Bula de Ursacol — Zambon Laboratórios Farmacêuticos LTDA.
- Referência/Novo
- Tarja vermelha — só com receita
- Versão de 19 de janeiro de 2026
- Registro Anvisa 100840067
Esta é a bula do paciente de Ursacol, como aprovada pela Anvisa e publicada por Zambon Laboratórios Farmacêuticos LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.
Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.
Identificação do medicamento
Ursacol® ácido ursodesoxicólico
APRESENTAÇÕES
Comprimidos 50 mg: Embalagem com 30 unidades.
Comprimidos 150 mg: Embalagem com 30 unidades.
Comprimidos 300 mg: Embalagem com 30 unidades.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
ácido ursodesoxicólico ......... 50 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio ......... q.s.p.1 comprimido ácido ursodesoxicólico ......... 150 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio ......... q.s.p.1 comprimido ácido ursodesoxicólico ......... 300 mg
Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio ......... q.s.p.1 comprimido
1. Para que este medicamento é indicado?
Este medicamento é indicado para doenças hepatobiliares (doenças do fígado e vias biliares) e colestáticas crônicas nas seguintes situações:
- Dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase ou coledocolitíase sem colangite ou colecistite por cálculos não radiopacos com diâmetro inferior a 1,5 cm, que recusaram a intervenção cirúrgica
ou apresentam contraindicações para a mesma, ou que apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal;
- Tratamento da forma sintomática da cirrose biliar primária;
- Litíase residual do colédoco (pedra residual no canal da vesícula biliar) ou síndrome pós-colecistectomia (formação de novas pedras após cirurgia das vias biliares);
- Dispepsia (sintomas como dor abdominal, azia e sensação de estômago cheio) na vigência de colelitíase ou póscolecistectomia (doenças da vesícula biliar, com ou sem cálculos, e pós-operatório de cirurgia da vesícula biliar);
- Discinesias (alterações do funcionamento) de conduto cístico ou da vesícula biliar e síndromes associadas;
- Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia (alterações lipêmicas por aumento do colesterol e/ou triglicérides);
- Terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea (dissolução de cálculos biliares por ondas de choque) para a dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase;
- Alterações qualitativas e quantitativas da bile (colestases), inclusive profilaxia dos cálculos biliares após cirurgia bariátrica ou rápida perda ponderal (devido à supersaturação do colesterol).
2.
2. Como este medicamento funciona?
Ursacol contém como princípio ativo o ácido ursodesoxicólico, um ácido biliar fisiologicamente presente na bile humana, embora em quantidade limitada. O ácido ursodesoxicólico inibe a síntese hepática do colesterol e estimula a síntese de
ácidos biliares, restabelecendo assim o equilíbrio entre elas. O ácido ursodesoxicólico aumenta a capacidade da bile de solubilizar o colesterol, transformando a bile litogênica em uma bile não litogênica (que solubiliza o colesterol), prevenindo
a formação e favorecendo a dissolução gradativa dos cálculos. A dissolução dos cálculos já formados é processada através da passagem do colesterol do estado cristalino sólido ao de cristais líquidos. Além disso, o ácido ursodesoxicólico substitui
os ácidos biliares hidrofóbicos (tóxicos) por ácidos biliares hidrofílicos (menos tóxicos) nos processos colestáticos.
3.
3. Quando não devo usar este medicamento?
Ursacol não deve ser utilizado em casos de:
- Alergia ao ácido ursodesoxicólico e/ou a qualquer um dos componentes da formulação;
- Úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em fase ativa;
- Doença intestinal inflamatória e outras condições do intestino delgado, cólon e fígado que possam interferir na circulação entero-hepática dos sais biliares (ressecção ileal e estoma, colestase intra e extra-hepática, doença hepática severa);
- Cólicas biliares frequentes;
- Inflamação aguda da vesícula biliar ou trato biliar;
- Oclusão do trato biliar (oclusão do ducto biliar comum ou um ducto cístico);
- Contratilidade comprometida da vesícula biliar;
- Cálculos biliares calcificados radiopacos.
50 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 202 mg de lactose/comprimido.
150 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 102 mg de lactose/comprimido.
300 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 204 mg de lactose/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
4.
4. O que devo saber antes de usar este medicamento?
Durante os primeiros 3 meses de tratamento, os parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama GT devem ser monitorados pelo médico a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses. Este monitoramento, além de identificar os
pacientes respondedores e não respondedores que estão em tratamento, também permitirá a detecção precoce de uma potencial deterioração hepática, particularmente em pacientes com estágio avançado de cirrose biliar primária.
Quando usado na dissolução de cálculos biliares de colesterol:
Um pré-requisito para iniciar o tratamento que visa a dissolver cálculos vesiculares com o ácido ursodesoxicólico é a sua origem no colesterol. Um indicador confiável é a sua radiotransparência (transparência aos raios - X).
Os cálculos biliares com grande probabilidade de dissolução são os de pequenas dimensões, presentes numa vesícula biliar funcionante.
Em pacientes sob tratamento de dissolução de cálculos biliares, é adequado verificar a eficácia da droga por meio de colecistografia ou exames ecográficos a cada 6 meses.
Se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio-X, em casos de cálculos biliares calcificados, comprometimento da contratibilidade da vesícula biliar, ou episódios frequentes de cólica biliar, Ursacol® não deve ser
utilizado.
Pacientes femininas fazendo uso de Ursacol® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos nãohormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais podem aumentar a litíase biliar. No tratamento de cirrose
biliar primária em estágio avançado casos muito raros de descompensação de cirrose hepática regrediram parcialmente após a descontinuidade do tratamento.
Em pacientes com cirrose biliar primária, em raros casos, os sintomas clínicos podem piorar no início do tratamento, por exemplo, a coceira pode aumentar. Neste caso a dose de Ursacol® deve ser reduzida e gradualmente elevada novamente.
A dose deve ser reduzida em caso de diarreia e, caso ela persista, a terapia deve ser descontinuada.
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má-absorção de glicose galactose não devem tomar este medicamento.
O ácido ursodesoxicólico não influencia a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Uso em idosos
Deve-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais.
Gravidez e lactação
Estudos em animais não demonstraram influências no uso de ácido ursodesoxicólico na fertilidade. Dados humanos quanto aos efeitos na fertilidade durante o tratamento com ácido ursodesoxicólico não estão disponíveis. Não há dados quanto ao
uso de ácido ursodesoxicólico, particularmente em mulheres grávidas. Experimentos com animais demonstraram toxicidade reprodutiva durante os estágios iniciais da gravidez.
Por motivos de segurança, não devem ser tratadas mulheres grávidas a não ser que seja claramente necessário com
Ursacol®.
Mulheres em idade fértil só devem ser tratadas se estiverem usando métodos contraceptivos não-hormonais ou anticoncepcionais orais com baixo teor de estrógenos. Contudo, pacientes fazendo uso de Ursacol® para dissolução de
cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais orais podem aumentar a litíase biliar. Uma gravidez em curso deve ser descartada, antes de iniciar o tratamento.
De acordo com os poucos casos documentados de mulheres que estejam amamentando, os níveis de ácido ursodesoxicólico no leite são muito baixos e provavelmente não haverá reações adversas nas crianças que estão recebendo leite materno.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
50 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 202 mg de lactose/comprimido.
150 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 102 mg de lactose/comprimido.
300 mg: Atenção: Contém lactose. Atenção: contém 204 mg de lactose/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Interações medicamentosas
Ursacol não deve ser usado com drogas que inibem a absorção intestinal de ácidos biliares, como a colestiramina, colestipol ou antiácidos à base de alumínio. Se o uso destas substâncias for necessário, elas devem ser tomadas ao menos
2 horas antes ou após Ursacol®.
Estrogênios, contraceptivos orais e agentes redutores de lipídios (como o clofibrato) aumentam a secreção hepática de colesterol, o que pode causar a formação de cálculos de colesterol e, portanto, podem ser prejudiciais no que se refere à
ação do ácido ursodesoxicólico no tratamento de cálculos biliares.
O ácido ursodesoxicólico pode afetar a absorção da ciclosporina pelos intestinos, podendo desta forma ser necessário ajustar a dose com base nos níveis de ciclosporina.
Em casos isolados, Ursacol® pode reduzir a absorção de ciprofloxacino.
Em um estudo clínico realizado em voluntários saudáveis utilizando ácido ursodesoxicólico (500 mg/dia) e rosuvastatina (20 mg/dia) concomitantemente, resultou em uma leve elevação nos níveis de plasma da rosuvastatina. A relevância clínica
desta interação também no que diz respeito a outras estatinas é desconhecida.
O ácido ursodesoxicólico demonstrou redução nos picos de concentração plasmática (Cmáx) e na área sob a curva (AUC)
de um antagonista de cálcio nitredipina, em voluntários sadios. O monitoramento do resultado do uso simultâneo de nitredipina e ácido ursodesoxicólico é recomendado. Um aumento na dose de nitredipina pode ser necessário.
Uma interação com a redução do efeito terapêutico de dapsona foi reportado. Estas observações, em conjunto com achados de estudos in vitro, podem indicar um potencial de ácido ursodesoxicólico induzir enzimas do citocromo p450 3A. Esta
indução, contudo, não tem sido observada em um estudo bem desenhado de interações com budesonida que é um conhecido substrato de citocromo p450 3A.
Alterações de exames laboratoriais
Ursacol altera alguns exames laboratoriais, por isso, caso precise realizar exames, informe ao seu médico que está fazendo uso de Ursacol.
Recomenda-se que, ao iniciar tratamentos a longo prazo, seja feito controle das transaminases, da fosfatase alcalina e da gama-glutamil transferase (GAMA-GT).
Interações com alimentos
Até o momento não foi relatada interação entre Ursacol e alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5.
5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Ursacol® Comprimidos 50 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, planos.
Ursacol® Comprimidos 150 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, planos.
Ursacol® Comprimidos 300 mg: apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, discoides, biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6.
6. Como devo usar este medicamento?
Tome Ursacol® exatamente conforme a orientação de seu médico.
A disponibilidade das apresentações de 50, 150 e 300 mg permite que sejam adotados diferentes esquemas posológicos, de acordo com cada indicação clínica específica. Todos esses esquemas posológicos ficam facilitados com o ajuste das
administrações de comprimidos de 50, 150 e 300 mg, de acordo com a dose diária total.
Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a 10 mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições e à noite).
Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido por 3 a 4 meses após o
desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos. O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção, geralmente são suficientes doses de
300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser modificadas a critério médico, particularmente considerando-se a ótima tolerabilidade do produto, que permite de acordo com cada caso adotar doses sensivelmente
maiores. Em pacientes em tratamento para dissolução de cálculos biliares, é importante verificar a eficácia do medicamento mediante exames colecistográficos a cada 6 meses.
Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, o tratamento prévio com ácido ursodesoxicólico aumenta os resultados da terapêutica litolítica. As doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico, sendo em
média de 600 mg ao dia.
Na cirurgia bariátrica, a dose ideal é 600 mg/dia, divididos em duas tomadas de 300 mg. Pacientes com intolerância podem tentar redução da dose para 300 mg/dia em uma ou duas tomadas, conforme a orientação médica.
Na cirrose biliar primária, as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II, III e
IV) ou a critério médico.
É recomendado realizar acompanhamento dos pacientes através de testes de função hepática e dosagem de bilirrubinas.
A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições. Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou leite.
Quando o paciente se esquecer de tomar o medicamento no horário de costume, você deverá administrá-lo imediatamente caso não esteja muito próximo da dose subsequente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7.
7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Caso você se esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
8.
8. Quais os males que este medicamento pode me causar?
A avaliação dos efeitos indesejáveis é baseada em dados de frequência.
Reação comum (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): relatos de fezes pastosas e diarreia.
Reação muito rara (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): severa dor abdominal superior direita durante tratamento de cirrose biliar primária; descompensação hepática foi observada em terapia de estágios
avançados de cirrose biliar primária, que regrediu parcialmente após a descontinuidade do tratamento; urticária;
calcificação de cálculos.
Os seguintes eventos adversos foram identificados após a comercialização de ácido ursodesoxicólico com frequência desconhecida: aumento da fosfatase alcalina, aumento da bilirrubina, aumento das transaminases, constipação e vômitos,
mal-estar, tontura, dor de cabeça, mialgia, tosse, edema periférico, pirexia, icterícia, angioedema e prurido.
Alguns eventos adversos foram descritos durante ensaios clínicos e, em muitos casos, a relação de causalidade com ácido ursodesoxicólico não foi estabelecida (mas também não foi descartada), são eles: úlcera péptica, náusea, anorexia,
esofagite, dispepsia, rash cutâneo, astenia, elevação da creatinina, elevação da glicose sanguínea, leucopenia e trombocitopenia.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9.
9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Diarreia pode ocorrer em casos de superdosagem. Em geral, outros sintomas de superdosagem são improváveis, uma vez que a absorção de ácido ursodesoxicólico diminui com o aumento da dose administrada, portanto, mais é excretado com
as fezes.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Informe-se também com o SAC Zambon (0800 017 70 11 ou www.zambon.com.br) em casos de dúvidas.
Dizeres legais
Registro:1.0084.0067
Responsável Técnica: Juliana Paes de Oliveira - CRF-SP 56.769
Produzido por:
CHIESI FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Dr. Giacomo Chiesi, 151 - Km 39,2
CEP 06513-001 - Santana do Parnaíba - SP
CNPJ nº. 61.363.032/0001-46
Registrado por:
ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Av. das Nações Unidas, 14.401 – Torre Jequitibá – 9º Andar
Vila Gertrudes – São Paulo – SP - CEP: 04794-000
CNPJ nº. 61.100.004/0001-36
®
Marca Registrada
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800 0177011 www.zambon.com.br
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 28/11/2025
BPURSCOMV15
Histórico de Alteração da Bula
Dados da Submissão Eletrônica
Data do
Nº de
Assunto
Dados da Petição/Notificação que altera bula
Data do
Nº de
Assunto
Dados das Alterações de bulas
Versões (VP/VPS)
Apresentações relacionadas
VP1
Data de
Aprovação
Itens de Bula
-Quando não devo usar este medicamento;
-O que devo saber antes de usar este medicamento;
-Quais males este medicamento pode me causar;
- Contraindicações;
-Advertências e Precauções;
-Interações Medicamentosas;
Reações Adversas.
VP2
0278610/13-9
Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12
02/05/2013
0338663/13-5
-Quando não devo usar este medicamento;
-O que devo saber antes de usar este medicamento;
02/07/2013
0528616/13-6
Adequação na bula para paciente visto a um erro material.
Adequação de Hipergliceridemia para Hipertrigliceridemia.
VP2
26/01/2015
0069732/15-0
17/04/2014
0301084/14-8
Inclusão de Nova
Apresentação Comercial
14/07/2014
Apresentações (Inclusão das apresentações de 50mg, 150mg e
300mg c/ 30 comprimidos).
VP3
17/06/2015
0536122/15-2
VP4
12/04/2013
01/09/2015
0778661/15-1
11/07/2018
0554356/18-8
Alteração de formato e dimensões de comprimidos, cápsulas, supositórios e óvulo
0912239/18-7
0431425/18- 5
Medicamentos e
Insumos Farmacêuticos (Alteração na AFE)
de INDÚSTRIA do produto - ENDEREÇO
DA SEDE
20/08/2018
04/02/2019
Atualização em virtude da adequação no item de Resultado e
Eficácia na Bula do Profissional da Saúde. (Não houve atualização no texto da bula do Paciente, exceto adequação na versão (VP8) e inclusão de data de aprovação (04/02/2019).
19/09/2018
0136681/19-5
25/08/2021
3352182/21-3
05/04/2022
1539317/22-6
05/05/2022
2678564/22-3
13/02/2019
0497322/18-4
MEDICAMENTO
NOVO - Alteração de
Texto de Bula
0414539/19-9
11121 – RDC 73/2016 –
NOVO – Inclusão de nova indicação terapêutica
25/03/2022
RDC 73/2016 – NOVO
– Mudança Menor de
Sulco (Quadro 4, item d)
0414539/19-9
11121 – RDC 73/2016 –
NOVO – Inclusão de nova indicação terapêutica
21/06/2018
Reações Adversas
- Onde, Como e Por quanto tempo posso guardar este
Item 1. Para que este medicamento é indicado?
Item 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este
Item 6. Como devo usar este
VP5
VP6
VP7
VP8
VP9
VP10
VP11
25/11/2021
5010622/22-0
1457909/23-5
26/07/2024
1024718/24-7
28/11/2025
Informação incluída após notificação
02/12/2022
21/12/2023
15/09/2023
28/06/2024
4655648/21-0
7148 –
MEDICAMENTOS E
INSUMOS
FARMACÊUTICOS (Alteração na AFE) de
INDÚSTRIA do produto
- ENDEREÇO DA
SEDE
03/03/2022
VP12
0981579/23-0
AFE - ALTERAÇÃO MEDICAMENTOS
E/OU INSUMOS
FARMACÊUTICOS ENDEREÇO MATRIZ
12/12/2023
VP13
0887931/24-3
10528 MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de descontinuação temporária de fabricação ou importação
28/06/2024
Apresentações (exclusão das apresentações com 20 comprimidos)
VP14
Inclusão de Frase de Alerta nos itens: 4 e 5.
-
VP15
Correções textuais nos itens: 1, 2,
3, 4, 5, 6, 7 e Dizeres Legais.
50 mg c/ 30
150 mg c/ 30
300 mg c/ 30
Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 19 de janeiro de 2026). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.