxo moderadas ou graves (doença causada pela volta do conteúdo do estômago para o esôfago) e para o tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e de outras doenças causadoras de produção exagerada de ácido
pelo estômago quando a via oral não for recomendada, a critério médico.

Pantoprazol também é indicado no tratamento de hemorragia digestiva alta (em complemento à terapia endoscópica), na prevenção do ressangramento e na profilaxia de sangramento agudo por úlcera de estresse.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Pantoprazol é um inibidor da bomba de prótons (IBP), isto é, inibe uma estrutura localizada dentro de células específicas do estômago (células parietais) responsáveis pela produção de ácido clorídrico. Sua substância
ativa só age (é ativada) no interior das células parietais do estômago, local onde a acidez é intensa, mantendose praticamente inativa em outros meios que não sejam muito ácidos. Pantoprazol atua na etapa final da
secreção ácida, sem depender de estímulo. Por meio de um mecanismo de autoinibição à medida que a secreção ácida é inibida, o seu efeito diminui qualquer que seja a via de administração, oral ou intravenosa. O
início de sua ação se dá logo após a aplicação da primeira dose. Após 25 horas, a inibição de 52% da secreção ácida, estimulada pelo alimento, ainda ocorre, perdurando até 48 horas. O completo retorno da secreção ácida
dá-se apenas 96 horas após a suspensão da administração do fármaco.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol não deve ser usado por indivíduos que apresentem alergia (hipersensibilidade) conhecida ao pantoprazol ou aos demais componentes da fórmula ou a benzimidazois substituídos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol pó para solução injetável deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa.

Indica-se a administração de pantoprazol por via intravenosa a critério médico, quando a via oral não for recomendada.

Pantoprazol 40 mg não é indicado para distúrbios gastrintestinais leves, como por exemplo na dispepsia nãoulcerosa.

Malignidade gástrica: a resposta sintomática ao pantoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica.

Na presença de qualquer sintoma de alarme, como perda de peso significativa não intencional, vômitos recorrentes, dificuldade para engolir, vômitos com sangue, anemia ou fezes sanguinolentas e quando houver
suspeita ou presença de úlcera gástrica, deve-se excluir a possibilidade de malignidade (câncer).

Informe seu médico, já que o tratamento com pantoprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico.

Insuficiência hepática: em pacientes com disfunção hepática grave (insuficiência hepática), a dose diária deve ser reduzida para 20 mg e as enzimas hepáticas devem ser regularmente monitoradas durante o
tratamento com pantoprazol, particularmente no uso em longo prazo. Se houver aumento dos valores enzimáticos, o tratamento deve ser descontinuado.

Influência na absorção de vitamina B12: o tratamento diário com qualquer medicação ácido-supressora, por períodos prolongados (vários anos), pode levar à má absorção da vitamina B12. A deficiência dessa vitamina
deve ser considerada em pacientes com a Síndrome de Zollinger-Ellison e outras patologias hipersecretórias que necessitam de tratamento a longo prazo, em pacientes com reservas corporais reduzidas ou fatores de
risco para absorção reduzida de vitamina B12 (como os idosos), em tratamento de longo prazo ou se sintomas clínicos relevantes são observados.

Clostridium difficile: o tratamento com IBP pode estar associado a um risco aumentado de infecção por

Clostridium difficile.

Como todos os inibidores de bomba de prótons, o pantoprazol pode aumentar a contagem de bactérias normalmente presentes no trato gastrointestinal superior. O tratamento com pantoprazol pode levar a um leve
aumento do risco de infecções gastrointestinais causadas por bactérias como Salmonella, Campylobacter e C.
difficile.

Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue): A hipomagnesemia tem sido raramente relatada em pacientes tratados com IBP por, pelo menos, três meses (na maioria dos casos, após um ano de terapia).

Consequências graves da hipomagnesemia incluem tétano, arritmia (falta de regularidade nos batimentos do coração) e convulsão. A hipomagnesemia pode levar à hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue) e à
hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue) (vide item “8. QUAIS OS MALES ESTE

MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”)

Fratura óssea: O tratamento com os inibidores de bomba de próton pode estar associado a um risco aumentado de fraturas relacionadas à osteoporose do quadril, punho ou coluna vertebral. O risco de fratura foi
maior nos pacientes que receberam altas doses, definidas como doses múltiplas diárias, e terapia a longo prazo com IBP (um ano ou mais).

Reações Cutâneas Grave: Reações na pele (cutâneas) graves, incluindo eritema (vermelhidão) multiforme,

Stevens-Johnson (SSJ), necrólise epidérmica tóxica (NET) (formas graves de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas
sistêmicos (reação de hipersensibiliodade) e pustulose exantemática generalizada aguda (erupções com pus na pele) foram relatados em associação com o uso de Inibidor de Bomba de Prótons (IBPs). Procure seu médico
aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas graves na pele para que ele avalie a necessidade de descontinuação do tratamento.

Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo (LECSA): Os medicamentos inibidores da bomba de prótons, como pantoprazol, estão associados, em casos raros, com a ocorrência de lúpus eritematoso cutâneo subagudo. Se
ocorrerem lesões, especialmente nas áreas da pele expostas ao sol, e se acompanhadas de artralgia (dor nas juntas), o paciente deve procurar ajuda médica prontamente e o profissional de saúde deve considerar
interromper o produto.

Uso na gravidez e amamentação: Pantoprazol não deve ser administrado a gestantes e lactantes, a menos que absolutamente necessário, uma vez que a experiência clínica sobre seu uso em mulheres nessas condições
é limitada. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. O risco potencial em humanos é desconhecido. Estudos em animais mostraram a excreção do pantoprazol no leite materno. A excreção de pantoprazol no leite materno tem sido reportada. Portanto, a decisão sobre continuar / descontinuar a
amamentação ou continuar / interromper o tratamento com pantoprazol deve ser tomada tendo-se em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício do tratamento com pantoprazol às mulheres.

Portanto, pantoprazol só deve ser utilizado quando o benefício para a mãe for considerado maior que o risco potencial ao feto ou à criança.

Categoria de risco na gravidez: B

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Pacientes pediátricos: A experiência clínica em crianças é limitada e, portanto, o uso do produto não é recomendado para menores de 18 anos de idade.

Pacientes idosos: A dose diária de 40 mg de pantoprazol não deve ser excedida em pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal: A dose diária de 40 mg de pantoprazol não deve ser excedida.

Pacientes com insuficiência hepática: em pacientes com insuficiência hepática grave, os níveis de enzimas hepáticas devem ser monitorados regularmente durante a terapia com pantoprazol, particularmente no uso em
longo prazo. Caso ocorra uma elevação desses níveis, o tratamento com pantoprazol deve ser descontinuado.

Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.

Dirigir e operar máquinas: não se espera que pantoprazol afete adversamente a habilidade de dirigir e operar máquinas. Reações adversas, como tontura e distúrbios visuais, podem ocorrer. Se afetado, o paciente não
deve dirigir nem operar máquinas.

Uso com outras substâncias: pantoprazol pode alterar a absorção de medicamentos que necessitam da acidez no estômago para a sua absorção adequada, como o cetoconazol. Isso se aplica também a medicamentos
ingeridos pouco tempo antes de pantoprazol. Não há interação medicamentosa clinicamente importante de pantoprazol com as seguintes substâncias testadas: carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenaco, digoxina,
etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, teofilina, piroxicam e contraceptivos orais contendo levonorgestrel e etinilestradiol. Uma interação de pantoprazol com outros medicamentos ou
compostos, os quais são metabolizados pelo mesmo sistema de enzima, não pode ser excluída. A administração de Pantoprazol junto com os antibióticos claritromicina, metronidazol e amoxicilina não revelou nenhuma interação clinicamente significante.

Não há restrições específicas quanto à ingestão de antiácidos junto com pantoprazol.

A administração concomitante do pantoprazol e clopidogrel não teve efeito clinicamente importante na exposição ao metabólito ativo do clopidogrel ou inibição plaquetária induzida pelo clopidogrel.

Em pacientes que estão sendo tratados com anticoagulantes cumarínicos, é recomendada a monitorização do tempo de protrombina / INR após o início, término ou durante o uso irregular de pantoprazol. O uso de
pantoprazol juntamente com metotrexato (principalmente em doses altas) pode elevar o efeito do metotrexato e/ou seus metabólitos, levando possivelmente à toxicidade do metotrexato.

A coadministração de pantoprazol não é recomendada com inibidores da protease do HIV para os quais a absorção depende da acidez estomacal, tais como o atazanavir, nelfinavir, devido a uma redução significativa
na sua biodisponibilidade.

Interferência em testes de laboratório: Em alguns poucos casos isolados, detectaram-se alterações no tempo de coagulação com o uso do produto. Portanto, em pacientes tratados com anticoagulantes cumarínicos
(varfarina, femprocumona), recomenda-se monitoração do tempo de coagulação após o início e o final ou durante o tratamento com pantoprazol. Níveis aumentados de cromogranina A podem interferir com as investigações de tumores neuroendócrinos. Para evitar essa interferência, o tratamento com inibidores da
bomba de prótons deve ser interrompido 14 dias antes do doseamento de cromogranina A.

Efeitos de outros medicamentos em pantoprazol

Fármacos que inibem ou induzem a enzima CYP2C19: Os medicamentos inibidores da enzima CYP2C19, tais como a fluvoxamina, provavelmente aumentam a exposição sistêmica (concentração na circulação sanguínea)
do pantoprazol. Os medicamentos indutores da enzima CYP2C19 podem diminuir a exposição sistêmica a

Este medicamento contém 2,29 mg de sódio/frasco-ampola. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio)
ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

O diluente contém 3,54 mg de sódio/mL. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C).

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Pantoprazol pó para solução injetável é um pó cristalino branco a quase branco, higroscópico. A solução reconstituída é límpida, incolor a levemente amarelada.

Cuidados de conservação após reconstituição: A solução reconstituída, límpida e incolor a levemente amarelada, deve ser utilizada dentro de, no máximo, 12 horas. Do ponto de vista microbiológico, o produto
deve ser usado imediatamente. Se não for usado imediatamente, o tempo e as condições de armazenamento antes do uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não deveriam ser de mais de 12 horas a
temperaturas abaixo de 30ºC. A administração deve ser feita exclusivamente por via intravenosa.

Qualquer produto restante no frasco-ampola ou que tenha aparência alterada (como, por exemplo, turvação ou precipitação) deve ser descartado. O conteúdo do frasco é de dose única.

Após diluição com solução de cloreto de sódio 0,9% ou glicose o produto é estável por até 12 horas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol pó para solução injetável deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa.

Este medicamento deve ser aplicado com o uso de agulha e materiais estéreis adequados, por profissionais de saúde qualificados. A escolha do dispositivo deve considerar o tipo de acesso, as condições clínicas do paciente e os protocolos assistenciais.

Modo de preparar: Injetando-se o conteúdo da ampola de diluente (10 mL) no frasco-ampola que contém o pó, obtém-se rapidamente a solução injetável pronta para a aplicação intravenosa.

Com a finalidade de evitar o aparecimento de partículas de borracha após a inserção de agulha no frasco-ampola, proceder da seguinte forma:

1. Encaixar uma agulha de injeção de, no máximo, 0,8 mm de calibre;

2. Encher a seringa com o diluente apropriado;

3. Segurar a seringa verticalmente à borracha;

4. Perfurar a tampa dentro da área marcada, deixando o frasco-ampola firmemente na posição vertical;

5. É recomendado não perfurar mais de 4 vezes a área demarcada (ISO 7864).

Veja abaixo o procedimento:

Pode-se administrar a solução sob a forma de bolus (no mínimo, por 2 minutos) ou sob a forma de infusão, após a diluição da solução reconstituída em 100 mL de solução fisiológica ou 100 mL de solução de glicose a

5% ou a 10%. Neste caso, recomenda-se um tempo de administração de 15 minutos.

Descartar o produto, caso ele se apresente precipitado ou turvo.

Pantoprazol não deve ser diluído com outros tipos de diluente ou misturado a nenhum outro medicamento injetável.

Tão logo se torne recomendável o tratamento por via oral, pantoprazol IV deve ser descontinuado e substituído pelo tratamento com pantoprazol comprimidos, levando-se em consideração a equivalência terapêutica entre a forma injetável de 40 mg e os comprimidos revestidos de liberação retardada de 40 mg.

Posologia:

No tratamento da úlcera péptica gástrica ou duodenal e das esofagites por refluxo moderada ou grave, salvo critério médico diferente, recomenda-se a administração de um frasco-ampola (40 mg) de pantoprazol
ao dia.

No tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e outras condições patológicas hipersecretórias, os pacientes devem iniciar o tratamento com dose diária de 80 mg. Em seguida, a dose pode ser alterada para
uma dose maior ou menor, conforme necessário, adotando-se medidas de secreção de ácido gástrico como parâmetro. Doses diárias acima de 80 mg devem ser divididas e administradas duas vezes ao dia. Aumentos
temporários da dose diária para valores acima de 160 mg de pantoprazol são possíveis, mas não devem ser administrados por períodos que se prolonguem além do necessário para controlar devidamente a secreção
ácida. A duração do tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e outras condições patológicas hipersecretórias não é limitada e deve ser adaptada à necessidade clínica.

No tratamento da hemorragia digestiva alta (em complemento à terapia endoscópica) e na prevenção do ressangramento, recomenda-se a administração de 80 mg de pantoprazol em bolus, seguidos da infusão de 8
mg/h de pantoprazol durante 72 horas.

Na profilaxia de sangramento agudo por úlcera de estresse, recomenda-se esquema posológico de 40 mg a

80 mg de pantoprazol uma a duas vezes ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso uma dose não tenha sido administrada, deve-se administrá-la tão logo possível. A dose seguinte deve obedecer ao esquema posológico recomendado, respeitando o intervalo entre as doses.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Este medicamento pode causar as seguintes reações adversas:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): tromboflebite no local da injeção.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sono, dor de cabeça, boca seca, diarreia, náusea/vômito, inchaço e distensão abdominal, dor e desconforto
abdominal, prisão de ventre, aumento nos níveis de enzimas do fígado, tontura, reações alérgicas como coceira e reações de pele (exantema, rash e erupções), fraqueza, cansaço e mal estar.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações das células do sangue (agranulocitose), hipersensibilidade (incluindo reações e choque anafilático), aumento no
nível de gordura no sangue, alterações de peso, depressão, distúrbios de paladar, distúrbios visuais (visão turva), aumento nos níveis de bilirrubina, urticária, inchaço na pele ou mucosas, dor nas articulações, dor
muscular, crescimento de mamas em homens, elevação da temperatura corporal, inchaço periférico.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações nas células do sangue (leucopenia, trombocitopenia, pancitopenia), desorientação.

Reações de frequência desconhecida: distúrbios do ouvido e do labirinto: zumbido e surdez, diminuição nos níveis de sódio/magnésio, alucinação, confusão, danos às células do fígado, coloração amarelada na pele e/ou
olhos (icterícia), insuficiência do fígado, inflamação renal, nefrite tubulointerstical (lesão nos rins, com possíveis progressão para insuficiência dos rins), síndrome de Stevens Johnson, eritema (vermelhidão)
multiforme e necrólise tóxica epidérmica (formas graves de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (reação
de hipersensibilidade), pustulose exantemática generalizada aguda (erupções com pus na pele), sensibilidade à luz, fraturas no quadril, punho ou coluna, hipocalcemia* (baixos níveis de cálcio no sangue), hipocalemia (
baixos níveis de potássio no sangue). Procure o seu médico aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas graves na pele para que ele avalie a necessidade de descontinuação do tratamento. *Hipocalcemia
(baixos níveis de cálcio no sangue) e /ou hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue) podem estar relacionados à ocorrência de hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue) (veja a seção 4. O QUE

DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO? – Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue)).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

Doses de até 240 mg, administradas por via intravenosa, durante 2 minutos, foram bem toleradas. Como o pantoprazol se liga extensivamente às proteínas, não é facilmente dialisável.

Na eventualidade da administração acidental de doses muito acima das preconizadas, com manifestações clínicas de intoxicação, procure imediatamente assistência médica, pois pode ser necessário adotar medidas
habituais de controle das funções vitais. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico. Informe ao médico o medicamento que utilizou, a quantidade e os sintomas que está apresentando.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

II) DIZERES LEGAIS

Registro: 1.1637.0127

Registrado por:

CNPJ 58.430.828/0001-60

Rodovia Raposo Tavares Km 30,5 - n° 2833 www.blau.com

Produzido por:

CNPJ 58.430.828/0013-01

Rua Adherbal Stresser 84

CEP 05566-000. São Paulo, SP.

Ou

CNPJ 58.430.828/0005-93

Rodovia Raposo Tavares km 30,5 nº 2833

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

Esta bula foi atualizada conforme bula padrão aprovada pela Anvisa em 29/04/2026.

Histórico de Alteração da Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Versões

Data de aprovação

Itens de bula

(VP /

Apresentações relacionadas

VPS)

Inclusão Inicial

22/05/2015 0451876/15-4 de Texto de

0451876/15-4

Inclusão Inicial de

Todos – adequação à RDC

VP

VP

Texto de Bula – RDC

DEVOUSAR ESTE

10452 – GENÉRICO

07/07/2016 2040302/16-0

2040302/16-0

Texto de Bula – RDC

4. O QUE DEVO SABER

ANTES DE UTILIZAR

07/07/2016 ESTE MEDICAMENTO?

5. ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO

POSSO GUARDAR ESSE

6. COMO DEVO USAR

8. QUAIS OS

MALES QUE ESTE

MEDICAMENTO PODE

9. O QUE

FAZER SE ALGUÉM

USAR UMA

QUANTIDADE MAIOR

DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO?

DIZERES LEGAIS

17/12/2019 3483588/19-1

4. O QUE DEVO SABER

ANTES DE USAR ESTE

6. COMO DEVO USAR

VP

RDC 73/2016 –

GNÉRICO –

03/07/2023 0679987/23-1

0618017/23-5 Inclusão de local de 19/06/2023 embalagem secundária

II – Dizeres Legais

VP

VP

VP

Todas

3. QUANDO NÃO DEVO

USAR ESTE

4. COMO ESTE

FUNCIONA?

18/06/2025 0815806/25-6

5. ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

II – DIZERES LEGAIS

26/06/2026

Versão atual

Texto de Bula –

RDC 60/12

0358775/26-4

11112 - RDC

73/2016 GENÉRICO Mudança de condição de armazenamento adicional do medicamento

5.ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

8.QUAIS OS MALES QUE

ESTE MEDICAMENTO

PODE ME CAUSAR?

PANTOPRAZOL SÓDICO

SESQUI-HIDRATADO

Pó para solução injetável

40 mg

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09

pantoprazol sódico sesqui-hidratado

Medicamento Genérico, Lei n° 9.787, de 1999.

APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável. Embalagem contendo 20 frascos-ampola com 40 mg de pantoprazol acompanhados de diluente.

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém 45,10 mg de pantoprazol sódico sesqui-hidratado equivalente a 40 mg de

Excipiente: manitol.

Cada ampola de diluente contém 10 mL de Solução de cloreto de sódio 0,9%.

I) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

5. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é indicado para o tratamento da úlcera péptica gástrica ou duodenal (úlcera causada pelo ácido do estômago em contato com o revestimento do estômago ou do início do intestino) e das esofagites por
refluxo moderadas ou graves (doença causada pela volta do conteúdo do estômago para o esôfago) e para o tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e de outras doenças causadoras de produção exagerada de ácido
pelo estômago quando a via oral não for recomendada, a critério médico.

Pantoprazol também é indicado no tratamento de hemorragia digestiva alta (em complemento à terapia endoscópica), na prevenção do ressangramento e na profilaxia de sangramento agudo por úlcera de estresse.

6. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Pantoprazol é um inibidor da bomba de prótons (IBP), isto é, inibe uma estrutura localizada dentro de células específicas do estômago (células parietais) responsáveis pela produção de ácido clorídrico. Sua substância
ativa só age (é ativada) no interior das células parietais do estômago, local onde a acidez é intensa, mantendose praticamente inativa em outros meios que não sejam muito ácidos. Pantoprazol atua na etapa final da
secreção ácida, sem depender de estímulo. Por meio de um mecanismo de autoinibição à medida que a secreção ácida é inibida, o seu efeito diminui qualquer que seja a via de administração, oral ou intravenosa. O
início de sua ação se dá logo após a aplicação da primeira dose. Após 25 horas, a inibição de 52% da secreção ácida, estimulada pelo alimento, ainda ocorre, perdurando até 48 horas. O completo retorno da secreção ácida
dá-se apenas 96 horas após a suspensão da administração do fármaco.

7. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol não deve ser usado por indivíduos que apresentem alergia (hipersensibilidade) conhecida ao pantoprazol ou aos demais componentes da fórmula ou a benzimidazois substituídos.

8. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol pó para solução injetável deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa.

Indica-se a administração de pantoprazol por via intravenosa a critério médico, quando a via oral não for recomendada.

Pantoprazol 40 mg não é indicado para distúrbios gastrintestinais leves, como por exemplo na dispepsia nãoulcerosa.

Malignidade gástrica: a resposta sintomática ao pantoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica.

Na presença de qualquer sintoma de alarme, como perda de peso significativa não intencional, vômitos recorrentes, dificuldade para engolir, vômitos com sangue, anemia ou fezes sanguinolentas e quando houver
suspeita ou presença de úlcera gástrica, deve-se excluir a possibilidade de malignidade (câncer).

Informe seu médico, já que o tratamento com pantoprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico.

Insuficiência hepática: em pacientes com disfunção hepática grave (insuficiência hepática), a dose diária deve ser reduzida para 20 mg e as enzimas hepáticas devem ser regularmente monitoradas durante o
tratamento com pantoprazol, particularmente no uso em longo prazo. Se houver aumento dos valores enzimáticos, o tratamento deve ser descontinuado.

Influência na absorção de vitamina B12: o tratamento diário com qualquer medicação ácido-supressora, por períodos prolongados (vários anos), pode levar à má absorção da vitamina B12. A deficiência dessa vitamina
deve ser considerada em pacientes com a Síndrome de Zollinger-Ellison e outras patologias hipersecretórias que necessitam de tratamento a longo prazo, em pacientes com reservas corporais reduzidas ou fatores de risco
para absorção reduzida de vitamina B12 (como os idosos), em tratamento de longo prazo ou se sintomas clínicos relevantes são observados.

Clostridium difficile: o tratamento com IBP pode estar associado a um risco aumentado de infecção por

Clostridium difficile.

Como todos os inibidores de bomba de prótons, o pantoprazol pode aumentar a contagem de bactérias normalmente presentes no trato gastrointestinal superior. O tratamento com pantoprazol pode levar a um leve
aumento do risco de infecções gastrointestinais causadas por bactérias como Salmonella, Campylobacter e C.
difficile.

Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue): A hipomagnesemia tem sido raramente relatada em pacientes tratados com IBP por, pelo menos, três meses (na maioria dos casos, após um ano de terapia).

Consequências graves da hipomagnesemia incluem tétano, arritmia (falta de regularidade nos batimentos do coração) e convulsão. A hipomagnesemia pode levar à hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue) e à
hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue) (vide item “8. QUAIS OS MALES ESTE

MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”)

Fratura óssea: O tratamento com os inibidores de bomba de próton pode estar associado a um risco aumentado de fraturas relacionadas à osteoporose do quadril, punho ou coluna vertebral. O risco de fratura foi
maior nos pacientes que receberam altas doses, definidas como doses múltiplas diárias, e terapia a longo prazo com IBP (um ano ou mais).

Reações Cutâneas Grave: Reações na pele (cutâneas) graves, incluindo eritema (vermelhidão) multiforme,

Stevens-Johnson (SSJ), necrólise epidérmica tóxica (NET) (formas graves de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas
sistêmicos (reação de hipersensibiliodade) e pustulose exantemática generalizada aguda (erupções com pus na pele) foram relatados em associação com o uso de Inibidor de Bomba de Prótons (IBPs). Procure seu médico
aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas graves na pele para que ele avalie a necessidade de descontinuação do tratamento.

Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo (LECSA): Os medicamentos inibidores da bomba de prótons, como pantoprazol, estão associados, em casos raros, com a ocorrência de lúpus eritematoso cutâneo subagudo. Se
ocorrerem lesões, especialmente nas áreas da pele expostas ao sol, e se acompanhadas de artralgia (dor nas juntas), o paciente deve procurar ajuda médica prontamente e o profissional de saúde deve considerar
interromper o produto.

Uso na gravidez e amamentação: Pantoprazol não deve ser administrado a gestantes e lactantes, a menos que absolutamente necessário, uma vez que a experiência clínica sobre seu uso em mulheres nessas condições é
limitada. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. O risco potencial em humanos é desconhecido. Estudos em animais mostraram a excreção do pantoprazol no leite materno. A excreção de pantoprazol no leite materno tem sido reportada. Portanto, a decisão sobre continuar / descontinuar a
amamentação ou continuar / interromper o tratamento com pantoprazol deve ser tomada tendo-se em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício do tratamento com pantoprazol às mulheres.

Portanto, pantoprazol só deve ser utilizado quando o benefício para a mãe for considerado maior que o risco potencial ao feto ou à criança.

Categoria de risco na gravidez: B

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Pacientes pediátricos: A experiência clínica em crianças é limitada e, portanto, o uso do produto não é recomendado para menores de 18 anos de idade.

Pacientes idosos: A dose diária de 40 mg de pantoprazol não deve ser excedida em pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal: A dose diária de 40 mg de pantoprazol não deve ser excedida.

Pacientes com insuficiência hepática: em pacientes com insuficiência hepática grave, os níveis de enzimas hepáticas devem ser monitorados regularmente durante a terapia com pantoprazol, particularmente no uso em
longo prazo. Caso ocorra uma elevação desses níveis, o tratamento com pantoprazol deve ser descontinuado.

Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.

Dirigir e operar máquinas: não se espera que pantoprazol afete adversamente a habilidade de dirigir e operar máquinas. Reações adversas, como tontura e distúrbios visuais, podem ocorrer. Se afetado, o paciente não
deve dirigir nem operar máquinas.

Uso com outras substâncias: pantoprazol pode alterar a absorção de medicamentos que necessitam da acidez no estômago para a sua absorção adequada, como o cetoconazol. Isso se aplica também a medicamentos
ingeridos pouco tempo antes de pantoprazol. Não há interação medicamentosa clinicamente importante de pantoprazol com as seguintes substâncias testadas: carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenaco, digoxina,
etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, teofilina, piroxicam e contraceptivos orais contendo levonorgestrel e etinilestradiol. Uma interação de pantoprazol com outros medicamentos ou
compostos, os quais são metabolizados pelo mesmo sistema de enzima, não pode ser excluída. A administração de Pantoprazol junto com os antibióticos claritromicina, metronidazol e amoxicilina não revelou
nenhuma interação clinicamente significante.

Não há restrições específicas quanto à ingestão de antiácidos junto com pantoprazol.

A administração concomitante do pantoprazol e clopidogrel não teve efeito clinicamente importante na exposição ao metabólito ativo do clopidogrel ou inibição plaquetária induzida pelo clopidogrel.

Em pacientes que estão sendo tratados com anticoagulantes cumarínicos, é recomendada a monitorização do tempo de protrombina / INR após o início, término ou durante o uso irregular de pantoprazol. O uso de
pantoprazol juntamente com metotrexato (principalmente em doses altas) pode elevar o efeito do metotrexato e/ou seus metabólitos, levando possivelmente à toxicidade do metotrexato.

A coadministração de pantoprazol não é recomendada com inibidores da protease do HIV para os quais a absorção depende da acidez estomacal, tais como o atazanavir, nelfinavir, devido a uma redução significativa
na sua biodisponibilidade.

Interferência em testes de laboratório: Em alguns poucos casos isolados, detectaram-se alterações no tempo de coagulação com o uso do produto. Portanto, em pacientes tratados com anticoagulantes cumarínicos
(varfarina, femprocumona), recomenda-se monitoração do tempo de coagulação após o início e o final ou durante o tratamento com pantoprazol. Níveis aumentados de cromogranina A podem interferir com as investigações de tumores neuroendócrinos. Para evitar essa interferência, o tratamento com inibidores da
bomba de prótons deve ser interrompido 14 dias antes do doseamento de cromogranina A.

Efeitos de outros medicamentos em pantoprazol

Fármacos que inibem ou induzem a enzima CYP2C19: Os medicamentos inibidores da enzima CYP2C19, tais como a fluvoxamina, provavelmente aumentam a exposição sistêmica (concentração na circulação sanguínea)
do pantoprazol. Os medicamentos indutores da enzima CYP2C19 podem diminuir a exposição sistêmica a

Este medicamento contém 2,29 mg de sódio/frasco-ampola. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio)
ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

O diluente contém 3,54 mg de sódio/mL. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C).

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Pantoprazol pó para solução injetável é um pó cristalino branco a quase branco, higroscópico. A solução reconstituída é límpida, incolor a levemente amarelada.

Cuidados de conservação após reconstituição: A solução reconstituída, límpida e incolor a levemente amarelada, deve ser utilizada dentro de, no máximo, 12 horas. Do ponto de vista microbiológico, o produto
deve ser usado imediatamente. Se não for usado imediatamente, o tempo e as condições de armazenamento antes do uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não deveriam ser de mais de 12 horas a
temperaturas abaixo de 30ºC. A administração deve ser feita exclusivamente por via intravenosa.

Qualquer produto restante no frasco-ampola ou que tenha aparência alterada (como, por exemplo, turvação ou precipitação) deve ser descartado. O conteúdo do frasco é de dose única.

Após diluição com solução de cloreto de sódio 0,9% ou glicose o produto é estável por até 12 horas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol pó para solução injetável deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa.

Este medicamento deve ser aplicado com o uso de agulha e materiais estéreis adequados, por profissionais de saúde qualificados. A escolha do dispositivo deve considerar o tipo de acesso, as condições clínicas do
paciente e os protocolos assistenciais.

Modo de preparar: Injetando-se o conteúdo da ampola de diluente (10 mL) no frasco-ampola que contém o pó, obtém-se rapidamente a solução injetável pronta para a aplicação intravenosa.

Com a finalidade de evitar o aparecimento de partículas de borracha após a inserção de agulha no frasco-ampola, proceder da seguinte forma:

6. Encaixar uma agulha de injeção de, no máximo, 0,8 mm de calibre;

7. Encher a seringa com o diluente apropriado;

8. Segurar a seringa verticalmente à borracha;

9. Perfurar a tampa dentro da área marcada, deixando o frasco-ampola firmemente na posição vertical;

10. É recomendado não perfurar mais de 4 vezes a área demarcada (ISO 7864).

Veja abaixo o procedimento:

Pode-se administrar a solução sob a forma de bolus (no mínimo, por 2 minutos) ou sob a forma de infusão, após a diluição da solução reconstituída em 100 mL de solução fisiológica ou 100 mL de solução de glicose a

5% ou a 10%. Neste caso, recomenda-se um tempo de administração de 15 minutos.

Descartar o produto, caso ele se apresente precipitado ou turvo.

Pantoprazol não deve ser diluído com outros tipos de diluente ou misturado a nenhum outro medicamento injetável.

Tão logo se torne recomendável o tratamento por via oral, pantoprazol IV deve ser descontinuado e substituído pelo tratamento com pantoprazol comprimidos, levando-se em consideração a equivalência terapêutica entre a
forma injetável de 40 mg e os comprimidos revestidos de liberação retardada de 40 mg.

Posologia:

No tratamento da úlcera péptica gástrica ou duodenal e das esofagites por refluxo moderada ou grave, salvo critério médico diferente, recomenda-se a administração de um frasco-ampola (40 mg) de pantoprazol ao
dia.

No tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e outras condições patológicas hipersecretórias, os pacientes devem iniciar o tratamento com dose diária de 80 mg. Em seguida, a dose pode ser alterada para
uma dose maior ou menor, conforme necessário, adotando-se medidas de secreção de ácido gástrico como parâmetro. Doses diárias acima de 80 mg devem ser divididas e administradas duas vezes ao dia. Aumentos
temporários da dose diária para valores acima de 160 mg de pantoprazol são possíveis, mas não devem ser administrados por períodos que se prolonguem além do necessário para controlar devidamente a secreção
ácida. A duração do tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e outras condições patológicas hipersecretórias não é limitada e deve ser adaptada à necessidade clínica.

No tratamento da hemorragia digestiva alta (em complemento à terapia endoscópica) e na prevenção do ressangramento, recomenda-se a administração de 80 mg de pantoprazol em bolus, seguidos da infusão de 8
mg/h de pantoprazol durante 72 horas.

Na profilaxia de sangramento agudo por úlcera de estresse, recomenda-se esquema posológico de 40 mg a

80 mg de pantoprazol uma a duas vezes ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

9. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso uma dose não tenha sido administrada, deve-se administrá-la tão logo possível. A dose seguinte deve obedecer ao esquema posológico recomendado, respeitando o intervalo entre as doses.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

10.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Este medicamento pode causar as seguintes reações adversas:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): tromboflebite no local da injeção.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sono, dor de cabeça, boca seca, diarreia, náusea/vômito, inchaço e distensão abdominal, dor e desconforto
abdominal, prisão de ventre, aumento nos níveis de enzimas do fígado, tontura, reações alérgicas como coceira e reações de pele (exantema, rash e erupções), fraqueza, cansaço e mal estar.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações das células do sangue (agranulocitose), hipersensibilidade (incluindo reações e choque anafilático), aumento no
nível de gordura no sangue, alterações de peso, depressão, distúrbios de paladar, distúrbios visuais (visão turva), aumento nos níveis de bilirrubina, urticária, inchaço na pele ou mucosas, dor nas articulações, dor
muscular, crescimento de mamas em homens, elevação da temperatura corporal, inchaço periférico.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações nas células do sangue (leucopenia, trombocitopenia, pancitopenia), desorientação.

Reações de frequência desconhecida: distúrbios do ouvido e do labirinto: zumbido e surdez, diminuição nos níveis de sódio/magnésio, alucinação, confusão, danos às células do fígado, coloração amarelada na pele e/ou
olhos (icterícia), insuficiência do fígado, inflamação renal, nefrite tubulointerstical (lesão nos rins, com possíveis progressão para insuficiência dos rins), síndrome de Stevens Johnson, eritema (vermelhidão)
multiforme e necrólise tóxica epidérmica (formas graves de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (reação
de hipersensibilidade), pustulose exantemática generalizada aguda (erupções com pus na pele), sensibilidade à luz, fraturas no quadril, punho ou coluna, hipocalcemia* (baixos níveis de cálcio no sangue), hipocalemia (
baixos níveis de potássio no sangue). Procure o seu médico aos primeiros sinais ou sintomas de reações adversas graves na pele para que ele avalie a necessidade de descontinuação do tratamento. *Hipocalcemia
(baixos níveis de cálcio no sangue) e /ou hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue) podem estar relacionados à ocorrência de hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue) (veja a seção 4. O QUE

DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO? – Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue)).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

Doses de até 240 mg, administradas por via intravenosa, durante 2 minutos, foram bem toleradas. Como o pantoprazol se liga extensivamente às proteínas, não é facilmente dialisável.

Na eventualidade da administração acidental de doses muito acima das preconizadas, com manifestações clínicas de intoxicação, procure imediatamente assistência médica, pois pode ser necessário adotar medidas
habituais de controle das funções vitais. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico. Informe ao médico o medicamento que utilizou, a quantidade e os sintomas que está apresentando.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

II) DIZERES LEGAIS

Registro: 1.1637.0127

Registrado por:

CNPJ 58.430.828/0001-60

Rodovia Raposo Tavares Km 30,5 - n° 2833 www.blau.com

Produzido por:

CNPJ 58.430.828/0013-01

Rua Adherbal Stresser 84

CEP 05566-000. São Paulo, SP.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

Esta bula foi atualizada conforme bula padrão aprovada pela Anvisa em 29/04/2026.

Histórico de Alteração da Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Versões

Data de aprovação

Itens de bula

(VP /

Apresentações relacionadas

VPS)

0451876/154

Inclusão

Inicial de

0451876/154

Inclusão

Inicial de

Todos – adequação à RDC

VP

VP

2040302/160

de

2040302/160

DEVOUSAR

de

4. O QUE DEVO

SABER ANTES

DE UTILIZAR

5. ONDE, COMO

E POR

QUANTO TEMPO

POSSO

GUARDAR ESSE

6. COMO DEVO

USAR

8. QUAIS OS

MALES QUE

PODE

9. O QUE

FAZER SE

ALGUÉM

USAR UMA

QUANTIDADE

MAIOR

DO QUE A

INDICADA

DESTE

DIZERES LEGAIS

17/12/2019

3483588/191

4. O QUE DEVO

SABER

de

ANTES DE USAR

03/07/2023

VP

VP

de

6. COMO DEVO

USAR

0679987/231

VP

0618017/235

RDC 73/2016
– GNÉRICO

Inclusão de local de embalagem secundária

II – Dizeres Legais

DEVO USAR

18/06/2025

0815806/256

de

4. COMO ESTE

FUNCIONA?

5. ONDE, COMO

E POR QUANTO

TEMPO POSSO

II – DIZERES

LEGAIS

26/06/2026

Versão atual

– de Alteração de Texto de

0358775/264

11112 - RDC

73/2016 GENÉRICO Mudança de condição de armazenament o adicional do medicamento

5.ONDE, COMO E

POR QUANTO

TEMPO POSSO

8.QUAIS OS

MALES QUE

PODE ME

VP

Todas

Dizeres legais

17/12/2019 3483588/19-1

4. O QUE DEVO SABER

ANTES DE USAR ESTE

6. COMO DEVO USAR

VP

RDC 73/2016 –

GNÉRICO –

03/07/2023 0679987/23-1

0618017/23-5 Inclusão de local de 19/06/2023 embalagem secundária

II – Dizeres Legais

VP

VP

VP

Todas

3. QUANDO NÃO DEVO

USAR ESTE

4. COMO ESTE

FUNCIONA?

18/06/2025 0815806/25-6

5. ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

II – DIZERES LEGAIS

26/06/2026

Versão atual

Texto de Bula –

RDC 60/12

0358775/26-4

11112 - RDC

73/2016 GENÉRICO Mudança de condição de armazenamento adicional do medicamento

5.ONDE, COMO E POR

QUANTO TEMPO POSSO

8.QUAIS OS MALES QUE

ESTE MEDICAMENTO

PODE ME CAUSAR?

PANTOPRAZOL SÓDICO

SESQUI-HIDRATADO

Pó para solução injetável

40 mg

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09

pantoprazol sódico sesqui-hidratado

Medicamento Genérico, Lei n° 9.787, de 1999.

APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável. Embalagem contendo 20 frascos-ampola com 40 mg de pantoprazol acompanhados de diluente.

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém 45,10 mg de pantoprazol sódico sesqui-hidratado equivalente a 40 mg de

Excipiente: manitol.

Cada ampola de diluente contém 10 mL de Solução de cloreto de sódio 0,9%.

I) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

5. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é indicado para o tratamento da úlcera péptica gástrica ou duodenal (úlcera causada pelo ácido do estômago em contato com o revestimento do estômago ou do início do intestino) e das esofagites por
refluxo moderadas ou graves (doença causada pela volta do conteúdo do estômago para o esôfago) e para o tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison e de outras doenças causadoras de produção exagerada de ácido
pelo estômago quando a via oral não for recomendada, a critério médico.

Pantoprazol também é indicado no tratamento de hemorragia digestiva alta (em complemento à terapia endoscópica), na prevenção do ressangramento e na profilaxia de sangramento agudo por úlcera de estresse.

6. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Pantoprazol é um inibidor da bomba de prótons (IBP), isto é, inibe uma estrutura localizada dentro de células específicas do estômago (células parietais) responsáveis pela produção de ácido clorídrico. Sua substância
ativa só age (é ativada) no interior das células parietais do estômago, local onde a acidez é intensa, mantendose praticamente inativa em outros meios que não sejam muito ácidos. Pantoprazol atua na etapa final da
secreção ácida, sem depender de estímulo. Por meio de um mecanismo de autoinibição à medida que a secreção ácida é inibida, o seu efeito diminui qualquer que seja a via de administração, oral ou intravenosa. O
início de sua ação se dá logo após a aplicação da primeira dose. Após 25 horas, a inibição de 52% da secreção ácida, estimulada pelo alimento, ainda ocorre, perdurando até 48 horas. O completo retorno da secreção ácida
dá-se apenas 96 horas após a suspensão da administração do fármaco.

7. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol não deve ser usado por indivíduos que apresentem alergia (hipersensibilidade) conhecida ao pantoprazol ou aos demais componentes da fórmula ou a benzimidazois substituídos.

8. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pantoprazol pó para solução injetável deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa.

Indica-se a administração de pantoprazol por via intravenosa a critério médico, quando a via oral não for recomendada.

Pantoprazol 40 mg não é indicado para distúrbios gastrintestinais leves, como por exemplo na dispepsia nãoulcerosa.

Malignidade gástrica: a resposta sintomática ao pantoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica.

Na presença de qualquer sintoma de alarme, como perda de peso significativa não intencional, vômitos recorrentes, dificuldade para engolir, vômitos com sangue, anemia ou fezes sanguinolentas e quando houver
suspeita ou presença de úlcera gástrica, deve-se excluir a possibilidade de malignidade (câncer).

Informe seu médico, já que o tratamento com pantoprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico.

Insuficiência hepática: em pacientes com disfunção hepática grave (insuficiência hepática), a dose diária deve ser reduzida para 20 mg e as enzimas hepáticas devem ser regularmente monitoradas durante o
tratamento com pantoprazol, particularmente no uso em longo prazo. Se houver aumento dos valores enzimáticos, o tratamento deve ser descontinuado.

Influência na absorção de vitamina B12: o tratamento diário com qualquer medicação ácido-supressora, por períodos prolongados (vários anos), pode levar à má absorção da vitamina B12. A deficiência dessa vitamina
deve ser considerada em pacientes com a Síndrome de Zollinger-Ellison e outras patologias hipersecretórias que necessitam de tratamento a longo prazo, em pacientes com reservas corporais reduzidas ou fatores de risco
para absorção reduzida de vitamina B12 (como os idosos), em tratamento de longo prazo ou se sintomas clínicos relevantes são observados.

Clostridium difficile: o tratamento com IBP pode estar associado a um risco aumentado de infecção por

Clostridium difficile.

Como todos os inibidores de bomba de prótons, o pantoprazol pode aumentar a contagem de bactérias normalmente presentes no trato gastrointestinal superior. O tratamento com pantoprazol pode levar a um leve
aumento do risco de infecções gastrointestinais causadas por bactérias como Salmonella, Campylobacter e C.
difficile.

Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue): A hipomagnesemia tem sido raramente relatada em pacientes tratados com IBP por, pelo menos, três meses (na maioria dos casos, após um ano de terapia).

Consequências graves da hipomagnesemia incluem tétano, arritmia (falta de regularidade nos batimentos do coração) e convulsão. A hipomagnesemia pode levar à hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue) e à
hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue) (vide item “8. QUAIS OS MALES ESTE

MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”)

Fratura óssea: O tratamento com os inibidor

Outras bulas de Pantoprazol Sódico

Cada laboratório publica a sua versão da bula. Todas são oficiais.

Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 26 de junho de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.