Bula e Preço

Bula de Stelara — Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA

Esta é a bula do paciente de Stelara, como aprovada pela Anvisa e publicada por Janssen-Cilag Farmacêutica LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 24.567,85

Identificação do medicamento

5 mg/mL

Versão para o Mercado Privado

Solução para Diluição para Infusão

Solução para diluição para infusão de Stelara® 130 mg/26 mL para infusão intravenosa em embalagem com 1 frasco-ampola.

USO INTRAVENOSO

Cada mL de solução para diluição para infusão de Stelara® para infusão intravenosa contém 5 mg de ustequinumabe.
-

130 mg/26 mL.

Excipientes: edetato dissódico di-hidratado, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, levometionina, polissorbato 80, sacarose, água para injetáveis.

Doença de Crohn em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Doença de Crohn população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à
terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos.

Colite Ulcerativa em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Colite Ulcerativa população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg)

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1κappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe
a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao seu receptor proteico

IL-12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a

IL-23 pré-ligada aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12
e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação
das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os
níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL-12 e IL-23 na
fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL-23A, IL-23R e

IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da

doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese.

Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumento sérico dos níveis de IFNγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a
ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais.

Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes

IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão
intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal.

Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, Stelara® exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo

De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do

Stelara® pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes.

Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes recebendo Stelara® (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar).

Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com Stelara®, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por

Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular).

Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de Stelara® em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Antes de iniciar o tratamento com Stelara®, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. Stelara® não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo
usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de

Stelara®. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de Stelara® em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder
ser confirmado. Os pacientes que recebem Stelara® devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento.

Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e Stelara® não

Agentes imunossupressores como Stelara® têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, alguns pacientes que receberam Stelara® desenvolveram doenças malignascutâneas e não cutâneas (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com Stelara®.

Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de Stelara® nestes pacientes.

Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele.

Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema

Esta bula não segue o formato de perguntas da RDC 47/2009 (ou traz várias apresentações no mesmo documento), então é exibida na íntegra, como publicada.

5 mg/mL

Versão para o Mercado Privado

Solução para Diluição para Infusão

Solução para diluição para infusão de Stelara® 130 mg/26 mL para infusão intravenosa em embalagem com 1 frasco-ampola.

USO INTRAVENOSO

Cada mL de solução para diluição para infusão de Stelara® para infusão intravenosa contém 5 mg de ustequinumabe.
-

130 mg/26 mL.

Excipientes: edetato dissódico di-hidratado, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, levometionina, polissorbato 80, sacarose, água para injetáveis.

Doença de Crohn em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Doença de Crohn população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à
terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos.

Colite Ulcerativa em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Colite Ulcerativa população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg)

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1κappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe
a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao seu receptor proteico

IL-12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a

IL-23 pré-ligada aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12
e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação
das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os
níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL-12 e IL-23 na
fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL-23A, IL-23R e

IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da

doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese.

Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumento sérico dos níveis de IFNγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a
ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais.

Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes

IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão
intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal.

Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, Stelara® exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo

De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do

Stelara® pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes.

Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes recebendo Stelara® (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar).

Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com Stelara®, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por

Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular).

Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de Stelara® em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Antes de iniciar o tratamento com Stelara®, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. Stelara® não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo
usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de

Stelara®. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de Stelara® em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder
ser confirmado. Os pacientes que recebem Stelara® devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento.

Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e Stelara® não

Agentes imunossupressores como Stelara® têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, alguns pacientes que receberam Stelara® desenvolveram doenças malignascutâneas e não cutâneas (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com Stelara®.

Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de Stelara® nestes pacientes.

Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele.

Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação
alérgica grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de Stelara® deve ser imediatamente

Reações relacionadas com a perfusão

Em ensaios clínicos, foram observadas reações relacionadas com a perfusão (vide seção “Quais os males que este medicamento pode causar”). No período de pós comercialização foram notificadas reações graves
relacionadas com a perfusão, incluindo reações anafiláticas à perfusão. Se for observada uma reação grave ou que represente perigo de vida, deve ser instituído um tratamento adequado e Stelara® deve ser descontinuado.

Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportados durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse,
dispneia e infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em
alguns casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o ustequinumabe e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este
medicamento pode nos causar”).

Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a Stelara®.

Os fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com

Stelara®.

Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou vacinas de bactérias vivas, (tais como Bacilo de CalmetteGuérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com Stelara®. Não foram realizados estudos
específicos em pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infeção por vacinas vivas em pacientes em

tratamento com Stelara®. Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com Stelara® deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo
ser retomado, pelo menos, 2 semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pósvacinação.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de

Stelara® no lactente. Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detetáveis níveis séricos de

Stelara® no lactente.

Os pacientes que recebem Stelara® podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente.

O tratamento em longo prazo com Stelara® não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica.

Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança.
qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.

Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de Stelara® em combinação aos agentes imunossupressores incluindo medicamentos biológicos ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos na artrite psoriática, a
associação com o MTX não pareceu influenciar a segurança e a eficácia de Stelara®. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante de imunossupressores ou corticosteroides não pareceu
influenciar a segurança ou eficácia de Stelara®. Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e Stelara® ou quando há transição a partir de outros imunossupressores
biológicos.

Stelara® não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergénica. Não se sabe se Stelara® pode afetar a imunoterapia alergénica.

Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite exfoliativa após tratamento com Stelara® (vide seção
“Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite exfoliativa, como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os
médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite exfoliativa. Se estes sintomas ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. Stelara® deve ser interrompido se houver
suspeita de uma reação medicamentosa.

Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com Stelara®, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele
expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com Stelara® deve ser

Stelara® pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou Stelara® enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas
“vivas” (por exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina “viva”).

Populações Especiais

Pacientes Pediátricos

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 2 anos com doença de Crohn, pois não foi estudado nessa faixa etária.

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos com Colite Ulcerativa, pois possui poucos dados.

Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de Stelara®, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com Stelara®, em comparação com pacientes mais jovens em

estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os
pacientes mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes.

Insuficiência Hepática

Insuficiência Renal

As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e

Os dados coletados de gestações após exposição ao Stelara®, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no
recém-nascido, aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês.

Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal.

No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a

Stelara® atravessa a placenta e foi detectado no sangue de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com Stelara® durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de
infecção em bebês expostos in utero ao Stelara® pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis
meses após o nascimento ou até que os níveis séricos de Stelara® sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os
níveis séricos de Stelara® no bebê forem indetectáveis.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Poucos dados da literatura sugerem que Stelara® é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se Stelara® é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial Stelara® para de reações adversas em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o
tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com Stelara®, tem que ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com

Stelara®, para a mulher.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da

Os efeitos de Stelara® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezáveis.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de

Stelara® no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num
momento anterior, caso não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara® no bebê.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a

Se necessário, a solução da infusão diluída de Stelara® pode ser armazenada por até quatro horas à temperatura ambiente. Não congelar. Descartar qualquer porção não utilizada da solução para infusão.

Aspecto Físico

Stelara® 130 mg é fornecido como solução estéril em frasco-ampola de vidro para uso único. Stelara® não contém conservantes. O frasco-ampola é fechado com um batoque revestido.

A solução é límpida, incolor a amarelo claro, com pH de aproximadamente 6,0.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

Doença de Crohn e Colite Ulcerativa

A solução para infusão de Stelara® é destinada para o uso sob a orientação e supervisão de médicos com experiência no diagnóstico e tratamento da Doença de Crohn e colite ulcerativa. Este só deve ser utilizado
para a dose de indução intravenosa.

O tratamento com Stelara® deve ser iniciado com uma única dose intravenosa com base no peso corporal. A solução de infusão deve ser composta pelo número de frascos de Stelara® 130 mg como especificado na

Tabela 1.

≤ 55 kg

(a)

O tratamento de manutenção subcutânea, deve ser iniciado 8 semanas após a administração da dose de indução intravenosa. Para a posologia do regime subsequente de dosagem subcutânea, vide a bula de Stelara®
solução injetável em seringa pré-preenchida (uso subcutâneo).

Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com Stelara®. Em pacientes que responderam ao tratamento com Stelara®, os corticosteroides podem ser reduzidos ou

Para a doença de Crohn ou Colite Ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com

Para a posologia e modo de usar via subcutânea, verificar a bula do medicamento com as apresentações subcutâneas.

Doença de Crohn – a partir dos 2 anos de idade

Tabela 2:

(a)

O médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área

Após a dose intravenosa inicial, você receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® por meio de uma injeção

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a próxima dose de 60 mg/m² de Stelara® será definida pelo seu médico. Ela pode ser administrada a cada 8 semanas. Seu médico decidirá quando você

Colite Ulcerativa – a partir dos 6 anos de idade

Pacientes pediátricos pesando pelo menos 40 kg

O tratamento com Stelara® deve ser iniciado com uma única dose intravenosa com base no peso corporal. A solução de infusão deve ser composta pelo número de frascos de Stelara® 130 mg como especificado na

Tabela 3.

Tabela 3:

(a)

O médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área

Após a dose intravenosa inicial, você receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® por meio de uma injeção

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a próxima dose de 60 mg/m² de Stelara® será definida pelo seu médico. Ela pode ser administrada a cada 8 semanas. Seu médico decidirá quando você

- Administração por infusão intravenosa

Stelara® 130 mg frasco-ampola injetável deve ser utilizado apenas para infusão IV. A infusão intravenosa de

Stelara® deve ser administrada por profissionais de saúde qualificados.

- Instruções para a diluição de Stelara® 130 mg para infusão IV (Doença de Crohn e colite ulcerativa)

A solução de Stelara® 130 mg deve ser diluída e preparada para infusão intravenosa por um profissional de saúde, utilizando técnica asséptica.

1) Calcular a dose e o número de frascos de Stelara® necessários com base no peso corpóreo do paciente (vide Tabelas 1, 2 e 3), ou com base na dose pediátrica recomendada de 250 mg/m2 com base na área de superfície corporal (ASC) do paciente para pacientes pediátricos com doença de

Crohn ou colite ulcerativa que pesam menos de 40 kg. Cada 26 mL do frasco-ampola de Stelara® contém 130 mg de ustequinumabe.

2) Retirar e em seguida descartar um volume da solução de 0,9% p/v de cloreto de sódio da bolsa de infusão de 250 mL, igual ao volume de Stelara® a ser adicionado (descartar 26 mL de cloreto de sódio para cada frasco-ampola de Stelara® necessário, para 2 frascos descartar 52 mL, para 3 frascos
descartar 78 mL, para 4 frascos descartar 104 mL). Alternativamente, uma bolsa de infusão de 250 mL contendo solução de cloreto de sódio a 0,45% p/v pode ser usado.

3) Retirar 26 mL de Stelara® de cada frasco-ampola necessário e adicioná-lo à bolsa de infusão de 250 mL. O volume final na bolsa de infusão deve ser de 250 mL. Misture delicadamente.

4) Para pacientes pediátricos com doença de Crohn ou colite ulcerativa, e peso inferior a 40 kg, a dose é de 250 mg/m², com base na área de superfície corporal (ASC) do paciente, como uma dose única intravenosa (IV) de Stelara®. Retire e, em seguida, descarte um volume da solução de cloreto de
sódio a 9 mg/mL (0,9%) da bolsa de infusão de 100 mL igual ao volume de Stelara® a ser adicionado. Retire o volume apropriado de Stelara® de cada frasco-ampola necessário e adicione-o à bolsa de infusão de 100 mL. O volume final na bolsa de infusão deve ser de 100 mL. Misture
delicadamente.

5) Inspecionar visualmente a solução diluída antes da administração. Não a utilize se observar partículas opacas, descoloração ou partículas estranhas são observadas.

6) Administrar a solução diluída ao longo de um período de pelo menos uma hora. Uma vez diluída, a solução para infusão pode ser armazenada por até quatro horas antes da infusão.

7) Utilizar apenas um equipo de infusão com um filtro em linha estéril, não pirogênico, de baixa ligação às proteínas (tamanho de poro de 0,2 micrômetros).

8) Não infundir Stelara® concomitantemente a outros agentes pelo mesmo equipo de infusão intravenosa.

9) Cada frasco-ampola é para uso único e qualquer medicamento não utilizado deve ser descartado de maneira adequada.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe
não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e colite ulcerativa

Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara® em 12 estudos fase 2 e fase 3, em

6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite posriásica e 1749 pacientes com doença de Crohn e

826 com colite ulcerativa nos estudos UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara® apresentada na

Tabela 4: Exposição de longo prazo ao Stelara® em estudos clínicos fase 2 e fase 3

Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa.

As reações adversas mais comuns (>5%) nos períodos controlados dos estudos clínicos de todas as indicações de Stelara® foram nasofaringite e cefaleia (dor de cabeça). A maioria foi considerada leve e não necessitou
descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de Stelara® foi semelhante em pacientes com em todas as indicações.

A seguir é apresentado um resumo das Reações Adversas dos estudos clínicos para todas as indicações. A frequência dessas reações adversas foi baseada naquelas reações que ocorreram nos períodos iniciais
controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômitos.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor

Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Infecções e infestações: celulite, infecção dentária, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior,

Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia,

Em estudos controlados de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara® e os tratados
com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a taxa de infecção foi de 1,36 por paciente-ano de
acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara® e 1,34 por paciente-ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram nas taxas de 0,03 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara® (30 infecções graves em 930 pacientes por anos de
acompanhamento) e 0,03 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes-anos de acompanhamento) (vide “Quais males este medicamento pode me

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de todas as indicações incluindo doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes-anos expostos ao Stelara® vem 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos
para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de

0,85 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara®. A taxa de infecções graves foi de 0,02 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara® (289 infecções graves
em 15227 pacientes-anos de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abscesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e infecção viral.

Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a

No período controlado dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientesanos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (1 paciente em 929 pacientes-anos de
acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes

A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a

0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em

433 pacientes-anos de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não-controlados dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos
para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele não-melanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados
com Stelara®). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara®. A incidência de malignidades reportada em pacientes
tratados com Stelara® foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência padronizada = 0,94 (intervalo de confiança de 95%: 0,73 - 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As
malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colo-retal, e de mama. A razão de pacientes com cânceres de pele de célula basal versus escamosa
(3:1) é comparável com a razão esperada na população geral (vide “Quais males este medicamento pode me

Reações de Hipersensibilidade e de Infusão

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de suporte para a formulação subcutânea de Stelara®, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes
tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9%
de 319 pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Nos estudos clínicos de psoríase e outra doença, até 12,4% dos pacientes tratados com o Stelara® desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a
resposta clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra ustequinumabe apresentava anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa, 2,9% e

4,6% dos pacientes, respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de
anticorpos contra o ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 1 e um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com doença de Crohn ativa moderada a grave até as semanas 240 e 68, respectivamente. O perfil
de segurança neste grupo (n = 135), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com doença de Crohn.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com colite ulcerativa ativa moderada a grave, os pacientes foram acompanhados por 68 semanas. O perfil de segurança
neste grupo (n = 112), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com colite ulcerativa.

Os dados disponíveis avaliam a segurança apenas até aproximadamente 68 semanas, o perfil de segurança no

Nos estudos clínicos realizados, não foram observados efeitos negativos no crescimento ou no desenvolvimento puberal em crianças e adolescentes tratados com Stelara®.

Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária).

Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves ** (incluindo anafilaxia e angioedema).

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica.

Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite exfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele).

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam
mais baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada.
** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do
tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu
médico.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO?

Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade dose-limitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais
ou sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

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USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

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Versão para o Mercado Público

Solução para Diluição para Infusão

Solução para diluição para infusão de Stelara® 130 mg/26 mL para infusão intravenosa em embalagem com 1 frasco-ampola.

USO INTRAVENOSO

Cada mL de solução para diluição para infusão de Stelara® para infusão intravenosa contém 5 mg de ustequinumabe.
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130 mg/26 mL.

Excipientes: edetato dissódico di-hidratado, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, levometionina, polissorbato 80, sacarose, água para injetáveis.

Doença de Crohn em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Doença de Crohn população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à
terapia convencional ou à terapia com medicamentos biológicos.

Colite Ulcerativa em adultos

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Colite Ulcerativa população pediátrica

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia
convencional ou à terapia com medicamentos biológicos.Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg) devem ser interpretados com cautela, pois há
poucos pacientes nessas faixas.

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1κappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe
a bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao seu receptor proteico

IL-12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a

IL-23 pré-ligada aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor. A IL-12
e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a diferenciação
das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A, IL-21 e IL-22. Os
níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL-12 e IL-23 na
fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL-23A, IL-23R e

IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da
doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese.

Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumento sérico dos níveis de IFNγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a
ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais.

Associações significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes

IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão
intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal.

Através da ligação às subunidades p40 compartilhadas da IL-12 e IL-23, Stelara® exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo

De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do

Stelara® pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes.

Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes recebendo Stelara® (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar).

Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com Stelara®, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por

Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular).

Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de Stelara® em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Antes de iniciar o tratamento com Stelara®, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. Stelara® não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo
usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de

Stelara®. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de Stelara® em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder
ser confirmado. Os pacientes que recebem Stelara® devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento.

Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e Stelara® não

Agentes imunossupressores como Stelara® têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, alguns pacientes que receberam Stelara® desenvolveram doenças malignas cutâneas e não cutâneas (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com Stelara®.

Deve-se ter cautela quando se considerar o uso de Stelara® nestes pacientes.

Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele.

Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação
alérgica grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de Stelara® deve ser imediatamente

Reações relacionadas com a perfusão

Em ensaios clínicos, foram observadas reações relacionadas com a perfusão (vide seção “Reações Adversas”).

No período de pós comercialização foram notificadas reações graves relacionadas com a perfusão, incluindo reações anafiláticas à perfusão. Se for observada uma reação grave ou que represente perigo de vida, deve ser
instituído um tratamento adequado e Stelara® deve ser descontinuado.

Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportados durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse,
dispneia e infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em
alguns casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o ustequinumabe e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este
medicamento pode nos causar”).

Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a Stelara®.

Os fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com

Stelara®.

Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou vacinas de bactérias vivas, (tais como Bacilo de CalmetteGuérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com Stelara®. Não foram realizados estudos
específicos em pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infeção por vacinas vivas em pacientes em

tratamento com Stelara®. Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com Stelara® deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo
ser retomado, pelo menos, 2 semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pósvacinação.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de

Stelara® no lactente (vide seção “Interações Medicamentosas”). Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso
não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara® no lactente.

Os pacientes que recebem Stelara® podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente.

O tratamento em longo prazo com Stelara® não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica.

Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança.
qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.

Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de Stelara® em combinação aos agentes imunossupressores incluindo medicamentos biológicos ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos na artrite psoriática, a
associação com o MTX não pareceu influenciar a segurança e a eficácia de Stelara®. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante de imunossupressores ou corticosteroides não pareceu
influenciar a segurança ou eficácia de Stelara® . Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e Stelara® ou quando há transição a partir de outros imunossupressores
biológicos.

Stelara® não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergénica. Não se sabe se Stelara® pode afetar a imunoterapia alergénica.

Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite exfoliativa após tratamento com Stelara® (vide seção
“Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite exfoliativa, como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os
médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite exfoliativa. Se estes sintomas ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. Stelara® deve ser interrompido se houver
suspeita de uma reação medicamentosa.

Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com Stelara®, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele
expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com Stelara® deve ser

Stelara® pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou Stelara® enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas
“vivas” (por exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina “viva”).

Populações Especiais

Pacientes Pediátricos

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 2 anos com doença de Crohn, pois não foi estudado nessa faixa etária.

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos com Colite Ulcerativa, pois possui poucos dados.

Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de Stelara®, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com Stelara®, em comparação com pacientes mais jovens em

estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os
pacientes mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes.

Insuficiência Hepática

Insuficiência Renal

As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e

Os dados coletados de gestações após exposição ao Stelara®, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no
recém-nascido, aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês.

Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal.

No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a

Stelara® atravessa a placenta e foi detectado no sangue de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com Stelara® durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de
infecção em bebês expostos in utero ao Stelara® pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis
meses após o nascimento ou até que os níveis séricos de Stelara® sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os
níveis séricos de Stelara® no bebê forem indetectáveis.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Poucos dados da literatura sugerem que Stelara® é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se Stelara® é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de Stelara® para reações adversas em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o
tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com Stelara®, tem que ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com

Stelara®, para a mulher.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da

Os efeitos de Stelara® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezáveis.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de

Stelara® no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num
momento anterior, caso não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara® no bebê.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a

Se necessário, a solução da infusão diluída de Stelara® pode ser armazenada por até quatro horas à temperatura ambiente. Não congelar. Descartar qualquer porção não utilizada da solução para infusão.

Aspecto Físico

Stelara® 130 mg é fornecido como solução estéril em frasco-ampola de vidro para uso único. Stelara® não contém conservantes. O frasco-ampola é fechado com um batoque revestido.

A solução é límpida, incolor a amarelo claro, com pH de aproximadamente 6,0.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

Doença de Crohn e Colite Ulcerativa

A solução para infusão de Stelara® é destinada para o uso sob a orientação e supervisão de médicos com experiência no diagnóstico e tratamento da Doença de Crohn e colite ulcerativa. Este só deve ser utilizado
para a dose de indução intravenosa.

O tratamento com Stelara® deve ser iniciado com uma única dose intravenosa com base no peso corporal. A solução de infusão deve ser composta pelo número de frascos de Stelara® 130 mg como especificado na

Tabela 1.

≤ 55 kg

(a)

O tratamento de manutenção subcutânea, deve ser iniciado 8 semanas após a administração da dose de indução intravenosa. Para a posologia do regime subsequente de dosagem subcutânea, vide a bula de Stelara®
solução injetável em seringa pré-preenchida (uso subcutâneo).

Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com Stelara®. Em pacientes que responderam ao tratamento com Stelara®, os corticosteroides podem ser reduzidos ou

Para a doença de Crohn ou Colite Ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com

Para a posologia e modo de usar via subcutânea, verificar a bula do medicamento com as apresentações subcutâneas.

Doença de Crohn – a partir dos 2 anos de idade

Tabela 2:

(a)

O médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área

Após a dose intravenosa inicial, você receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® por meio de uma injeção

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a próxima dose de 60 mg/m² de Stelara® será definida pelo seu médico. Ela pode ser administrada a cada 8 semanas. Seu médico decidirá quando você

Colite Ulcerativa – a partir dos 6 anos de idade

O tratamento com Stelara® deve ser iniciado com uma única dose intravenosa com base no peso corporal. A solução de infusão deve ser composta pelo número de frascos de Stelara® 130 mg como especificado na

Tabela 3.

Tabela 3:

(a)

O médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área

Após a dose intravenosa inicial, você receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® por meio de uma injeção

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a próxima dose de 60 mg/m² de Stelara® será definida pelo seu médico. Ela pode ser administrada a cada 8 semanas. Seu médico decidirá quando você

- Administração por infusão intravenosa

Stelara® 130 mg frasco-ampola injetável deve ser utilizado apenas para infusão IV. A infusão intravenosa de

Stelara® deve ser administrada por profissionais de saúde qualificados.

- Instruções para a diluição de Stelara® 130 mg para infusão IV (Doença de Crohn e colite ulcerativa)

A solução de Stelara® 130 mg deve ser diluída e preparada para infusão intravenosa por um profissional de saúde, utilizando técnica asséptica.

1) Calcular a dose e o número de frascos de Stelara® necessários com base no peso corpóreo do paciente (vide Tabelas 1,2 e 3), ou com base na dose pediátrica recomendada de 250 mg/m2 com base na área de superfície corporal (ASC) do paciente para pacientes pediátricos com doença de

Crohn

ou com colite ulcerativa que pesam menos de 40 kg. Cada 26 mL do frasco-ampola de
®

Stelara contém 130 mg de ustequinumabe.

2) Retirar e em seguida descartar um volume da solução de 0,9% p/v de cloreto de sódio da bolsa de infusão de 250 mL, igual ao volume de Stelara® a ser adicionado (descartar 26 mL de cloreto de sódio para cada frasco-ampola de Stelara® necessário, para 2 frascos descartar 52 mL, para 3 frascos
descartar 78 mL, para 4 frascos descartar 104 mL). Alternativamente, uma bolsa de infusão de 250 mL contendo solução de cloreto de sódio a 0,45% p/v pode ser usado.

3) Retirar 26 mL de Stelara® de cada frasco-ampola necessário e adicioná-lo à bolsa de infusão de 250 mL. O volume final na bolsa de infusão deve ser de 250 mL. Misture delicadamente.

4) Para pacientes pediátricos com doença de Crohn ou com colite ulcerativa e peso inferior a 40 kg, a dose é de 250 mg/m², com base na área de superfície corporal (ASC) do paciente, como uma dose única intravenosa (IV) de Stelara®. Retire e, em seguida, descarte um volume da solução de cloreto
de sódio a 9 mg/mL (0,9%) da bolsa de infusão de 100 mL igual ao volume de Stelara® a ser adicionado. Retire o volume apropriado de Stelara® de cada frasco-ampola necessário e adicione-o à bolsa de infusão de 100 mL. O volume final na bolsa de infusão deve ser de 100 mL. Misture
delicadamente.

5) Inspecionar visualmente a solução diluída antes da administração. Não a utilize se observar partículas opacas, descoloração ou partículas estranhas são observadas.

6) Administrar a solução diluída ao longo de um período de pelo menos uma hora. Uma vez diluída, a solução para infusão pode ser armazenada por até quatro horas antes da infusão.

7) Utilizar apenas um equipo de infusão com um filtro em linha estéril, não pirogênico, de baixa ligação às proteínas (tamanho de poro de 0,2 micrômetros).

8) Não infundir Stelara® concomitantemente a outros agentes pelo mesmo equipo de infusão intravenosa.

9) Cada frasco-ampola é para uso único e qualquer medicamento não utilizado deve ser descartado de maneira adequada.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe
não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e colite ulcerativa

Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara® em 12 estudos fase 2 e fase 3, em

6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite posriásica e 1749 pacientes com doença de Crohn e

826 com colite ulcerativa nos estudos UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara® apresentada na

Tabela 4: Exposição de longo prazo ao Stelara® em estudos clínicos fase 2 e fase 3

Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa.

As reações adversas mais comuns (>5%) nos períodos controlados dos estudos clínicos de todas as indicações de Stelara® foram nasofaringite e cefaleia (dor de cabeça). A maioria foi considerada leve e não necessitou
descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de Stelara® foi semelhante em pacientes com em todas as indicações.

A seguir é apresentado um resumo das Reações Adversas dos estudos clínicos para todas as indicações. A frequência dessas reações adversas foi baseada naquelas reações que ocorreram nos períodos iniciais
controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômitos.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor

Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Infecções e infestações: celulite, infecção dentária, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior,

Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia,

Em estudos controlados de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara® e os tratados
com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a taxa de infecção foi de 1,36 por paciente-ano de
acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara® e 1,34 por paciente-ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram nas taxas de 0,03 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara® (30 infecções graves em 930 pacientes por anos de
acompanhamento) e 0,03 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes-anos de acompanhamento) (vide “Quais males este medicamento pode me

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de todas as indicações incluindo doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes-anos expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos
para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de

0,85 por paciente-ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara®. A taxa de infecções graves foi de 0,02 por paciente-ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara® (289 infecções graves
em 15227 pacientes-anos de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abscesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e infecção viral.

Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a

No período controlado dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientesanos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (1 paciente em 929 pacientes-anos de
acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes

A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a

0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em

433 pacientes-anos de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não-controlados dos estudos clínicos de todas as indicações, incluindo doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; sendo 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos
para os estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele não-melanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados
com Stelara®). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara®. A incidência de malignidades reportada em pacientes
tratados com Stelara® foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência padronizada = 0,94 (intervalo de confiança de 95%: 0,73 - 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As
malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colo-retal, e de mama. A razão de pacientes com cânceres de pele de célula basal versus escamosa
(3:1) é comparável com a razão esperada na população geral (vide “Quais males este medicamento pode me

Reações de Hipersensibilidade e de Infusão

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de suporte para a formulação subcutânea de Stelara®, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes
tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9%
de 319 pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Nos estudos clínicos de psoríase e outra doença, até 12,4% dos pacientes tratados com o Stelara® desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a
resposta clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra ustequinumabe apresentava anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa, 2,9% e

4,6% dos pacientes, respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com

ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 1 e um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com doença de Crohn ativa moderada a grave até as semanas 240 e 68, respectivamente. O perfil
de segurança neste grupo (n = 135), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com doença de Crohn.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com colite ulcerativa ativa moderada a grave, os pacientes foram acompanhados por 68 semanas. O perfil de segurança
neste grupo (n = 112), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com colite ulcerativa.

Os dados disponíveis avaliam a segurança apenas até aproximadamente 68 semanas, o perfil de segurança no

Nos estudos clínicos realizados, não foram observados efeitos negativos no crescimento ou no desenvolvimento puberal em crianças e adolescentes tratados com Stelara®.

Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária).

Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves ** (incluindo anafilaxia e angioedema).

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica.

Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite exfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele).

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam
mais baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada.
** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do
tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu
médico.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO?

Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade dose-limitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais
ou sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

Cilag AG - Schaffhausen -Suíça

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

USO SOB PRESCRIÇÃO.

VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO

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Dizeres

Legais

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VPTV10.0/VPSTV10.0

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VPTV11.0/VPSTV11.0

MS VPTV1.0/MS VPSTV1.0

MS VPTV2.0/MS VPSTV2.0

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medicamento, apressentações, composição, 2, 3, 5, 7,

8, 9 e Dizeres Legais medicamento, apressentações, composição, 2, 4, 5, 6,

8, e Dizeres Legais

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VPTV15.0/VPSTV15.0

MS VPTV4.0/MS VPSTV4.0

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VPTV16.0/VPSTV 16.0

MS VPTV5.0/MS VPSTV5.0

VPTV17.0/VPSTV17.0

MS VPTV6.0/MS VPSTV6.0

VPS: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e

VPTV18.0/VPSTV18.0

MS VPTV7.0/MS VPSTV7.0

45 mg / 0,5 mL

90 mg/1,0 mL

Versão para o Mercado Privado

Solução Injetável

Solução injetável de Stelara® 45 mg/0,5 mL em embalagem com 1 frasco-ampola ou 1 seringa preenchida.

Solução injetável de Stelara® 90 mg/1,0 mL em embalagem com 1 seringa preenchida.

Solução injetável de Stelara® 90 mg/1,0 mL em embalagem com 1 caneta aplicadora preenchida.

As seringas preenchidas possuem um dispositivo de proteção da agulha.

USO SUBCUTÂNEO

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (frasco-ampola)

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (seringa preenchida)

USO ADULTO (caneta aplicadora preenchida)

Cada mL de solução injetável de Stelara® contém 90 mg de ustequinumabe.
-

45 mg/0,5 mL.

90 mg/1,0 mL.

Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, polissorbato 80 e sacarose.

Psoríase em Placa

Stelara® é indicado no tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em adultos que não responderam, ou que têm uma contraindicação, ou que são intolerantes a outras terapêuticas sistêmicas, incluindo
ciclosporina, metotrexato e radiação ultravioleta A associada à administração de psoraleno (PUVA).

Stelara® é indicado para o tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em crianças maiores de 6 anos e adolescentes, que estão inadequadamente controlados por, ou que são intolerantes a outras terapias sistêmicas
ou fototerapia.

Artrite Psoriásica

Stelara®, isolado ou em combinação com metotrexato, é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes adultos, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença
(DMARD) foi inadequada.

Stelara® é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes com 6 anos ou mais.

Doença de Crohn

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Colite Ulcerativa

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg)

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe a
bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a IL-23
pré-ligadas aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor.

A IL-12 e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a
diferenciação das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A,

IL-21 e IL-22. Os níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a

IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL12 e IL-23 na fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL23A, IL-23R e IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são
altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um
modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese.

Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumentos séricos dos níveis de IFNγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a

ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais. Associações
significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados
pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal.

Através da ligação às subunidades p40 compartilhada da IL-12 e IL-23, Stelara® exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e na colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento”).

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo

De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do

Stelara® pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes.

Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes que receberam Stelara®(vide “Quais
os males que este medicamento pode causar).

Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com Stelara®, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por

Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular).

Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de Stelara® em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Antes de iniciar o tratamento com Stelara®, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. Stelara® não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo
usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de

Stelara®. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de Stelara® em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder ser
confirmado. Os pacientes que recebem Stelara® devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento.

Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e Stelara® não

Agentes imunossupressores como Stelara® têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Alguns pacientes que receberam Stelara® desenvolveram doenças malignascutâneas e não cutâneas (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com Stelara®. Deve-se ter
cautela quando se considerar o uso de Stelara® nestes pacientes.

Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o
aparecimento de câncer de pele.

Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação alérgica
grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de Stelara® deve ser imediatamente

Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportados durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse, dispneia e

infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em alguns
casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o ustequinumabe e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este medicamento pode
nos causar”).

Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a Stelara®. Os
fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com Stelara®.

Sensibilidade ao látex

A proteção da agulha da seringa pré-cheia de Stelara® é fabricada a partir de borracha natural seca (um derivado do látex), que pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex.

Recomenda-se que as vacinas de vírus vivos ou bactérias vivas, (tais como Bacilo de Calmette-Guérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com Stelara®. Não foram realizados estudos específicos em
pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infeção por vacinas vivas em pacientes em tratamento com Stelara®.

Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com Stelara® deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo ser retomado, pelo menos, 2
semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pós-vacinação.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara®
no lactente (vide seção “Interações Medicamentosas”). Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam
detetáveis níveis séricos de Stelara® no lactente.

Os pacientes que recebem Stelara® podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente.

O tratamento em longo prazo com Stelara® não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica.

Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança.
qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.

Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de Stelara® em combinação aos agentes imunossupressores concomitantemente ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos em artrite psoriásica, o uso concomitante
de metotrexato não pareceu influenciar a segurança ou a eficácia de Stelara®. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante de imunossupressores ou corticosteroides não pareceu influenciar a
segurança ou eficácia de Stelara®. Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e Stelara® ou quando há transição a partir de outros imunossupressores biológicos.

Stelara® não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergénica. Não se sabe se

Stelara® pode afetar a imunoterapia alergénica.

Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite exfoliativa após tratamento com Stelara® (vide seção
“Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite exfoliativa,
como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite exfoliativa. Se estes sintomas
ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. Stelara® deve ser interrompido se houver suspeita de uma reação medicamentosa.

Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com Stelara®, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele
expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com Stelara® deve ser

Stelara® pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou Stelara® enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas “vivas” (por
exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina
“viva”).

Geral

A tampa da agulha da seringa preenchida e o revestimento da agulha dentro da tampa inferior da caneta aplicadora preenchida contém borracha natural seca (um derivado do látex), a qual pode causar reações alérgicas
em indivíduos sensíveis ao látex. Informe seu médico se você já teve uma reação alérgica a látex e se desenvolveu qualquer reação alérgica com a injeção de Stelara®.

Populações especiais

Pacientes pediátricos

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos de idade com psoríase em placa e artrite psoriásica, e 2 anos com doença de Crohn, pois não foi estudado nessas faixas etárias.

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos com Colite Ulcerativa, pois possui poucos dados.

Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de Stelara®, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com Stelara®, em comparação com pacientes mais jovens em
estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os pacientes
mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes.

Insuficiência hepática

Insuficiência renal

As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e

Os dados coletados de gestações após exposição ao Stelara®, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no recémnascido aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês.

Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal.

No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a

Stelara® atravessa a placenta e foi detectado no soro de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com Stelara® durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de infecção em
bebês expostos in utero ao Stelara® pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento
ou até que os níveis séricos de Stelara® sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os níveis séricos de Stelara®
no bebê forem indetectáveis.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Poucos dados da literatura sugerem que Stelara® é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se Stelara® é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de
reações adversas de Stelara® em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com Stelara®, tem que ser tomada tendo em
consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com Stelara®, para a mulher.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da

Os efeitos de Stelara® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezáveis.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara®
no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior,
caso não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara® no bebê.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a

Armazenar em geladeira (entre 2 °C a 8 °C). Não congelar. Não agitar.

Se necessário, as seringas preenchidas e as canetas aplicadoras preenchidas de Stelara® poderão também ser armazenadas em temperatura ambiente até 30°C por um período único máximo de até 30 dias na embalagem original
com proteção contra a luz.

Registre a data em que a seringa preenchida ou a caneta aplicadora preenchida foi removida pela primeira vez do refrigerador e a nova data de vencimento na embalagem no espaço fornecido. A nova data de vencimento não deve
exceder a data de vencimento original impressa na embalagem.

Depois que uma seringa ou uma caneta aplicadora preenchida tiver sido armazenada em temperatura ambiente, não devem voltar para o refrigerador. Descarte a seringa ou a caneta aplicadora preenchida caso não seja usada dentro de 30
dias do armazenamento em temperatura ambiente.

Após aberto, este medicamento deve ser utilizado imediatamente.

A parte da solução não utilizada e todo o material utilizado para a injeção devem ser adequadamente descartados.

Aspecto físico

Stelara® é fornecido como solução estéril em frasco-ampola de vidro ou seringa preenchida e também em caneta aplicadora preenchida, ambos para uso único. Stelara® não contém conservantes. O frasco-ampola é
fechado com um batoque revestido. A solução é límpida a levemente opalescente, incolor a amarelo claro com pH de aproximadamente 6,0.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

É recomendado adquirir uma agulha de calibre 27G x ½ (13 x 38 mm) mm para administração subcutânea de Stelara®.

Psoríase em placa - Adultos

Para o tratamento da psoríase em placa Stelara® é administrado por injeção subcutânea. A dose recomendada de Stelara® é 45 mg administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. A interrupção do tratamento
deve ser considerada em pacientes que não apresentem qualquer resposta ao tratamento até as 28 semanas.

Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg, nos mesmos intervalos de tempo.

- Ajuste de dose

Para pacientes que respondem inadequadamente a 45 mg a cada 12 semanas, pode-se considerar a possibilidade de tratamento com 90 mg a cada 12 semanas. Para pacientes que responderam inadequadamente à posologia de

90 mg a cada 12 semanas, uma dose de 90 mg a cada 8 semanas pode ser considerada.

- Retratamento

O retratamento com um esquema posológico nas Semanas 0 e 4 após interrupção da terapia mostrou ser seguro e eficaz.

Artrite psoriásica - Adultos

A dose recomendada de Stelara® é 45 mg, administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas.

Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg.

Doença de Crohn e colite ulcerativa - Adultos

No regime de tratamento, a primeira dose de Stelara® é administrada por via intravenosa. Para a posologia do regime de dosagem intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

A primeira administração subcutânea de 90 mg de Stelara® deve ocorrer na Semana 8 após a dose intravenosa.

Depois disso, recomenda-se a administração a cada 12 semanas.

Os pacientes que não apresentarem resposta adequada nas 8 semanas após a primeira dose subcutânea, podem receber uma segunda dose subcutânea.

Os pacientes que perderem a resposta na dosagem a cada 12 semanas podem se beneficiar de um aumento na frequência de dosagem a cada 8 semanas.

Os pacientes podem ser administrados posteriormente a cada 8 semanas ou a cada 12 semanas de acordo com o julgamento clínico.

Deve-se considerar a interrupção do tratamento em pacientes que não apresentarem evidência de benefício terapêutico 16 semanas após a dose de indução IV ou 16 semanas após a mudança para a dose de manutenção
a cada 8 semanas.

Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com Stelara®. Em pacientes que responderam ao tratamento com Stelara®, os corticosteroides podem ser reduzidos ou

Para a doença de Crohn ou Colite ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

Psoríase em placa 6 anos ou mais

Para o tratamento de psoríase em placa, Stelara® deve ser administrado por via subcutânea. A dose recomendada de Stelara® é baseada no peso corporal como demonstrado abaixo (Tabela 1). Stelara® deve ser
administrado nas Semanas 0 e 4 e depois a cada 12 semanas. A caneta aplicadora preenchida não é recomendada para uso em pacientes pediátricos.

Dose Recomendada de Stelara® para psoríase pediátrica

Peso
< 60 kg

Forma Farmacêutica

0,75 mg/kg*

frasco

≥ 60 a ≤ 100 kg

Seringa preenchida, frasco

> 100 kg

Seringa preenchida,

Para calcular o volume de injeção (mL) para pacientes <60 kg, use a seguinte fórmula: peso corporal (kg)

× 0,0083 (mL/kg). O volume calculado deve ser arredondado para o valor mais próximo de 0,01 mL e administrado com uma seringa graduada de 1 mL. Um frasco de 45 mg está disponível para pacientes pediátricos que precisam receber menos do que a dose total de 45 mg.

Volumes de injeção de frascos de dose única de Stelara® 45 mg/0,5 mL para pacientes pediátricos (6 a 17 anos) com psoríase e artrite psoriásica* com peso inferior a 60 kg

Peso corporal no momento da

Dose (mg)

Volume da injeção (mL)
administração (kg)

11,3

0,12

12,0

0,13

12,8

0,14

13,5

0,15

14,3

0,16

15,0

Tabela 1b:

Vide item abaixo “Artrite psoriásica”.

15,8

16,5

17,3

18,0

18,8

19,5

20,3

21,0

21,8

22,5

23,3

24,0

24,8

25,5

26,3

27,0

27,8

28,5

29,3

30,0

30,8

31,5

32,3

33,0

33,8

34,5

35,3

36,0

36,8

37,5

38,3

39,0

39,8

40,5

41,3

42,0

42,8

43,5

44,3

0,18

0,19

0,20

0,21

0,23

0,24

0,25

0,26

0,28

0,29

0,30

0,31

0,33

0,34

0,35

0,36

0,38

0,39

0,40

0,41

0,43

0,44

0,45

0,47

0,48

0,49

Artrite psoriásica - 6 anos ou mais

Regime de tratamento subcutâneo:

Administre Stelara® por via subcutânea na Semana 0 e 4, e posteriormente a cada 12 semanas.

A dose recomendada de Stelara® para pacientes pediátricos (6 a 17 anos) com artrite psoriásica, baseada no peso corporal, está demonstrada abaixo (Tabela 1c).

Tabela 1c:

Dose Recomendada de Stelara® para Injeção Subcutânea em Pacientes Pediátricos (6 a

17 anos) com Artrite Psoriásica

Peso do Paciente no Momento da Dose

< 60 kg*

0,75 mg/kg

≥ 60 ou mais

> 100 kg com placa psoriásica moderada
*

à severa coexistente

Para pacientes pediátricos pesando menos que 60 kg, o volume para administração para a dose

recomendada (0,75 mg/kg) é demonstrado na Tabela 1b; retire o volume apropriado do frasco de dose única.

Doença de Crohn – 2 anos ou mais

Pacientes pesando ao menos 40 kg

Durante o tratamento, a primeira dose de aproximadamente 6 mg/kg de Stelara® será administrada pelo seu médico através de um gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, você
receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, 90 mg de Stelara® podem ser administrados a cada 8

Durante o tratamento, o seu médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área de superfície corporal (ASC). Esta será administrada pelo seu médico através de um
gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, o seu médico calculará a próxima dose de 60 mg/m² com base na sua área de superfície corporal. Você receberá esta dose de Stelara®
após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio de uma injeção sob a pele (por via subcutânea).

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a dose de Stelara® de 60 mg/m² na ASC pode ser administrada a cada 8 semanas. O seu médico decidirá quando você deverá receber a sua próxima dose.

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

Colite Ulcerativa – 6 anos ou mais

Pacientes pesando pelo menos 40 kg

Durante o tratamento, a primeira dose de aproximadamente 6 mg/kg de Stelara® será administrada pelo seu médico através de um gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, você
receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, 90 mg de Stelara® podem ser administrados a cada 8

Durante o tratamento, o seu médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área de superfície corporal (ASC). Esta será administrada pelo seu médico através de um
gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, o seu médico calculará a próxima dose de 60 mg/m² com base na sua área de superfície corporal. Você receberá esta dose de Stelara®
após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio de uma injeção sob a pele (por via subcutânea).

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a dose de Stelara® de 60 mg/m² na ASC pode ser administrada a cada 8 semanas. O seu médico decidirá quando você deverá receber a sua próxima dose.

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

A caneta aplicadora preenchida não é recomendada para uso em pacientes pediátricos.

Stelara® deve ser utilizado sob supervisão e orientação médica. Stelara® pode ser aplicado por você ou seu cuidador, se o seu médico considerar apropriado, após treinamento adequado na técnica de administração
subcutânea e descarte. Durante o tratamento recomenda-se o acompanhamento médico, conforme necessário.

Em pacientes pediátricos, é recomendado que Stelara® seja administrado por um profissional da saúde. A caneta aplicadora preenchida não foi estudada na população pediátrica e não é recomendada para uso em
pacientes pediátricos.

A) Instruções para o uso da seringa preenchida

Para reduzir o risco de perfurações acidentais com a agulha, cada seringa preenchida é equipada com um dispositivo de proteção da agulha que é ativado automaticamente para cobrir a agulha após a liberação completa
do conteúdo da seringa.

Não agite a seringa preenchida de Stelara® em nenhum momento. A agitação vigorosa e prolongada pode danificar o produto. Não use o produto, caso tenha sido agitado vigorosamente.

Os pacientes devem ser instruídos a injetar a quantidade prescrita de Stelara® subcutâneo de acordo com as instruções fornecidas na bula do paciente. A tampa da agulha na seringa preenchida contém borracha natural

seca (um derivado de látex), que pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex. Cada seringa preenchida é fornecida apenas para dose única. Os pacientes poderão enfrentar resistência durante a injeção. É
importante orientar os pacientes a injetar a quantidade completa para receberem 90 mg de Stelara®.

Não injetar Stelara® em áreas nas quais a pele esteja sensível, machucada, vermelha, dura, grossa, escamosa

1. Preparação para o uso da seringa preenchida

Êmbolo

Corpo

Janela de visualização

Rótulo

Tampa da agulha

Agulha

Retirar a seringa de Stelara® da geladeira

Verifique na embalagem se a dose está correta de acordo com a sua prescrição médica.

Crianças com psoríase em placas que pesam 60 kg ou mais, ou crianças com colite ulcerativa que pesam 40 kg ou mais, podem usar a seringa preenchida.

Abra a embalagem e retire a seringa preenchida. Verifique o prazo de validade na seringa preenchida e no cartucho. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.

Prepare o material que será necessário para a aplicação. Incluindo compressa com álcool, bola de algodão ou

Verificação da solução do interior da seringa

Mantenha a seringa preenchida com a agulha coberta apontando para cima. Certifique-se de que a seringa não está danificada. Também se certifique de que a solução ou o líquido em seu interior é límpido a ligeiramente

opalescente e incolor a levemente amarelado. NÃO USE se o produto estiver congelado, com coloração diferente da original, turvo ou se contiver partículas grandes.

NÃO REMOVA a tampa da agulha da seringa preenchida.

NÃO PUXE o êmbolo da seringa para trás em nenhum momento.

Preparação do local da injeção

Lave bem as mãos com sabão e água morna. Passe uma compressa com álcool no local da injeção. NÃO

3. Aplicação do medicamento

Remoção da tampa da agulha

Quando você estiver pronto (a) para injetar, segure o corpo da seringa preenchida com uma mão e com a outra retire a tampa da agulha. Jogue a tampa no lixo. Pode haver uma pequena bolha de ar na seringa, mas não é necessário removê-la. Pode haver,
também, uma gota de líquido na ponta da agulha, mas isto é normal.

Não toque na agulha. Não deixe que a agulha toque em nada.

Nota: a tampa da agulha NÃO deve ser removida até você estar pronto para aplicar a dose. Não use a seringa se ela cair sem a tampa da agulha. Se você deixar a seringa cair sem a tampa da agulha, contate seu médico.

Aplicação da injeção

Gentilmente, segure uma prega de pele entre o dedão e o indicador.

Não aperte.

Mantendo a prega de pele entre os dedos, empurre o êmbolo com o polegar até o final, lentamente e de forma uniforme, para injetar o produto.

Quando o êmbolo atingir o final do corpo da seringa e todo o medicamento tiver sido injetado, solte a prega de pele e remova gentilmente a agulha. Após o término da injeção, o dispositivo de proteção da agulha irá automaticamente se estender sobre a agulha
e travar à medida que você soltar o êmbolo.

4. Após a aplicação da injeção

Descarte da seringa vazia

Descarte imediatamente a seringa vazia em um recipiente apropriado. Para a sua segurança e a segurança de outras pessoas, agulhas e seringas NUNCA devem ser reutilizadas.

Pode haver uma pequena quantidade de sangue ou de líquido no local da injeção, o que é normal. Você pode pressionar uma bola de algodão ou uma gaze sobre o local da injeção e manter pressionado por 10 segundos.

Não esfregue o local da injeção. Se necessário, pode-se colocar um curativo adesivo pequeno sobre o local da

B) Instruções para o uso da caneta aplicadora preenchida

Para reduzir o risco de perfurações acidentais com a agulha, cada caneta aplicadora preenchida é equipada com um dispositivo de proteção da agulha que é ativado automaticamente para cobrir a agulha após você ter
administrado a injeção e o injetor ser levantado.

Não agite a caneta aplicadora preenchida de Stelara® em nenhum momento. A agitação vigorosa e prolongada pode danificar o produto. Não use o produto, caso tenha sido agitado vigorosamente.

Os pacientes devem ser instruídos a injetar a quantidade prescrita de Stelara® subcutâneo de acordo com as instruções fornecidas na bula do paciente. O revestimento da agulha dentro da tampa inferior da caneta
aplicadora preenchida contém borracha natural seca (um derivado de látex), que pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex. Cada caneta aplicadora preenchida é fornecida apenas para dose única. Os
pacientes poderão enfrentar resistência durante a injeção. É importante orientar os pacientes a injetar a quantidade completa para receberem 90 mg de Stelara®.

Não injetar Stelara® em áreas nas quais a pele esteja sensível, machucada, vermelha, dura, grossa, escamosa

Antes da injeção, retire a caneta aplicadora preenchida de Stelara® do refrigerador e permita que o medicamento atinja temperatura ambiente (30 minutos) sem remover a tampa da agulha.

Inspecione o Stelara® visualmente para materiais particulados e descoloração antes da administração. Stelara® é uma solução incolor a amarelo claro e pode conter algumas pequenas partículas translúcidas ou brancas. Não
use Stelara® se estiver descolorido ou turvo, ou se houver outras partículas presentes. Stelara® não contém conservantes; portanto, descarte qualquer produto não utilizado que permaneça no injetor da caneta aplicadora
preenchida.

1) Preparação para o uso da caneta aplicadora preenchida

Você vai precisar destes suprimentos:

Fornecidos na embalagem:
- Caneta aplicado preenchida

Não fornecidos na embalagem:
- 1 algodão higienizante ou compressa de gaze embebidos em álcool
- 1 bola de algodão ou compressa de gaze
- 1 curativo adesivo
- 1 recipiente para objetos cortante (vide Etapa 3)

Importante

O médico é responsável por decidir se o paciente ou um cuidador poderá aplicar as injeções de Stelara® em casa, após receber treinamento sobre o modo correto de preparar e injetar Stelara® usando a caneta aplicadora
preenchida antes de tentar a injeção.

Cada caneta aplicadora preenchida só pode ser usada uma vez. Descarte-a fora (ver Passo 3) após a utilização, mesmo que ainda reste medicamento.

Não reutilize a caneta aplicadora preenchida.

Leia estas instruções para uso antes de usar a caneta aplicadora preenchida de Stelara® e a cada vez que tiver uma nova administração. Podem haver novas informações. Converse com seu paciente sobre sua condição
médica e seu tratamento. Leia também a bula do Paciente com cuidado antes de iniciar a injeção e discuta quaisquer perguntas que o paciente possa ter.

Conservar na geladeira entre 2° a 8°C. Se necessário, conservar em temperatura ambiente até 30°C por até 30 dias na embalagem original. Não retorne à geladeira depois de armazenado em temperatura ambiente.

Não congele sua caneta aplicadora preenchida.

1.

Preparação da Injeção de Stelara®

Coletar as embalagens

Caso esteja refrigerada, remover a embalagem da caneta aplicadora preenchida do refrigerador e colocar em uma superfície plana.

Deixar em temperatura ambiente por no mínimo 30 minutos antes do uso.

Não aquecer de nenhum outro modo.

Se sua dose for de 90 mg, você receberá uma caneta aplicadora preenchida de 90 mg.

Verificar a data de vencimento (“VAL”) e os lacres nas embalagens

Não usar sua caneta aplicadora preenchida se os lacres da embalagem estiverem violados ou se a data de validade estiver vencida.

Não usar sua caneta aplicadora preenchida se ela tiver sido mantida em temperatura ambiente por mais de 30 dias ou se tiver sido armazenada acima de

30°C.

Escolha o local de injeção

Selecione as seguintes áreas para sua injeção:

• Parte frontal das coxas

• Região inferior do abdômen , exceto por uma área de 2 polegadas próxima do seu umbigo (na barriga)

Se outra pessoa estiver administrando a injeção, também poderá ser usada:

• Parte de trás dos braços

Não injetar em uma área da pele que seja sensível, esteja com hematomas, vermelha ou esteja endurecida.

Usar um local de injeção diferente para cada injeção.

Lavar as mãos

Lave bem suas mãos com sabonete e água morna.

Limpeza do local da injeção

Limpe o local de injeção escolhido com gaze com álcool e espere secar.

Não toque, ventile, ou sopre o local da injeção após ter limpado.

Inspecione o líquido na janela de visualização

Escolha uma superfície de trabalho plana, limpa e bem iluminada.

Retire a caneta aplicadora preenchida da embalagem e verifique se há danos.

Verifique o líquido na janela de visualização. O líquido deve estar límpido e incolor a levemente amarelo e poderá conter pequenas partículas brancas ou claras e uma ou mais bolhas de ar. Isso é normal.

Não injetar se o líquido estiver congelado, turvo, descolorido ou tiver partículas grandes.

2.

Injetando Stelara®

Remova a tampa inferior

Mantenha as mãos afastadas da proteção da agulha depois da remoção da tampa.

É normal ver algumas gotas de líquido.

Injetar Stelara® dentro de 5 minutos após removera tampa.

Não colocque a tampa de volta, pois isso pode danificar a agulha.

Não use a caneta aplicadora preenchida se ela tiver caído após a remoção da tampa.

Posicione diretamente sobre a pele. Pressione o êmbolo para baixo por completo até que o corpo roxo não esteja visível.

NÃO LEVANTE A CANETA APLICADORA PREENCHIDA durante a injeção!

A proteção da agulha será bloqueada, mostrando uma fita amarela, e a dose completa não será administrada.

Você poderá ouvir um clique quando a injeção começar. Continue pressionando.

Se sentir resistência, continue pressionando. Isso é normal.

A medicação é injetada conforme você pressiona. Faça isso a uma velocidade que seja confortável para você.

Confirme se sua injeção foi concluída

Sua injeção é concluída quando:

• O corpo roxo não está visível.

• Você não consegue mais pressionar para baixo.

• Você ouvir um clique.

Levante a caneta aplicadora

• A fita amarela indica que a proteção da agulha está bloqueada.

3.

Depois da injeção

Descarte a caneta aplicadora preenchida usada. Coloque sua caneta aplicadora preenchida usada em um recipiente para descarte de objetos cortantes imediatamente após o uso.

Não jogue fora (descarte) suas canetas aplicadoras preenchidas em lixo domiciliar.

Não recicle seu recipiente para descarte de objetos cortantes usado.

Para mais informações, consulte “Descarte da caneta aplicadora preenchida”.

Verifique o local da injeção

Pode haver uma pequena quantidade de sangue ou líquido no local da injeção.

Isso é normal. Mantenha pressão sobre o local da injeção com uma bola de algodão ou gaze até que o sangramento pare.

Não esfregue o local da injeção.

Se necessário, cubra o local da injeção com um curativo.

Descarte da caneta aplicadora preenchida

Se você não tiver um recipiente para descarte de objetos cortantes, poderá usar um recipiente doméstico que seja:

Feito de plástico resistente.

Resistente a perfurações e possaser fechado com uma tampa hermética, sem que objetos cortantes possam sair objetos cortantes.

Vertical e estável durante o uso.

Resistente a vazamentos.

E devidamente rotulado para alertar sobre resíduos perigosos dentro do recipiente.

Quando o recipiente para descarte de objetos cortantes estiver quase cheio, siga as diretrizes de acordo com as instruções legais sobre a maneira correta de descarta-lo.

C) Instruções para o uso do frasco-ampola

Os pacientes deverão ser instruídos a injetar a quantidade total de Stelara® do frasco-ampola, de acordo com as orientações a seguir:

Não agite o frasco-ampola de Stelara® em nenhum momento. A agitação vigorosa e prolongada pode danificar o produto. Não use o produto, caso tenha sido agitado vigorosamente. Stelara® não deve ser misturado com
outros líquidos para injeção.

1. Verificação do frasco-ampola e preparação dos materiais necessários para aplicação

Retirar o frasco-ampola da geladeira

Verifique na embalagem se a dose está correta de acordo com a prescrição médica. Se a dose é de 90 mg, você poderá administrar ou 2 frascos de 45 mg. Se você for aplicar 2 frascos-ampola de 45 mg para a dose de 90 mg,
será necessário aplicar 2 injeções, sendo 1 injeção após a outra.

Crianças com psoríase em placas com menos de 60 kg precisam de uma dose inferior a 45 mg, crianças com colite ulcerativa com menos de 40 kg precisam de uma dose inferior a 90 mg. Certifique-se de saber a quantidade
(volume) correta a ser retirada do(s) frasco(s) e o tipo de seringa(s) necessária(s) para a administração da dose.

Caso não saiba a quantidade ou o tipo de seringa(s) necessária(s), entre em contato com seu profissional de saúde para obter mais instruções.

Abra a embalagem e remova o frasco-ampola. Verifique o prazo de validade no frasco-ampola e no cartucho.

Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.

Verificação da solução do interior do frasco

Verifique se o frasco-ampola não está danificado e se a solução ou o líquido em seu interior é límpido a ligeiramente opalescente e incolor a levemente amarelado. NÃO USE se o produto estiver congelado, com
coloração diferente da original, turvo ou se contiver partículas grandes.

Prepare o material que será necessário para a aplicação, incluindo compressa com álcool, bola de algodão ou

Preparação do local de aplicação

Lave bem as mãos com sabão e água morna. Passe uma compressa com álcool no local da injeção. NÃO

3. Preparação da dose

Remova a tampa da parte superior do frasco-ampola, mas não remova a tampa de borracha. Limpe a tampa de borracha com uma compressa com álcool.

Remova a tampa da agulha da seringa. Não toque na agulha.

Não deixe a agulha tocar em nada.

Coloque o frasco-ampola sobre uma superfície plana e introduza a agulha da seringa na tampa de borracha.

Vire o frasco-ampola e a seringa de cabeça para baixo.

Para pacientes com psoríase em placas, adultos e pediátricos (crianças e adolescentes) com 6 anos ou mais, que pesem 60 kg ou mais, e pacientes pediátricos com colite ulcerativa pesando 40kg ou mais puxe o êmbolo da seringa para enchê-la com a quantidade de
líquido prescrita (0,5 mL ou 1,0 mL).

Para crianças e adolescentes com psoríase em placas com 6 anos de idade ou mais que pesam menos de 60 kg, a quantidade de líquido prescrita pelo profissional da saúde pode ser inferior a 0,5 ml. Seu profissional de saúde recomendará a quantidade necessária.

Para crianças com colite ulcerativa, com 6 anos de idade ou mais e que pesam menos de 40 kg, o profissional de saúde recomendará a quantidade de líquido necessária.

É importante que a agulha esteja sempre dentro do líquido para evitar a formação de bolhas no interior da seringa.

Remova a agulha do frasco-ampola. Mantenha a seringa e a agulha apontadas para cima para checar se há bolhas de ar no seu interior. Se houver bolhas de ar, bata gentilmente na lateral da seringa até que as bolhas de ar se desloquem para a parte superior da
seringa e pressione o êmbolo até que todo o ar (mas não o líquido)
seja removido. Não deite a seringa e não deixe a agulha tocar em nada.

4. Aplicação do medicamento

Gentilmente, segure uma prega de pele entre o polegar e o indicador. Não aperte.

Empurre o êmbolo com o polegar até o final para injetar todo o líquido. Empurre lentamente e de forma uniforme, mantendo a pele levemente beliscada.

Após o êmbolo for empurrado até o final, retire a agulha e solte a pele.

Descarte da seringa vazia e do frasco-ampola

Descarte qualquer porção não utilizada de Stelara®. Descarte imediatamente a seringa vazia em um recipiente apropriado. Os frascos-ampola podem ser descartados em lixeiras normais. Para a sua segurança e a de outras
pessoas, frascos- ampola, agulhas e seringas NUNCA devem ser reutilizados. Descarte de recipiente de materiais cortantes de acordo com as regulações locais.

Pode haver uma pequena quantidade de sangue ou líquido no local da injeção, o que é normal. Você pode pressionar uma bola de algodão ou gaze sobre o local da injeção e manter pressionado por 10 segundos. Não
esfregue o local da injeção. Se necessário, pode-se colocar um curativo adesivo pequeno sobre o local da

Para a dose de 90 mg utilizando dois frascos de 45 mg será necessário aplicar uma segunda injeção logo após a primeira injeção. Use uma nova agulha e seringa. Escolha um local diferente para a aplicação da
segunda injeção.

Incompatibilidades: como não há estudos de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado a outros medicamentos.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe
não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes adultos com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de

Crohn e Colite Ulcerativa

Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara®, em 14 estudos de fase 2 e 3 controlados em 6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite psoriásica, 1749 pacientes com doença
de Crohn e 826 com colite ulcerativa em UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara® apresentada na

Tabela 2: Exposição de longo prazo ao Stelara® em estudos clínicos fase 2 e fase 3

Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa.

As reações adversas mais comuns (> 5%) em períodos controlados dos estudos clínicos de Stelara® em todas as indicações com Stelara® foram nasofaringite e cefaleia. A maioria foi considerada leve e não necessitou
descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de Stelara® foi semelhante em pacientes em todas as indicações.

A seguir é apresentado um resumo das reações adversas dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. A frequência destas reações adversas foi baseada naquelas que ocorreram
durante os períodos iniciais controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor

Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Infecções e infestações: celulite, infecções dentárias, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior,

Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia,

Em estudos controlados por placebo em pacientes com psoríase , artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara®
e os tratados com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes com psoríase, pacientes com artrite psoriásica, pacientes com doença de Crohn e pacientes com colite ulcerativa, a taxa de
infecção foi de 1,36 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara® e 1,34 por

paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram em 0,03 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara® (30 infecções graves em 930
pacientes/ano de acompanhamento) e 0,03 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes/ano de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes/ano expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os
estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecções foi de 0,85 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara®. A taxa de infecções graves foi de 0,02
por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara® (289 infecções graves em 15227 pacientes/ano de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abcesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e
infecção viral.

Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a

No período dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, de doença de Crohn e colite ulcerativa controlados por placebo, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por

100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (1 paciente em 929 pacientesanos de acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes

A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a

0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em 433 pacientes-anos de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, de doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para
doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele nãomelanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50
por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara®). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com

Stelara®.(56 pacientes de 11545 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de malignidades reportada em pacientes tratados com Stelara® foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência
padronizada = 0,94 (intervalo de confiança de 95%: 0,73 - 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As

malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele não-melanoma, foram de próstata, melanoma, colorretal e de mama. A razão de pacientes com câncer de pele de célula basal versus escamosa
(3:1) é comparável à proporção esperada na população geral (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Reações de hipersensibilidade e de infusão

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica de Stelara®, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes
tratados com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9% de 319
pacientes tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Nos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica, até 12,4% dos pacientes tratados com Stelara® desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a resposta
clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tinha anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa 2,9% e 4,6% dos pacientes,
respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o
ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

Experiência clínica em pacientes pediátricos com psoríase

A segurança de Stelara® foi estudada em dois estudos fase 3 de pacientes pediátricos com psoríase em placas moderada a grave. O primeiro estudo foi em 110 pacientes de 12 a 17 anos de idade tratados por até 60 semanas
(CADMUS) e o segundo estudo em 44 pacientes de 6 a 11 anos de idade tratados por até 56 semanas (CADMUS

Jr.). Em geral, os eventos adversos relatados nesses dois estudos foram semelhantes aos observados em estudos anteriores em adultos com psoríase em placas.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 1 e um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com doença de Crohn ativa moderada a grave até as semanas 240 e 68, respectivamente. O perfil de
segurança neste grupo (n = 135), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com doença de

Crohn.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com colite ulcerativa ativa moderada a grave, os pacientes foram acompanhados por 68 semanas. O perfil de segurança
neste grupo (n = 112), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com colite ulcerativa.

Os dados disponíveis avaliam a segurança apenas até aproximadamente 68 semanas, o perfil de segurança no

Nos estudos clínicos realizados, não foram observados efeitos negativos no crescimento ou no desenvolvimento puberal em crianças e adolescentes tratados com Stelara®.

Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária).

Infecções e infestações: infecção do trato respiratório inferior.

Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves** (incluindo anafilaxia e angioedema).

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica.

Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite exfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele).

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam mais
baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada.
** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do
tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente,
podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade doselimitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais ou
sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

Cilag AG - Schaffhausen - Suíça

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.

VP TV 20.0

0211748/13-7

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC

VP/VPS

0227847/13-2

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC

23/6/2014

0491681/14-6

0338576/14-1

10279 - PRODUTO BIOLÓGICO - Alteração de Texto de Bula

VP: 6 e Dizeres Legais

VPS: 8 e Dizeres Legais

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

1459830/16-2

28/12/2012

0005497/13-6 e

0410413/13-7

1935 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão de Acondicionamento Primário

10373 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão do Local de Fabricação do Princípio Ativo

25/08/2014 e

22/06/2015

VP: 6

VPS: 8

1461565/16-7

06/10/2013

0459134/13-8

21/3/2016

VP: Composição, 1, 2, 6 e8

VPS: Composição, 1, 2,

3, 8 e 9

20/1/2017

0106040/17-6

29/1/2014

0074009/14-8

16/1/2017

VP: 1 e 8

VPS: 1, 2, 3 e 8

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Composição, 5 e

Dizeres legais

VPS: Composição, 7, 9 e

VP06/VPS06

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS: 2 e 9

VP07/VPS07

VP: 6 e 8

VPS: 2, 5, 8 e 9

VP08/VPS08

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS:9

VP09/VPS09

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentação,

Composição, 2, 4, 5, 6 e

VPS: Apresentação,

Composição, 2, 3, 8 e 9

VP09.1/VPS09.1

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP10/VPS10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentações,5, 6 e Dizeres Legais

VPS: Apresentações, 7,

8 e Dizeres Legais

VP11/VPS11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP12/VPS12

PROD10456 - PRODUTO BIOLÓGICO Notificação de Alteração de texto de bula publicação no Bulário RDC 60/12

16/1/2020

0157367/20-5

17/1/2020

0165408/20-0

18/2/2020

0505777/20-9

29/11/2019

3326002/19-8

10408 - PRODUTO BIOLÓGICO - Ampliação do prazo de validade do produto terminado

02/10/2020

VPS: 7, Dizeres Legais

0473076/19-3

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV7.0/VPSTV7.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV8.0/VPSTV 8.0

18/07/2022

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV9.0/VPSTV 9.0

13/12/2023

1413132/23-5

30/03/2023

0317621/23-5

13/11/2023

VP: 1, 5, 6

VPS: 1, 2, 7, 8, 9

VPTV10/VPSTV10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV11/VPSTV11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

medicamento, 2,3, 5, 7,

9 e Dizeres Legais medicamento, 4, 5, 8 e

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV15.0/PV VPSTV15.0

MS VPTV15.0/MS VPSTV15.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV16.0/PV VPSTV16.0

MS VPTV16.0/MS VPSTV16.0

26/03/2024

11922 - PRODUTOS BIOLÓGICOS - 36. Alteração da Descrição ou Composição do Produto

Terminado

30/06/2025

medicamento, 2, 5, 7 e 8 medicamento, 4, 5 e 6

PV VPTV17.0/PV VPSTV17.0

MS VPTV17.0/MS VPSTV17.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV18.0/PV VPSTV18.0

MS VPTV18.0/MS VPSTV18.0

PV VPTV19.0/PV VPSTV19.0

MS VPTV19.0/MS VPSTV19.0

VPS: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9

PV VPTV20.0/PV VPSTV20.0

MS VPTV20.0/MS VPSTV20.0

45 mg / 0,5 mL

Versão para o Mercado Público

Solução Injetável

Solução injetável de Stelara® 45 mg/0,5 mL em embalagem com 1 seringa preenchida.

As seringas preenchidas possuem um dispositivo de proteção da agulha.

USO SUBCUTÂNEO

Cada mL de solução injetável de Stelara® contém 90 mg de ustequinumabe.
-

45 mg/0,5 mL.

Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, polissorbato 80 e sacarose.

Psoríase em Placa

Stelara® é indicado no tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em adultos que não responderam, ou que têm uma contraindicação, ou que são intolerantes a outras terapêuticas sistêmicas, incluindo
ciclosporina, metotrexato e radiação ultravioleta A associada à administração de psoraleno (PUVA).

Stelara® é indicado para o tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em crianças maiores de 6 anos e adolescentes, que estão inadequadamente controlados por, ou que são intolerantes a outras terapias sistêmicas
ou fototerapia.

Artrite Psoriásica

Stelara®, isolado ou em combinação com metotrexato, é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes adultos, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença
(DMARD) foi inadequada.

Stelara® é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes com 6 anos ou mais.

Doença de Crohn

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Colite Ulcerativa

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg)

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe a
bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a IL-23
pré-ligadas aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou anticorpo da célula que tem o receptor.

A IL-12 e IL-23 são citocinas heterodiméricas secretadas pelas células apresentadoras de antígeno ativadas, como macrófagos e células dendríticas. A IL-12 estimula as células “natural killer” (NK) e conduz a
diferenciação das células T CD4+ para o fenótipo de células auxiliares T1 (Th1) e estimula a produção de gamainterferona (IFNγ). A IL-23 induz a via da célula auxiliar T17 (Th17) e promove a secreção de IL-17A,

IL-21 e IL-22. Os níveis de IL-12 e IL-23 são elevados na pele e no sangue de pacientes com psoríase, e a

IL12/23p40 sérica faz a distinção entre pacientes com artrite psoriásica e indivíduos sadios, implicando a IL12 e IL-23 na fisiopatologia de doenças inflamatórias psoriásicas. Polimorfismos genéticos nos genes da IL23A, IL-23R e IL-12B conferem susceptibilidade a estas doenças. Adicionalmente a IL-12 e a IL-23 são
altamente expressas na pele psoriásica lesionada e a indução de INFγ mediada pela IL-12 está correlacionada com a atividade da doença psoriásica. Células T responsivas para IL-23 foram encontradas na êntese em um
modelo de artrite inflamatória de camundongo, onde a IL-23 dirige a inflamação da êntese.

Além disso, há evidência pré-clínica implicando a IL-23 e vias descendentes na erosão óssea e destruição óssea através do aumento do ligante do receptor ativador do fator nuclear-kappa B (RANKL), a qual ativa os

Em pacientes com doença de Crohn, IL-12 e IL-23 estão elevadas nos intestinos e gânglios linfáticos. Isto é acompanhado por aumentos séricos dos níveis de IFNγ e IL-17A, sugerindo que a IL-12 e IL-23 promovem a
ativação do Th1 e Th17 na doença de Crohn. Tanto a IL-12 quanto a IL-23 também podem estimular a produção de TNF-alfa por células T, resultando na inflamação intestinal crônica e lesão das células epiteliais. Associações
significativas foram encontradas entre a doença de Crohn e polimorfismos genéticos nos genes IL23R e IL12B, sugerindo um potencial papel causal para a IL-12/23 de sinalização na doença. Isto é suportado pelos dados
pré-clínicos que demonstram que a sinalização IL-12/23 é necessária para a lesão intestinal nos modelos de rato para doença inflamatória intestinal.

Através da ligação às subunidades p40 compartilhada da IL-12 e IL-23, Stelara® exerce seus efeitos clínicos na psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e na colite ulcerativa pela interrupção das cascatas das citocinas

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com hipersensibilidade ao ustequinumabe ou a qualquer um dos excipientes do produto (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento”).

O uso de Stelara® não é indicado para pessoas com infecção ativa clinicamente relevante, como por exemplo

De forma a melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome comercial e o número de lote do

Stelara® pode ter o potencial de aumentar o risco de infecções e reativar infecções latentes.

Em estudos clínicos e num estudo observacional de pós-comercialização em pacientes com psoríase, foram observadas, infecções bacterianas, fúngicas e virais graves em pacientes que receberam Stelara®(vide “Quais
os males que este medicamento pode causar”).

Foram notificadas infeções oportunistas em pacientes tratados com Stelara®, incluindo reativação da tuberculose, outras infeções bacterianas oportunistas (incluindo infeção micobacteriana atípica, meningite por

Listeria, pneumonia por Legionella e nocardiose), infeções fúngicas oportunistas, infeções virais oportunistas (incluindo encefalite por herpes simplex 2) e infeções parasitárias (incluindo toxoplasmose ocular).

Deve-se ter cautela sempre que for considerar o uso de Stelara® em pacientes com infecção crônica ou história de infecção recorrente (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Antes de iniciar o tratamento com Stelara®, os pacientes devem ser avaliados em relação a infecção por tuberculose. Stelara® não pode ser administrado a pacientes com tuberculose ativa (vide “Quando não devo
usar este medicamento?”). O tratamento para tuberculose latente deve ser iniciado antes da administração de

Stelara®. A terapia antituberculose também deve ser considerada antes do início de Stelara® em pacientes com história pregressa de tuberculose latente ou ativa nos quais um curso adequado de tratamento não puder ser

confirmado. Os pacientes que recebem Stelara® devem ser cuidadosamente monitorados para sinais e sintomas de tuberculose ativa durante e após o tratamento.

Os pacientes devem ser orientados a procurar ajuda médica se ocorrerem sinais ou sintomas sugestivos de infecção. Se um paciente desenvolver uma infecção grave, deve ser monitorado rigorosamente e Stelara® não
deve ser administrado até a resolução da infecção .

Agentes imunossupressores como Stelara® têm o potencial de aumentar o risco de doença maligna. Alguns pacientes que receberam Stelara® desenvolveram doenças malignas cutâneas e não cutâneas (vide “Quais os
males que este medicamento pode causar?”). O risco de doença maligna pode ser maior em pacientes com

Não foram realizados estudos incluindo pacientes com história de doença maligna ou em que fosse continuado o tratamento em paciente que desenvolveram doença maligna durante a terapêutica com Stelara®. Deve-se ter
cautela quando se considerar o uso de Stelara® nestes pacientes.

Todos os pacientes, em particular aqueles com idade superior a 60 anos, com histórico de tratamento prolongado com imunossupressores ou aqueles com um histórico de tratamento PUVA, devem ser monitorados para o
aparecimento de câncer de pele.

Na experiência de pós-comercialização, foram reportadas reações alérgicas graves, em alguns casos, vários dias após o tratamento. Ocorreram anafilaxia e angioedema. Se ocorrer reação anafilática ou outra reação alérgica
grave, deve ser instituída terapia adequada e a administração de Stelara® deve ser imediatamente

Casos de alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica e pneumonia organizativa não infecciosa foram reportados durante a pós aprovação do uso de ustequinumabe. As apresentações clínicas incluíram tosse, dispneia e
infiltrados intersticiais após uma a três doses. Resultados graves incluíram insuficiência respiratória e hospitalização prolongada. Foi relatada melhora após a descontinuação do ustequinumabe e também, em alguns
casos, administração de corticosteroides. Se a infecção tiver sido excluída e o diagnóstico for confirmado, descontinue o ustequinumabe e institua o tratamento apropriado (vide “Quais os males este medicamento pode
nos causar”).

Num estudo observacional de pós-comercialização, foram observados acontecimentos cardiovasculares, incluindo infarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, em pacientes com psoríase expostos a Stelara®. Os
fatores de risco de doença cardiovascular devem ser avaliados regularmente durante o tratamento com Stelara®.

Sensibilidade ao látex

A proteção da agulha da seringa pré-cheia de Stelara® é fabricada a partir de borracha natural seca (um derivado do látex), que pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex.

Recomenda-se que as vacinas de vírus vivas ou bacterias vivas, (tais como Bacilo de Calmette-Guérin (BCG)), não sejam administradas concomitantemente com Stelara®. Não foram realizados estudos específicos em
pacientes que tenham recebido recentemente vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas. Não estão disponíveis dados sobre a transmissão secundária de infeção por vacinas vivas em pacientes em tratamento com Stelara®.

Antes da administração de vacinas de vírus vivos ou de bactérias vivas, o tratamento com Stelara® deve ser interrompido durante, pelo menos, 15 semanas após a última dose, podendo ser retomado, pelo menos, 2
semanas após a vacinação. Os prescritores devem consultar a bula para obter informação adicional e orientação sobre a utilização concomitante de agentes imunossupressores pós-vacinação.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a lactentes expostos intraútero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara®
no lactente. Se houver um benefício clínico claro para o lactente em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior, caso não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara®
no lactente.

Os pacientes que recebem Stelara® podem receber vacinas inativadas ou vacinas não-vivas concomitantemente.

O tratamento em longo prazo com Stelara® não suprime a resposta imune humoral para as vacinas contra tétano ou pneumocócica polissacarídica.

Antes de iniciar o tratamento, sempre que possível, recomenda-se completar o esquema vacinal apropriado para a idade da criança.
qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.

Nos estudos em psoríase, a segurança e a eficácia de Stelara® em combinação aos agentes imunossupressores incluindo medicamentos biológicos ou fototerapia não foram avaliadas. Nos estudos em artrite psoriásica, o uso
concomitante de metotrexato não pareceu influenciar a segurança ou a eficácia de Stelara®. Nos estudos em doença de Crohn e colite ulcerativa, o uso concomitante de imunossupressores ou corticosteroides não pareceu
influenciar a segurança ou eficácia de Stelara® . Deve-se ter cautela ao se considerar o uso concomitante de agentes imunossupressores e Stelara® ou quando há transição a partir de outros imunossupressores biológicos.

Stelara® não foi estudado em pacientes que tenham sido submetidos a imunoterapia alergénica. Não se sabe se

Stelara® pode afetar a imunoterapia alergénica..

Em pacientes com psoríase, foi notificada dermatite exfoliativa após tratamento com Stelara® (vide seção
“Quais os males este medicamento pode me causar?”). Os pacientes com psoríase em placas podem desenvolver psoríase eritrodérmica, com sintomas que podem ser clinicamente indistinguíveis da dermatite exfoliativa,
como parte do curso natural da doença. Como parte da monitorização da psoríase do paciente, os médicos devem estar atentos para os sintomas da psoríase eritrodérmica ou dermatite exfoliativa. Se estes sintomas
ocorrerem, deve ser instituída a terapêutica adequada. Stelara® deve ser interrompido se houver suspeita de uma reação medicamentosa.

Foram notificados casos de doenças relacionadas com lúpus em pacientes tratados com Stelara®, incluindo lúpus eritematoso cutâneo e síndrome do tipo lúpus. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele
expostas ao sol ou se acompanhadas de artralgia, o paciente deve procurar atendimento médico imediato. Se for confirmado o diagnóstico de doença relacionada com lúpus, o tratamento com Stelara® deve ser

Stelara® pode passar para o seu leite materno em uma quantidade muito baixa. Se você usou Stelara® enquanto estava grávida, avise seu médico antes do seu bebê receber qualquer vacina, incluindo vacinas “vivas” (por
exemplo vacina BCG, utilizada para prevenir tuberculose, vacina para rotavírus ou qualquer outra vacina
“viva”).

Geral

A tampa da agulha da seringa preenchida contém borracha natural seca (um derivado do látex), a qual pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex.

Populações especiais

Pacientes pediátricos

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos de idade com psoríase em placa e artrite psoriásica, e 2 anos com doença de Crohn, pois não foi estudado nessas faixas etárias.

Stelara® não é recomendado para uso em crianças menores de 6 anos com Colite Ulcerativa, pois possui poucos dados.

Não foram observadas diferenças globais na eficácia ou segurança de Stelara®, nos pacientes com idade igual ou superior a 65 anos que receberam tratamento com Stelara®, em comparação com pacientes mais jovens em
estudos clínicos em indicações aprovadas, embora o número de pacientes com idade igual ou superior a 65 anos não seja suficiente para determinar se estes respondem de forma diferente, em comparação com os pacientes
mais jovens. Deve ter-se precaução no tratamento dos idosos, porque, em geral, há uma maior incidência de infeções nesta população de pacientes.

Insuficiência hepática

Insuficiência renal

As mulheres com potencial para engravidar deverão utilizar um método contraceptivo durante o tratamento e

Os dados coletados de gestações após exposição ao Stelara®, incluindo mais de 450 gestações expostas durante o primeiro trimestre, não indicam um risco aumentado de malformações congênitas importantes no recémnascido, aborto espontâneo ou resultados adversos nos bebês.

Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos, diretos ou indiretos, no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou ao desenvolvimento pós-natal.

No entanto, a experiência clínica disponível é limitada. Como medida de precaução é preferível evitar a

Stelara® atravessa a placenta e foi detectado no sangue de bebês nascidos de pacientes do sexo feminino tratados com Stelara® durante a gravidez. O impacto clínico disto é desconhecido, no entanto, o risco de
infecção em bebês expostos in utero ao Stelara® pode aumentar após o nascimento. A administração de vacinas vivas (como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após
o nascimento ou até que os níveis séricos de Stelara® sejam indetectáveis no bebê. Se houver um benefício clínico claro para o bebê, a administração de uma vacina viva pode ser considerada mais cedo, se os níveis
séricos de Stelara® no bebê forem indetectáveis.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Poucos dados da literatura sugerem que Stelara® é excretado no leite materno de humanos em uma quantidade muito baixa. Não se sabe se Stelara® é absorvido sistemicamente após a ingestão. Devido ao potencial de
reações adversas de Stelara® em bebês, a decisão de interromper a amamentação durante o tratamento e até 15 semanas após o tratamento ou de interromper a terapêutica com Stelara®, tem que ser tomada tendo em
consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com Stelara®, para a mulher.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da

Os efeitos de Stelara® sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas são nulos ou desprezáveis.

A administração de vacinas vivas (tais como a vacina BCG) a bebês expostos in utero ao Stelara® não é recomendada durante seis meses após o nascimento ou até que não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara®
no bebê (vide seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Se houver um benefício clínico claro para o bebê em particular, pode ser considerada a administração de uma vacina viva num momento anterior,
caso não sejam detetáveis níveis séricos de Stelara® no bebê.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a

Se necessário, as seringas preenchidas de Stelara® poderão também ser armazenadas em temperatura ambiente até

30°C por um período único máximo de até 30 dias na embalagem original com proteção contra a luz.

Registre a data em que a seringa preenchida for removida pela primeira vez do refrigerador e a nova data de vencimento na embalagem no espaço fornecido. A nova data de vencimento não deve exceder a data de vencimento original impressa
na embalagem.

Depois que uma seringa preenchida tiver sido armazenada em temperatura ambiente, não deve voltar para o refrigerador.

Descarte a seringa preenchida caso não seja usada dentro de 30 dias do armazenamento em temperatura ambiente.

Após aberto, este medicamento deve ser utilizado imediatamente.

A parte da solução não utilizada e todo o material utilizado para a injeção devem ser adequadamente descartados.

Aspecto físico

Stelara® é fornecido como solução estéril em seringa preenchida, ambos para uso único. Stelara® não contém conservantes. A solução é límpida a levemente opalescente, incolor a amarelo claro com pH de aproximadamente 6,0.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

É recomendado adquirir uma agulha de calibre 27G x ½ (13 x 38 mm) mm para administração subcutânea de Stelara®.

Psoríase em placa - Adultos

Para o tratamento da psoríase em placa Stelara® é administrado por injeção subcutânea. A dose recomendada de Stelara® é 45 mg administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas. A interrupção do tratamento
deve ser considerada em pacientes que não apresentem qualquer resposta ao tratamento até as 28 semanas.

Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg, nos mesmos intervalos de tempo.

- Ajuste de dose

Para pacientes que respondem inadequadamente a 45 mg a cada 12 semanas, pode-se considerar a possibilidade de tratamento com 90 mg a cada 12 semanas. Para pacientes que responderam inadequadamente à posologia de

90 mg a cada 12 semanas, uma dose de 90 mg a cada 8 semanas pode ser considerada.

- Retratamento

O retratamento com um esquema posológico nas Semanas 0 e 4 após interrupção da terapia mostrou ser seguro e eficaz.

Artrite psoriásica - Adultos

A dose recomendada de Stelara® é 45 mg, administrada nas Semanas 0 e 4 e, depois, a cada 12 semanas.

Alternativamente, a dose de 90 mg pode ser usada em pacientes com peso corpóreo maior que 100 kg.

Doença de Crohn e colite ulcerativa - Adultos

No regime de tratamento, a primeira dose de Stelara® é administrada por via intravenosa. Para a posologia do regime de dosagem intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

A primeira administração subcutânea de 90 mg de Stelara® deve ocorrer na Semana 8 após a dose intravenosa.

Depois disso, recomenda-se a administração a cada 12 semanas.

Os pacientes que não apresentarem resposta adequada nas 8 semanas após a primeira dose subcutânea, podem receber uma segunda dose subcutânea.

Os pacientes que perderem a resposta na dosagem a cada 12 semanas podem se beneficiar de um aumento na frequência de dosagem a cada 8 semanas.

Os pacientes podem ser administrados posteriormente a cada 8 semanas ou a cada 12 semanas de acordo com o julgamento clínico.

Deve-se considerar a interrupção do tratamento em pacientes que não apresentarem evidência de benefício terapêutico 16 semanas após a dose de indução IV ou 16 semanas após a mudança para a dose de manutenção
a cada 8 semanas.

Imunomoduladores e/ou corticosteroides podem ser continuados durante o tratamento com Stelara®. Em pacientes que responderam ao tratamento com Stelara®, os corticosteroides podem ser reduzidos ou

Para a doença de Crohn ou Colite ulcerativa, se o tratamento for interrompido, a retomada do tratamento com

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

Psoríase em placa - 6 anos ou mais

Para o tratamento de psoríase em placa, Stelara® deve ser administrado por via subcutânea. A dose recomendada de Stelara® é baseada no peso corporal como demonstrado abaixo (Tabela 1). Stelara® deve ser
administrado nas Semanas 0 e 4 e depois a cada 12 semanas.

Dose Recomendada de Stelara® para psoríase pediátrica

Peso
< 60 kg

Forma Farmacêutica

0,75 mg/kg*

frasco

≥ 60 a ≤ 100 kg

Seringa preenchida, frasco

> 100 kg

Seringa preenchida

Para calcular o volume de injeção (mL) para pacientes <60 kg, use a seguinte fórmula: peso corporal (kg)

× 0,0083 (mL/kg). O volume calculado deve ser arredondado para o valor mais próximo de 0,01 mL e administrado com uma seringa graduada de 1 mL. Um frasco de 45 mg está disponível para pacientes pediátricos que precisam receber menos do que a dose total de 45 mg.

Tabela 1b:

Volumes de injeção de frascos de dose única de Stelara® 45 mg/0,5 mL para pacientes pediátricos (6 a 17 anos) com psoríase e artrite psoriásica* com peso inferior a 60 kg

Peso corporal no momento da administração (kg)

Dose (mg)

Volume da injeção (mL)

11,3

12,0

12,8

13,5

14,3

15,0

15,8

16,5

17,3

18,0

18,8

19,5

20,3

21,0

21,8

22,5

23,3

24,0

24,8

25,5

26,3

27,0

27,8

28,5

0,12

0,13

0,14

0,15

0,16

0,18

0,19

0,20

0,21

0,23

0,24

0,25

0,26

0,28

0,29

0,30

0,31

Vide item abaixo “Artrite psoriásica”.

29,3

30,0

30,8

31,5

32,3

33,0

33,8

34,5

35,3

36,0

36,8

37,5

38,3

39,0

39,8

40,5

41,3

42,0

42,8

43,5

44,3

0,33

0,34

0,35

0,36

0,38

0,39

0,40

0,41

0,43

0,44

0,45

0,47

0,48

0,49

Artrite psoriásica - 6 anos ou mais

Regime de tratamento subcutâneo:

Administre Stelara® por via subcutânea na Semana 0 e 4, e posteriormente a cada 12 semanas.

A dose recomendada de Stelara® para pacientes pediátricos (6 a 17 anos) com artrite psoriásica, baseada no peso corporal, está demonstrada abaixo (Tabela 1c).

Tabela 1c:

Dose Recomendada de Stelara® para Injeção Subcutânea em Pacientes Pediátricos (6 a

17 anos) com Artrite Psoriásica

Peso do Paciente no Momento da Dose

< 60 kg*

0,75 mg/kg

≥ 60 ou mais

> 100 kg com placa psoriásica moderada
*

à severa coexistente

Para pacientes pediátricos pesando menos que 60 kg, o volume para administração para a dose

recomendada (0,75 mg/kg) é demonstrado na Tabela 1b; retire o volume apropriado do frasco de dose única.

Doença de Crohn – 2 anos ou mais

Pacientes pesando ao menos 40 kg

Durante o tratamento, a primeira dose de aproximadamente 6 mg/kg de Stelara® será administrada pelo seu médico através de um gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, você
receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, 90 mg de Stelara® podem ser administrados a cada 8

Durante o tratamento, o seu médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área de superfície corporal (ASC). Esta será administrada pelo seu médico através de um
gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, o seu médico calculará a próxima dose de 60 mg/m² com base na sua área de superfície corporal. Você receberá esta dose de Stelara®
após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio de uma injeção sob a pele (por via subcutânea).

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a dose de Stelara® de 60 mg/m² na ASC pode ser administrada a cada 8 semanas. O seu médico decidirá quando você deverá receber a sua próxima dose.

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

Colite Ulcerativa – 6 anos ou mais

Pacientes pesando pelo menos 40 kg

Durante o tratamento, a primeira dose de aproximadamente 6 mg/kg de Stelara® será administrada pelo seu médico através de um gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, você
receberá a próxima dose de 90 mg de Stelara® após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, 90 mg de Stelara® podem ser administrados a cada 8

Durante o tratamento, o seu médico calculará a dose de infusão intravenosa recomendada de 250 mg/m² para você com base na sua área de superfície corporal (ASC). Esta será administrada pelo seu médico através de um
gotejamento em uma veia do seu braço (infusão intravenosa). Após a dose inicial, o seu médico calculará a próxima dose de 60 mg/m² com base na sua área de superfície corporal. Você receberá esta dose de Stelara®
após 8 semanas e, posteriormente, a cada 12 semanas por meio de uma injeção sob a pele (por via subcutânea).

Em alguns pacientes, após a primeira injeção sob a pele, a dose de Stelara® de 60 mg/m² na ASC pode ser administrada a cada 8 semanas. O seu médico decidirá quando você deverá receber a sua próxima dose.

Para a posologia e modo de usar por via intravenosa, vide bula de Stelara® 130 mg solução injetável.

Stelara® deve ser utilizado sob supervisão e orientação médica. Em pacientes pediátricos, é recomendado que

Stelara® seja administrado por um profissional da saúde. Stelara® pode ser aplicado por você ou seu cuidador, se o seu médico considerar apropriado, após treinamento adequado na técnica de administração subcutânea e
descarte. Durante o tratamento recomenda-se o acompanhamento médico, conforme necessário.

A) Instruções para o uso da seringa preenchida

Para reduzir o risco de perfurações acidentais com a agulha, cada seringa preenchida é equipada com um dispositivo de proteção da agulha que é ativado automaticamente para cobrir a agulha após a liberação completa
do conteúdo da seringa.

Não agite a seringa preenchida de Stelara® em nenhum momento. A agitação vigorosa e prolongada pode danificar o produto. Não use o produto, caso tenha sido agitado vigorosamente.

Os pacientes devem ser instruídos a injetar a quantidade prescrita de Stelara® subcutâneo de acordo com as instruções fornecidas na bula do paciente. A tampa da agulha na seringa preenchida contém borracha natural
seca (um derivado de látex), que pode causar reações alérgicas em indivíduos sensíveis ao látex. Cada seringa preenchida é fornecida apenas para dose única. Os pacientes poderão enfrentar resistência durante a injeção. É
importante orientar os pacientes a injetar a quantidade completa para receberem 45 mg ou 90 mg de Stelara®.

Não injetar Stelara® em áreas nas quais a pele esteja sensível, machucada, vermelha, dura, grossa, escamosa

1. Preparação para o uso da seringa preenchida

Êmbolo

Corpo

Janela de visualização

Rótulo

Tampa da agulha

Agulha

Retirar a seringa de Stelara® da geladeira

Verifique na embalagem se a dose está correta de acordo com a sua prescrição médica.

Crianças com psoríase em placas que pesam 60 kg ou mais, ou crianças com colite ulcerativa que pesam 40 kg ou mais, podem usar a seringa preenchida.

Abra a embalagem e retire a seringa preenchida. Verifique o prazo de validade na seringa preenchida e no cartucho. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.

Prepare o material que será necessário para a aplicação. Incluindo compressa com álcool, bola de algodão ou

Verificação da solução do interior da seringa

Mantenha a seringa preenchida com a agulha coberta apontando para cima. Certifique-se de que a seringa não está danificada. Também se certifique de que a solução ou o líquido em seu interior é límpido a ligeiramente
opalescente e incolor a levemente amarelado. NÃO USE se o produto estiver congelado, com coloração diferente da original, turvo ou se contiver partículas grandes.

NÃO REMOVA a tampa da agulha da seringa preenchida.

NÃO PUXE o êmbolo da seringa para trás em nenhum momento.

Preparação do local da injeção

Lave bem as mãos com sabão e água morna. Passe uma compressa com álcool no local da injeção. NÃO

3. Aplicação do medicamento

Remoção da tampa da agulha

Quando você estiver pronto (a) para injetar, segure o corpo da seringa preenchida com uma mão e com a outra retire a tampa da agulha. Jogue a tampa no lixo. Pode haver uma pequena bolha de ar na seringa, mas não é necessário removê-la. Pode haver,
também, uma gota de líquido na ponta da agulha, mas isto é normal.

Não toque na agulha. Não deixe que a agulha toque em nada.

Nota: a tampa da agulha NÃO deve ser removida até você estar pronto para aplicar a dose. Não use a seringa se ela cair sem a tampa da agulha. Se você deixar a seringa cair sem a tampa da agulha, contate seu médico.

Aplicação da injeção

Gentilmente, segure uma prega de pele entre o dedão e o indicador.

Não aperte.

Mantendo a prega de pele entre os dedos, empurre o êmbolo com o polegar até o final, lentamente e de forma uniforme, para injetar o produto.

Quando o êmbolo atingir o final do corpo da seringa e todo o medicamento tiver sido injetado, solte a prega de pele e remova gentilmente a agulha. Após o término da injeção, o dispositivo de proteção da agulha irá automaticamente se estender sobre a agulha
e travar à medida que você soltar o êmbolo.

4. Após a aplicação da injeção

Descarte da seringa vazia

Descarte imediatamente a seringa vazia em um recipiente apropriado. Para a sua segurança e a segurança de outras pessoas, agulhas e seringas NUNCA devem ser reutilizadas.

Pode haver uma pequena quantidade de sangue ou de líquido no local da injeção, o que é normal. Você pode pressionar uma bola de algodão ou uma gaze sobre o local da injeção e manter pressionado por 10 segundos.

Não esfregue o local da injeção. Se necessário, pode-se colocar um curativo adesivo pequeno sobre o local da

Incompatibilidades: como não há estudos de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado a outros medicamentos.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Se você se esquecer de uma dose, contate seu médico. Não se recomenda o uso de dose duplicada para

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de ustequinumabe, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com ustequinumabe
não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem

Experiência dos Estudos Clínicos em Pacientes adultos com Psoríase e/ou Artrite Psoriásica, Doença de

Crohn e Colite Ulcerativa

Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao Stelara®, em 14 estudos de fase 2 e 3 controlados em 6710 pacientes (4135 pacientes com psoríase e/ou artrite psoriásica, 1749 pacientes com doença
de Crohn e 826 com colite ulcerativa em UC-1 e UC-2), com duração de exposição ao Stelara® apresentada na

Tabela 2: Exposição de longo prazo ao Stelara® em estudos clínicos fase 2 e fase 3

Número total de pacientes em estudos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa.

As reações adversas mais comuns (> 5%) em períodos controlados dos estudos clínicos de Stelara® em todas as indicações com Stelara® foram nasofaringite e cefaleia. A maioria foi considerada leve e não necessitou
descontinuação do medicamento. O perfil de segurança global de Stelara® foi semelhante em pacientes em todas as indicações.

A seguir é apresentado um resumo das reações adversas dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. A frequência destas reações adversas foi baseada naquelas que ocorreram
durante os períodos iniciais controlados dos estudos clínicos. As reações adversas são classificadas por frequência, conforme apresentado a seguir:

Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: lombalgia (dor na região lombar), mialgia (dor

Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, eritema no local da aplicação (vermelhidão na pele), dor no local da aplicação.

Infecções e infestações: celulite, infecções dentárias, herpes zoster, infecção viral do trato respiratório superior,

Distúrbios gerais e condições no local da administração: reações no local da aplicação (incluindo hemorragia,

Em estudos controlados por placebo em pacientes com psoríase , artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa, as taxas de infecção ou infecção grave foram semelhantes entre os pacientes tratados com Stelara®
e os tratados com placebo. No período controlado por placebo dos estudos clínicos de pacientes com psoríase, pacientes com artrite psoriásica, pacientes com doença de Crohn e pacientes com colite ulcerativa, a taxa de
infecção foi de 1,36 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com Stelara® e 1,35 por paciente/ano de acompanhamento dos pacientes tratados com placebo. Infecções graves ocorreram em 0,03 por
paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara® (30 infecções graves em 930 pacientes/ano de acompanhamento) e 0,03 por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com placebo (15 infecções graves em 434 pacientes/ano de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15227 pacientes /ano expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para os

estudos de doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. A taxa de infecção foi de 0,85 por paciente/ano de acompanhamento nos pacientes tratados com Stelara®. A taxa de infecções graves foi de 0,02
por paciente/ano de acompanhamento em pacientes tratados com o Stelara® (289 infecções graves em 15227 pacientes/ano de acompanhamento) e incluiu pneumonia, abcesso anal, diverticulite, celulite, gastroenterite e
infecção viral.

Em estudos clínicos, os pacientes com tuberculose latente que foram tratados concomitantemente com a

No período dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa controlados por placebo, a incidência de malignidades, exceto câncer de pele não-melanoma, foi de 0,11 por 100 pacientesanos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (1 paciente em 929 pacientes-anos de
acompanhamento) em comparação a 0,23 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes

A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,43 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com Stelara® (4 pacientes em 929 pacientes-anos de acompanhamento) em comparação a

0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para os pacientes tratados com o placebo (2 pacientes em 433 pacientes-anos de acompanhamento).

Nos períodos controlados e não controlados dos estudos clínicos de psoríase, artrite psoriásica, de doença de

Crohn e colite ulcerativa, representando 15205 pacientes-anos expostos ao Stelara® em 6710 pacientes, a mediana de acompanhamento foi de 1,2 anos; 1,7 anos para os estudos de doença psoriásica, 0,6 anos para
doença de Crohn e 2,3 anos para os estudos de colite ulcerativa. Malignidades, excluindo cânceres de pele nãomelanoma, foram relatadas em 76 pacientes de 15205 pacientes-anos de acompanhamento (incidência de 0,50
por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com Stelara®). A incidência de câncer de pele não-melanoma foi de 0,46 por 100 pacientes-anos de acompanhamento para pacientes tratados com

Stelara® (56 pacientes de 11545 pacientes-anos de acompanhamento). A incidência de malignidades reportada em pacientes tratados com Stelara® foi comparável à incidência esperada na população geral [taxa de incidência
padronizada = 0,94 (intervalo de confiança de 95%: 0,73 - 1,18), ajustado para idade, sexo e raça]. As malignidades mais frequentemente observadas, além de câncer de pele não-melanoma, foram de próstata,
melanoma, colorretal e de mama. A razão de pacientes com câncer de pele de célula basal versus escamosa (3:1) é comparável à proporção esperada na população geral (vide “O que devo saber antes de usar este
medicamento?”).

Reações de hipersensibilidade e de infusão

Durante os períodos controlados dos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica de Stelara®, erupção cutânea e urticária foram observadas cada uma em < 1% dos pacientes.

Nos estudos de indução intravenosa da doença de Crohn e colite ulcerativa, não foram relatados eventos de anafilaxia ou outras reações graves à infusão. Nos estudos para doença de Crohn, 2,4% de 466 pacientes tratados
com placebo e 2,6% de 470 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão. Nos estudos para colite ulcerativa, 1,9% de 319 pacientes
tratados com placebo e 0,9% de 320 pacientes tratados com a dose recomendada de Stelara® relataram eventos adversos que ocorreram durante ou uma hora após a infusão.

Nos estudos clínicos de psoríase e artrite psoriásica, até 12,4% dos pacientes tratados com Stelara® desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe. Os pacientes positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tenderam a ter eficácia menor, entretanto, a positividade para anticorpos não impediu a resposta
clínica. A maioria dos pacientes que foram positivos para anticorpos contra o ustequinumabe tinha anticorpos neutralizantes. Nos estudos clínicos da doença de Crohn e colite ulcerativa 2,9% e 4,6% dos pacientes,
respectivamente, desenvolveram anticorpos contra o ustequinumabe quando tratados com ustequinumabe por aproximadamente 1 ano. Nenhuma correlação aparente entre o desenvolvimento de anticorpos contra o
ustequinumabe e as reações no local da aplicação foi observada.

Experiência clínica em pacientes pediátricos com psoríase

A segurança de Stelara® foi estudada em dois estudos fase 3 de pacientes pediátricos com psoríase em placas moderada a grave. O primeiro estudo foi em 110 pacientes de 12 a 17 anos de idade tratados por até 60 semanas
(CADMUS) e o segundo estudo em 44 pacientes de 6 a 11 anos de idade tratados por até 56 semanas (CADMUS

Jr.). Em geral, os eventos adversos relatados nesses dois estudos foram semelhantes aos observados em estudos anteriores em adultos com psoríase em placas.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 1 e um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com doença de Crohn ativa moderada a grave até as semanas 240 e 68, respectivamente. O perfil de

segurança neste grupo (n = 135), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com doença de

Crohn.

A segurança do ustequinumabe foi estudada em um estudo de fase 3, em pacientes pediátricos com colite ulcerativa ativa moderada a grave, os pacientes foram acompanhados por 68 semanas. O perfil de segurança
neste grupo (n = 112), foi semelhante ao observado em estudos anteriores em adultos com colite ulcerativa.

Os dados disponíveis avaliam a segurança apenas até aproximadamente 68 semanas, o perfil de segurança no

Nos estudos clínicos realizados, não foram observados efeitos negativos no crescimento ou no desenvolvimento puberal em crianças e adolescentes tratados com Stelara®.

Distúrbios do sistema imune: reações de hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária).

Infecções e infestações: infecção do trato respiratório inferior.

Distúrbios do sistema imune: reações alérgicas graves** (incluindo anafilaxia e angioedema).

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: alveolite alérgica, pneumonia eosinofílica.

Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: dermatite exfoliativa, psoríase eritrodérmica, vasculite de

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: pneumonia organizativa (vide “Reações de

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: pênfigoide bolhoso (doença autoimune cutânea crônica com bolhas que podem causar coceiras na pele) e lúpus eritematoso cutâneo (um tipo de lúpus que causa lesões na pele).

*A frequência de reação adversa pós-comercialização é derivada da porção controlada por placebo de 11 estudos clínicos se as mesmas fossem observadas nesses estudos. Em contrapartida, estimou-se que seriam mais
baixas do que certa frequência considerando a exposição nos 11 estudos clínicos nos quais a reação adversa não foi observada.
** Algumas pessoas com síndrome alfa-gal ou com IgE anti-alfa-gal já tiveram reações alérgicas graves. Na maioria dos casos, essas reações aconteceram logo na primeira aplicação. Informe seu médico antes do
tratamento se você tiver alergia a alfa-gal ou ter sido diagnosticado com síndrome alfa-gal (um tipo de alergia

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente,
podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

Doses únicas de até 6 mg/kg por via intravenosa foram administradas em estudos clínicos sem toxicidade doselimitante. No caso de superdosagem, recomenda-se que o paciente seja monitorado para quaisquer sinais ou
sintomas de efeitos ou reações adversas e que tratamento sintomático adequado seja instituído imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

Cilag AG - Schaffhausen - Suíça

USO SOB PRESCRIÇÃO.

VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO.

VP TV 20.0

0211748/13-7

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC

VP/VPS

0227847/13-2

10463 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão Inicial de Texto de Bula – publicação no Bulário RDC

23/6/2014

0491681/14-6

0338576/14-1

10279 - PRODUTO BIOLÓGICO - Alteração de Texto de Bula

VP: 6 e Dizeres Legais

VPS: 8 e Dizeres Legais

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

1459830/16-2

28/12/2012

0005497/13-6 e

0410413/13-7

1935 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão de Acondicionamento Primário

10373 - PRODUTO BIOLÓGICO - Inclusão do Local de Fabricação do Princípio Ativo

25/08/2014 e

22/06/2015

VP: 6

VPS: 8

1461565/16-7

06/10/2013

0459134/13-8

21/3/2016

VP: Composição, 1, 2, 6 e8

VPS: Composição, 1, 2,

3, 8 e 9

20/1/2017

0106040/17-6

29/1/2014

0074009/14-8

16/1/2017

VP: 1 e 8

VPS: 1, 2, 3 e 8

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Composição, 5 e

Dizeres legais

VPS: Composição, 7, 9 e

VP06/VPS06

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS: 2 e 9

VP07/VPS07

VP: 6 e 8

VPS: 2, 5, 8 e 9

VP08/VPS08

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS:9

VP09/VPS09

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentação,

Composição, 2, 4, 5, 6 e

VPS: Apresentação,

Composição, 2, 3, 8 e 9

VP09.1/VPS09.1

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP10/VPS10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentações,5, 6 e Dizeres Legais

VPS: Apresentações, 7,

8 e Dizeres Legais

VP11/VPS11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP12/VPS12

PROD10456 - PRODUTO BIOLÓGICO Notificação de Alteração de texto de bula publicação no Bulário RDC 60/12

16/1/2020

0157367/20-5

17/1/2020

0165408/20-0

18/2/2020

0505777/20-9

29/11/2019

3326002/19-8

10408 - PRODUTO BIOLÓGICO - Ampliação do prazo de validade do produto terminado

02/10/2020

VPS: 7, Dizeres Legais

0473076/19-3

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV7.0/VPSTV7.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV8.0/VPSTV 8.0

18/07/2022

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV9.0/VPSTV 9.0

13/12/2023

1413132/23-5

30/03/2023

0317621/23-5

13/11/2023

VP: 1, 5, 6

VPS: 1, 2, 7, 8, 9

VPTV10/VPSTV10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV11/VPSTV11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

medicamento, 2,3, 5, 7,

9 e Dizeres Legais medicamento, 4, 5, 8 e

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV15.0/PV VPSTV15.0

MS VPTV15.0/MS VPSTV15.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV16.0/PV VPSTV16.0

MS VPTV16.0/MS VPSTV16.0

26/03/2024

11922 - PRODUTOS BIOLÓGICOS - 36. Alteração da Descrição ou Composição do Produto

Terminado

30/06/2025

medicamento, 2, 5, 7 e 8 medicamento, 4, 5 e 6

PV VPTV17.0/PV VPSTV17.0

MS VPTV17.0/MS VPSTV17.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV18.0/PV VPSTV18.0

MS VPTV18.0/MS VPSTV18.0

PV VPTV19.0/PV VPSTV19.0

MS VPTV19.0/MS VPSTV19.0

VPS: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9

PV VPTV20.0/PV VPSTV20.0

MS VPTV20.0/MS VPSTV20.0

Dizeres legais

VPS: Composição, 7, 9 e

VP06/VPS06

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS: 2 e 9

VP07/VPS07

VP: 6 e 8

VPS: 2, 5, 8 e 9

VP08/VPS08

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPS:9

VP09/VPS09

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentação,

Composição, 2, 4, 5, 6 e

VPS: Apresentação,

Composição, 2, 3, 8 e 9

VP09.1/VPS09.1

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP10/VPS10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP: Apresentações,5, 6 e Dizeres Legais

VPS: Apresentações, 7,

8 e Dizeres Legais

VP11/VPS11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VP12/VPS12

PROD10456 - PRODUTO BIOLÓGICO Notificação de Alteração de texto de bula publicação no Bulário RDC 60/12

16/1/2020

0157367/20-5

17/1/2020

0165408/20-0

18/2/2020

0505777/20-9

29/11/2019

3326002/19-8

10408 - PRODUTO BIOLÓGICO - Ampliação do prazo de validade do produto terminado

02/10/2020

VPS: 7, Dizeres Legais

0473076/19-3

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV7.0/VPSTV7.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV8.0/VPSTV 8.0

18/07/2022

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV9.0/VPSTV 9.0

13/12/2023

1413132/23-5

30/03/2023

0317621/23-5

13/11/2023

VP: 1, 5, 6

VPS: 1, 2, 7, 8, 9

VPTV10/VPSTV10

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de texto de bula - publicação no Bulário

VPTV11/VPSTV11

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

medicamento, 2,3, 5, 7,

9 e Dizeres Legais medicamento, 4, 5, 8 e

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV15.0/PV VPSTV15.0

MS VPTV15.0/MS VPSTV15.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV16.0/PV VPSTV16.0

MS VPTV16.0/MS VPSTV16.0

26/03/2024

11922 - PRODUTOS BIOLÓGICOS - 36. Alteração da Descrição ou Composição do Produto

Terminado

30/06/2025

medicamento, 2, 5, 7 e 8 medicamento, 4, 5 e 6

PV VPTV17.0/PV VPSTV17.0

MS VPTV17.0/MS VPSTV17.0

10456 - PRODUTO BIOLÓGICO - Notificação de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário

PV VPTV18.0/PV VPSTV18.0

MS VPTV18.0/MS VPSTV18.0

PV VPTV19.0/PV VPSTV19.0

MS VPTV19.0/MS VPSTV19.0

VPS: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9

PV VPTV20.0/PV VPSTV20.0

MS VPTV20.0/MS VPSTV20.0

45 mg / 0,5 mL

Versão para o Mercado Público

Solução Injetável

Solução injetável de Stelara® 45 mg/0,5 mL em embalagem com 1 seringa preenchida.

As seringas preenchidas possuem um dispositivo de proteção da agulha.

USO SUBCUTÂNEO

Cada mL de solução injetável de Stelara® contém 90 mg de ustequinumabe.
-

45 mg/0,5 mL.

Excipientes: água para injetáveis, L-histidina, cloridrato de L-histidina monoidratado, polissorbato 80 e sacarose.

Psoríase em Placa

Stelara® é indicado no tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em adultos que não responderam, ou que têm uma contraindicação, ou que são intolerantes a outras terapêuticas sistêmicas, incluindo
ciclosporina, metotrexato e radiação ultravioleta A associada à administração de psoraleno (PUVA).

Stelara® é indicado para o tratamento da psoríase em placa, moderada a grave, em crianças maiores de 6 anos e adolescentes, que estão inadequadamente controlados por, ou que são intolerantes a outras terapias sistêmicas
ou fototerapia.

Artrite Psoriásica

Stelara®, isolado ou em combinação com metotrexato, é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes adultos, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença
(DMARD) foi inadequada.

Stelara® é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em pacientes com 6 anos ou mais.

Doença de Crohn

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Doença de Crohn ativa de moderada a grave, a partir dos 2 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Colite Ulcerativa

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, que tiveram uma resposta inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional ou à

Stelara® é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos com Colite Ulcerativa ativa moderada a grave, a partir dos 6 anos de idade ou mais, que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes à terapia

Os resultados de eficácia em crianças menores (especialmente com menos de 12 anos ou com menos de 40kg)

Stelara® é um anticorpo monoclonal IgG1kappa completamente humano que se liga com alta afinidade e especificidade à subunidade proteica p40 das citocinas humanas: interleucina (IL)-12 e IL-23. Stelara® inibe a
bioatividade da IL-12 e da IL-23 humanas impedindo que essas citocinas se liguem ao receptor proteico IL12Rbeta1 expresso na superfície das células do sistema imunológico. Stelara® não se liga a IL-12 nem a IL-23
pré-ligadas aos receptores de superfície celular IL-12Rbeta1. Assim, não é provável que Stelara® contribua para a citotoxicidade mediada por complemento ou ant

Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 17 de junho de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.