Bula e Preço

Bula de Xeloda — Biopas Brasil Produtos Farmaceuticos LTDA

Esta é a bula do paciente de Xeloda, como aprovada pela Anvisa e publicada por Biopas Brasil Produtos Farmaceuticos LTDA. O texto abaixo é reprodução do documento oficial do Bulário Eletrônico.

Preço máximo em São Paulo (ICMS 18%)
R$ 886,92

Tarja vermelha: venda sob prescrição médica. A farmácia só pode vender mediante apresentação de receita.

Identificação do medicamento

Xeloda

(capecitabina)

Comprimidos revestidos

500 mg

Xeloda® capecitabina

APRESENTAÇÃO

Caixa contendo 120 comprimidos revestidos de 500 mg.

VIA ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Princípio ativo:

Cada comprimido revestido de Xeloda® 500 mg contém:
capecitabina ......... 500 mg

Excipientes: lactose anidra, croscarmelose sódica, hipromelose, celulose microcristalina, estearato de magnésio e água purificada. Componentes do revestimento: hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido férrico (óxido de ferro vermelho) e água
purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

1.

1. Para que este medicamento é indicado?

Xeloda® é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama:

• Xeloda® em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.

• Xeloda® como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e
que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de

400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal:

• Xeloda® é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.

• Xeloda® é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Xeloda® combinado com oxaliplatina ou combinado com oxaliplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Xeloda®
também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico:

Xeloda® é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

2.

2. Como este medicamento funciona?

Xeloda® contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

3.

3. Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve tomar Xeloda® caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.

Você não poderá tomar Xeloda® se for portador de deficiência completa de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.

Xeloda® não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).

Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).

Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.

Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de

Xeloda®.

4.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

Enquanto você estiver tomando Xeloda® haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria das reações adversas seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos.

Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de

Xeloda® com outras medicações, como a oxaliplatina.

Xeloda® pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes,
quando indicado.

A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda,
especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando

Xeloda® é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Xeloda® precisará ser interrompido, até que você se recupere
totalmente.

Raros casos de reações adversas graves e inesperadas foram observados em pacientes portadores de deficiência da enzima diidropirimidina desidrogenase. Converse com seu médico caso seja portador desta deficiência.

Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Xeloda®, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma.

Essas reações adversas podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente.

Xeloda® pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e

necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Xeloda® deve ser permanentemente descontinuado nesses casos.

Xeloda® pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a

360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente. No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o
paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o
desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Xeloda® precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.

Xeloda® pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Xeloda® tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Xeloda®.

Fertilidade

Com base em evidências de estudos em animais, Xeloda® pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção

Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar.

Durante o tratamento com Xeloda® você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Xeloda®.

Homens

Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento e por 3 meses após a última dose de

Xeloda®.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco na gravidez: D

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Xeloda®. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Xeloda® possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.

Você não deve tomar Xeloda® caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Xeloda®.

Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois pode ser excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a
alimentação do bebê.

Populações especiais

Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

Até o momento, não há informações de que Xeloda® possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Principais interações medicamentosas

Anticoagulantes: avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Xeloda® pode alterar a coagulação.

Fenitoína: se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Xeloda®, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.

Alimentos: em todos os estudos feitos com Xeloda®, os pacientes foram instruídos a tomar

Xeloda® até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Xeloda® seja administrado dessa forma.

Antiácidos: antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Xeloda®.

Ácido folínico: a toxicidade de Xeloda® pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.

Sorivudina e análogos: Xeloda® não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4
semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Xeloda®.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais

Xeloda® pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Interrupção do tratamento

Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Xeloda® durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicosegalactose. Atenção: Contém lactose abaixo de 0,25g/comprimido.

Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO?

Xeloda® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível. Qualquer medicamento não utilizado
ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as orientações locais.

Os comprimidos de Xeloda® 500 mg são da cor pêssego.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6.

6. Como devo usar este medicamento?

Tomar os comprimidos inteiros por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Xeloda®. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá tomar pela manhã e à noite. Não mude
as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
- Câncer de mama e colorretal

A dose recomendada para monoterapia de Xeloda® é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada

- Câncer de mama

Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Xeloda® é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2, por infusão intravenosa, durante uma hora,
a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Xeloda®.

- Câncer colorretal e gástrico

No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Xeloda® é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2, duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes
biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Xeloda®.

Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Xeloda® em combinação com cisplatina
ou oxaliplatina.

Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses

Crianças: A segurança e a eficácia de Xeloda® em crianças e adolescentes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Idosos:
- Para a monoterapia de Xeloda® não são necessários ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em relação às reações adversas graves (grau 3 ou 4).
- Em combinação com docetaxel, foi observada incidência aumentada de reações adversas (grau 3 ou 4) e de reações adversas graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais.

Recomenda-se a redução da dose inicial de Xeloda® para 75% (950 mg/m2 duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orientação médica.

Pacientes com insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem
ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas: se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com
insuficiência hepática grave.

Duração do tratamento

A duração do tratamento com Xeloda® varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Xeloda®.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O

QUE DEVO FAZER QUANDO

MEDICAMENTO?

EU

ME

ESQUECER DE

USAR ESTE

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.

Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo. As doses não tomadas de Xeloda®, devido à toxicidade, não são substituídas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgiãodentista.

8.

8. Quais os males que este medicamento pode me causar?

Além dos efeitos benéficos de Xeloda®, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente
melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Xeloda® for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere
por dia está muito abaixo do normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar

Xeloda® imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação Xeloda® em monoterapia

Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com Xeloda® em monoterapia

Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que

Distúrbios do metabolismo e Perda de apetite nutrição

Distúrbios do sistema nervoso

Reação adversa por sistema

Distúrbios oculares

Distúrbios gastrintestinais

Distúrbios hepatobiliares

Diarreia

Vômito

Náusea

Estomatite (feridas na boca)

Dor abdominal (dor na barriga)

Comum (ocorre entre 5 e

10% dos pacientes que

Desidratação

Diminuição do apetite

Dormência ou sensações de formigamento

Alteração do paladar

Dor de cabeça

Tontura (sem vertigem)

Aumento do lacrimejamento

Conjuntivite

Prisão de ventre

Dor abdominal

Dificuldade de digestão

Excesso sangue

de

bilirrubina

no

vermelhidão,

Distúrbios da pele e tecido Inchaço, formigamento e subcutâneo adormecimento das palmas das mãos e plantas dos pés (síndrome mão-pé)
*

Dermatite gerais e Cansaço relacionados ao local de Sono profundo administração

Erupções na pele Perda de cabelo

Cor vermelha na pele

Pele seca

Febre Fraqueza

Diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais (Vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de Xeloda®.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com Xeloda® em monoterapia
– Distúrbios

gastrintestinais: boca seca, gases, reações adversas relacionadas à ulceração/inflamação de mucosas, como inflamação do esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.
– Distúrbios cardíacos: inchaço nas pernas, dor no peito de origem cardíaca, incluindo angina de peito, doença do músculo cardíaco, infarto/isquemia miocárdica, insuficiência cardíaca, morte súbita, aumento da frequência cardíaca, arritmias cardíacas e palpitações.
– Distúrbios do sistema nervoso: insônia, confusão, comprometimento das funções cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordenação motora, dificuldade para articular as palavras, alteração no equilíbrio e alteração na coordenação.
– Infecções e infestações: infecções locais, infecções generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e fúngica) e sepse (infecção disseminada).
– Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia e redução de todas as células do sangue.
– Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, distúrbios das unhas, reações de sensibilidade à luz e sensibilidade à radioterapia.
– Distúrbios gerais relacionados ao local de administração: dor nas pernas e braços e dor no peito (não cardíaca).
– Olhos: irritação nos olhos.
– Respiratórios: falta de ar e tosse.
– Musculoesqueléticos: dor lombar, dor nos músculos e articulações.
– Distúrbios psiquiátricos: depressão.
– Insuficiência hepática e hepatite foram relatadas durante os estudos clínicos e após a comercialização, mas não foi estabelecida relação de causa com o tratamento com Xeloda®.

Xeloda® em terapia combinada

Reações adversas muito comuns e comuns com Xeloda® em combinação com diferentes quimioterápicos

Reação adversa por sistema

Muito comum (ocorre em Comum (ocorre entre 5 e mais de 10% dos pacientes 10% dos pacientes que

que utilizam este medicamento)

Infecções e infestações

Diminuição das células brancas do sangue com ou sem febre Diminuição das plaquetas Anemia

Distúrbios do metabolismo e Diminuição do apetite nutrição do sistema sanguíneo e linfático

utilizam este

Infecção

Candidíase oral (sapinho)

Diminuição do cálcio no sangue

Diminuição de peso

Insônia

Distúrbios psiquiátricos dos nervos Diminuição de sensibilidade

Distúrbios do sistema nervoso Alteração responsáveis pela sensibilidade de mãos e pés

Distúrbio no paladar

Sensibilidade alterada (dormência ou formigamentos)

Dor de cabeça

Aumento do lacrimejamento

Distúrbios oculares

Trombose
/ embolismo (entupimento de vasos sanguíneos por coágulos)

Pressão alta

Inchaço nas pernas

Sangramento pelo respiratórios, Dor na garganta nariz Rouquidão torácicos e do mediastino

Coriza

Falta de ar

Prisão de ventre

Boca seca

Distúrbios gastrintestinais

Dificuldade de digestão

Perda de cabelo Alterações

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo das unhas

Dor no maxilar Dor nas costas

Dores nas juntas Dores musculoesqueléticos e dos musculares tecidos conectivos

Dores nos braços e pernas

Febre

Desordens gerais e do local de Febre administração

Dor

Diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza Fraqueza

Intolerância à temperatura

Distúrbios vasculares

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de Xeloda® em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.

Reações adversas raras ou incomuns relatadas com Xeloda® em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de Xeloda® em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização

Reações adversas ao medicamento (RAMs) identificadas durante a experiência póscomercialização

Classe de órgãos

sistemas

Distúrbios renais e urinários

e Reações adversas ao medicamento

Frequência

Insuficiência renal aguda secundária à desidratação (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? ”).

Rara (ocorre entre 0,01% e

0,1% dos que utilizam este

Leucoencefalopatia tóxica (danos ao sistema

Distúrbios no sistema

Desconhecida nervoso central, desencadeados por um agente nervoso químico)..

Distúrbios hepatobiliares Insuficiência hepática, hepatite

Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos que

Distúrbios metabólicos e Hipertrigliceridemia (aumento da concentração Desconhecida nutricionais de triglicerídeos)

Distúrbios no tecido Lúpus eritematoso cutâneo (doença Muito rara subcutâneo e pele imunológica), reações de pele graves como (ocorre em

Síndrome de Stevens-Johnson (doença com menos de 0,01% lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que dos podem atingir também as mucosas) e necrólise que epidérmica tóxica (doença que acomete a este
camada superficial da pele e essa se solta em medicamento)
lâminas), (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Distúrbios nos olhos

Estenose do ducto lacrimal (estreitamento do canal lacrimal), distúrbios de córnea incluindo ceratite (inflamação da córnea).

Distúrbios do sistema Angioedema* (inchaço da pele)

Desconhecida immune
* Este subtipo de reação de hipersensibilidade foi reportado durante a pós-comercialização

No caso de exposição a comprimidos de Xeloda® triturados ou cortados, foram relatadas as seguintes RAMs: irritação nos olhos, inchaço dos olhos, erupção cutânea, dor de cabeça, sensibilidade alterada, diarreia, náuseas, irritação gástrica e vômitos.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu

Serviço de Atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A

INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.

Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722

6001, se você precisar de mais orientações.

Dizeres legais

Registro: 1.8977.0004

Produzido por:

Excella GmbH, Feucht, Alemanha.

Importado e Registrado por:

Biopas Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda

Vargem Grande Paulista, São Paulo, Brasil

CNPJ: 31.327.287/0001-92

Serviço de Atendimento ao Consumidor – 0800 591 9210

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 12/12/2025.

CDS 16.0_Pac

Histórico de alteração para bula

Dados da submissão eletrônica

Data do

12/12/2025

28/03/2023

N° expediente

Assunto

10451 MEDICAMENTO

NOVO - Notificação de Alteração de

Texto de Bula – publicação no

Bulário RDC 60/12

0308684/23-1

10458 MEDICAMENTO

NOVO - Inclusão

Inicial de Texto de

Bula – RDC 60/12

Dados da petição/notificação que altera bula

Data do

12/12/2025

13/07/2022

N° do

Assunto

10451 MEDICAMENTO

NOVO - Notificação de Alteração de

Texto de Bula – publicação no

Bulário RDC 60/12

4419507/22-5

11200 MEDICAMENTO

NOVO Solicitação de

Transferência de

Titularidade de

Registro (operação comercial)

Dados das alterações de bulas

Versões

Data de aprovação

Itens de bula

Dizeres Legais Alteração dos dados legais para adequação à

RDC nº 768/2022.

Inclusão de frases de alerta de acordo com a

IN nº 200/2022 e suas atualizações.

500 MG COM REV

CT BL AL PLAS

VP/VPS PVC/PVDC TRANS

X 120

28/11/2022

Inclusão inicial de texto de bula.

500 MG COM REV

CT BL AL PLAS

VP/VPS PVC/PVDC TRANS

X 120

(VP/VPS)

Apresentações relacionadas

*VP = versão de bula do paciente / VPS = versão de bula do profissional da saúde

Fonte: Bulário Eletrônico da Anvisa (bula do paciente, versão de 12 de dezembro de 2025). Reproduzimos o documento oficial; em caso de divergência, vale a bula que acompanha a embalagem.