Bula e Preço

Bula de Refortrix IPV — Glaxosmithkline Brasil LTDA

Esta é a bula do paciente de Refortrix IPV, como aprovada pela Anvisa e publicada por Glaxosmithkline Brasil LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 237,95

Identificação do medicamento

vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis (acelular), poliomielite 1, 2 e 3 (inativada)

APRESENTAÇÃO

A vacina Refortrix® IPV é uma suspensão injetável para administração intramuscular, disponível em seringa preenchida (vidro tipo I), com êmbolo e tampa protetora de borracha.

A vacina está disponível na seguinte apresentação:
- Embalagem contendo 01 seringa preenchida de 0,5 mL.

USO INTRAMUSCULAR

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada dose (0,5mL) da vacina contém:

Toxoide diftérico1 ......... não menos que 2,0 UI

Toxoide tetânico1 ......... não menos que 20,0 UI

Antígeno Bordetella pertussis

Toxoide pertussis1 (PT) ......... 8µg

Hemaglutinina filamentosa1 (FHA) ......... 8µg

Pertactina1 (PRN, ou 69kDa OMP) ......... 2,5µg tipo 1 (cepa Mahoney)2 ......... 40 unidades de antígeno D tipo 2 (cepa MEF-1)2 ......... 8 unidades de antígeno D tipo 3 (cepa Saukett)2 ......... 32 unidades de antígeno D

Excipientes q.s.p ......... 0,5mL

adsorvido em hidróxido de alumínio hidratado (Al(OH)3) e fosfato de alumínio (AlPO4)
propagado em células VERO

Excipientes: sais de alumínio, meio 199 (como estabilizante contendo aminoácidos, sais minerais, vitaminas e outras substâncias), cloreto de sódio, água para injetáveis.

Resíduos: sulfato de neomicina e sulfato de polimixina B.

ESSA VACINA É INDICADA APENAS COMO DOSE DE REFORÇO.

II - INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

Refortrix® IPV é indicada para vacinação de reforço contra difteria, tétano, pertussis e poliomielite em indivíduos a partir de 3 anos de idade, após esquema de imunização primária.

Refortrix® IPV não se destina à imunização primária de crianças abaixo de 3 anos de idade.

Refortrix® IPV também é indicada para proteção passiva contra coqueluche no início da infância após a imunização materna durante a gravidez (ver item

Posologia, Advertências e Precauções - Gravidez e Características Farmacológicas).

O uso de Refortrix® IPV deve ser conforme as recomendações oficiais.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Resposta Imune

Foram observadas as seguintes respostas imunes entre os estudos, um mês após a vacinação com Refortrix® IPV em crianças, adolescentes e adultos.

Tabela: Resposta imune em crianças, adolescentes, e adultos

Antígeno

Difteria

Tétano

Pertussis

Toxoide pertussis

Hemaglutinina Filamentosa

 0,1 UI/mL
 0,1 UI/mL

99,9 – 100%

Adultos, adolescentes e crianças com idade a partir de 10 anos

N = 923

82,2 –100%

Resposta imune de reforço*

84,6 – 90,6%

90,1 – 98,8%

79,8 – 94,0%

90,7 – 97,2%

Resposta

Crianças entre 3 a 9 anos

N = 1195

Pertactina

94,2 – 96,6%

90,0 – 96,7% tipo 1

98,8 – 100%
 8 ED50 tipo 2

99,2 – 100% tipo 3

99,4 – 100%

99,1 – 100%

N= número de indivíduos
*Resposta imune de reforço é definida como:
- para indivíduos inicialmente soronegativos, concentração de anticorpos é pelo menos 4 vezes e cut-off (concentração após vacinação ≥ 20 EI.U/mL)
- para indivíduos inicialmente soropositivos com concentração antes da vacinação de reforço ≥ 5 EI.U/mL e < 20 EI.U/mL: um aumento na concentração de anticorpo de pelo menos 4 vezes a concentração antes da vacinação de reforço.
- para indivíduos inicialmente soropositivos com concentração de vacinação antes do reforço ≥ 20EI.U/mL: um aumento de concentração de anticorpo de ao menos 2 vezes a concentração antes da vacinação de reforço.

Como ocorre com outras vacinas contra difteria e tétano (dT) para adultos, Refortrix® IPV induz taxas mais altas de soroproteção e títulos mais altos de anticorpos tanto anti-d como anti-T em crianças e adolescentes, em comparação com adultos.

Eficácia na proteção contra pertussis

Os antígenos de pertussis contidos em Refortrix® IPV são parte integrante da vacina pediátrica acelular contra pertussis combinada (vacina DTPa), para a qual já foi demonstrada a eficácia após vacinação primária, em um estudo de eficácia em contato doméstico. Os títulos de anticorpos para os 3 componentes de
pertussis após vacinação com Refort

Esta bula não segue o formato de perguntas da RDC 47/2009 (ou traz várias apresentações no mesmo documento), então é exibida na íntegra, como publicada.

GlaxoSmithKline Brasil Ltda

Suspensão injetável

Seringa preenchida 0,5mL

Apresentação Comercial

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis (acelular), poliomielite 1, 2 e 3 (inativada)

APRESENTAÇÃO

A vacina Refortrix® IPV é uma suspensão injetável para administração intramuscular, disponível em seringa preenchida (vidro tipo I), com êmbolo e tampa protetora de borracha.

A vacina está disponível na seguinte apresentação:
- Embalagem contendo 01 seringa preenchida de 0,5 mL.

USO INTRAMUSCULAR

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada dose (0,5mL) da vacina contém:

Toxoide diftérico1 ......... não menos que 2,0 UI

Toxoide tetânico1 ......... não menos que 20,0 UI

Antígeno Bordetella pertussis

Toxoide pertussis1 (PT) ......... 8µg

Hemaglutinina filamentosa1 (FHA) ......... 8µg

Pertactina1 (PRN, ou 69kDa OMP) ......... 2,5µg tipo 1 (cepa Mahoney)2 ......... 40 unidades de antígeno D tipo 2 (cepa MEF-1)2 ......... 8 unidades de antígeno D tipo 3 (cepa Saukett)2 ......... 32 unidades de antígeno D

Excipientes q.s.p ......... 0,5mL

adsorvido em hidróxido de alumínio hidratado (Al(OH)3) e fosfato de alumínio (AlPO4)
propagado em células VERO

Excipientes: sais de alumínio, meio 199 (como estabilizante contendo aminoácidos, sais minerais, vitaminas e outras substâncias), cloreto de sódio, água para injetáveis.

Resíduos: sulfato de neomicina e sulfato de polimixina B.

ESSA VACINA É INDICADA APENAS COMO DOSE DE REFORÇO.

II - INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

Refortrix® IPV é indicada para vacinação de reforço contra difteria, tétano, pertussis e poliomielite em indivíduos a partir de 3 anos de idade, após esquema de imunização primária.

Refortrix® IPV não se destina à imunização primária de crianças abaixo de 3 anos de idade.

Refortrix® IPV também é indicada para proteção passiva contra coqueluche no início da infância após a imunização materna durante a gravidez (ver item

Posologia, Advertências e Precauções - Gravidez e Características Farmacológicas).

O uso de Refortrix® IPV deve ser conforme as recomendações oficiais.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Resposta Imune

Foram observadas as seguintes respostas imunes entre os estudos, um mês após a vacinação com Refortrix® IPV em crianças, adolescentes e adultos.

Tabela: Resposta imune em crianças, adolescentes, e adultos

Antígeno

Difteria

Tétano

Pertussis

Toxoide pertussis

Hemaglutinina Filamentosa

 0,1 UI/mL
 0,1 UI/mL

99,9 – 100%

Adultos, adolescentes e crianças com idade a partir de 10 anos

N = 923

82,2 –100%

Resposta imune de reforço*

84,6 – 90,6%

90,1 – 98,8%

79,8 – 94,0%

90,7 – 97,2%

Resposta

Crianças entre 3 a 9 anos

N = 1195

Pertactina

94,2 – 96,6%

90,0 – 96,7% tipo 1

98,8 – 100%
 8 ED50 tipo 2

99,2 – 100% tipo 3

99,4 – 100%

99,1 – 100%

N= número de indivíduos
*Resposta imune de reforço é definida como:
- para indivíduos inicialmente soronegativos, concentração de anticorpos é pelo menos 4 vezes e cut-off (concentração após vacinação ≥ 20 EI.U/mL)
- para indivíduos inicialmente soropositivos com concentração antes da vacinação de reforço ≥ 5 EI.U/mL e < 20 EI.U/mL: um aumento na concentração de anticorpo de pelo menos 4 vezes a concentração antes da vacinação de reforço.
- para indivíduos inicialmente soropositivos com concentração de vacinação antes do reforço ≥ 20EI.U/mL: um aumento de concentração de anticorpo de ao menos 2 vezes a concentração antes da vacinação de reforço.

Como ocorre com outras vacinas contra difteria e tétano (dT) para adultos, Refortrix® IPV induz taxas mais altas de soroproteção e títulos mais altos de anticorpos tanto anti-d como anti-T em crianças e adolescentes, em comparação com adultos.

Eficácia na proteção contra pertussis

Os antígenos de pertussis contidos em Refortrix® IPV são parte integrante da vacina pediátrica acelular contra pertussis combinada (vacina DTPa), para a qual já foi demonstrada a eficácia após vacinação primária, em um estudo de eficácia em contato doméstico. Os títulos de anticorpos para os 3 componentes de
pertussis após vacinação com Refortrix® IPV são pelo menos tão elevados quanto ou mais altos que aqueles observados durante o estudo clínico de eficácia em contato doméstico. Com base nessas comparações, Refortrix® IPV forneceria proteção contra pertussis, embora o grau e a duração da proteção fornecida pela
vacina sejam indeterminados.

Proteção passiva contra coqueluche em bebês (abaixo de 3 meses de idade) nascidos de mães vacinadas durante a gravidez

Em um estudo randomizado, cruzado e controlado por placebo, foi demonstrado durante o parto concentrações mais altas de anticorpos contra coqueluche no sangue do cordão umbilical de bebês nascidos de mães vacinadas com Refortrix durante o terceiro trimestre de gravidez (grupo dTpa - N = 291) versus placebo
(grupo controle - N = 292). As concentrações médias geométricas do cordão umbilical para os anticorpos contra os antígenos da coqueluche PT, FHA e PRN foram 46,9, 366,1 e 301,8 UI/mL no grupo dTpa e 5,5, 22,7 e 14,6 UI/mL no grupo placebo. As concentrações de anticorpos contra os antígenos de pertussis

PT, FHA e PRN foram respectivamente 8, 16 e 21 vezes mais elevadas no sangue do cordão umbilical de bebês nascidos de mães vacinadas versus controle.

Esses títulos de anticorpos podem fornecer proteção passiva contra coqueluche, como demonstrado por estudos observacionais de eficácia.

Imunogenicidade em bebês e crianças pequenas nascidas de mães vacinadas durante a gravidez

A imunogenicidade de Infanrix® Hexa (vacina conjugada de difteria, tétano, pertussis, hepatite B, poliovírus inativado, Haemophilus influenzae tipo b) em bebês e crianças nascidas de mães saudáveis vacinadas com Refortrix® durante as semanas 27-36 de gravidez foi avaliada em dois estudos clínicos.

Infanrix® Hexa foi coadministrada com vacina pneumocócica conjugada 13-valente em crianças durante a vacinação primária (n = 268); e para os mesmos bebês/crianças de 11 a 18 meses como dose de reforço (n = 229).

Os dados imunológicos pós-vacinação primária e de reforço não mostraram interferência clinicamente relevante da vacinação materna com Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) nas respostas de bebês e crianças à difteria, tétano, hepatite B, poliovírus inativado, Haemophilus influenzae tipo b ou
antígenos pneumocócicos.

Baixas concentrações de anticorpos contra antígenos de coqueluche após a vacinação primária (PT, FHA e PRN) e após a dose de reforço (PT, FHA) foram observadas em bebês e crianças nascidas de mães vacinadas com Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) durante a gravidez. Os aumentos nas
concentrações de anticorpos anti-pertussis antes da dose de reforço a 1 mês após a dose de reforço estavam na mesma faixa para bebês e crianças nascidas de mães vacinadas com Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) ou com placebo, demonstrando uma preparação eficaz do sistema imunológico. Na
ausência de correlação desses dados com a proteção contra a coqueluche, a relevância clínica dessas observações ainda precisa ser totalmente compreendida. No entanto, os dados epidemiológicos atuais sobre a coqueluche após a implementação da imunização materna com Refortrix® não sugerem qualquer relevância
clínica desta interferência imunológica.

Efetividade na proteção contra coqueluche em crianças nascidas de mães que foram vacinadas durante a gravidez

A efetividade da vacina (VE) Refortrix® e Refortrix® IPV foi avaliada em três estudos observacionais, no Reino Unido, Espanha e Austrália. A vacina foi utilizada durante o terceiro trimestre de gravidez para proteger crianças abaixo de 3 meses de idade contra coqueluche, como parte de um programa de vacinação
materna.

Detalhes de cada desenho do estudo e resultados estão fornecidos na tabela abaixo.

Tabela: VE contra coqueluche para crianças abaixo de 3 meses de idade nascidas de mães vacinadas durante o terceiro trimestre de gravidez com Refortrix®/

Refortrix® IPV:

Local do estudo

Vacina

Desenho do estudo

Efetividade da vacinação

Reino Unido

Retrospectivo, método de triagem

88% (95% CI: 79, 93)

Prospectivo, caso controle
®

Espanha

Refortrix

90.9% (95% CI: 56.6, 98.1)
combinado

Prospectivo, caso controle

Austrália

Refortrix®

69% (95% CI: 13, 89)
combinado

CI: intervalo de confiança

Se a vacinação materna ocorrer dentro de 2 semanas antes do parto, a efetividade da vacina na criança pode ser menor do que o apresentado na tabela.

Persistência da resposta imune

As seguintes taxas de soroproteção/soropositividade foram observadas 5 anos após a vacinação com Refortrix® IPV em crianças e 10 anos após a vacinação com Refortrix® IPV em adolescentes e adultos.

Tabela: Persistência da resposta imune em crianças, adolescentes e adultos

Antígeno

Soroproteção/

Soropositividade

5 anos após vacinação de crianças (com idade entre 4-8 anos)

N= 344

Difteria

Tétano

≥ 0,1 IU/mL
≥ 0,1 IU/mL

89,4%*

98,5%

Pertussis

Toxoide pertussis

Hemaglutinina filamentosa

Pertactina

≥ 5 EL.U/mL

40,9%

99,7%

97,1%

10 anos após vacinação de adolescentes e adultos (com idade a partir de 15 anos)

N=201 (%vacinados)

81,0%**

98,4%

78,7%

88,7%

Tipo 1

98,8%
≥ 8 ED50

Tipo 2

99,7%

Tipo 3

97,1%

98,3%
* 98,2 % dos indivíduos com concentração de anticorpos associados com a proteção contra doença ≥ 0,016 IU/mL por ensaio in vitro de neutralização de células Vero.
** 92,1 % de indivíduos com concentração de anticorpos associados com a proteção contra a doença ≥ 0,01IU/mL por ensaio in vitro de neutralização de células

Vero.

Resposta imune após a repetição da dose de Refortrix ® IPV

Foi avaliada a imunogenicidade de Refortrix® IPV, administrada 5 anos após uma dose reforço de Refortrix® IPV aplicada aos 4 a 8 anos de idade. Um mês após a vacinação > 99% dos indivíduos foram soropositivos contra pertussis e soroprotegidos contra difteria, tétano e todos os três tipos de pólio.

Em adultos, uma dose de Refortrix® IPV administrada 10 anos após a dose anterior induziu a resposta imune protetora em mais de 96,8% dos indivíduos (para o antígeno de difteria) e em 100% dos indivíduos (para antígenos de tétano e poliomielite). A resposta imune de reforço contra antígeno de pertussis foi entre

74,2% e 98,4%.

Resposta imune em indivíduos com histórico de vacinação anterior incompleto ou desconhecido

Em adolescentes com idade entre 11 e 18 anos, sem vacinação anterior contra pertussis e sem vacinação contra difteria e tétano nos 5 anos anteriores, uma dose de Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) induziu a formação de anticorpo resposta contra pertussis e todos os indivíduos foram protegidos contra
tétano e difteria.

Em indivíduos ≥ 40 anos de idade que não foram vacinados com nenhuma vacina contendo difteria ou tétano nos últimos 20 anos (incluindo aqueles que nunca foram vacinados ou aqueles com situação de vacinação desconhecida) uma dose de Refortrix® IPV induziu uma resposta de anticorpos contra os três antígenos
de pertussis e protegeu contra tétano e difteria na maioria dos casos.

Resposta imune e perfil de segurança em pacientes em tratamento ativo contra doenças obstrutivas das vias aéreas

A segurança e a imunogenicidade de Refortrix® foram avaliadas em um estudo descritivo de metanálise combinando dados de 222 indivíduos com idade maior ou igual a 18 anos de idade vacinados com Refortrix® enquanto em tratamento ativo contra doenças obstrutivas das vias aéreas como asma e doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC). Um mês após a vacinação com Refortrix®, a resposta imune contra os antígenos da difteria e tétano em termos de taxas soroprotetores (≥ 0.1 IU/mL) foram respectivamente 89,0% e 97,2%, e contra o toxoide pertussis em termos de taxas de reforço foram de 78.3%, 96.1% e 92.2% contra toxoide
pertussis (PT), hemaglutinina filamentosa (FHA) e pertactina (PRN), respectivamente.

Esses resultados são consistentes com as respostas obtidas na população adulta em geral e com um perfil de segurança semelhante.

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Grupo farmacoterapêutico: vacinas bacterianas e virais combinadas, código ATC J07CA02.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Refortrix® IPV não deverá ser administrada a indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da formulação da vacina (veja o item Composição) ou a pessoas que anteriormente tenham demonstrado sinais de hipersensibilidade após terem recebido vacinas contra difteria, tétano, pertussis
ou poliomielite.

Refortrix® IPV é contraindicada se a pessoa já sofreu quadro de encefalopatia de etiologia desconhecida dentro dos 7 dias seguintes a uma vacinação com vacina que contenha pertussis. Nessas circunstâncias, a vacinação contra pertussis deverá ser suspensa, dando-se continuidade ao curso das vacinas contra
difteria, tétano e poliomielite.

Refortrix® IPV não deverá ser administrada a pessoas que tenham sofrido complicações de natureza neurológica após imunização anterior contra difteria e/ou tétano (para convulsões ou episódios hipotônicos-hiporresponsivos, veja o item Advertências e Precauções).

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

A boa prática clínica recomenda que toda vacinação seja precedida de revisão da história clínica (especialmente com relação à vacinação anterior e à possível ocorrência de reações adversas) e de exame clínico.

Como acontece com todas as vacinas injetáveis, supervisão e tratamento médico, deverão estar sempre disponíveis para o caso de uma reação anafilática rara, após a aplicação da vacina.

Assim como ocorre com outras vacinas, a administração de Refortrix® IPV deverá ser adiada em pessoas que apresentem doença febril aguda grave. A presença de infecção leve não representa contraindicação.

Na ocorrência de qualquer uma das reações a seguir que representem relação temporal com o recebimento na infância de vacina que continha pertussis, a decisão de administrar as doses subsequentes dessas vacinas deverá ser considerada cuidadosamente:



Temperatura ≥ 40,0°C (retal) dentro de 48 horas após a vacinação e não por qualquer outra causa identificável.

Colapso ou estado semelhante ao de choque (episódio hipotônico-hiporresponsivo) dentro de 48 horas da vacinação.

Choro persistente e inconsolável por período 3 horas e ocorrendo dentro das 48 horas após a vacinação.

Convulsões com ou sem febre dentro dos 3 dias após a vacinação.

Pode haver circunstâncias, como nos períodos de alta incidência de coqueluche, em que os benefícios em potencial superem os possíveis riscos, especialmente porque esses episódios não estão associados a sequelas permanentes. De acordo com os dados clínicos disponíveis, o risco dessas reações é menor com as vacinas
acelulares contra coqueluche que com as vacinas de células inteiras contra essa infecção.

Em crianças com desordens neurológicas progressivas, inclusive espasmos infantis, epilepsia não controlada ou encefalopatia progressiva, é preferível postergar a imunização contra coqueluche (acelular [Pa] ou de células inteiras [Pw]) até que o quadro seja corrigido ou estabilizado. Entretanto, a decisão de administrar
a vacina contra coqueluche deverá ser feita em bases individuais, após consideração cuidadosa dos riscos e benefícios.

Refortrix® IPV não deve ser, em nenhuma circunstância, aplicada por via intravascular.

Refortrix® IPV deverá ser administrada com cautela em pessoas com trombocitopenia ou desordem hemorrágica, uma vez que nesses pacientes pode haver sangramento após a administração intramuscular da vacina. Deve-se aplicar pressão firme sobre o sítio da injeção (sem esfregar) durante pelo menos 2 minutos.

Foram relatados muito raramente colapso ou estado semelhante ao de choque (episódio hipotônico-hiporresponsivo) e convulsões após imunização de crianças com produtos que continham um ou mais dos constituintes antigênicos de Refortrix® IPV.

História de convulsões febris, história familiar de convulsões, história familiar da síndrome da morte súbita do lactente (SIDS) e história familiar de reação adversa após vacinação DTP (difteria + tétano + coqueluche) não constituem contraindicações.

Pode ocorrer síncope (desmaio) após, ou mesmo antes, de qualquer vacinação como uma resposta psicogênica para a injeção. É importante que os procedimentos adequados estejam disponíveis no local para evitar danos provocados pelo desmaio.

Assim como ocorre com qualquer vacina uma resposta imune protetora pode não ser atingida em todos os vacinados.

Refortrix® IPV não deverá ser misturada com outras vacinas na mesma seringa.

Grupos de risco

A infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) não é considerada contraindicação à vacinação contra difteria, tétano e coqueluche. Em pacientes imunodeprimidos, pode não ocorrer a resposta imunológica esperada.

A borracha da tampa protetora e do êmbolo da seringa preenchida não é feita de borracha natural de látex.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Não é provável que a vacina provoque qualquer efeito sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Categoria A de risco na gravidez.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Gravidez e lactação

Fertilidade

Não existem dados disponíveis em humanos. Os estudos em animais não indicam risco específico para os seres humanos, com base em estudos convencionais da fertilidade de fêmeas de ratos e coelhos.

Gravidez

Para dados relacionados à prevenção da coqueluche em crianças nascidas de mães que foram vacinadas durante a gravidez, ver seção Resultados de Eficácia.

Os dados de segurança de um ensaio clínico randomizado controlado (341 resultados de gravidez) de um estudo observacional, prospectivo (793 resultados de gravidez), onde Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) foi administrada em mulheres grávidas durante o terceiro trimestre não demonstraram efeitos
adversos relacionados à vacina na gravidez ou na saúde do feto/recém-nascido.

Dados de segurança de estudos clínicos prospectivos sobre o uso de Refortrix® ou Refortrix® IPV durante o primeiro e o segundo trimestre de gravidez não estão disponíveis.

Dados de vigilância pós-comercialização, onde as mulheres grávidas que foram expostas à Refortrix® ou Refortrix® IPV no segundo ou terceiro trimestre não mostraram efeito adverso relacionado à vacina na gravidez ou na saúde do feto/recém-nascido.

Refortrix® IPV pode ser administrada durante o segundo ou terceiro trimestre de gravidez conforme as recomendações oficiais.

Assim como em outras vacinas inativadas, não é esperado que a vacinação com Refortrix® IPV cause dano em qualquer trimestre da gravidez.

Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos prejudiciais diretos ou indiretos em relação à gravidez, desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou desenvolvimento pós-natal.

Lactação

Não foi avaliada a segurança de Refortrix® IPV quando administrada a mulheres em fase de amamentação. Não é conhecido se Refortrix® IPV é excretada no leite humano.

Refortrix® IPV só deverá ser administrada em mulheres nesse período quando as possíveis vantagens superarem os riscos potenciais.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Refortrix® IPV pode ser dado concomitantemente com qualquer uma das seguintes vacinas combinadas ou monovalentes: sarampo, caxumba, rubéola, varicela e vacina contra o papilomavírus humano (ver Reações Adversas).

É improvável que ocorra uma interferência na resposta imune com o uso concomitante com outras vacinas inativadas e imunoglobulinas.

Se Refortrix® IPV for administrada ao mesmo tempo que outra vacina injetável ou uma imunoglobulina, estas devem ser administradas em locais de injeção diferentes.

Como ocorre com outras vacinas, é possível que a resposta imunológica adequada não seja obtida em pacientes sob terapia de imunossupressão ou naqueles com deficiência imunológica.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Prazo de validade

36 meses

Cuidados de armazenamento

Armazenar no refrigerador (2ºC-8ºC).

Não congelar. Descartar a vacina se for congelada.

Proteger da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspectos físicos / Características organolépticas

Refortrix® IPV é uma suspensão turva branca. Durante o armazenamento podem ser observados um depósito branco e um sobrenadante claro. Esta situação é normal.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

Modo de usar

Refortrix® IPV é administrada por injeção intramuscular profunda, preferivelmente na região do deltoide (ver o item Advertências e Precauções).

Antes de ser usada, a vacina deverá estar em temperatura ambiente e ser bem agitada, para que se obtenha uma suspensão branca turva e homogênea. Antes da administração, a vacina deverá ser inspecionada visualmente quanto a presença de qualquer material particulado e/ou a variação do aspecto físico. Caso se
observe uma dessas situações, a vacina não deve ser administrada.

Uma vez retirada do refrigerador, a vacina deve ser usada imediatamente. No entanto, dados de estabilidade indicam que a vacina é estável a temperaturas de até 21°C por 8 horas. Estes dados destinam-se a orientar os profissionais de saúde em caso de desvio temporário de temperatura.

Instruções para uso da seringa

Adaptador Luer Lock

Segure a seringa pelo corpo, não pelo êmbolo.

Remova a tampa da seringa girando-a no sentido anti-horário.

Êmbolo

Corpo

Tampa

Canhão da agulha

Para conectar a agulha à seringa, conecte o canhão da agulha ao adaptador Luer Lock e gire um quarto de volta no sentido horário até travar.

Não puxe o êmbolo da seringa de forma que este desconecte do corpo. Caso isso aconteça, não administre a vacina.

Descarte

Qualquer produto ou material residual não utilizado deve ser descartado de acordo com as diretrizes locais.

Posologia

Recomenda-se uma dose única da vacina (0,5 mL).

Refortrix® IPV pode ser administrada a partir dos 3 anos de idade e deverá ser aplicada conforme as recomendações oficiais e/ou a prática local de uso de vacinas com conteúdo reduzido de antígeno de toxoide diftérico mais toxoide tetânico em combinação com os antígenos de pertussis e poliomielite.

Refortrix® IPV pode ser administrada em gestantes durante o segundo ou terceiro trimestre conforme as recomendações oficiais (ver item Indicação,

Advertências e Precauções - Gravidez e Características Farmacológicas)

Refortrix® IPV também pode ser administrada em adolescentes e adultos com história incompleta ou inexistente de vacinação prévia contra a difteria, tétano e coqueluche como parte de uma série de imunização contra difteria, tétano, coqueluche e poliomielite (ver Resultados de Eficácia). Com base nos dados de
adultos, duas doses adicionais de vacina contendo difteria e tétano são recomendadas entre um a seis meses após a primeira dose para maximizar a resposta da vacina contra difteria e tétano.

Refortrix® IPV pode ser usada no tratamento de lesões suscetíveis a infecção tetânica em pessoas que receberam previamente uma série de vacinação primária da vacina com toxoide tetânico. A imunoglobulina tetânica deverá ser administrada concomitantemente, de acordo com as recomendações oficiais.

A vacinação de repetição contra difteria, tétano, pertussis e poliomielite deverá ser realizada de acordo com as recomendações oficiais (geralmente 10 anos).

9. REAÇÕES ADVERSAS

Estudos clínicos

O perfil de segurança apresentado a seguir é baseado em dados obtidos a partir de estudos clínicos onde Refortrix® IPV foi administrada a 908 crianças (de 4 a

9 anos de idade) e 955 adultos, adolescentes e crianças (acima de 10 anos de idade). As reações mais comuns após a aplicação da vacina em ambos os grupos ocorreram no local da injeção (dor, vermelhidão e inchaço ), foram informadas por 31,3% e 82,3% da população total envolvida. Todas as manifestações
ocorreram no primeiro dia após a vacinação e se resolveram sem sequelas.

As reações adversas relatadas são listadas de acordo com a seguinte frequência:

Reação muito comum (> 1/10)

Reação comum (> 1/100 e < 1/10)

Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100)

Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000)

Reação muito rara (< 1/10.000)

Crianças de 3 anos de idade

Nos estudos clínicos com crianças de 3 anos de idade, Refortrix® IPV foi coadministrada com vacinas MMR/V. Não foram gerados dados de segurança para esta população quando o Refortrix® IPV foi administrada isolado. No entanto, as reações adversas descritas para os outros grupos etários também podem ocorrer
em crianças de 3 anos de idade.

Crianças de 4 a 9 anos de idade

Reações muito comuns (> 1/10): sonolência, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço).

Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): anorexia, irritabilidade, dor de cabeça, febre ≥37,5ºC (incluindo febre >39ºC), reações no local da injeção (como hemorragia).

Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): linfadenopatia, distúrbios no sono, apatia, garganta seca, diarreia, vômito, dor abdominal, náusea, fadiga.

Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade

Reações muito comuns (> 1/10): dor de cabeça, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço), fadiga.

Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): distúrbios gastrointestinais, febre ≥37,5ºC, reações no local da injeção (como hematoma).

Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): herpes oral, linfadenopatia, diminuição do apetite, parestesia, sonolência, tontura, asma, prurido, mialgia, artralgia, febre > 39ºC, calafrios, dor.

Coadministração com vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (MMR/V) em crianças com idade entre 3 e 6 anos

Refortrix® IPV foi coadministrada com vacinas MMR/V em 2 estudos clínicos com 406 crianças com idade entre 3 e 6 anos. Nestes estudos, a infecção de trato respiratório superior e rash foram reportadas comumente. Febre, irritabilidade, fadiga, perda de apetite e distúrbios gastrointestinais (incluindo diarreia e vômito)

foram reportados com frequência mais alta (muito comum) quando comparado com todos os outros efeitos adversos que ocorreram com igual ou menor frequência.

Reações adversas reportadas adicionalmente durante estudos clínicos com Refortrix® (componente dTpa de Refortrix® IPV) administrada a 839 crianças (de

4 a 9 anos de idade) e 1931 adultos, adolescentes e crianças (acima de 10 anos de idade) estão listadas a seguir:

Crianças de 4 a 9 anos de idade

Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): distúrbios na atenção, conjuntivite, reações no local de injeção (como inchaço), dor.

Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade

Reações muito comuns (> 1/10): mal-estar.

Reações comuns (> 1/100 e < 1/10): náusea, reações no local de injeção (como inchaço no local de injeção e abscesso estéril no local de injeção).

Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): infecções do trato respiratório superior, faringite, síncope, tosse, diarreia, vômito, hiperidrose, rash, rigidez articular, rigidez muscular, doença semelhante à de gripe.

Reatogenicidade após repetição de dose de Refortrix® IPV

Indivíduos totalmente imunizados com 4 doses de DTPa seguido de Refortrix® IPV aos 4-8 anos de idade não demonstraram aumento reatogenicidade após a segunda dose de Refortrix® IPV administrada 5 anos depois.

Indivíduos a partir de 15 anos de idade sem vacinação recente para difteria, tétano, coqueluche e poliomielite, que receberam a dose de Refortrix® IPV ou outra vacina com conteúdo reduzido de antígeno, seguido de uma dose adicional de Refortrix® IPV 10 anos após a última dose, não mostraram aumento na
reatogenicidade.

Indivíduos que foram imunizados com 4 doses de DTPw e receberam uma dose da vacina dTpa aos 10 anos de idade apresentaram um aumento de reatogenicidade local após uma dose adicional da vacina dTpa administrada 10 anos mais tarde.

Vigilância pós-comercialização

Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000): angioedema, convulsões (com ou sem febre), urticária, inchaço extenso do membro vacinado, astenia.

Reação muito rara (< 1/10.000): reações alérgicas, incluindo reações anafiláticas e anafilactoides.

Após a administração de vacinas contendo toxoide tetânico, houve relatos muito raros de reações adversas no sistema nervoso central ou periférico, incluindo paralisia ascendente ou mesmo paralisia respiratória (por exemplo, síndrome de Guillain-Barré).

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10. SUPERDOSE

Foram relatados casos de superdosagem durante a vigilância pós-comercialização. Os eventos adversos após a superdosagem, quando relatados, foram similares aos relatados com a administração normal da vacina.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

III - DIZERES LEGAIS

MS: 1.0107.0282

Farm. Resp.: Rafael Salles de Carvalho

CRF-RJ 12108

Fabricado por: GlaxoSmithKline Biologicals - 637 Rue des Aulnois, 59230 - Saint Amand Les Eaux - França

Embalado por: GlaxoSmithKline Biologicals S.A. - Parc de La Noire Epine - Rua Fleming 20, 1300 - Wavre - Bélgica ou GlaxoSmithKline Biologicals - 637

Rue des Aulnois, 59230 - Saint Amand Les Eaux - França.

Registrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 8464 - Rio de Janeiro - RJ

CNPJ: 33.247.743/0001-10

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

L1844_refortrix IPV_sus_inj_GDS15

Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 31/07/2023

Histórico de Alteração de Bula

10463 – PRODUTO

BIOLÓGICO – Inclusão

0441063/13-7

Inicial de Texto de Bula –

RDC 60/12

30/01/2014

20/03/2015

0441063/13-7

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Inclusão Inicial de Texto de Bula
- RDC 60/12

28/06/2013

0072349/14-5

0101130/14-8

20/01/2015

0246007/15-6

0526113/13-9

Alteração de Texto de Bula

16/01/2014

Dizeres legais – Farmacêutico

Responsável

Resultados de eficácia

Advertências e precauções

Cuidados de armazenamento do medicamento

Posologia e modo de usar

Reações adversas

O que devo saber antes de usar este

Onde, como e por quanto tempo posso

Como devo usar este medicamento?

Quais os males que este medicamento

0101130/14-8

0063102/15-7

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO
-Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12

10467 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Inclusão de Nome Comercial em

Vacinas por Decisão Judicial

18/02/2015

Identificação do Medicamento Apresentação

VPS
- Identificação do medicamento;
- Indicações;
- Resultados de eficácia;
- Contraindicações;
- Advertências e precauções;
- Interações medicamentosas;
medicamento;
- Posologia e modo de usar;
- Reações adversas;

VP
- Identificação do medicamento

ML

ML

ML

ML

03/06/2015

0355622/15-1

0493413/15-0

2012164/16-4

0355622/15-1

20/02/2015

0156867/15-1

20/02/2015

0156989/15-9

2012164/16-4

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12

1925 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração do Local de Fabricação do Produto a Granel

1940 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração do Local de Fabricação do Produto em sua Embalagem

Primária

VPS
- Identificação do medicamento;
- Indicações;
- Resultados de eficácia;
- Contraindicações;
- Advertências e precauções;
- Interações medicamentosas;
medicamento;
- Posologia e modo de usar;
- Reações adversas;

VP
- Identificação do medicamento

04/05/2015

04/05/2015

VPS
-Posologia e Modo de Usar
-Reações Adversas

VP
-Como devo usar este medicamento?

ML

ML

ML

0398183/17-5

0398183/17-5

-Quais os males que este medicamento

VPS
-Identificação do Medicamento
-Advertências e Precauções
-Reações Adversas

VP
-Identificação do Medicamento
-O que devo saber antes de usar este
-Quais os males que este medicamento

ML

VPS
- Apresentações
- Composição
- Indicações
- Características Farmacológicas
- Contraindicações
- Advertências e Precauções
- Interações Medicamentosas
- Posologia e Modo de Usar
- Reações Adversas

18/12/2017

2294908/17-9

0068521/18-6

06/03/2018

Não aplicável
– Expediente gerado pós

VP
- Apresentações
- Composição
- Onde, Como e Por Quanto tempo posso guardar esse medicamento?

2281955/16-0

1692 - PRODUTO BIOLÓGICO Ampliação de Uso

0068521/18-6

VPS

26/01/2018

0066171/18-6

1532 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração de Posologia

26/02/2018

VPS
- Posologia

14/09/2016

11/12/2017

VPS

VP e

VPS

ML

ML

13/06/2019

Nº peticionament Bula – RDC 60/12 o

0526506/19-1

2030064/20-6

0542008/21-3

19/03/2021

1072427/21-3

01/02/2022

0404890/22-9

11/03/2019

0218247/19-5

2030064206

1513 – PRODUTO BIOLÓGICO –

Alteração dos cuidados de conservação

Texto de Bula

27/05/2019

VP
- Posologia

VPS medicamento
- Reações Adversas

VP

VP

VPS

VP e

VPS

VP

9. Reações Adversas

0542008213

Texto de Bula

VPS

8. Quais os males que este medicamento

VPS

1. Indicações

2. Resultados de Eficácia

5. Advertências e Precauções

7. Cuidados de Conservação

8. Posologia e Modo de Uso

9. Reações Adversas

II. Dizeres Legais

13/04/2021

1129023/20-4

1615 - PRODUTO BIOLÓGICO Inclusão de Nova Indicação

Terapêutica no País

22/01/2021

VP

1. Para que este medicamento é indicado?

2. Como este medicamento funciona?

4. O que devo saber antes de usar este

5. Onde, como e por quanto tempo posso

6. Como devo usar este medicamento?

8. Quais males este medicamento pode me causar?

II. Dizeres Legais

Composição – seção atualizada para remoção dos resíduos e adequação ao

ML

ML

ML

ML

ML

01/08/2022

4486625/22-6

04/10/2022

4779592/22-4

29/07/2024

Não se aplica

14/12/2022

5050442/22-8

11956 - PRODUTOS

BIOLÓGICOS - 66. Modificação na embalagem primária

31/07/2023 (porexemplo, novo revestimento, tampa, tipo de vidro) - Moderada

Vocabulário Controlado.

ML

VP

VPS

VP

Composição – retirada da palavra
‘reconstituída’

2. Resultados de Eficácia

VPS

Composição – retirada da palavra
‘reconstituída’

VP

Apresentação

5. Advertências e Precauções

8. Posologia e Modo de Usar

VPS

Apresentação

4. O que devo saber antes de usar este

6. Como devo usar este medicamento?

ML

ML

ML

Dizeres legais

MS: 1.0107.0282

Farm. Resp.: Rafael Salles de Carvalho

CRF-RJ 12108

Fabricado por: GlaxoSmithKline Biologicals - 637 Rue des Aulnois, 59230 - Saint Amand Les Eaux - França

Embalado por: GlaxoSmithKline Biologicals S.A. - Parc de La Noire Epine - Rua Fleming 20, 1300 - Wavre - Bélgica ou GlaxoSmithKline Biologicals - 637

Rue des Aulnois, 59230 - Saint Amand Les Eaux - França.

Registrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 8464 - Rio de Janeiro - RJ

CNPJ: 33.247.743/0001-10

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

L1844_refortrix IPV_sus_inj_GDS15

Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 31/07/2023

Histórico de Alteração de Bula

10463 – PRODUTO

BIOLÓGICO – Inclusão

0441063/13-7

Inicial de Texto de Bula –

RDC 60/12

30/01/2014

20/03/2015

0441063/13-7

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Inclusão Inicial de Texto de Bula
- RDC 60/12

28/06/2013

0072349/14-5

0101130/14-8

20/01/2015

0246007/15-6

0526113/13-9

Alteração de Texto de Bula

16/01/2014

Dizeres legais – Farmacêutico

Responsável

Resultados de eficácia

Advertências e precauções

Cuidados de armazenamento do medicamento

Posologia e modo de usar

Reações adversas

O que devo saber antes de usar este

Onde, como e por quanto tempo posso

Como devo usar este medicamento?

Quais os males que este medicamento

0101130/14-8

0063102/15-7

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO
-Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12

10467 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Inclusão de Nome Comercial em

Vacinas por Decisão Judicial

18/02/2015

Identificação do Medicamento Apresentação

VPS
- Identificação do medicamento;
- Indicações;
- Resultados de eficácia;
- Contraindicações;
- Advertências e precauções;
- Interações medicamentosas;
medicamento;
- Posologia e modo de usar;
- Reações adversas;

VP
- Identificação do medicamento

ML

ML

ML

ML

03/06/2015

0355622/15-1

0493413/15-0

2012164/16-4

0355622/15-1

20/02/2015

0156867/15-1

20/02/2015

0156989/15-9

2012164/16-4

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO
- Notificação de Alteração de Texto de Bula - RDC 60/12

1925 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração do Local de Fabricação do Produto a Granel

1940 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração do Local de Fabricação do Produto em sua Embalagem

Primária

VPS
- Identificação do medicamento;
- Indicações;
- Resultados de eficácia;
- Contraindicações;
- Advertências e precauções;
- Interações medicamentosas;
medicamento;
- Posologia e modo de usar;
- Reações adversas;

VP
- Identificação do medicamento

04/05/2015

04/05/2015

VPS
-Posologia e Modo de Usar
-Reações Adversas

VP
-Como devo usar este medicamento?

ML

ML

ML

0398183/17-5

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-Quais os males que este medicamento

VPS
-Identificação do Medicamento
-Advertências e Precauções
-Reações Adversas

VP
-Identificação do Medicamento
-O que devo saber antes de usar este
-Quais os males que este medicamento

ML

VPS
- Apresentações
- Composição
- Indicações
- Características Farmacológicas
- Contraindicações
- Advertências e Precauções
- Interações Medicamentosas
- Posologia e Modo de Usar
- Reações Adversas

18/12/2017

2294908/17-9

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06/03/2018

Não aplicável
– Expediente gerado pós

VP
- Apresentações
- Composição
- Onde, Como e Por Quanto tempo posso guardar esse medicamento?

2281955/16-0

1692 - PRODUTO BIOLÓGICO Ampliação de Uso

0068521/18-6

VPS

26/01/2018

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1532 - PRODUTO BIOLÓGICO Alteração de Posologia

26/02/2018

VPS
- Posologia

14/09/2016

11/12/2017

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VP e

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13/06/2019

Nº peticionament Bula – RDC 60/12 o

0526506/19-1

2030064/20-6

0542008/21-3

19/03/2021

1072427/21-3

01/02/2022

0404890/22-9

11/03/2019

0218247/19-5

2030064206

1513 – PRODUTO BIOLÓGICO –

Alteração dos cuidados de conservação

Texto de Bula

27/05/2019

VP
- Posologia

VPS medicamento
- Reações Adversas

VP

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VP e

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9. Reações Adversas

0542008213

Texto de Bula

VPS

8. Quais os males que este medicamento

VPS

1. Indicações

2. Resultados de Eficácia

5. Advertências e Precauções

7. Cuidados de Conservação

8. Posologia e Modo de Uso

9. Reações Adversas

II. Dizeres Legais

13/04/2021

1129023/20-4

1615 - PRODUTO BIOLÓGICO Inclusão de Nova Indicação

Terapêutica no País

22/01/2021

VP

1. Para que este medicamento é indicado?

2. Como este medicamento funciona?

4. O que devo saber antes de usar este

5. Onde, como e por quanto tempo posso

6. Como devo usar este medicamento?

8. Quais males este medicamento pode me causar?

II. Dizeres Legais

Composição – seção atualizada para remoção dos resíduos e adequação ao

ML

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ML

ML

01/08/2022

4486625/22-6

04/10/2022

4779592/22-4

29/07/2024

Não se aplica

14/12/2022

5050442/22-8

11956 - PRODUTOS

BIOLÓGICOS - 66. Modificação na embalagem primária

31/07/2023 (porexemplo, novo revestimento, tampa, tipo de vidro) - Moderada

Vocabulário Controlado.

ML

VP

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Composição – retirada da palavra
‘reconstituída’

2. Resultados de Eficácia

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Composição – retirada da palavra
‘reconstituída’

VP

Apresentação

5. Advertências e Precauções

8. Posologia e Modo de Usar

VPS

Apresentação

4. O que devo saber antes de usar este

6. Como devo usar este medicamento?

ML

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Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 29 de julho de 2024). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.